Como encontrar e manter o equilíbrio entre empresas e áreas

Como o setor de compras da sua organização opera?

“Mente sã em corpo são” – do latim Mens sana in corpore sano oriunda da coleção de sátiras do poeta romano Juvenal (55- 127 d.C), surgiu para expressar o equilíbrio entre corpo e mente e pode ser considerada a melhor analogia para manter o equilíbrio entre as compras corporativas e as diferentes áreas da empresa.

Trazendo a célebre frase para o mundo empresarial, não há como existir uma empresa saudável se alguma de suas áreas não apresenta um desempenho satisfatório. Isso porque os tão esperados crescimento e lucratividade são impactados na exata proporção do desequilíbrio entre mente, empresa, corpo e áreas.

Vejo com frequência empresas de portes diversos operando com uma estrutura de compras essencialmente operacional. Onde as áreas de compras são focadas em tirar da frente as requisições, em gerar regularizações de compra, fazer pequenas negociações ou ter uma ou duas métricas para satisfazer as chefias.

É preciso entender que comprar não é simplesmente fechar um processo no tempo e com um melhor custo/benefício, mas sim entender as metas e necessidades de sua empresa para trazer a melhor solução na aquisição de bens e serviços. É trabalhar de forma estratégica, é representar sua empresa perante o mercado fornecedor, é formar parcerias e alianças com os melhores, é questionar tudo e todos, é atender seus clientes internos para obter nada mais, nada menos do que o melhor para a empresa dentro de suas possibilidades.

Como o setor de compras da sua organização opera? Para ter uma área de compras funcionando a pleno vapor, proponho uma breve reflexão para você descobrir o que falta/pode melhorar. Vamos tentar responder juntos?

· Reflita quanto, como membro da área de compras, você participa da elaboração das metas de crescimento da empresa: Você senta na mesa onde esta discussão acontece ou recebe uma meta anual?

· Sua equipe conhece a empresa e suas necessidades a fundo para buscar a melhor solução na aquisição de bens e produtos? Você conhece seu cliente interno, a área de recebimento e estoque, as diretrizes e processos da área financeira?

· O departamento terceiriza o que não é essencial? Procura formas de automatizar o operacional? Sua equipe é focada em buscar parceiros e alianças com fornecedores que agreguem valor ao processo produtivo da empresa? Existe um processo de homologação de fornecedores?

· A equipe agrega valor à empresa questionando solicitantes e fornecedores, buscando na simplicidade dos fatos identificar as oportunidades? Busca inovação?

· Sabe ser servil? Por favor, não confunda ser servil com submissão, pois não existe empresa sã com áreas submissas. Ser servil, nesse caso, significa entender as necessidades, as limitações, as exceções, as urgências e procurar atender para somar. Somos assim?

Após essa reflexão, talvez seja a hora de mudar, de contribuir para o crescimento de sua empresa, de ter uma área que faça a diferença, que seja respeitada pelos resultados e não pelo subdesempenho satisfatório.

Mudar requer coragem e atitude, não existe mudança sem entendimento. Por isso, recomendo que você entenda a fundo a real situação de sua área, seus problemas e dificuldades, e busque solução para os pontos fracos e reforce os pontos fortes.

Conheça as empresas do seu segmento, faça comparações, se atualize com as melhores soluções tecnológicas disponíveis e os processos mais indicados para sua equipe.

Além de foco, procure sempre o melhor para que sua área de compras possa contribuir para o real crescimento de sua empresa e para que o lema “mens sana in corpore sano” faça parte da cultura da sua organização.

Alexandre Moreno — Diretor de serviços do Mercado Eletrônico

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/como-encontrar-e-manter-o-equilibrio-entre-empresas-e-areas/122138/

Como a tecnologia pode motivar seu filho a ser protagonista do próprio aprendizado e se preparar para o futuro?

Para os millenials, usar as novas tecnologias é uma evolução darwiniana, uma adaptação do ser humano ao novo meio, uma sociedade conectada por estradas digitais onde o conhecimento passou a trafegar, ser compartilhado, comentado, questionado, criado e recriado. E não apenas decorado.

iStock

A discussão em torno da adoção das novas tecnologias como ferramentas pedagógicas já não parece fazer mais sentido. É coisa do passado. A questão deixou de ser se os alunos devem ou não passar a usar celulares, tablets, softwares, apps, games, robótica e outros recursos digitais no dia a dia dos estudos, mas sim quais estratégias de ensino as escolas devem desenhar para que sejam inseridos no contexto educacional garantindo uma aprendizagem significativa mais alinhada com as demandas dos nativos digitais.

Antes de mais nada, é preciso assumir que o mundo não é mais o mesmo. É preciso alertar os educadores para o despertar de um novo homem, uma evolução do homo sapiens – o homo mobilis. No caso, o aluno mobilis.

Esta nova espécie já nasceu sabendo como usar um dispositivo móvel conectado à Internet. Por isso, claro, é fácil compreender por que este modelo escolar da revolução industrial já não faz mais nenhum sentido para os alunos nascidos depois do ano 2000, que hoje estão no Ensino Médio. Afinal, tudo está na nuvem e não há a mínima razão para decorar o teorema de Pitágoras.

Em segundo lugar, temos que refletir se estamos realmente preparando nossos jovens para uma sociedade em frenética transformação. Como já abordei em meu último artigo, o mercado de trabalho será dominado pela inteligência artificial e a robótica em diversos setores, eliminando qualquer atividade que possa ser automatizada.

Será mais valorizado quem tiver criatividade, souber se relacionar socialmente e associe saberes em diferentes campos. O aprendizado precisa se tornar multidisciplinar e um futuro nada distante mostra a urgência de não apenas acelerarmos o uso das ferramentas digitais na educação, mas de rapidamente aprendermos a como transformá-las em poderosos recursos para engajar e encantar os alunos.

O mobile learning não é mais uma tendência e transformou-se rapidamente em realidade. Basta observar a facilidade que os millenials têm no domínio das tecnologias para entender que, na verdade, estamos apenas na ponta do iceberg.

Há muito mais a explorar. Há muito mais a inventar.

O conceito de Bring Your Own Device já foi indicado como uma tendência de curto prazo, 1 a 2 anos, no relatório The NMC Horizon Report de 2014. O mesmo relatório já apontava o Cloud Computing como recurso a ser adotado nos próximos 2 anos, Games e Learning Analytics para 2 a 3 anos e a Internet das Coisas e a tecnologia Wearable para 4 a 5 anos.

A prévia do mesmo relatório deste ano de 2017 indica como tendências para o prazo de 1 a 2 anos a programação de códigos como disciplina e o crescimento do aprendizado STEAM e, para os próximos 3 a 5 anos, o crescimento do foco na mensuração do aprendizado e o redesenho dos espaços de aprendizagem.

Esclarecido que a conversa não gira mais em torno se faz ou não sentido levar a tecnologia para sala de aula, vamos analisar qual tem sido seu papel no processo de aprendizagem.

O tablet já faz parte das nossas vidas há 10 anos, desde 2007, quando a Amazon apresentou a primeira geração do Kindle, o pioneiro leitor digital que permitiu colocar a biblioteca no bolso para acessar e ler livros a qualquer hora e em qualquer lugar.

O iPhone também celebrou seu décimo aniversário no último dia 29 de junho, quando a Apple surpreendeu o mundo com o lançamento de um celular inteligente com tela touch e uma gama de aplicativos, um objeto de desejo que rapidamente se popularizou e transformou profundamente nossos hábitos em como pesquisamos informação, consumimos notícias, devoramos o último best seller, vamos ao banco ou fazemos compras.

O iPad chegou ao mercado em 2010 para inaugurar uma nova categoria, a dos tablets, com telas maiores que, assim como o Kindle, também passou a permitir o armazenamento de e-books.

E nas escolas? Como nossos alunos estão utilizando as novas tecnologias?

Sim, temos tido avanços significativos. Não há como negar que as novas tecnologias vêm conquistando cada vez mais espaço, mas a percepção do real valor como itens indispensáveis na lista de material escolar ainda não parece refletir todo potencial e benefícios que podem trazer de fato.

Para os millenials, usar as novas tecnologias é uma evolução darwiniana, uma adaptação do ser humano ao novo meio, uma sociedade conectada por estradas digitais onde o conhecimento passou a trafegar, ser compartilhado, comentado, questionado, criado e recriado. E não apenas decorado.

Com um laptop, smartphone ou tablet nas mãos, as novas gerações foram empoderadas com uma ferramenta que, ao final do dia, traz aos professores a oportunidade de também aprenderem com seus alunos por meio de informações acessadas e compartilhadas por eles.

Do alto do tablado, em frente a alunos enfileirados, despejar a próxima lição sem esperar receber questionamentos além dos propostos no currículo é algo inimaginável e que não faz parte do contexto presente na Educação 3.0.

No modelo educacional que sustentou a Era Industrial, não se esperava que os alunos soubessem mais que o necessário para prova. O ideal sempre foi que não fugissem do roteiro de aprendizado já desenhado há mais de um século e que a pesquisa ficasse restrita ao tempo e espaço da biblioteca.

Mas os alunos da geração digital querem mais, muito mais. E privá-los de ter acesso às novas tecnologias pode ser considerado o equivalente a proibir o uso de lápis e borracha nas escolas, que ainda hoje insistem em sufocar o estudo entre quatro paredes enquanto crianças descobrem como usar um gadget antes mesmo de aprender a andar.

Os educadores têm o desafio urgente de romper com os modelos tradicionais de ensino para colocar os alunos como líderes da construção de seus próprios futuros. É chegada a hora de virar a mesa (ou a carteira) e começar a aprender o que realmente interessa, respeitando a individualidade, as diferenças, as vocações e, acima de tudo, considerando um mercado profissional que está em frenética transformação, onde muitas profissões vão morrer e outras que nem sequer imaginamos ainda serão inventadas.

Nesta direção, o mobile learning será preponderante.

De posse de um tablet ou smartphone para chamar de seu, o aluno terá maior motivação para desenvolver suas atividades com um olhar que vai muito além da arquitetura da escola e da sala de aula. O dispositivo mobile é seu passaporte para um universo infinito de conhecimento que está pronto para ser desvendado, a qualquer hora, em qualquer lugar, em qualquer língua, em contato com outras culturas e nações a continentes de distância.

Ninguém discutia a importância da lousa, dos livros, dos cadernos, dos lápis, réguas, borrachas e canetas esferográficas como ferramentas para estudar. E não vejo razão, da mesma forma, para questionarmos a adoção das novas tecnologias, que inegavelmente já estão mais do que integradas ao nosso cotidiano social e profissional e, também por isso, não podem ficar de fora justamente do processo educacional.

Os dispositivos móveis colocam os estudantes como protagonistas do próprio aprendizado. Os benefícios são incontáveis. Alguns deles estão mencionados no Guia para Implementação de Mobile Learning da Universidade Politécnica de Madrid:

– Permitem acesso a informação quando e onde for necessário (São leves e portáteis, permitindo levá-los para qualquer ambiente e momento de aprendizagem).
– Favorecem o aprendizado centrado no aluno e no contexto (Dão autonomia ao aluno, estimulando a pesquisa, o estudo colaborativo e a criatividade).
– Permitem a multifuncionalidade com diferentes recursos, como video, acelerômetro etc. (facilitam a assimilação com conteúdos multimídia, como os vídeos, tornando o ato de estudar mais lúdico e de fácil compreensão).
– Aumentam a motivação do aluno, são de fácil utilização e estão integrados no dia a dia dos alunos

Já são muitos os cases de escolas em todo mundo que implementaram com sucesso estratégias de mobile learning. A Apple reconhece diversas instituições que considera como centros de liderança e excelência educacional no uso de tecnologias na aprendizagem – as Apple Distinguished Schools. Aos interessados, a empresa oferece um curso gratuito de formação profissional para apoiar educadores no uso de recursos digitais na educação.

Se a escola do seu filho ainda não incorporou a tecnologia na aprendizagem é bom se apressar. Saber utilizá-las e, mais do que isso, a partir delas criar novas estratégias para ensinar e aprender é um desafio que já não pode esperar. Ou você imagina seu filho trabalhando daqui alguns anos em um mundo sem tecnologia?

(*) Luciana Allan é diretora do Instituto Crescer para a Cidadania e Doutora em Educação pela Universidade de São Paulo (USP) com especialização em tecnologias aplicadas à educação

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/como-a-tecnologia-pode-motivar-seu-filho-a-ser-protagonista-do-proprio-aprendizado-e-se-preparar-para-o-futuro/120661/

Pequenas empresas parcelaram mais de R$ 20 bilhões de dívidas tributárias

A Lei complementar nº 155/2016 permitiu o parcelamento especial em 120 meses de dívidas tributárias existentes até maio de 2016 para empresas que faturam até R$ 3,6 milhões ao ano

Mais de 342 mil empresas optantes pelo Simples Nacional regularizaram seus débitos tributários com a Receita Federal e parcelaram cerca de R$ 20 bilhões aos cofres da União. O resultado da parceria entre a Receita e o Sebrae, que culminou em mutirão de regularização, permitiu que as micro e pequenas empresas permanecessem no regime especial, informou o Fisco.

A Lei complementar nº 155/2016 permitiu o parcelamento especial em 120 meses de dívidas tributárias existentes até maio de 2016 para empresas que faturam até R$ 3,6 milhões ao ano. Antes, a regularização poderia ocorrer apenas com o pagamento à vista ou com o parcelamento em até 60 meses.

Em setembro de 2016, a Receita emitiu intimações para 587 mil empresas comunicando sobre a necessidade de regularização de débitos no valor de R$ 21,3 bilhões. Após o Mutirão da Regularização, lançado em dezembro de 2016 e encerrado em março de 2017, 96% do total notificado foi regularizado pelos devedores, informou a Receita.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/economia-e-financas/pequenas-empresas-parcelaram-mais-de-r-20-bilhoes-de-dividas-tributarias/119497/

Dados e pessoas: os bens mais valiosos da sua empresa

O estudo de grandes volumes de dados para gerar conhecimento e traçar estratégias de negócios ganhou popularidade nos últimos anos

Quando falamos do capital de uma empresa, logo pensamos no seu valor de mercado, nos seus ativos e em coisas que representem dinheiro, mas poucas vezes refletimos sobre o quanto valem os dados e as pessoas que trabalham nela – e não estamos considerando os salários aqui. O mercado já sabe que valorizar os colaboradores é essencial para ter sucesso nos negócios, mas, na prática, isso tem acontecido mesmo?

O estudo de grandes volumes de dados para gerar conhecimento e traçar estratégias de negócios ganhou popularidade nos últimos anos, mas o foco são ações que aumentem a rentabilidade da empresa. No meio corporativo, tecnologias voltadas para esse fim ainda são pouco exploradas pela área de Recursos Humanos. Falta enxergar que aplicando os dados que a empresa já possui, podemos pensar em desenvolvimento de pessoas de uma forma mais eficaz.

Com soluções de Business Intelligence, por exemplo, se fossem aplicadas no gerenciamento estratégico de pessoas, seria possível analisar, em uma fábrica, qual o índice de capacitação dos colaboradores e o desalinhamento da produção e, com isso, identificar se existe a necessidade de investir no aperfeiçoamento de uma determinada habilidade. Outro ponto importante é a retenção de talentos – a empresa está olhando para a questão da capacitação/produtividade versus salário? Mensurar isso manualmente é inviável e aqui, mais uma vez, o BI pode criar indicadores valiosos.

No caso do famoso turnover, mais do que determinar a taxa média entre admissões e desligamentos e indicar em quais departamentos a rotatividade é maior, a tecnologia pode ajudar a entender porque isso está acontecendo. Uma prática de RH interessante é a avaliação 360º. Será que não posso usar tecnologia para cruzar os resultados dessas avaliações e entender porque uma área tem tanta rotatividade?

Para o futuro, o RH tem um desafio ainda mais árduo. A chegada das novas gerações ao mercado de trabalho está pressionando os gestores a repensarem suas políticas. Cada vez mais, conhecer o perfil do seu funcionário será essencial para ter gente feliz e manter a empresa rentável.

Neste novo cenário, a Inteligência Artificial é um recurso que tem potencial para assumir um lugar de destaque na gestão do capital humano. Assim como o Google e o Facebook conhecem as nossas preferências a partir de informações que nós fornecemos, com IA, uma dinâmica similar poderá ser aplicada ao RH. Cruzando dados sobre o desempenho ao perfil do colaborador, sua formação – cursos internos ou de mercado – trajetória dentro da empresa, avalição de desenvolvimento e feedbacks do gestor, além de diversas informações que ele compartilha, voilà: será possível criar um plano de carreira customizado.

A digitalização já chegou para todos, inclusive para os seus funcionários – observe a rotina deles, tenho certeza que a maioria usa smartphone e redes sociais na vida pessoal. Portanto, não faz sentido continuar administrando o RH baseando-se apenas em políticas e visões estáticas.

Gerir pessoas é uma tarefa complexa e ter colaboradores satisfeitos exige um trabalho contínuo. A tecnologia tem potencial para contribuir com esse processo. E não só para as atividades burocráticas, como controle de folha de pagamento. Os gestores de RH precisam enxergá-la como uma grande aliada e acreditar que os dados são valiosos para tornar a relação empresa- empregado ainda mais saudável e produtiva.

Marcelo Cosentino é vice-presidente de Professional Services da TOTVS

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/dados-e-pessoas-os-bens-mais-valiosos-da-sua-empresa/121123/

A importância da comunicação eficaz no dia a dia do ambiente corporativo

A comunicação é tão importante quanto desmerecida em ambientes corporativos, pois tão caótico quanto impedir as pessoas de se comunicarem, pode ser permitir a comunicação ineficaz

iStock

Para começarmos, é importante um alinhamento sobre a definição de comunicação eficaz, para que faça mais sentido compreender sua importância no mundo corporativo.

A comunicação eficaz é aquela focada em um propósito, geralmente objetiva e representada pelo menor discurso possível para sua compreensão, direcionada às pessoas certas, direta e habitualmente começando pelo ponto central, sem a preocupação de cercar todas as possibilidades de interpretação e de questionamentos posteriores pelas partes que a recebem.

Para reforçar este alinhamento, vamos revisar em contrapartida o que NÃO é uma comunicação eficaz. Saiba mais: A ContaAzul te fala sobre a importância da comunicação interna para pequenas empresas Patrocinado 

– Uma comunicação vaga e que divaga em exemplos excessivos, em contextualizações desnecessárias e ainda que se perde em ramificações que não agregam valor;

– Uma comunicação prolixa onde o locutor se preocupa tanto em deixar o discurso inteligível para todos que acaba dando voltas e consumindo muito tempo desnecessário;

– Uma comunicação que envolva pessoas sem alinhamento com seu propósito, causando questionamentos de compreensão fora de hora;

– Uma comunicação que justifique o máximo de possibilidades antes de chegar ao ponto central, fazendo com que o acompanhamento de sua estrutura lógica seja um grande desafio;

Agora que temos este conceito bem alinhado, vamos falar de uma aplicação muito nobre para sua causa.

O ecossistema corporativo é um ambiente complexo, um composto de pessoas e processos trabalhando com o propósito de harmonia em busca de resultados intermediários e que irão compor resultados finais. Esses elementos estão diante de um cenário dividido por grupos de responsabilidades distintas, mas que se combinam e se alinham para que tudo funcione. Ou seja, uma bomba relógio armada, uma máquina, um organismo vivo.

E qual é o elo de junção entre todas as partes deste organismo? A comunicação! Experimente deixar todas as pessoas impossibilitadas de se comunicarem durante um dia em uma empresa para observar o que acontece, certamente um silencioso caos.

A comunicação é tão importante quanto desmerecida em ambientes corporativos, pois tão caótico quanto impedir as pessoas de se comunicarem, pode ser permitir a comunicação ineficaz, como vimos no início deste artigo.

A comunicação eficaz faz com que o ambiente corporativo se torne mais produtivo, organizado e sustentável, características essenciais para o crescimento de um negócio. É pra já: Veja com a Copastur 7 ferramentas de otimização de tempo para usar em sua empresaPatrocinado 

E agora uma boa notícia, não há grande mistério em se implantar um padrão de comunicação eficaz em um ambiente corporativo. Muitas vezes, um bom Plano de Comunicação e um correto Treinamento em Comunicação Corporativa dão conta do recado, mas o primeiro passo, sem dúvidas, é reconhecer a sua importância como parte fundamental da alta produtividade e do sucesso.

Thiago Porto — Especialista em comunicação. Fundador e CEO do Instituto Versate onde também atua como Trainer em algumas formações. Consolida mais de 15 anos de experiência como palestrante, consultor e líder de equipes. Construiu uma sólida carreira nos segmentos de Tecnologia da Informação e Projetos, como Executivo e Diretor de Operações em empresas nacionais e multinacionais no setor de serviços. Foi co-fundador de algumas startups no brasil de visibilidade internacional como Sorteador, UaiseLabs, MoradaWeb, entre outras. Estuda Hipnose Clássica há mais de 10 anos, reunindo as principais certificações nacionais e internacionais na área. Possui formação e certificação internacional em Programação Neurolinguística pela Elsever Institute e The Society of NLP – Richard Bandler, certificação em Coaching pela Sociedade Latino Americana de Coaching e pela IAC – International Association of Coaching. http://www.institutoversate.com.br/

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/a-importancia-da-comunicacao-eficaz-no-dia-a-dia-do-ambiente-corporativo/121064/

Seguro Saúde reembolsa despesas médicas de acordo com plano contratado

Além da rede referenciada, tenha a opção de consultar os profissionais da sua preferência

Há uma diferença muito interessante para o consumidor quando se fala em Plano de Saúde e Seguro Saúde. Confira:

Os planos de saúde, que costumam ser mais conhecidos, apresentam uma rede referenciada na qual o cliente deve buscar atendimento, e não têm reembolso.

O seguro saúde vai além: também apresenta rede referenciada que igualmente contempla hospitais, laboratórios, consultórios médicos e clínicas, mas permite que o cliente procure profissionais da sua preferência para consultas e procedimentos e, em seguida, receba de volta os valores pagos por procedimentos cobertos pelo rol da ANS e dentro dos limites contratuais.

E quando contratado por empresas, assim como outros benefícios (seguro de vida, por exemplo), o seguro saúde potencializa as condições de saúde dos funcionários, trazendo melhores resultados para os negócios, reduzindo o absenteísmo, acidentes de trabalho e proporcionando aumento de produtividade.

Ainda no caso de empresas, há a possibilidade de contratar reembolsos e coberturas diferenciadas por cargos.

Ou seja, com o seguro saúde, além da tranquilidade, você tem mais liberdade.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/seguro-saude-reembolsa-despesas-medicas-de-acordo-com-plano-contratado/105082/

6 dicas para fazer do pós-venda uma ferramenta para fidelização de clientes

Saiba como você pode transformar o pós-venda em uma ferramenta para fidelização de clientes do seu negócio em apenas 6 passos

iStock

Já pensou em como o pós-venda pode ser uma poderosa ferramenta para fidelização do cliente em seu negócio? Se não, não se preocupe. Por mais que a fidelização de clientes esteja próxima do processo de pós-venda, é um erro comum dar atenção apenas ao momento da venda e depois praticamente se esquecer do cliente.

O processo de pós-venda consiste em manter a interação entre empresa e cliente depois da conclusão do pedido, seja para agradecer a preferência pelos produtos ou serviços da empresa ou mesmo para se colocar à disposição para esclarecer as dúvidas do cliente.

Como o pós-venda se torna uma ferramenta para fidelização de clientes?

Dedicar tempo e atenção ao pós-venda é a melhor forma de despertar no cliente a percepção de um bom atendimento. Talvez ele nem espere por esse contato, o que pode ser ainda mais benéfico para a relação, afinal, o cliente se surpreenderá e certamente se lembrará da empresa quando for fazer uma nova compra. Sendo assim, um gesto simples de atenção pode ser determinante para sua empresa realizar uma nova venda no futuro.

Para te auxiliar a usar o pós-venda como uma excelente ferramenta para fidelização de clientes, trouxemos 6 dicas:

1. Envie e-mails

O e-mail é uma opção muito eficaz quando o assunto é pós-venda. Além de exigir baixo investimento, é mais conveniente para o cliente, já que ele poderá abrir sempre que tiver tempo livre.

Por e-mail, a sua empresa pode pedir uma avaliação do atendimento e da experiência de compra e apresentar os contatos caso ele precise esclarecer dúvidas ou realizar trocas, por exemplo.

2. Faça ligações

Os contatos por telefone demonstram um interesse maior da empresa em estreitar o relacionamento com o cliente. No entanto, é muito importante observar os momentos adequados para realizar essas ligações ou essa ação pode ter efeito contrário. Se o cliente atender ao seu telefonema em uma situação inapropriada, pode ser que crie uma imagem inconveniente para a sua empresa.

Portanto, reserve os contatos por telefone para situações especiais, como no aniversário do cliente, para apresentar alguma novidade ou até mesmo para oferecer algum desconto, por exemplo. Além disso, as ligações podem ser uma boa ferramenta para se desculpar quando houver algum problema, pois demonstram maior preocupação por parte da empresa.

3. Envie novidades pelo WhatsApp

Atualmente, muitas pessoas utilizam o WhatsApp como ferramenta de trabalho. Afinal, as pessoas estão o tempo todo conectadas e, no dia a dia corrido, acabam checando o aplicativo entre uma demanda e outra.

Portanto, enviar uma promoção ou informar sobre alguma novidade do seu negócio, são geralmente práticas bem aceitas. O que não pode ser feito, de jeito nenhum, é mandar conteúdo irrelevante para o seu cliente pelo WhatsApp.

Mantenha uma relação próxima, se apresente, pergunte se o cliente gostaria de manter esse novo canal de comunicação e sempre o deixe à vontade para sair do grupo, caso ele não tenha interesse em receber as novidades pelo celular.

4. Apresente novas opções de compras

Uma boa ação de pós-venda exige que a empresa mantenha contato constante com o cliente. Isso significa que é importante oferecer opções de compra continuamente, de acordo com os interesses dele.

Sua empresa está lançando um produto relacionado às preferências do cliente? Avise-o. Produtos ou serviços complementares estão com desconto? Envie um e-mail. Faça uma ligação. Envie uma mensagem no WhatsApp. Você também pode calcular o tempo médio de consumo do produto que o cliente comprou e oferecer promoções no momento certo para que ele faça uma nova compra de reposição. Cupons de descontos exclusivos também são ótimas maneiras de incentivar compras e fidelizar clientes.

5. Ofereça mais do que produtos ou serviços

Seu cliente não pode ter a impressão de que a sua empresa só quer lucrar em cima dele. Por isso, você deve oferecer mais do que os seus produtos ou serviços. Ofereça também dicas que estejam relacionadas ao que a sua empresa faz.

Por exemplo, se a sua empresa comercializa produtos para festas, ofereça dicas de como montar a decoração, quais temas são tendência, quais são as novidades do mercado, entre outras opções. Se o uso dos seus produtos exige conhecimentos específicos, também é interessante enviar ao cliente um manual e dicas para usá-los com mais facilidade.

6. Invista em um ERP

Um ERP é a ferramenta ideal para ajudar a sua empresa no pós-venda. O software de gestão permite que você tenha um cadastro detalhado sobre seus clientes, não apenas com os seus contatos e dados pessoais, mas também com o registro de todo o histórico: compras realizadas, trocas efetuadas, descontos concedidos, entre outras informações.

E as vantagens da implantação de um ERP não se restringem ao pós-venda. Com ele, você tem melhor controle sobre as áreas de compras, vendas, precificação, estoque, financeiro, pessoal, comissionamento e outras que sejam necessárias à sua atuação.

Com processos automatizados, a empresa consegue dedicar mais tempo às ferramentas para fidelização de clientes, mantendo um relacionamento mais próximo deles. Um bom atendimento de pós-venda ainda pode contribuir para trazer clientes por meio do marketing boca a boca. Afinal, clientes satisfeitos sempre indicam a empresa.

Ao contrário do que muitos pensam, a implantação de um ERP não é uma boa prática apenas para grandes empresas. Essa tem sido uma solução adotada também por pequenos negócios, considerando as tantas facilidades e melhorias que os sistemas de gestão proporcionam.

Mas, antes de investir em um ERP, você precisa conhecer bem as necessidades da sua empresa. Para te auxiliar nesse processo sugerimos a leitura do e-book “Tudo que você precisa saber para escolher um ERP”. Listamos nele as principais informações que você deve ter antes de realizar a sua escolha.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/6-dicas-para-fazer-do-pos-venda-uma-ferramenta-para-fidelizacao-de-clientes/121067/

Por que um canal de denúncias não é um call center?

A atividade do call center é medida pelo volume de acessos e pela quantidade e tempo de contato realizado com os clientes, seja qual for o motivo

Para muitas pessoas, ainda há confusão quanto aos modelos de um call center e de um canal de denúncias. Embora compartilhem o princípio de estabelecer um canal de comunicação, as semelhanças terminam por aí. Existe uma enorme diferença entre esses dois tipos de operação. Vamos a elas.

O call center é uma ferramenta de comunicação entre a empresa e seus clientes, de modo passivo ou ativo, destinado a atender reclamações e dúvidas do público, efetuar ações de marketing e vendas com foco no fortalecimento de uma determinada marca no mercado.

Já o canal de denúncias é instrumento indispensável para reforço da ética e compliance nas empresas. A ferramenta é uma estrutura de comunicação e gestão segura e confiável em que as pessoas podem, inclusive de forma anônima, denunciar comportamentos indevidos e atos ilícitos que envolvam a companhia de alguma forma.

A atividade do call center é medida pelo volume de acessos e pela quantidade e tempo de contato realizado com os clientes, seja qual for o motivo. O importante é que o call center esteja constantemente em atividade, com seus atendentes (PA’s) plenamente ocupados. Há um foco na produtividade do atendimento, que direciona um viés de mecanização, repetição para digerir o grande volume de contatos feitos e recebidos.

No caso do canal de denúncias requer uma atenção diferenciada para resguardar o manifestante e também a empresa. Um contexto emocional complexo normalmente envolvem os relatos, que requerem especialização para serem compreendidos em toda sua abrangência. O contato pode durar 10 min ou 2 horas, não importa. O foco da operação está sobre a qualidade da experiência do manifestante e, fundamentalmente, na qualidade das informações coletadas.

Alías, é essa qualidade que permitirá uma investigação objetiva e eficaz, produzindo os efeitos de punição cabíveis e o desenvolvimento de ações estruturais por parte da organização. Sem pânico: Gerenciamento de crise de imagem 

Quanto o assunto é scripts versus técnicas de entrevista, no call center, normalmente, os atendentes seguem um protocolo ou um roteiro de atendimento que é utilizado para assegurar a consistência no registro de reclamações, solicitações de informação ou até mesmo elogios à empresa.

O canal de denúncias já exige que os atendimentos sejam desenvolvidos por profissionais capacitados em técnicas de entrevistas e análise de conteúdos, de forma a realizar o adequado acolhimento e condução do contato. Estas técnicas organizam os momentos de escuta ativa do relato com a realização de perguntas de complementação e de confirmação do nível de comprometimento do relator.

Outro diferença está na captação da informação recebida. O call center capta a impressão do cliente e esses registros servem de base para melhorias da empresa com base do depoimento do que o cliente espera da companhia. Na seara do canal de denuncia, a informação é a chave do sucesso. Lá, coletar o máximo de dados e constatações possíveis sobre o que é relatado é a regra do jogo. Os casos vão desde uma denúncia de assédio moral ou sexual, passando por roubo de ativos e desvios de carga, até situações que envolvem corrupção e acesso indevido a informações privilegiadas. Enfim, assuntos que impactam diretamente no resultado da empresa.

O profissional de call center normalmente é um profissional ainda em formação, com ou sem graduação, que recebe um treinamento a respeito de produtos e serviços da empresa, e se torna apto para exercer suas funções, dentro de um contexto de alta rotatividade.

Por outro lado, o profissional que atua no canal de denúncias deve possuir formação superior e ser capacitado em gestão de riscos, ética e compliance, tendo conhecimento sobre o modus operandi das irregularidades e das ferramentas e procedimentos de investigação. É uma carreira que exige dedicação e tempo para aprimoramento profissional, de modo a construir sua credibilidade e imparcialidade.

Uma operação de canal de denúncias deve seguir elevados padrões de segurança das informações, tanto lógicas como físicas. Isso exige um processo de seleção rigoroso da equipe quanto ao seu perfil ético e moral, e procedimentos, tecnologias e controles que confiram o anonimato, sigilo e confidencialidade que este tipo de operação requer.

Além disso, a operação do canal exige uma plataforma sofisticada para a gestão adequada dos casos relatados, provendo um ambiente seguro e controlado de acesso às informações, contando com criptografia, segregação de funções e trilhas completas de auditoria das visualizações e edições sobre cada relato.

E as diferenças não param por aqui. Por isso, ao pensar num canal de denúncias efetivo para sua organização, não subestime os requerimentos necessários para desenvolver uma operação assertiva. Um call ou contact center não endereçará a sua necessidade.

Cassiano Machado — Sócio-diretor da ICTS Outsourcing, empresa de serviços relacionados à gestão de riscos e compliance.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/por-que-um-canal-de-denuncias-nao-e-um-call-center/121037/

Internet é fonte de informações antes das compras, aponta pesquisa

A facilidade das compras online também é um atrativo: 38% dos entrevistados acham que a conveniência da internet é mais importante que o preço

iStock

De acordo com o TG.Net, estudo online da Kantar IBOPE Media sobre o comportamento e os hábitos de consumo do internauta, 64% dos entrevistados que acessaram a Internet nos últimos 7 dias acreditam que “consultar as opiniões de outras pessoas na internet ajuda a tomar decisões sobre compras importantes”. Antes de comprar algo, por exemplo, 73% dos internautas afirmam que recorrem à internet para se informar e 71% concordam que a internet oferece informações sobre produtos ou marcas que não estão disponíveis em outro lugar. A facilidade das compras online também é um atrativo: 38% dos entrevistados acham que a conveniência da internet é mais importante que o preço.

O levantamento aponta, ainda, que a internet já é utilizada por 71% das pessoas nas principais regiões metropolitanas. Para os internautas, além das compras (65%), a internet é importante para o entretenimento (71%) e a comunicação (54%). Entre os usuários de internet nos últimos 7 dias, as mulheres são maioria ( 53%). Os jovens adultos, entre 25 e 34 anos, são os mais conectados.

A frequência do uso da internet impressiona. Entre os internautas que acessaram as mídias sociais no último mês, 43% checaram seus perfis cinco vezes por dia ou mais. Quase metade dos entrevistados afirmaram que se sentem perdidos sem seus smartphones e celulares (49%). O interesse também é grande para aplicativos: 49% dos internautas baixaram apps nos últimos 30 dias. Entre os mais usados estão os aplicativos de mensagens instantâneas, mídias sociais e internet banking.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/internet-e-fonte-de-informacoes-antes-das-compras-aponta-pesquisa/121048/

Como casais podem evitar brigas por dinheiro?

Para que, não somente este, mas todos os dias dos namorados sejam felizes, este é um tema que precisa estar bem resolvido entre os casais.

Desentendimentos por questões financeiras estão, sem dúvida, entre as principais causas das separações de casais. Mas o que fazer para evitá-los?

A maioria das brigas ocorre quando um não sabe qual a renda do outro, quando não existem sonhos e planos em comum ou ainda quando as regras financeiras não estão claras para a vida a dois.

Essas regras são muito úteis para que o casal possa equilibrar o que é gasto pessoal e o que é gasto da família. Há casais que optam por manter suas rendas separadas, mas neste modelo o desafio é fazer a divisão das obrigações – o famoso ‘quem paga o quê?’ – , principalmente quando há grande diferença entre as rendas.

O modelo que recomendo e utilizo é o de juntar as rendas e construir um orçamento familiar baseado nos sonhos individuais e coletivos da família. Neste modelo, usamos o princípio de sociedade, encarando o relacionamento como um contrato no qual os dois unem rendas e esforços para conquistar sonhos. Dessa forma, os planos serão alcançados em menor tempo do que se cada um poupasse individualmente.

As vantagens do modelo de sociedade são muitas. Vejamos, por exemplo, quanto ao relacionamento com o banco. Com a renda familiar é possível obter melhor rentabilidade em investimentos, menores taxas em financiamentos e menores taxas no pacote de tarifas.

Em ambos os modelos é preciso haver muito diálogo e constantes reavaliações, até que o casal encontre o melhor papel para cada um desempenhar. É comum em um casal, um ter mais facilidade com a organização do orçamento, agendamento de pagamentos e relacionamento com os bancos, e outro ter mais habilidade de negociação nas compras e na contratação de serviços. Identificados e definidos os papéis, o sucesso do modelo vai depender de muita confiança e respeito entre o casal.

Outro ponto que costuma gerar conflito no casal é a definição de um padrão de vida, que será modelado com base nos hábitos e comportamentos de consumo que cada um traz da vida de solteiro. O problema ocorre porque ambos terão que abrir mão de alguns hábitos para que novos possam surgir da vida a dois.

O fundamental é que estas negociações se dêem sempre em clima de muito respeito e companheirismo, cuidando para que cada um não perca sua personalidade e que não se sinta sufocado pelo outro, pois ninguém deve se anular para manter uma relação.

Por fim, recomendo a leitura de dois ótimos textos do Administrador Stephen Kanitz publicados em sua coluna na Revista Veja: O Contrato de Casamento (edição de 29/09/2004) e O Segredo do Casamento (edição de 14/12/2005).

Tenha um relacionamento sério com seu dinheiro para realizar sonhos.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/como-casais-podem-evitar-brigas-por-dinheiro/105137/