SDN: uma nova forma de pensar negócios

Com uma rede programável todos conseguem acompanhar o crescimento corporativo e inovar com uso de recursos sob demanda

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As redes definidas por software (Software-Defined Networking, ou SDN), ganham força no mercado como um modelo de arquitetura, capaz de permitir provisionamento automatizado e virtualização. Segundo uma pesquisa do IDC, a estimativa é que o setor movimente US$ 12,5 bilhões até 2020 em todo o mundo, um aumento de 53,9% em relação a 2014.

Apesar de a rede física continuar sendo a maior responsável pelo segmento desse mercado em 2020, o crescimento mais rápido será nas duas categorias de software – a camada de virtualização e controle, e as aplicações SDN – que, juntas, devem atingir cerca de US$ 5,9 bilhões, segundo perspectiva da IDC.

Com a transformação digital, que toma conta da agenda de companhias de todos os portes e segmentos, a TI precisa se reposicionar e trabalhar de maneira mais proativa, com a mudança na forma de entregar os serviços. A SDN entra, exatamente, nesse cenário: para mudar a maneira de operar a infraestrutura, respondendo às novas formas de trabalho, com melhor controle e acesso das aplicações e informações da companhia, utilização da infraestrutura de maneira mais eficiente e políticas de segurança mais eficazes.

Mas, assim como acontece com todo novo processo, a rede SDN exige uma preparação da empresa. Não se trata de algo meramente operacional, com a instalação de um software e pronto. Além de se atentar às questões de negócios, treinamento de usuário final, implantação de processos e formas de usar a tecnologia, a área de TI também precisa ser revista. Isso porque, SDN não é uma ferramenta que organiza a infraestrutura, mas uma evolução da rede. De maneira mais simples, o papel da rede de dados é interconectar serviços, computadores, máquinas e pessoas, mas até então, esse era um trabalho manual sujeito a erros. Com a tecnologia, o controle, gerenciamento e funcionamento centralizado da rede ficam mais simples e organizados, com menos variáveis, menos pontos de mudança e menos erros.

Para uma gestão efetiva, é essencial olhar para três pilares:

1. Infraestrutura

O primeiro passo é realizar um mapeamento prévio. Antes de começar a implementação, é preciso conhecer e entender todos os processos e funções da rede atual e dos profissionais que a atendem, analisando atribuições de todos e suas especialidades.

2. Cultura

A SDN muda o perfil da equipe, que deve ser mais colaborativa. Assim, cabe ao CIO mostrar os benefícios trazidos pela tecnologia, como essas mudanças impactam o negócio e a experiência do usuário – mais rápida e produtiva -, além de ressaltar a importância do monitoramento e como trabalhar com uma gestão mais automatizada. A capacitação tem de estar presente do começo ao fim da implementação. É preciso treinar e qualificar todo o time, mostrando os processos e ferramentas e como fazer o gerenciamento da rede, até que todos sintam-se preparados – e não ameaçados – pela inovação

3. Tecnologia

Ao mesmo tempo em que a tecnologia SDN permite mais agilidade ao negócio, com maior automação e facilidade na orquestração da infraestrutura, o ecossistema por trás de sua implementação requer investimentos em uma nova plataforma de gestão e novos conhecimentos na área de TI, focados em software e desenvolvimento de APIs.

Dessa forma, com a mudança para a SDN, é preciso contar com um parceiro de tecnologia que tenha implementado este tipo de solução em uma maior escala e, preferencialmente, com a arquitetura SDN baseada em padrões abertos, que permita a evolução da plataforma para suportar o máximo de soluções disponíveis no mercado. Além disso, tão importante quanto a implementação correta, é avaliar a capacidade deste parceiro de tecnologia em manter a nova infraestrutura atualizada, já que a tecnologia estará em constante evolução para que possa incorporar novos serviços por demanda.

Mas o esforço vale. Com a tecnologia é possível desde otimizar custos, já que as companhias passam a usar menos equipamentos; até aperfeiçoar as políticas de segurança da informação e de aplicações, que passam a ser controladas de maneira mais organizada.

Com uma rede programável todos conseguem acompanhar o crescimento corporativo e inovar com uso de recursos sob demanda. E o objetivo de qualquer atualização tecnológica tem sempre de estar ligado à melhoria da produtividade para todos: clientes internos e externos.

Felipe Stutz — Diretor de desenvolvimento de negócios de conectividade para América Latina da Orange Business Services

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/sdn-uma-nova-forma-de-pensar-negocios/122534/

7 motivos para investir em APP’s e aumentar os negócios e vendas da sua empresa

Totalmente inseridos na rotina das pessoas, os aplicativos são excelentes opções para empresas que desejam inovar e oferecer serviços exclusivos, além de fortalecer o relacionamento com o público

Com os smartphones e tablets sempre a mão, cada vez mais as pessoas usam aplicativos para conseguir transporte, conferir qual a melhor rota, conferir o saldo bancário, ler notícias, fazer compras e tantas outras atividades. Esta gama de serviços movimenta um mercado novo e gigantesco. Somente em 2016, o faturamento neste segmento foi de 1,3 trilhões de dólares, a previsão para o ano de 2020 é um crescimento de 360%, alcançando 6,2 trilhões de dólares, segundo relatório da empresa californiana App Annie.

Totalmente inseridos na rotina das pessoas, os aplicativos são excelentes opções para empresas que desejam inovar e oferecer serviços exclusivos, além de fortalecer o relacionamento com o público.

Confira algumas dicas para investir já e aumentar os negócios da sua empresa!

1 – Inovação

Empresas que investem em tecnologia, aplicativos mobile, etc, sempre têm um diferencial de mercado para apresentar. Criar um App exclusivo torna a empresa inovadora e proporciona experiências melhores ao seu target.

2 – Diferencial e relacionamento

Ao apostar no desenvolvimento de aplicativos próprios, a empresa aprimora seu relacionamento com o público, pois aproxima a marca do seu público-alvo e torna a comunicação direta, além de conseguir proporcionar melhorias constantes, conforme as necessidades de cada usuário.

3 – Tendência de mercado

Colocar sua marca em uma loja de aplicativos é uma verdadeira jogada de mestre para quem quer seguir as tendências do mercado. Mas atente-se: a divulgação do aplicativo móvel é bem diferente da divulgação web, pois o app está dentro de um canal fechado. Não adianta ter um aplicativo com conteúdo institucional, este não teria argumento suficiente para que o usuário baixe o app. Ele deve ter funções específicas de aplicativo.

4 – Conteúdo exclusivo e personalizado

Aplicativos possibilitam, entre outros serviços, o desenvolvimento de conteúdos exclusivos e personalizados para os clientes, seja uma nova forma de atendimento, serviço de vendas online, promoções personalizadas com inteligência artificial ou no desenvolvimento de uma ação de marketing.

5 – Melhor navegabilidade

Um projeto bem elaborado torna a experiência do usuário mais amigável, pois os recursos facilitam a usabilidade e também é possível melhorar a experiência de navegabilidade conforme o perfil e comportamento do público.

6 – Fidelização

Empresas que investem em App’s próprios tendem a fidelizar seus clientes. Um ícone na tela do celular ou tablet, por exemplo, garante mais chances de a loja ou serviço ser lembrada pelos consumidores, tornando-se sempre a primeira opção de escolha e se sobressaindo com relação aos concorrentes.

7 – Aumento no faturamento

Os aplicativos estão se posicionando como uma excelente ferramenta de fidelização, retenção e, principalmente, de aumento de faturamento para várias empresas, por exemplo, o segmento de e-commerce – o que mais lucra com aplicativos mobile, tendo em vista que a fidelização e a comunicação direta personalizada facilitam a venda.

Carla Castilho — Growth Hacking, especialista em Administração, Estratégia e Planejamento de Marketing – com mais de 20 anos de experiência no mercado – e diretora da Unius.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/7-motivos-para-investir-em-apps-e-aumentar-os-negocios-e-vendas-da-sua-empresa/122122/

Adotar um software de gestão pode ajudar no desenvolvimento de PMEs

Dentro do modelo de implementação de um ERP existem metodologias para automatizar processos de negócios e melhorar a eficiência na gestão dos recursos

Cada vez mais, as pequenas e médias empresas vem buscando por automação no ambiente produtivo. Com isso, a demanda de um sistema que seja eficiente, moderno, com funcionalidades que automatizam ao máximo o fluxo de processos, mas que se encaixe nas particularidades de uma empresa de pequeno porte aumentou.

O conceito mais recente do termo ERP refere-se aos sistemas de informação que permitem coletar, armazenar e processar todas as informações de negócios da empresa, com possibilidade de acesso por todos os colaboradores. Além disso, esses sistemas são desenvolvidos em um princípio modular, possibilitando configurações específicas para diferentes segmentos de mercado como, por exemplo, indústria, comércio e serviços.

Dentro do modelo de implementação de um ERP existem metodologias para automatizar processos de negócios e melhorar a eficiência na gestão dos recursos. Por se tratar de um sistema complexo, muitas empresas pequenas e médias não o consideram como uma alternativa, afinal, ao investir em um software robusto de ERP, a empresa precisa ampliar seu quadro de funcionários e aumentar a sua estrutura. Muitas vezes, essas companhias utilizam uma estrutura enxuta de recursos humanos para desempenhar as atividades administrativas e operacionais.

Porém, da mesma maneira que as multinacionais, as PMEs também precisam investir constantemente em uma comunicação mais eficaz com clientes e fornecedores. E, por isso, as empresas de sistemas começaram a trabalhar para desenvolver novos padrões.

Com isso, o ERP vem saindo do padrão clássico modulado (vendas, compras, contabilidade, controladoria, produção etc.) e adotando o conceito de “papéis”. Nesse conceito, os usuários passam a ter atribuições com ações destinadas a dar prosseguimento nos processos. Por exemplo, a utilização de fluxos de trabalho automatizados no ciclo comercial reduz tempo no processo de fechamento e aumenta a rapidez na entrega dos pedidos, resultando no aumento de receitas e redução de custos operacionais.

Por ser mais flexível, esse modelo é mais fácil de entender e implementar e é capaz de se adaptar para atender aos processos do negócio. Um exemplo prático é o fluxo de aprovação e andamento de uma proposta comercial ou encaminhamento de uma solução para determinado tipo de problema relacionado à entrega de produtos ou serviços. As aplicações são inúmeras.

Empresas de pequeno e médio porte têm muito a ganhar implementando um ERP inovador. O sistema torna os processos mais eficientes e a geração de lucros maior em um curto espaço de tempo. Um ERP que atenda todas as necessidades da empresa traz modernização e digitalização de negócios, que é o melhor dos benefícios que um sistema como esse pode oferecer.

Marco Antônio Cornetet — Gerente Produto ERP Benner

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/adotar-um-software-de-gestao-pode-ajudar-no-desenvolvimento-de-pmes/122141/

Entenda como serviços financeiros SAAS estão ganhando cada vez mais espaço no Brasil

Para o futuro, é esperado que o conceito de Financial as a Service (FaaS) seja uma realidade em nosso país

É fato que as empresas brasileiras estão cada vez mais abertas à adoção de soluções de TI no modelo de Software as a Service (SaaS). Uma pesquisa realizada pela Capgemini, consultoria de serviços de tecnologia, revelou que SaaS é o modelo mais utilizado para entregar serviços pela nuvem no Brasil, com 92% das empresas adotando pelo menos uma solução deste tipo.

Um dos setores que mais têm usado esse modelo de negócios é o financeiro. Hoje existem diversos softwares de gestão financeira que entregam suas soluções na nuvem, o que garante para a empresa acesso19 a um software sempre moderno, facilitando a vida e o dia a dia das empresas que optam por esse tipo de solução. Saiba mais: O que é computação na nuvem? A ContaAzul te conta! Patrocinado 

O mercado de fintechs que oferecem soluções SaaS ainda está engatinhando no Brasil. É comum ver mapeamentos que apontam que o país possui centenas de startups focadas em serviços financeiros. Porém, quando tratamos de empresas que realmente geram receita, esse número cai bastante, uma vez que muitas delas ainda estão no começo de sua operação.

É provável que em cinco anos esse modelo vai estar consolidado por aqui. Há dois anos, o mercado de startups no geral estava inchado, por conta de muitos empreendedores que se aventuraram, e com as fintechs não é diferente. Então, quando o setor passar por essa seleção natural, com muitos negócios sucumbindo as dificuldades, as startups financeiras finalmente irão se estabelecer.

Modelo SaaS proporciona maior eficiência do retorno do CAC

Um estudo recém-lançado pela Brazil SaaS Landscape Research mostrou que as startups SaaS brasileiras são incrivelmente eficientes em capital: 60% das empresas recuperam seu CAC (Custo de Aquisição de Clientes – o quanto é gasto para conquistar cada cliente) em menos de seis meses.

Esse período está na média e é interessante. Porém, o ideal seria recuperar o valor em cerca de três ou quatro meses. As startups brasileiras têm focado nesse retorno por conta da necessidade. O ticket médio dessas empresas no Brasil é pequeno. Aqui estamos falando de companhias que em sua maioria têm uma carteira de clientes composta por PMEs – inclusive as fintechs SaaS. No cenário atual existem pouquíssimas startups que miram o mercado de grandes empresas com contratos maiores.

Outro fator que contribui para a eficiência desse modelo de negócio é o fato de que nosso país não joga o jogo do Vale do Silício. Aqui não temos os mesmos investimentos e nem capital infinito para escalar as empresas. Isso obriga os empreendedores a serem mais eficientes. Se analisarmos a pesquisa citada anteriormente, a maioria das startups é bootstraped, ou seja, empresas que operam com capital próprio. Isso acontece porque como elas não dispõem de capital de risco disponível, o empreendimento é obrigado a andar com as próprias pernas e forçada a recuperar o CAC rapidamente.

Hoje, um dos maiores motivos de descontentamento é o atendimento. As instituições financeiras tradicionais estão com dificuldades de atender as pequenas empresas, ao mesmo tempo em que oferecem um serviço de muita qualidade para companhias maiores. Por isso, as PMEs têm optado por soluções automatizadas com custos reduzidos e por um atendimento mais próximo. Para aprofundar: A importância dos colaboradores no atendimento as necessidades dos clientes. 

FaaS é o futuro do mercado

Para o futuro, é esperado que o conceito de Financial as a Service (FaaS) seja uma realidade em nosso país. O FaaS pode ser interpretado como uma visão completa do ecossistema, onde todas as fintechs se conectam e oferecem os serviços equivalentes aos oferecidos pelas instituições financeiras. Em cerca de cinco a dez anos, quando finalmente o setor alcançar maturidade, teremos um ecossistema completamente conectado, com cada startup do setor oferecendo uma solução especializada em determinado segmento. Este é um caminho lógico para o mercado e todas as partes envolvidas saem ganhando.

Patrick Negri — CEO e cofundador da iugu, startup de automação financeira que oferece serviços completos para pagamentos e recebimentos.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/entenda-como-servicos-financeiros-saas-estao-ganhando-cada-vez-mais-espaco-no-brasil/121057/

Marketplace First – a jornada invertida do comércio digital para a indústria

A necessidade de uma estratégia de comércio digital gera muitos questionamentos para a indústria, em especial, sobre qual é o passo mais acertado para este primeiro momento

Nos últimos anos, a indústria começou a perceber que precisaria mudar o seu modelo de negócios para se adaptar ao movimento de transformação digital iniciado pelo varejo e que agora chega com força, também, aos fabricantes. A verdade é que a busca por soluções de marketplace gera múltiplos benefícios para as empresas de manufatura, entre eles, maior proximidade com o cliente final, o que permite acesso ao seu perfil e demandas em tempo real, e a redução da tributação em cascata (uma vez que, no modelo tradicional, o produto passa por três margens de lucro: a do fabricante, a do atacado/distribuidor e a do varejista). Mas gostaria de abordar um outro entendimento sobre essa tendência, o conceito de visão invertida para a gestão do negócio.

A necessidade de uma estratégia de comércio digital gera muitos questionamentos para a indústria, em especial, sobre qual é o passo mais acertado para este primeiro momento. É neste ponto que quero fazer alguns levantamentos sobre o método de Marketplace First, isto é: da manufatura direto para o marketplace, antes de iniciar um e-commerce próprio. Em termos de investimento, o e-commerce próprio necessita de muito mais investimento inicial, pois demanda gastos com mídia durante um bom tempo, até que a marca conquiste relevância para que as pessoas busquem o produto diretamente no seu site. Outro ponto é que, ao iniciar a sua operação digital via marketplace, além de um importante meio de impulsionar as vendas, você ganha uma poderosa ferramenta de gestão de negócios.

Na visão invertida, a indústria não produz para vender, mas vende para produzir. Com esse direcionamento, de colocar a sua marca em um marketplace, a demanda vai fornecer informações essenciais sobre os produtos com melhor saída e o fluxo de pedidos. Assim, você tem uma grande visibilidade em portais como Submarino, Americanas, Ponto Frio, Netshoes, Extra, Mercado Livre, entre outros, ao mesmo tempo em que, de maneira rápida e barata, consegue testar se os seus produtos têm aderência para serem vendidos pela Internet.

É possível, ainda, avaliar diferentes processos de entrega e a interação do público com a marca em situações diversas. E, somente com a flexibilidade proporcionada pelo marketplace, a manufatura consegue fazer adaptações sempre que desejar e de forma contínua, controlando estoques maiores e menores, lançando produtos ou tirando outros de linha, até consolidar o melhor cenário para a sua atuação.

Agora sim, com uma visão estratégica sobre os negócios, é possível dar outro passo em direção à transformação digital e abrir o seu próprio e-commerce. Neste momento, você já tem uma operação online parcialmente estruturada, com infraestrutura logística preparada, descritivos de produtos e fotos preparadas para venda online, processos de troca e devolução implantados e a sua empresa já está faturando. Não é um portal de comércio eletrônico desconhecido, que se aventura na missão de atrair tráfego e relevância nas buscas do Google. Isso permite o tempo necessário para o e-commerce sobreviver financeiramente e fazer os investimentos adequados em mídia, equilibrando adwords e estratégias de SEO (Search Engine Optimization).

A ideia aqui não é abrir o e-commerce próprio e sair do marketplace, mas, sim, unir os benefícios dos dois para trabalhar as vendas por diferentes canais. O shopping online pode ser um meio bastante interessante, por exemplo, para testar produtos em desenvolvimento e entender se a resposta do consumidor é positiva ou negativa antes de buscar clientes maiores ou distribuidores.

Há um potencial muito grande a ser explorado. Fica o exercício de entender que a transformação digital alcançará todos os segmentos e o melhor caminho é se preparar para aproveitar este momento, iniciando ações que gerem resultados positivos para os negócios.

Maurício Trezub — Diretor de e-commerce da TOTVS.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/marketplace-first-a-jornada-invertida-do-comercio-digital-para-a-industria/121091/

Os 10 principais erros cometidos pelas empresas na implantação de BPM

Organizações têm buscado cada vez mais implantar Business Process Management (BPM), cuja missão primordial é otimizar processos e gerar mais resultados para as organizações

Que empresário não se anima diante da possibilidade de eliminar custos, agilizar a troca de informações entre os departamentos, diminuir erros humanos e ganhar tempo para executar tarefas estratégicas?

São movidas por estes objetivos que cada vez mais organizações têm buscado implantar Business Process Management (BPM), cuja missão primordial é otimizar processos e gerar mais resultados para as organizações.

Na mesma medida, porém, aumentam também as frustrações, por não conseguirem ver na prática as mudanças que pretendiam promover por meio do BPM.

E isso pode acontecer devido a uma série de motivos, que vão desde o mau planejamento até a falta de apoio da alta administração.

Conheça alguns destes principais erros e saiba como evitá-los.

1. Não contratar especialistas em BPM

O BPM muda a cultura das empresas, o que pode ser desafiador para equipes inexperientes. Uma boa maneira de evitar esse problema é investir em treinamentos e contratar especialistas com certificação CBPP (Certified Business Process Professional) ou que já tenham participado de processos similares para liderar a implementação, no mínimo do projeto piloto.

Dessa forma, é possível aproveitar a experiência de mercado desses especialistas para identificar erros e propor soluções de sucesso. A equipe, com isso, terá mais confiança para implementar os processos posteriores.

2. Não preparar os funcionários para as mudanças

Para que as melhorias ocorram, os funcionários precisam entender a importância do processo e, assim, incorporar a ideia em suas equipes. Procure entregar os procedimentos, instruções de trabalho e fluxo de ações antecipadamente aos usuários finais. Dessa forma, eles saberão exatamente o que irá mudar.

Você pode também engajar os times por meio de um workshop que explique o projeto e mostre o impacto das atividades nos processos com os quais os colaboradores estão relacionados, deixando claro o que é esperado de cada uma das partes.

3. Não estruturar a metodologia

Para que o processo dê certo, é preciso ter ferramentas que proporcionem a melhor aplicação da estratégia. Por isso, tente estruturar uma metodologia para a fase de implementação do BPM.

4. Não estabelecer metas

Sem elas, fica impossível fazer o acompanhamento do processo de implementação do BPM e avaliar os resultados obtidos. Vale lembrar que é muito comum que a falta de entendimento do usuário final nos seus objetivos e metas contribua para o fracasso da empreitada. Por esse motivo, é necessário que os gestores divulguem e esclareçam os objetivos e metas, tanto quanto as consequências do seu não atingimento.

Você pode reforçar a ideia expondo os indicadores macro em ambientes comuns e relacionando-os ao Programa de Participação de Resultados. Outra maneira para aumentar o envolvimento é estabelecer metas individuais para cada colaborador.

5. Não fazer reuniões

Elas são fundamentais para aproximar as partes envolvidas, avaliar o progresso das ações e eliminar bloqueios e barreiras. Podem ser feitos encontros diários de acompanhamento com o grupo de implementação, semanais entre os gestores e a equipe e mensais entre os gerentes e a alta administração.

6. Não fazer a manutenção do processo: revisitá-lo

Se, mesmo depois de todo o progresso, a medição e o monitoramento contínuo falharem, o BPM pode acabar fracassando e o objetivo morrendo. Por isso, a alta administração deve fazer um controle mensal dos indicadores e não só controlá-los, como também propor ações para a correção das rotas. É possível promover treinamentos específicos para fortalecer fraquezas dos usuários e criar um histórico com o progresso das ações realizadas.

7. Não ter o apoio da gestão

O envolvimento de todos é fundamental para sucesso de qualquer projeto. No caso do BPM, uma ideia que mudará toda a cultura da empresa, esse incentivo é ainda mais necessário.

A falta de apoio das áreas de alta administração e o desalinhamento estratégico são barreiras que prejudicam a implementação. Por essa razão, é necessário que os executivos entendam a necessidade e ajudem no desenvolvimento da tarefa.

8. Não motivar as equipes

A participação do usuário final também é fundamental para que o projeto tenha sucesso. Por isso, é necessário realizar ações de motivação, como, por exemplo, a criação de uma BPM Week, com distribuição de brindes relacionados e até crachá com identificações especiais aos envolvidos na implementação.

Dessa forma, é possível criar uma sensação de orgulho na participação do projeto, garantindo assim maior apoio. É também possível motivar as equipes criando um Programa de Ideias para a Melhoria Contínua, deixando-os saber que os líderes da implementação ouvem as suas opiniões.

Outra ideia é mostrar que a responsabilidade pelo sucesso da empreitada é o desejo de todos. Você pode fazer com que a bonificação dos gestores seja diretamente ligada aos indicadores voltados à implementação do BPM.

9. Não dar atenção aos desmotivados

Os resistentes radicais podem prejudicar todo o processo da empresa e ainda desestimular os colegas. Uma forma interessante de evitar a resistência é programando uma evolução gradativa dos níveis de maturidade do BPM, evitando assim um choque muito grande.

Vale lembrar que é sempre importante identificar e monitorar continuamente o colaborador desmotivado. Se todo o esforço das equipes para que ele se adapte à nova cultura for em vão, torna-se necessário solicitar o apoio do RH para motivar este colaborador. Afinal, ele é chave importante para o sucesso do processo.

10. Não alinhar a equipe de TI com o BPM

Esse último detalhe é fundamental para a implementação ser um sucesso. A falta de alinhamento com o departamento de TI pode resultar no fracasso do projeto. Por isso, é importante ter um representante do setor do início até a conclusão do projeto.
O profissional deve participar das reuniões mensais com a alta administração e ainda ter um plano de ações de TI paralelo ao BPM. Dessa forma, ele não compromete os prazos macro do projeto de implementação.

Bruna Amaral é analista de qualidade da SML Brasil

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/os-10-principais-erros-cometidos-pelas-empresas-na-implantacao-de-bpm/121614/

As três megatendências dos negócios digitais para os próximos 10 anos

Estudo da consultoria Gartner identifica as tecnologias que mais irão impactar as empresas na próxima década; veja quais e como se preparar

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O mundo digital e o empresarial são duas esferas entranhadas. Não existe mais uma distinção entre virtual e físico quando se trata de fazer negócios. Para almejar o sucesso, as estratégias corporativas precisam prever avanços nessas duas frentes para gerar o máximo possível de valor para os acionistas e para a sociedade.

Uma pesquisa da consultoria Gartner, especializada em alta tecnologia, identificou as três principais tendências que irão nortear os negócios digitais pelos próximos 10 anos. De acordo com a empresa, as três ‘megatendências’ “irão alavancar os negócios das empresas e ajudá-las a sobreviver na economia digital nos próximos cinco a dez anos”.

“Arquitetos empresariais que estão focados em inovação tecnológica devem avaliar essas tendências de alto nível e as tecnologias apresentadas, assim como o potencial impacto em seus negócios”, diz Mike J. Walker, Diretor de Pesquisas do Gartner.”Além do possível impacto nos negócios, essas tendências oferecem perspectivas significativas para que líderes de arquitetura ajudem os executivos seniores de TI e negócios a responderem às oportunidades e ameaças dos negócios digitais. Isso cria soluções acionáveis que entregam diagnósticos para guiar decisões de investimentos”, completa.

1. Inteligência Artificial

Tecnologias de Inteligência Artificial serão a classe mais inovadora de tecnologia nos próximos dez anos, segundo o Gartner. Isso por conta do poder computacional, disponibilidade praticamente infinita de quantidades de dados e avanços inéditos no conhecimento sobre redes neurais profundas.

“Tudo isso vai permitir que empresas com tecnologias de IA aproveitem dados para se adaptarem a novas situações e resolverem problemas que não tinham sido encontrados anteriormente”, informa a consultoria.

A Universidade de Stanford tem um projeto chamado AI100, (One Hundred Year Study on Artificial Intelligence), que visa pesquisar e antecipar os efeitos e impactos da Inteligência Artificial. No último relatório anual, os pesquisadores ligados ao AI100 destacaram que entre as principais utilidades futuras da IA estão os carros autônomos, diagnósticos sobre a saúde, tratamentos direcionados e atenção a idosos.

Apesar de ser uma forte tendência, aplicações em IA são focadas em uma tarefa e demoram anos investidos em pesquisa e desenvolvimento antes de ganharem escala de mercado. “Ao contrário das predições fantásticas sobre AI na imprensa, o painel de estudos não encontrou motivos para preocupação de que a Inteligência Artificial possa ser uma ameaça iminente à humanidade”, explicam os estudiosos no relatório.

Empresas que buscam crescimento nessa área precisam considerar tecnologias como aprendizagem profunda, deep reinforcement learning, inteligência artificial geral (IAG), veículos autônomos, computação cognitiva, drones, interfaces de usuário conversacionais, gerenciamento de taxonomia e ontologia empresarial, aprendizado de máquina, smart dust (poeira inteligente), robôs inteligentes e ambiente de trabalho inteligente.

2. Experiências imersivas transparentes

O limite entre o que é real e o que é simulado pela tecnologia está sendo cada vez mais desafiado. Em 2014, o Facebook adquiriu a então pouco conhecida Oculus VR, desenvolvedora do Oculus Rift, que cobre toda a área de visão do usuário e simula outro ambiente. Há várias aplicações possíveis, especialmente na área de games, mas a aposta do CEO Mark Zuckerberg é mais ousada.

O Facebook quer dominar áreas como ensino virtual, entretenimento, empresarial (incluindo reuniões virtuais à distância e treinamentos), dentre outras. A realidade virtual será um fator decisivo para os negócios no futuro, mas as experiências imersivas permitem um leque mais amplo de possibilidades.

Pesquisadores do Gartner esperam que tecnologia torne-se mais centrada no ser humano, permitindo transparência entre pessoas, negócios e objetos. “Essa relação tende a ser mais entrelaçada conforme a evolução da tecnologia se torna mais adaptativa, contextual e fluida entre o ambiente de trabalho, a casa e a interação com negócios e outras pessoas”, aponta.

Entre as tecnologias a serem consideradas para a tendência estão impressão 4D, realidade aumentada, interface computador-cérebro, casas conectadas, melhorias em humanos, eletrônicos com nanotubos, realidade virtual e telas volumétricas em formatos não convencionais.

3. Plataformas digitais

Para as empresas, o uso de plataformas digitais já não é uma tática acessória, mas uma atividade que está no centro da estratégia de negócios — ou assim deveria ser. Com o omnichannel, as barreiras entre comércio físico e virtual tornam-se cada vez mais obsoletas à medida em que grandes players adotam soluções cada vez mais sofisticadas centradas no consumidor.

Essa tendência deve se consolidar nos próximos anos, em especial com o advento do blockchain, tecnologia que veio a reboque da criptomoeda Bitcoin. A inovação é capaz de eliminar intermediários em diversos tipos de transações — incluindo financeiras, possibilitando a redução de custos — e se destaca pela segurança quase infalível — o que permite maior confiabilidade.

Tecnologias emergentes requerem a revolução das bases facilitadoras que fornecem o volume de dados necessário, poder de computação avançado e suporte de ecossistemas. “A transição de infraestrutura técnica compartimentada para plataformas que permitem ecossistemas cria as bases para modelos de negócios totalmente novos que formam uma ponte entre humanos e tecnologia”, informa o Gartner.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/as-tres-megatendencias-dos-negocios-digitais-para-os-proximos-10-anos/122092/

4 dicas de como investir o Décimo Terceiro

Vai gastar com matrícula e material escolar no próximo ano? Tente guardar um pouco do décimo salário

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Até o final do ano, cerca de 200 bilhões de Reais serão injetados na economia brasileiro graças ao pagamento do décimo terceiro, segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

De acordo com uma pesquisa divulgada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), 42,9% dos brasileiros pretendem usar a primeira parcela do décimo terceiro para o pagamento de dívidas.

A professora de economia da Faculdade DeVry João Pessoa, Tatyanna Lima, dá dicas de como utilizar décimo terceiro.

1. Pagamento de dívidas

O número de brasileiros endividados chegou a 58,4% em 2017, segundo a Pesquisa de Inadimplência do Consumidor (Peic). Esse é o maior índice dos últimos sete anos.

Para Tatyanna, quitar as dívidas deve ser prioridade ao receber o dinheiro. “Especialmente as que possuem juros mais altos, como o cartão de crédito e cheque especial e, muitas vezes, elas se tornam uma bola de neve. Então utilizar o décimo terceiro para livra-se dessas dívidas é o mais sensato”, orienta.

2. Contas no início do ano

O início do ano também é significado de gastos extras: matricula e material escolar, IPVA, IPTU, Imposto de Renda, frequentemente tiram o sono de muitos brasileiros.

“Guardar o dinheiro recebido agora para pagar as contas extras do primeiro trimestre é opção. Mesmo que o valor não cubra o montante total, já pode ser uma ajuda importante”, analisa a professora da Faculdade DeVry João Pessoa

3. Poupança

O carro quebra, o celular é roubado, um eletrodoméstico mais caro eventualmente precisa ser trocado. Por conta desses gastos emergências, é sempre importante ter um quantia que você possa dispor imediatamente, sem necessidade de se endividar.

“Atualmente, com a queda do Selic, a poupança apresenta um rendimento baixo. Mas, por conta da sua liquidez, ela pode ser vista como um fundo de emergência”, aconselha Tatyanna.

4. Títulos do Tesouro Direto

Para muitos brasileiros, esse tipo de investimento ainda soa como uma realidade distante. Mas, para quem pensa em rendimentos em longo prazo, existem opções mais interessantes e vantajosas que a poupança.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/economia-e-financas/4-dicas-de-como-investir-o-decimo-terceiro/122404/

Investimento em TI define o sucesso do e-commerce na Black Friday

O que é trabalhado em relação à Black Friday vale também para toda espécie de eventos sazonais de aumento de tráfego durante o ano

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A Black Friday de 2017 está marcada para o próximo dia 24 de novembro. Durante eventos como esse, o e-commerce tem um volume brutal de acessos, chegando a aumentar de 10 a 20 vezes o número de visitantes em comparação com dias normais. Obviamente, os investimentos em infraestrutura e aplicações em TI dos anos anteriores sempre deixam um legado estrutural – que é um bom ponto de partida. Mas, como o comércio online é muito dinâmico, provavelmente as páginas e suas funcionalidades já não são mais as mesmas.

Entre as principais recomendações para um bom desempenho do e-commerce na Black Friday podemos destacar:

• Planejamento e antecedência são primordiais quando se fala sobre preparação para eventos como a Black Friday;
• Faça um plano estruturado de melhoria contínua de seu ambiente de e-commerce, envolvendo equipes multidisciplinares como a sua TI, a área de negócios da empresa e seus fornecedores tanto para aplicação quanto para infraestrutura;
• Porque, à medida que você não faz este trabalho preventivo, corre o risco de decidir fazer implementações de última hora e não ter tempo de forma apropriada para operar uma campanha;
• Independentemente de sua plataforma, inclua testes de stress, simulando o tráfego extra. Esta pode ser a grande vulnerabilidade dos portais, porque sem teste, não conseguem ter uma visibilidade de suas métricas e indicadores que dão uma noção da capacidade do ambiente.

Torne isso uma prática recorrente. Logo depois da Black Friday, o natural é começar a se preparar para campanhas do próximo ano.

No e-commerce não é possível ter exatidão sobre qual volume de tráfego será registrado ou que tipo de comportamento diferente das edições anteriores ocorrerá. Observando este contexto e todas suas variáveis, para garantir a melhor experiência dos consumidores, o ideal é se planejar com antecedência e se preparar com todas as ferramentas possíveis, ter um alinhamento constante entre as áreas de negócios e da TI, minimizando assim a chance de ser surpreendido com algo que fuja do controle. A cada evento como este é necessário validar e testar todas as páginas e recursos novamente.

Outro ponto que reforça este cuidado é o crescimento ano após ano. Empresas da área têm apresentado grande crescimento ano a ano e preveem para 2017 o dobro de tráfego em relação a 2016 na semana Black Friday (segunda a domingo, com pico na sexta). O crescimento do número de page views no grupo dos maiores clientes atendidos pela Compasso, organização de serviços profissionais na área de TI, foi de 24,3%, em 2016, em comparação ao ano anterior. Em função disso, é necessário um processo contínuo de preparação antes do evento.

A preparação prematura elimina por completo as maiores queixas e problemas comumente atrelados ao evento, como a indisponibilidade ou lentidão causada tanto pela falta de capacidade de processamento de tráfego simultâneo ou pela rajada de acessos vinda de sites externos ou afiliados. É necessário prever até movimentos mais simples, como atualizações do sistema que, em meio à grande movimentação do evento, podem também congelar o sistema por longos períodos.

A TI das empresas de e-commerce usa um conjunto diverso e abrangente de diferentes soluções, desde a camada de infraestrutura, de hardware, sistema operacional, banco de dados, servidores de aplicação e ferramentas que rodam nesta base. Cada uma dessas ferramentas tem um nível de complexidade e demanda recursos especializados para fazer as configurações, acompanhamento e monitoração. Nenhuma empresa consegue passar de forma tranquila pela Black Friday sem incrementar essas equipes porque realmente o trabalho aumenta.

É importante salientar, no entanto, que a Black Friday não é o único evento sazonal que tem aumento de tráfego. Ele é o pico na maioria dos portais de e-commerce, mas existem outras empresas que no Dia das Mães, Dia dos Pais, das crianças e Natal registram grande aumento no tráfego, não necessariamente na mesma volumetria, mas que se aproximam muito da Black Friday. Além disso, existem eventos fora do calendário, como campanhas e promoções específicas que geram o mesmo efeito multiplicador do tráfego.

O que é trabalhado em relação à Black Friday vale também para toda espécie de eventos sazonais de aumento de tráfego durante o ano. É um processo contínuo, não somente um mês antes do evento. À medida que se aproxima a data, você intensifica essas ações, mas deve ser algo constante. A melhor solução sempre vai ser buscar a elasticidade necessária para que este aumento de tráfego não gere nenhum tipo de lentidão ou indisponibilidade para nenhum consumidor.

Alexis Rockenbach — Head de Inovação do UOLDIVEO

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/investimento-em-ti-define-o-sucesso-do-e-commerce-na-black-friday/122102/

O poder das informações: como a descrição de produtos pode fazer seu e-commerce lucrar

Em um mercado que ainda está aprendendo a usar informações de qualidade para obter retorno, existem muitas particularidades do comportamento dos consumidores a serem entendidas

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O mercado de e-commerce nacional segue em alta, com expectativa de crescimento de 12% em 2017, segundo dados do Ebit, e para aqueles que desejam aproveitar esse cenário e lucrar com sua loja virtual cada detalhe importa.

O descritivo dos produtos é um ponto crucial em estratégias voltadas ao aumento da taxa de conversão, sendo que 25% das devoluções no varejo digital são relacionadas a erro ou insuficiência nas informações fornecidas. No entanto, nem sempre é fácil escolher em qual conteúdo investir para vender mais. Uma boa descrição substitui o vendedor no canal de varejo, esclarecendo as dúvidas do comprador, retendo sua atenção e principalmente, mostrando possibilidades e agregando valor e experiência no momento da aquisição.

Em um mercado que ainda está aprendendo a usar informações de qualidade para obter retorno, existem muitas particularidades do comportamento dos consumidores a serem entendidas. Para os grandes canais produzir conteúdo relevante é um desafio devido à grande variedade de itens disponíveis, o que torna o processo custoso, além de demandar muito tempo e profissionais especialistas nas categorias ofertadas. Fora isso, o varejo depende de seus fornecedores para conseguir as informações, e nem todos os parceiros dispõem de uma estrutura adequada para entregar os dados.

Agora imagine, se já é assim para os grandes lojistas, os canais menores precisam se esforçar ainda mais para obter as referências necessárias ou até contato com a indústria.

Vale a pena investir, mas é preciso ter atenção

Investir em um conteúdo completo e relevante para seu produto exige clareza, objetividade, volume de informações, e sempre empregar o ponto de vista do consumidor. O bom posicionamento do item na loja virtual depende de alguns pontos vitais como um título atrativo, uma descrição adequada e completa, a ficha técnica, que conta com dados essenciais e legais para a venda, e claro, a imagem do produto.

E para ter qualidade em todos esses elementos, seja cuidadoso na escolha da empresa parceira. Busque aquela que ofereça exemplos aplicáveis, que vão além do cadastro básico, e realmente contribua para a estratégia de conversão. Tenha atenção também na adequação das informações para cada canal de varejo, para que os mecanismos de busca operem de maneira a ajudar, não apenas a loja, mas também quem procura pelo produto.

Os negócios estão cada vez mais presentes no mundo digital, e no e-commerce em que as interações são on-line, é preciso garantir que não existe espaço para dúvidas. Afinal, o 1% que não foi esclarecido, pode ser 1% de perda em vendas.

Flávio Salomão — CEO da iSee Retail Solutions, empresa especialista em gestão e criação de conteúdos de produtos para e-commerce. http://isee.com.br/

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/o-poder-das-informacoes-como-a-descricao-de-produtos-pode-fazer-seu-e-commerce-lucrar/122854/