5 dicas para quem está começando em um novo emprego

Esteja preparado antes mesmo de começar a trabalhar

Começar bem um novo emprego é quase tão importante quanto ir bem no processo seletivo. É neste momento que os profissionais selecionadores e os chefes, em especial, ficam mais atentos ao comportamento do novo funcionário, visando descobrir se fizeram a escolha certa ou não, e se todas aquelas infinitas qualidades citadas no currículo e na entrevista são mesmo verdade.

E se a primeira impressão é a que fica, é bom ter muito cuidado e preparo para gerar uma boa imagem não só entre os chefes, mas também com os colegas de trabalho.

Por isso, confira abaixo algumas dicas para quem está começando em um novo emprego, elaboradas por Eliane Catalano, coordenadora de recrutamento e seleção da RH Nossa:

Preparare-se

Esteja preparado antes mesmo de começar a trabalhar! Vale pesquisar sobre a empresa na Internet ou com conhecidos, o que ela faz, qual é o seu histórico, o que ela vende (produtos, serviços, etc), dentre outras informações. Saiba qual será sua posição e como atuará com as outras áreas. Já tenha planos, pense em como irá trabalhar e de que forma irá se vestir ( importante investigar o ambiente da empresa e perguntar antes de ser contrato para não errar em sua vestimenta). Veja todos os detalhes (hora de almoço, se pode levar alguma coisa de casa para a sua mesa, quanto tempo vai levar para chegar) e nem pense em se atrasar, não somente no primeiro dia. Geralmente a empresa prepara uma integração no primeiro dia de trabalho e orienta o funcionário com informações de trabalho.

Deixe para trás as rotinas anteriores

Você foi contratado pelos seus conhecimentos e suas experiências, porém, está agora em uma nova realidade. Deixe para trás as rotinas anteriores e saiba que terá novas tarefas. Esteja com a cabeça aberta e se adapte à nova empresa, procure conversar com seus novos colegas, conhecer todos os setores da empresa e isso poderá ajuda-lo a entender melhor o seu novo ambiente de trabalho.

Se venda e entre na jogada

Não se intimide nos primeiros dias. Por ser uma pessoa nova, pode ser que seus novos colegas tenham a sua figura como alvo de piadinhas e brincadeirinhas. Tenha personalidade, leve na esportiva e seja você mesmo. Não se intimide quando todos estiverem te olhando. Mantenha a cabeça erguida, vença o nervosismo e atue normalmente. É normal esta curiosidade por parte dos novos colegas. O melhor a fazer é mostrar que você quer entrar nessa cultura da empresa.

Faça amizades

Comece uma rede de relacionamentos.Faça contatos e tenha um bom relacionamento com seus colegas de trabalho. Os outros colaboradores podem te ajudar com o trabalho e até mesmo no futuro. O melhor é ser amigo de todos e evitar estar fechado, isso pode ajudar a ter uma rede de networking e ajudar a entender o negócio da empresa onde você está trabalhando.

Esteja aberto(a) ao aprendizado

Caso cometa algum equívoco, não desanime e nem abaixe a cabeça. Claro que você vai cometer erros, é algo normal e até esperado nestes primeiros dias, então a dica valiosa é aprender com esses tropeços e seguir em frente. O fundamental é seguir focado, não perder a concentração e pedir sempre orientação. Não é vergonha pedir conselhos nestes dias e é o melhor momento para ir desenvolvendo o seu modo de trabalhar. Procure estar sempre atualizado e se mantenha atento com as ferramentas que a empresa utiliza, isso facilitará o seu trabalho e ajudará no desenvolvimento de suas atividades.

fonte:
https://administradores.com.br/noticias/5-dicas-para-quem-esta-come%C3%A7ando-em-um-novo-emprego

3 erros que você deve evitar no Home Office

Diante do aumento de adeptos dessa modalidade é comum também encontrar muita gente cometendo alguns equívocos na prática diária do trabalho em casa

Há alguns anos, falar em trabalhar em casa ou trabalho remoto era algo fora da realidade. No entanto, veio a internet, vieram também softwares e mais velocidade de conexão e chegamos ao ponto que estamos hoje, em que o Home Office faz parte do dia a dia de vários profissionais.

Publicitários, programadores, designers e redatores são algumas das áreas em que basta ter um bom notebook, uma boa conexão de internet e a magia do Home Office (também chamado de trabalho remoto) acontece.

Quem gerencia uma loja virtual também pode ter um Home Office para chamar de seu, assim como outros tipos de profissionais que trabalham em alguma empresa em que boa parte dos serviços podem ser resolvidos mediante arquivos via Dropbox ou Google Drive.

Vale lembrar que os chamados pequenos empresários que administram alguma atividade em casa, sem estar envolvidos diretamente com tecnologia, também estão no time dos Home Officers.

Aliás, esse time cada vez mais ganha adeptos. O aumento de pessoas que praticam o Teletrabalho (olha aí mais outro nome para o assunto) é cada vez mais nítido nos dias de hoje.

Lembrando ainda que o nome Teletrabalho não é por acaso, afinal, o trabalho não precisa ser “home”, mas sim pode ser em “coworking”, ou seja, em espaços destinados para quem procura por locais acessíveis para realizar as suas atividades de trabalho.

No entanto, diante do aumento de adeptos dessa modalidade é comum também encontrar muita gente cometendo alguns equívocos na prática diária do trabalho em casa.

O que NÃO fazer em se tratando de Home Office

As vantagens do trabalho em casa são evidentes. Flexibilidade nos horários, calma para solucionar problemas e a economia com transporte e alimentação são alguns dos detalhes que surgem na mente de quem fala em Home Office.

Vamos concordar, é realmente tentador não precisar passar horas e horas em engarrafamentos que se prolongam por quilômetros. Tudo isso para poder ficar no conforto do seu lar, solucionando questões do seu trabalho via web mesmo.

Lembrando que tudo isso ainda garantindo uma elevada taxa de produtividade diária. Ou seja, o Home Office é realmente repleto de benefícios.

No entanto, nem tudo são flores no universo do trabalho remoto. Há alguns equívocos que podem se tornar verdadeiras pedras no caminho de quem quer assegurar um bom rendimento mesmo trabalhando sentado no sofá da sala ou no quarto. Veja alguns deles:

1- Não reservar um espaço dedicado ao trabalho

Se você vai trabalhar em casa, já optou pelo lugar que vai ser o seu recanto de atividades? Não é porque o trabalho é em casa que a falta de profissionalismo deve ser deixado de lado.

Essa pergunta é importante porque muitas pessoas acreditam erroneamente que hoje é possível levar o notebook para a mesa da cozinha, já amanhã pode ser na sacada do apartamento.

Ter um lugar fixo em casa para fazer o seu local de trabalho é importante para você se organizar melhor, para você ter um espaço próprio onde todos os materiais necessários para a sua atividade estarão ao seu alcance.

Além disso, diante de um cômodo próprio para o seu trabalho, a sua família fica ciente de que aquele lugar é o seu escritório e não um espaço qualquer.

Outro detalhe: na hora de reservar um ambiente para o seu Home Office, caso seja possível, dê preferência para cômodos afastados de locais com som alto de TV e de conversas.

2-Não se alimentar de forma adequada

Você está trabalhando em casa, sentado diante do notebook e de repente, vê pela frente um relatório para redigir, mas antes vai para a cozinha buscar um lanche. Cinco minutos depois você abre a geladeira para tomar um suco de laranja.

Assim vai a manhã e o dia inteiro, de beliscada em beliscada, se alimentando de maneira equivocada.

Sabemos que, por estar em casa, ao alcance de tudo, fica mais fácil se alimentar fora de hora. Além disso, para espantar o sono e se manter alerta, é comum que muitos home officers bebam café em demasia.

Porém, tão importante quanto fazer o seu trabalho render, é pensar na sua saúde. Por isso, tenha disciplina na hora de se alimentar e estabeleça em sua agenda, horários específicos.

3-Não contar com boas plataformas para o trabalho

Essa é uma dica para aqueles home officers que gerenciam em casa uma loja virtual, por exemplo. Lembre-se nesse caso que um bom serviço de web hostingcomo a hospedagem VPS é essencial e disponibiliza várias vantagens para o e-commerce.

Backups, velocidades de carregamento e tráfego ilimitado são alguns desses benefícios. Além disso, a hospedagem VPS permite mais estabilidade e performance graças aos seus servidores virtuais.

Entretanto, para outros tipos de trabalho é interessante contar também com ferramentas que auxiliam na organização das tarefas. Uma delas é o Asana, que é uma plataforma colaborativa.

Com essa ferramenta é possível gerenciar tarefas por meio de agendas, definir datas, horários, bem como compartilhar arquivos com os seus colegas.

Conclusão

O Home Office é uma modalidade prática e viável para muitos profissionais. Trabalhar em casa há tempos deixou de ser uma tendência e se tornou uma realidade em todas as partes do mundo, inclusive no Brasil.

Portanto, ao seguir essas dicas de como NÃO proceder no cotidiano do Home Office, você vai perceber que a ideia de levar serviço para casa é altamente produtiva.

fonte:
https://administradores.com.br/noticias/3-erros-que-voce-deve-evitar-no-home-office

O que interessa em vendas: performance ou desempenho?

Especialista Alberto Júnior explica a diferença entre performance e desempenho na nova série do Administradores Premium “Profissão Vendedor”

A atividade de vendas está atrelada a metas. É inconcebível que um departamento comercial não tenha seus resultados costurados por meio de objetivos mensuráveis. No entanto, os números no curto prazo nem sempre são confiáveis para prever a sustentabilidade dos resultados nos meses e anos seguintes. É aqui que entra a diferença entre performance e desempenho.

Alberto Júnior, um dos maiores especialistas em vendas do Brasil e autor de Vendedor C.O.U.G.A.T.I: O vendedor mais cobiçado, faz uma separação entre os dois conceitos:

• Performance é um arranque rápido, uma explosão de energia que garante resultados imediatos;
• Desempenho, por sua vez, se refere à administração dos resultados para que eles continuem vindo no longo prazo.

“Quando eu treinava os times de vendas, a primeira coisa que o pessoal pensava era: vou sair trabalhando, acelerando rápido, fazendo produção rápida, botando dinheiro pra dentro. Só que eles não estavam preparados pra manter o longo prazo”, conta, no teaser do programa Profissão Vendedor, série exclusiva do Administradores Premium.

“Ou seja, ele tinha uma alta performance num curto espaço de tempo mas não estava preparado pra aceitar a dose de pancadas que ao longo da sua trajetória por meses ou por anos ele deveria aguentar e estar preparado para a dor”, completa Alfredo.

O especialista destaca que o vendedor deve estar preparado para vender soluções, e não produtos. A experiência de Alfredo mostra que esse é o melhor caminho para conquistar resultados.

Sua primeira venda foi realizada quando ela tinha apenas 15 anos, apesar de ajudar o pai, corretor de seguros, desde os 7. Na ocasião, ele deixou a sala de aula para efetuar sua primeira venda de apólice de seguro para um grupo de garis no centro de Porto Alegre.

Na sua visão, ele estava oferecendo uma solução financeira para as famílias dos trabalhadores. Desde então, não parou mais. Sua companhia, a Life Brasil, fatura, anualmente, R$ 30 milhões e administra mais de R$ 7 bilhões em capital segurado.

O programa Profissão Vendedor conta com 10 episódios e será lançado oficialmente na plataforma Administradores Premium no dia 5 de agosto. A série é voltada tanto para quem já trabalha com vendas quanto para quem ainda tem pouca experiência na profissão.

fonte:
https://administradores.com.br/noticias/o-que-interessa-em-vendas-performance-ou-desempenho

Horas extras: é preciso cuidado para evitar o burnout

Melhor uso do tempo evita excesso de trabalho que pode levar a uma série de problemas de saúde que caracterizam a síndrome de burnout

O Brasil é o sétimo país do mundo onde os trabalhadores mais fazem horas extras. De acordo com pesquisa da seguradora internacional Maxis GBN, a média é de 18 horas a mais trabalhadas por mês — ou seja, pouco mais de dois dias de uma jornada de oito horas. Nos Emirados Árabes, país que ocupa o primeiro lugar, o trabalhador chega a fazer até 24 horas extras. E em todo o mundo, os trabalhadores percebem que há, nas empresas, a cultura do presenteísmo. No lado oposto do absenteísmo, o presenteísmo é o excesso de trabalho: horas extras, finais de semana, cumprir expediente mesmo quando doente. Embora seja um fenômeno mundial, o presenteísmo tem seu impacto negativo e atinge, principalmente, a saúde dos trabalhadores. É que trabalhar em excesso, em alguns casos, pode virar doença: a síndrome de burnout.

PaísMédia de horas extras trabalhadas por mês
1º Emirados Árabes Unidos24
2º Estados Unidos23,2
2º Hong Kong RAE23,2
3º França22,4
4º Índia21,2
4º Rússia21,2
7º Brasil18
8º Reino Unido17,2
9º México16
10º África do Sul14,8

Trabalho em excesso e esgotamento

Traduzido do inglês, o burnout é a “síndrome do esgotamento”, que virou doença, oficialmente, ao ser reconhecida pela Organização Mundial da Saúde e incluída na Classificação Internacional de Doenças (CID) como “um fenômeno ligado ao trabalho”. Um estudo do centro psiquiátrico americano Yellowbrick aponta o quanto o burnout já está presente na vida dos trabalhadores: dos dois mil entrevistados entre 23 e 38 anos, 96% sentem, de alguma forma, o impacto do burnout em suas carreiras e 29% relatam cobranças diárias e pressão no ambiente de trabalho. Mas o que caracteriza, afinal, a síndrome?

“A síndrome de burnout é um estado físico, emocional e mental de exaustão extrema, resultado do acúmulo excessivo em situações de trabalho que são emocionalmente exigentes e/ou estressantes, que demandam muita competitividade ou responsabilidade, atinge em sua maioria as áreas de educação e saúde”, explica a médica especialista em segurança do trabalho da empresa de segurança e saúde ocupacional SEG, Thais Tanno. “Burnout é comum em profissionais que atuam diariamente sob pressão e com responsabilidades constantes, como médicos, enfermeiros, professores, policiais, jornalistas, dentre outros”, continua.

A médica sugere que uma forma de prevenir a síndrome “é não ter tanta cobrança de si mesmo no trabalho, saber equilibrar a vida profissional e pessoal, além de exercer atividades divertidas que trazem alívio ao estresse. Em casos que notam-se alguma mudança psicológica, deve-se procurar um profissional para tratamento”, conclui.

Coreia do Sul e Japão vêm aplicando políticas de redução de horas trabalhadas desde 2018. O governo coreano reduziu, no ano passado, o limite da jornada semanal de trabalho de 68 para 40 horas — ainda permitindo até 12 horas extras — numa tentativa de diminuir o excesso de trabalho crônico. Logo ao lado, atravessando o Mar do Leste, empresas japonesas têm tentado combater um fenômeno chamado karoshi, a morte por privação de sono. Lá, 71% dos homens afirmam dormir menos de 7 horas por dia, segundo a Sociedade Japonesa de Pesquisa no Sono, onde 30% deles afirmam que só dormem se consumir álcool, resultado do foco demasiado no trabalho ininterrupto.

O Japão coleciona casos de pessoas morrendo por excesso de horas extras. O Fórum Econômico Mundial levantou dois deles: em 2013, uma jornalista morreu por problemas cardíacos depois de acumular 159 horas extras em um mês; em 2017, um mecânico de 57 anos teve uma arritmia fatal ao passar mais de 100 horas extras trabalhando em um projeto.

A mesma matéria que relata as mortes acima, traz um gráfico publicado em 2016 numa revista científica mundial, a Science Advances, que levantou a quantidade de horas dormidas em 20 países. A publicação mostra uma média em minutos das nações onde as pessoas dormiram mais ou menos que oito horas por noite. Na lanterna da tabela, o Brasil aparece em 17º lugar, na frente apenas de Japão e Singapura, sendo um dos três países analisados onde as pessoas dormem menos.

É possível não trabalhar tanto?

Quando se trata de carreiras que envolvem plantões ou jornadas de trabalho específicas, como policiais, enfermeiros, médicos e outros serviços de emergência, não há como questionar as rotinas estabelecidas. Mas quando estamos falando de trabalhos que envolvem projetos ou produtos a serem concluídos e metas a serem alcançadas, qual a real necessidade de tantas horas sentadas ao frente de um computador? O que é mais importante: entregar seu trabalho bem feito ou cumprir uma tabela de horários? Pode ser um exemplo distante da realidade (para alguns até impossível), mas, recentemente, o colunista do Administradores Guy Kawasaki trouxe o exemplo de uma empresa que funciona apenas cinco horas por dia.

A Tower Paddle Boards, fabricante de pranchas de Stand-up Paddle só abre suas lojas e faz atendimentos, sejam online ou por telefone, entre as 8h e 13h. E, segundo o CEO da empresa, Stephan Aarstol, desde que a nova rotina foi implementada, a produtividade cresceu, o tempo gasto com o serviço feito diminuiu e a receita aumentou 21%. Para Aarstol, formas de trabalho como home office e trabalho remoto são caminhos que os trabalhadores buscam para sair do escritório e utilizar melhor o seu tempo.

O caminho para gerenciar seu tempo

Como o próprio CEO também fala no artigo, a organização do tempo é um fator fundamental para a mudança. Enquanto a redução de uma jornada de trabalho formal de 8h não é possível, o gerenciamento pode ser uma ferramenta no seu dia a dia para evitar o excesso de horas extras.

Com a palavra, Stephan Aartsol: “A ideia de se definir uma agenda ou um prazo para completar um projeto é uma ferramenta de gerenciamento largamente utilizada para assegurar que as pessoas estão sendo produtivas. Você está basicamente criando um limite de tempo para projetos a longo prazo. Todos concordam que isso é necessário ou as companhias não seriam tão produtivas uma vez que os projetos iriam saturar. Como uma esponja, as iniciativas iriam se encher de mais e mais tempo desnecessariamente. Nada iria, um dia, terminar. É exatamente o mesmo princípio no trabalho ao criar um limite diário de cinco horas por dia. Se amanhã é determinado que você só tem cinco horas para terminar o seu trabalho ou você será demitido, você magicamente o termina”.

A psicóloga Fernanda Torchetto indica que atitudes do cotidiano podem ser mudadas para um aproveitamento melhor do tempo, seja no trabalho, em projetos, ou mesmo no tempo livre. “Monitore-se, desde a hora que acorda, até a hora que vai dormir. O ideal é fazer isso durante uma semana inteira”, aponta. Assim, é possível que você se dê conta de que algumas atividades podem facilmente ser descartadas, já outras, imprescindíveis, estão sendo mal administradas.

Um modo de otimizar as tarefas essenciais é dividir sua realização em etapas, fazendo um pouco a cada dia. Entre as atividades que são essenciais para sua rotina no trabalho ou dentro de casa, determine as prioritárias. Ante isso, estabeleça prazos de entrega. Obviamente, as tarefas mais importantes deverão ser cumpridas antes das menos importantes. Para não se esquecer o prazo e a atividade prioritária, lembretes pela casa, por exemplo, podem ser de muita utilidade. Indicado por Torchetto, estabelecer recompensas também é um artifício que pode ajudar no cumprimento das atividades dentro do prazo estipulado.

Naturalmente, demandas surgem ao longo dos dias e das horas — no trabalho ou em casa — por isso a psicóloga pondera que é necessário estabelecer exceções às regras, permitir a realização de atividades que não fazem parte do cronograma. “Por fim, a pessoa que deseja utilizar melhor o seu tempo, não pode subestimar o poder do descanso. Seja durante o trabalho, materializado em uma pausa para o café ou para fazer um lanche. Seja após um dia árduo de trabalho, através de práticas esportivas ou outras atividades de lazer, como ver um filme com a família”, conclui.

As formas e estratégias para você dominar o seu tempo não encerram aí. O maior especialista do Brasil em gestão de tempo, Christian Barbosa, preparou um workshop especial para o Administradores Premium que pode agregar muito na sua caminhada para um aproveitamento mais eficiente do seu dia. Se você tem interesse, basta clicar aqui e conhecer nossa plataforma Premium que conta com esse e outros 400 vídeos, workshops e programas que vão beneficiar você e a sua carreira.

fonte:
https://administradores.com.br/noticias/horas-extras-e-preciso-cuidado-para-evitar-o-burnout

O que fazem de diferente as mulheres que chegam a posições de liderança?

Encontrar mulheres em posições de alto nível de liderança é algo raro. De acordo com o estudo The Women’s Leadership Gap, publicado pelo Center for American Progress, embora sejam praticamente a metade do mercado de trabalho (51%), as mulheres ocupam apenas 25% dos cargos de média e alta gerência mundialmente – no Brasil, são 16%. E quando se trata de posições de diretoria e CEO, o número cai ainda mais: o grupo do sexo feminino compõe somente 6% dos CEOs. 
Não é um bom cenário. Ainda mais quando o mercado já sabe que a diversidade é um fator crucial para que haja inovação. Mas quais práticas podem trazer mudanças nos quadros de liderança das organizações? E como as mulheres podem atuar de forma a diminuir essa disparidade nos porcentuais?As respostas a essas perguntas podem ser encontradas no novo programa do Administradores Premium “Carreira Mulher“, apresentado por Fabrícia Faé, responsável pela área de Desenvolvimento de Talentos e Lideranças na região Norte/Nordeste da Lee Hetch Harrison (LHH). A série traz os resultados do estudo “Alavancando mulheres na liderança”, feito pela consultoria global de desenvolvimento humano LHH em parceria com HR People + Strategy.A pesquisa verificou, depois de entrevistar mais de 230 líderes em 20 segmentos, que 82% dos entrevistados acreditam que o progresso de mulheres em suas organizações é uma questão empresarial crítica, mas apenas 28% estão satisfeitos com a capacidade de sua organização de promover mulheres a mais cargos de liderança. O estudo buscou, então, compreender quais caminhos levam ao progresso verdadeiro. 

“A gente percebeu, na pesquisa, que são necessárias três dimensões para a mudança. A primeira é a cultura, as iniciativas de cultura que podem promover isso. A segunda é a prática organizacional, quais práticas podem ser trazidas no dia a dia da empresa para atrair e reter as mulheres dentro das posições de liderança. A terceira é o comportamento individual, como nós mulheres precisamos nos comportar para alavancar nossa liderança”, explica Fabrícia Faé no Carreira Mulher.

No caso do comportamento individual, a pesquisa identificou 13 comportamentos e valores que distinguem mulheres bem-sucedidas em posições liderança: plano de carreira compartilhado, autopromoção, influenciar níveis superiores, delegar trabalho, acreditar que não há barreiras para o seu progresso, demonstrar um alto grau de confiança, assumir riscos para aprender novas habilidades, networking com investidores importantes, falar estrategicamente, cultivar mentores e patrocinadores, aumentar o conhecimento empresarial e financeiro, acreditar que devem trabalhar duro, e acreditar que precisam fazer sacrifícios pessoais.
Quais os valores e comportamentos distintivos das mulheres que progridem?Principais comportamentosPlano de carreira claro compartilhado 

Mulheres bem-sucedidas planejam suas carreiras com um horizonte a longo prazo. E, mais do que isso, compartilham seus planos de forma contínua com todos os que podem ajudá-la a progredir. Dessa maneira, mesmo quando dão pausas em suas carreiras – como quando decidem ter filhos, por exemplo -, conseguem manter em mente qual seu próximo passo, e contam com o apoio que precisam para continuar no caminho certo. 

Autopromoção

Achar que os resultados falam por si próprios é um erro que mulheres bem-sucedidas não cometem: elas sabem que a autopromoção é crucial para conquistar novas oportunidades. “Mulheres bem-sucedidas sabem como admitir suas qualidades e conquistas, explicar como elas agregam valor à organização, e pedir oportunidades para crescer e progredir”, afirma o estudo.

Influenciar níveis superiores

A pesquisa mostrou que as mulheres são habilidosas na hora de usar a influência, especialmente em cargos inferiores e de mesmo nível em sua organização, mas enfrentam um desafio maior quando precisam fazer isso em níveis superiores. “Mulheres bem-sucedidas em ascender usam sua visibilidade em projetos, cargos e networking de forma deliberada para compreender melhor investidores importantes e influenciar com mais sucesso na forma como as coisas são feitas”, explica a pesquisa Alavancando mulheres na liderança.

Delegar trabalho

Delegar é uma habilidade imprescindível para mulheres que desejam mudar de cargo, chegar a posições sênior ou arranjar tempo para projetos e desenvolvimento que resultarão em seu crescimento. “As mulheres em nosso estudo estavam mais aptas a delegar ou distribuir trabalho para liberar tempo para iniciativas estratégicas. Elas não ficavam atoladas; sabiam estimular outros para fazer o trabalho”.
fonte: https://administradores.com.br/noticias/o-que-fazem-de-diferente-as-mulheres-que-chegam-a-posi%C3%A7%C3%B5es-de-lideran%C3%A7a

Será o fim das salas comerciais?

A demanda por salas comerciais diminuiu muito, principalmente pela queda da atividade econômica e as necessidades dos locatários por produtos mais flexíveis com maior valor agregado

Houve um tempo em que as empresas compravam salas comerciais para estabelecerem seus negócios. Além da segurança em ter o imóvel próprio, era considerado status e passava uma certa credibilidade ter no cartão de visitas “empresa com sede própria”. Depois, muitas empresas começaram a perceber que fazia mais sentido investirem seu dinheiro no desenvolvimento do negócio ao invés de ativos imobiliários, os quais na maioria das vezes não faziam parte do core-business.

No Brasil, a partir dos anos 90, com o aumento da demanda de empresas para alugar salas/conjuntos, houve um boom na construção de prédios comerciais. Possuir salas comerciais passou a ser do interesse de investidores, pois alugar ou comprar essas salas estava se provando um bom negócio e mais seguro do que deixar o dinheiro no banco e correr o risco de ter o valor “congelado”, o que era bastante comum acontecer durante o Governo Collor.

A demanda por salas comerciais diminuiu muito, principalmente pela queda da atividade econômica e as necessidades dos locatários por produtos mais flexíveis com maior valor agregado. Esse movimento permitiu o crescimento de novos produtos imobiliários e surgimento de outros, como é o caso dos espaços de coworking, que oferecerem salas/espaços privativos para empresas. Esse tipo de espaço compartilhado passou a ser uma ótima opção para investidores, pois além do locatário ter maior flexibilidade no contrato de locação, não precisa se preocupar com a gestão dos facilities, reforma, manutenção, etc, visto que o espaço toma conta de tudo, enquanto o locatário pode focar 100% em seu core-business.

De acordo com o Google Trends, nos últimos dez anos as pessoas/empresas passaram a procurar mais por coworkings do que por salas privativas ou escritórios comerciais. Aqui no Brasil essa busca demorou um pouco para acontecer, somente nesse ano que percebemos um grande aumento dessa demanda e ela já vem superando a busca pelas salas comerciais.

Há quem diga que coworking é uma moda passageira. Será que estas pessoas também acreditam que todo o movimento de sharing economy e uma mudança global no perfil de consumo das pessoas também é apenas uma moda passageira? No caso do mercado imobiliário, se formos comparar as vantagens desses espaços versus trabalhar em uma sala comercial, talvez fique mais claro perceber que o que os coworkings oferecem hoje não é apenas uma moda e esse novo produto tende a se tornar o futuro do mercado imobiliário corporativo.

O valor de ocupação de um coworking é o mesmo de uma sala comercial, embora muitas vezes o custo desta nova opção é menor do que o “all-in” de uma sala comercial, isso porque envolve diversas despesas além do aluguel/condomínio, além dos custos do dia a dia, pois sua inflexibilidade pode gerar novos custos, muitas vezes não previstos. Fora as vantagens financeiras, facilidades e flexibilidade, o coworking tem um grande diferencial que não é oferecido no mercado: uma comunidade de pessoas que compartilham do mesmo espaço, ideias, inúmeras possibilidades de geração de negócios, relacionamento pessoal e troca de informações do ecossistema. Esses pontos podem trazer um grande impacto no crescimento do negócio, na satisfação de seus colaboradores e ser ainda mais sensível na hora de contratar novos funcionários, principalmente Millennials, perfil considerado exigente na hora de participar do processo de seleção para uma empresa e que buscam avaliar o ambiente de trabalho e os benefícios oferecidos, antes de aceitar uma proposta.

A migração de salas comerciais para coworkings está acontecendo de forma gradativa em diversos segmentos além de escritórios, incluindo consultórios médicos e dentários, por exemplo, que já estão deixando suas salas habituais e partindo para esses locais. Apesar das inúmeras vantagens dos espaços compartilhados e mudança no perfil de consumo/demanda, não acredito que as salas comerciais irão acabar, mas sim que elas precisam começar a repensar um pouco sobre o cenário atual, olhar para o mercado e buscar se reinventar, oferecendo maior valor agregado se quiserem continuar com as portas abertas. Caso contrário, boa sorte na briga por preços cada vez mais baixos para alugar quatro paredes fechadas.

Jorge Pacheco — CEO e fundador da Plug, pioneira na cultura de coworkings no Brasil. Atualmente o espaço possui mais de 600 posições divididas em três unidades, sendo duas em São Paulo, nas regiões de Pinheiros e Brooklin, e uma em Cambridge nos Estados Unidos – além de administrar grandes espaços como o CUBO, em São Paulo.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/sera-o-fim-das-salas-comerciais/121620/

Tendências e perspectivas para a mobilidade global

As empresas se beneficiam de novas tecnologias e de uma colaboração global cada vez mais forte

O complexo cenário dos negócios e da mobilidade em âmbito global continua a evoluir, o que nos impulsiona a olhá-lo com atenção e entender como impactará o universo da realocação. Estamos presenciando o surgimento de novos conceitos em 2017 e também percebendo a necessidade de antigos paradigmas serem atualizados. As empresas se beneficiam de novas tecnologias e de uma colaboração global cada vez mais forte.

É impossível prever o que acontecerá no futuro, mas os profissionais devem estar preparados para mudanças neste universo. Espero, portanto, que esta seleção das principais tendências em mobilidade/realocação o inspire a considerar novas possibilidades e formas inovadoras de pensar, assim com a preparar a sua organização para estes desafios.

1. Reduzindo a desigualdade de gênero

O número de mulheres em trabalho no exterior está em ascensão, porém, a porcentagem de expatriadas femininas permanece ainda em torno de tímidos 20% em relação ao total de expatriados. Como qualquer estratégia de diversidade e inclusão, a única maneira de mudar comportamentos e causar impacto é impulsionando a mudança de cima para baixo – e desenvolvendo uma cultura na qual a desigualdade seja inaceitável e ações sejam tomadas para garantir a inclusão.

Barreira inconsciente: Dirigentes de ambos os sexos tendem a pensar que mulheres não aceitariam uma posição internacional. Assim, não lhes oferecem.

Timing: Oportunidades para trabalhos no exterior de longo prazo às vezes acontecem com pouco ou nenhum planejamento antecipado. E as responsabilidades familiares, ainda atributo da mulher em grande medida, são as principais barreiras.

Carreiras paralelas e responsabilidades familiares: as políticas tradicionais de expatriação foram criadas para empregados do sexo masculino com esposas assumindo grande parte das responsabilidades de adaptação familiar. As candidatas mulheres ainda não recebem o mesmo sistema de apoio, afetando a capacidade de suas famílias ajustarem-se em circunstâncias iguais.

Empresas seriamente empenhadas em reduzir a desigualdade de gênero fazem treinamentos para evitar este viés inconsciente e estabelecem links entre o desenvolvimento de talentos e experiência internacional. Também, estas empresas procuram fazer planejamento de transferências com bastante antecedência, de maneira que o funcionário consiga melhor alinhar suas necessidades profissionais e pessoais. E ajustam suas políticas para incluir mais flexibilidade e suporte para as necessidades da família e do cônjuge/parceiro.

2. A economia gig e seu impacto na mobilidade

O conceito de economia gig tem sido uma crescente discussão na área de RH e, em algumas indústrias, já é um modelo de negócio utilizado. A economia gig reflete um ambiente de trabalho onde as posições contratuais temporárias são comuns, e as empresas utilizam trabalhadores independentes para preencher compromissos de curto prazo. Olhar esta tendência do ponto de vista da mobilidade é a grande novidade em 2017.

O crescimento da economia gig expande-se para além das indústrias tradicionais. Um estudo do Intuit prevê que até 2020, 40% dos trabalhadores americanos serão colaboradores independentes. Neste cenário, políticas de mobilidade para funcionários gig, desafios de compliance, indústrias globais emergentes que mais disputam estes profissionais e as localidades onde o repatriamento de funcionários gig serão mais comuns, são os grandes tópicos em discussão.

3. Como os milênios estão remodelando a mobilidade

O tema milênios não é novo. A geração milênio está envelhecendo e muitos encontram-se na metade de suas carreiras – ou pelo menos estabelecidos em suas organizações. O que está emergindo é a capacidade de reconhecer como os milênios estão reformulando a mobilidade e as organizações estão se ajustando para atender aos seus requisitos. Essas mudanças estão inclusive tornando-se norma da indústria:

– Políticas e estratégias de baixo custo para aumentar as oportunidades internacionais a este público
– O desejo dos profissionais da geração milênio por uma experiência internacional já no início da carreira é apoiado pelas empresas como uma maneira de recrutar e reter talentos.
– Abordagens mais flexíveis de como alguns elementos da política são oferecidos, tais como subsídios para mudança ou instalação, subsídios de mobiliário, etc
– Alternativas online do tipo “faça você mesmo” para que o próprio empregado organize habitação, transporte e detalhes da viagem.

4. Redução de Custos

Reduzir custos é um tema perene na mobilidade global. Para viabilizar a redução de custos é fundamental conservar a política tradicional de pagamentos atrelada ao país de origem apenas para expatriados VIP ou de alto retorno, e utilizar uma abordagem de compensação baseada nos padrões do país destino, para as transferências mais corriqueiras. Além disso, centralizar todos os dados relacionados às transferências, para que os custos e as exceções possam ser rastreados e analisados, auxilia muito nesta economia.

5. Abordagem de políticas de baixo custo

Políticas tradicionais de realocações de longo prazo baseadas em remuneração e benefícios do país de origem, estão evoluindo para abordagens de custo mais baixo. Tendência que representa uma grande mudança em nossa indústria. A visão tradicional, atrelada ao país de origem, é cara e não reflete os movimentos atuais, que falam menos do envio de funcionários para realocações temporárias, e mais sobre como atender às necessidades do negócio, onde quer que estejam

6. O impacto da tecnologia na mobilidade

A tecnologia impactou todas as indústrias e a mobilidade não é exceção. Um aspecto em que houve grandes melhorias foi a capacidade de obter dados precisos sobre os programas de mobilidade. As empresas agora podem acompanhar a maioria dos detalhes relacionados à equipe realocada, como volume total, locais, localizações anteriores, tipos de realocações, tempo restante e funcionários repatriados. A tecnologia permite recortar dados com base em informações demográficas (gênero, geração, status familiar, região e unidade de negócios) para melhor entender esta população de funcionários, podendo então descobrir o quanto eles gastam e que tipo de assistência é mais utilizada. Desta forma é possível medir o ROI de forma tangível.

7. Talent Mobility – Como reter os jovens

O conceito de talent mobility está associado às mudanças verificadas na última década, onde consolidou-se a migração de um enfoque de mobilidade tradicional – mover um funcionário de A para B e depois para A de novo – para um enfoque mais estratégico: identificar os postos a preencher, selecionar, preparar a pessoa certa e fazer uma conexão entre a experiência internacional e o plano de carreira, retendo o talento expatriado após a volta. Em empresas maduras, equipes de mobilidade global trabalham com colegas responsáveis ​​pelo recrutamento, desenvolvimento e retenção de talentos e liderança futura, para garantir que políticas e programas de mobilidade apoiem os objetivos dos talentos da empresa.

Houve um crescimento nos movimentos de iniciativas próprias, trocas de talentos e repatriações de curto prazo. Também surgiram políticas de benefícios mais criativas e flexíveis. A guerra para reter talentos, assim como os novos valores dos milênios, estão modificando o papel da mobilidade global.

8. Incerteza política

O tópico final não é tanto uma tendência, mas sim uma reflexão sobre dois eventos políticos que estão transformando o cenário da indústria e de muitas empresas globais.

2017 trouxe essa incerteza para dois países que são, historicamente, líderes globais de negócios e centros internacionais de mobilidade – em termos de volume de destinatários que se deslocam por suas fronteiras. Como resultado, veremos muitas empresas globais repensarem a maneira como se envolvem com a comunidade internacional em geral.

A saída da Grã-Bretanha da União Europeia está definitivamente em andamento. A livre circulação de pessoas, bens de capital, serviços e sentimentos anti-imigração certamente farão parte desta equação e a comunidade empresarial internacional deve começar a preparar-se para a incerteza que virá de uma União Europeia fragilizada.

Também, desde a posse do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o país rapidamente passou de líder do mundo livre, liberalizado e globalmente conectado, para uma superpotência cada vez mais imprevisível, isolacionista e internamente dividida.

O aumento da incerteza requer portanto uma comunicação mais forte com os repatriados, principais centros de negócios do mundo e com os funcionários preocupados em aceitar trabalhos internacionais, devido à mudança de atitude em relação às populações imigrantes.

Concluindo, diria que as tendências de mobilidade internacional são imperativas para estimular o pensamento crítico. Através delas é possível compreender o que está por vir e então aprimorar seus próprios programas e estratégias. É um momento emocionante e desafiador para os profissionais de mobilidade global – vamos ver onde todas essas mudanças nos levam!
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Haroldo Modesto — Diretor regional da Crown para América Latina e Lisa Johnson é especialista em mobilidade global da Crown, multinacional de realocação de profissionais que possui forte presença no Brasil. A companhia possui 200 escritórios distribuídos em 58 países. Com mais de 5 mil funcionários e 10 mil clientes em todo mundo, a Crown administra cerca de 120 mil expatriações anualmente.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/tendencias-e-perspectivas-para-a-mobilidade-global/121621/

Ciberataques e serviços financeiros: boas e más notícias

O roubo de contas continua a ser um problema para o setor bancário, embora as melhorias na detecção e autenticação de fraude reduziram o sucesso desses tipos de ataques

O setor de serviços financeiros continua a ser alvo de ataques cibernéticos, conforme destacado no relatório Verizon 2017 Data Breach Investigations. No entanto, a tendência de ciberataques também migrou para outras verticais, como o setor de saúde com o ataque WannaCry e outras violações de dados hospitalares. Espera-se que os investimentos significativos dos bancos tenham funcionado e que a redução nos incidentes gerais seja uma demonstração de sua melhor postura de segurança. Dos ataques relatados, a maioria estava associada ao DDOS ou eram principalmente esforços de extração para o roubo de dados de cartões.

O roubo de contas continua a ser um problema para o setor bancário, embora as melhorias na detecção e autenticação de fraude reduziram o sucesso desses tipos de ataques. Enquanto isso, o uso indevido de informações privilegiadas continua a aumentar e os bancos claramente precisam fazer mais investimentos em seus sistemas e análises comportamentais para se protegerem.

Melhorias de segurança podem ter reduzido o número de violações dos serviços financeiros. Por outro lado, também devemos examinar uma teoria alternativa: que a grande disponibilidade de dados financeiros reduziu seu valor e, portanto, levou os criminosos a buscar caminhos mais lucrativos – por exemplo, dados de saúde, números de seguros sociais ou outros dados pessoais. Analistas do sistema de saúde do Reino Unido estimam que a informação médica pode valer dez vezes mais do que os números de cartão de crédito na Dark Web.

Os cibercriminosos sempre vão procurar monetizar ataques. A atividade criminosa ainda irá afetar as instituições financeiras, que continuarão a suportar o peso das perdas monetárias associadas ao cibercrime independentemente da indústria originalmente segmentada.

Além disso, podemos esperar um aumento nos ataques móveis e baseados em nuvem, pois essas tecnologias estão ganhando o consumidor. Para contornar essas ameaças, a comunicação entre o setor financeiro e as linhas verticais da indústria será uma das melhores defesas, já que o negócio do cibercrime continua acompanhando a evolução técnica.

Joe Bernik é CTO da McAfee para serviços financeiros

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/ciberataques-e-servicos-financeiros-boas-e-mas-noticias/121019/

Para treinar e desenvolver, o RH precisa usar a tecnologia

Organizações estão contando com o RH para ajudar os funcionários a crescer e se superar por meio de tecnologias de aprendizado

Hoje, 83% dos executivos classificam carreira e aprendizado como questões importantes ou muito importantes. A informação é do estudo Global Human Capital Trends 2017, da Deloitte, feita com mais de 10.400 líderes de negócios e RH de 140 países, incluindo o Brasil. No país, 86% dos entrevistados classificaram carreira e aprendizado como questões importantes ou muito importantes.

De acordo com o estudo, as mudanças no conceito de carreira estão pressionando as empresas para entregar experiências diferenciadas de aprendizado, dando aos funcionários a possibilidade de construir conhecimento de maneira rápida, fácil e em seus próprios termos. Organizações líderes no mercado também estão contando com o RH para ajudar os funcionários a crescer e se superar por meio de tecnologias de aprendizado em constante evolução.

O aprendizado é uma exigência cada vez maior dos próprios funcionários, que estão pressionando as empresas pelo desenvolvimento de habilidades e, principalmente, por carreiras mais dinâmicas. Entre os millennials, é ainda maior a valorização da possibilidade de aprender e crescer dentro da empresa, porém, apenas 33% consideram que as organizações estão usando bem suas capacidades.

Esse cenário está mudando segundo a pesquisa da Deloitte. Hoje 83% das organizações estão apostando em um modelo de carreira aberto e flexível, em que os funcionários podem se engajar em diferentes projetos e experiências em vez de esperar progredir em uma carreira estática, algo que pode levar anos.

Para lidar com essa mudança, as empresas estão investindo em sistemas de aprendizado, gerando alterações significativas nos programas de treinamento e desenvolvimento, que estão se convertendo em ferramentas estratégicas. Para agilizar a criação e o lançamento de novos produtos e soluções, as empresas buscam criar times cross funcionais, juntando disciplinas como vendas, marketing, design, finanças, logística e TI.

O objetivo é criar um ambiente de aprendizado adaptado à mobilidade que os funcionários desejam, com o desenvolvimento de capacidades interdisciplinares. Ou seja, a tendência é que os programas de treinamento acabem funcionando como um incentivo para que os funcionários não fiquem presos a uma única função ou área de conhecimento e possam se dedicar a diferentes projetos.

Essa estruturação baseada em grupos de trabalho, um novo tipo de organização menos hierárquica, é um dos principais resultados das exigências dos funcionários por carreiras mais dinâmicas, e oferece uma série de vantagens, como maior velocidade nos processos de resposta e tomada de decisão, responsável pelo desenvolvimento mais rápido de novos produtos e soluções.

Implementar uma estrutura de carreira dinâmica na empresa não é uma tarefa fácil ou rápida, mas ajuda organizações e funcionários a ver o que pode ser feito em relação aos objetivos organizacionais da empresa e aos objetivos individuais de cada colaborador, que não necessariamente incluem uma promoção a coordenador ou gerente.

Os programas de treinamento modernos e os sistemas de aprendizado ajudam a dar suporte a um ambiente em que os planos de carreira não são necessariamente uma linha reta (ou uma escada), eles podem envolver movimentos laterais e até mesmo múltiplas linhas ao mesmo tempo. Para isso, é preciso que os funcionários estejam preparados e tenham à disposição o máximo de oportunidades possível de se aprimorar.

Juliane Yamaoka é gerente geral da Efix

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/para-treinar-e-desenvolver-o-rh-precisa-usar-a-tecnologia/121017/

O que micro, pequenas e grandes empresa devem fazer em caso de cliente insatisfeitos

Crise pode ser uma oportunidade para rever processos que, futuramente, resultarão em melhorias

Saber lidar com clientes insatisfeitos é extremamente estratégico para todas as organizações, independentemente do porte ou segmento. Para aqueles que não estão satisfeitos com o atendimento, ou produto adquirido, há duas saídas: a primeira, e mais desastrosa, é optar por simplesmente nunca mais voltar. A outra, é reclamar para ver se acontece alguma mudança. Então é preciso deixar de lado a antiga mentalidade de que “cliente que reclama é chato”.

Alexandre Slivnik, especialista em gestão de pessoas, com experiencia em excelência e atendimento pela universidade de Harvard e diretor da associação brasileira de treinamento e desenvolvimento (ABTD), explica que entender o que houve e ouvir o cliente são dois pontos fundamentais para começar a reverter a situação. ” Se ele tiver razão, não discuta. Acalme-se, respire fundo, e retome o dialogo calmamente, para entender o que ele realmente necessita e o que você pode fazer por ele. Lembre-se da importância da empatia”, revela.

Entretanto, se o cliente não tem razão em manifestar-se de forma negativa, é preciso rever como foi a experiencia em adquirir o produto ou serviço. “Muitas vezes, pode ter ocorrido uma discordância durante o processo da compra ou algo não ficou exatamente claro. Nesses casos, reforce o compromisso da empresa e, se possível, absorva o prejuízo. Melhor perder em uma etapa do que comprometer toda a imagem, mesmo porque o caso, justo ou injusto, pode ganhar proporções gigantescas com a ajuda das redes sociais”, aponta Alexandre. Imagem da empresa: Conheça com a WorldSense o que é branding e cuide da sua marca! Patrocinado 

Para todos os casos, o especialista em atendimento aponta que o método LAST pode ser facilmente aplicado. “Listen (escute sempre genuinamente o que o seu cliente tem a dizer. Apologize (peça desculpas, mesmo que você não esteja errado. Muitas vezes o que ele quer é apenas que a empresa reconheça). Solve (resolva o problema do cliente imediatamente, não terceirize responsabilidades e Thanks, (agradeça a reclamação. Assim, o cliente vai se sentir importante e voltará sempre a fazer negócios com a sua empresa”, destaca o especialista.

Um dos setores que necessita passar pelo processo do LAST é, definitivamente, o alimentício. A recente crise neste setor fundamental para a economia brasileira culminou em um grande embaraço econômico, causados pelas restrições de importadores. “Agora, o problema é ainda mais grave, porque o consumidor não sabe ao certo quais marcas estão com a sua produção comprometida, o que gera ainda mais insegurança. Então, é preciso começar um trabalho de reestruturação da cultura e processos internos, em que a transparência seja o ponto principal”, explica Slivnik.

Esse cenário é uma oportunidade para que as grandes marcas mostrem o seu posicionamento para o consumidor. “Será preciso ir além das habilidades técnicas e selos de qualidade conquistados ao longo do tempo. Algo extraordinário precisa ser feito para que volte a despertar a confiança perdida”, conclui.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/o-que-micro-pequenas-e-grandes-empresa-devem-fazer-em-caso-de-cliente-insatisfeitos/121018/