Como ser selecionado para ser quem seleciona?

Estar atento às mudanças do mundo como um todo é essencial

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O profissional de Recursos Humanos possui uma tarefa difícil: selecionar pessoas para cargos nos quais elas se adequem. Posso parecer didática demais ao começar o texto com essa explicação, mas peço que pensemos atentamente nesse conceito. É uma profissão que pede que aqueles que ingressem na área entendam: se trata de vidas, de seres humanos.

Se há uma forma de se destacar neste meio, acredito que seja gostar de pessoas. Pode ser clichê, mas é a realidade. Um profissional de RH irá passar muitas horas em salas de entrevistas e sendo parte fundamental de um momento delicado na vida de muitos candidatos. São várias histórias de vida, muitos caminhos e trajetórias que passam pelos profissionais da seleção. Se não houver empatia e carinho pela função, acredito que não haverá sucesso.

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Estar atento às mudanças do mundo como um todo também é essencial. Por exemplo, antes era unânime que, se um candidato trabalhou em várias empresas em um curto período de tempo, ele não seria bem visto. Isto hoje caiu em desuso, o que conta é a contribuição do profissional para empresa durante o seu período de trabalho, seja ele longo ou curto.

Em uma década no mercado, acredito que o principal que fazemos é entender se os objetivos de carreira e vida pessoal dos candidatos estão alinhados com os da empresa. Isso não é tarefa fácil. Do lado dos candidatos, por exemplo, muitos deles não fazem uma atividade de autoconhecimento e avaliam as oportunidades pautados apenas no quesito financeiro, o que considero errado. Do lado dos empresários e gestores, muitos não nos abastecem com informações claras sobre o que querem, precisam e buscam.

Somos uma ponte que precisa a todo custo se manter firme. Nos próximos anos, cada vez mais o RH estará inserido no empreender e de uma forma mais eclética. Profissionais da área que vieram de outros meios tendem a trazer uma visão interessante. Estamos abertos para novas pessoas, novas ideias e mantemos um velho aprendizado: respeito ao humano.

Juliana Caribé — Sócia da 2XS, boutique de Executive Search para recrutamento por meio de soluções personalizadas, combinadas com ferramentas de hunting para entender o perfil profissional que cada empresa busca de acordo com sua necessidade.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/como-ser-selecionado-para-ser-quem-seleciona/122527/

Gerenciamento da rede corporativa é essencial para evitar propagação de ameaças

O potencial de prejuízo causado pelo problema do mau gerenciamento das redes vem crescendo significativamente nos últimos tempos

A rede corporativa é o “coração” de uma empresa. Se estiver bem estruturada tecnicamente e organizada no armazenamento de dados, contribui diretamente para a boa produtividade. Caso contrário, se tiver falhas de configuração, certamente deixa a empresa vulnerável e pode ser a “porta de entrada” para a propagação de uma série de ameaças para a segurança de dados corporativos.

Recentemente, tivemos o caso do Bad Rabbit, que infectou computadores por meio de um instalador falso do Adobe Flash e “roubou” diversos dados em países do Leste Europeu. O ataque foi regionalizado, mas tem o perfil de poder se espalhar geograficamente em grande proporção.

Neste caso, a principal origem do ataque foi o usuário, que tinha de clicar no arquivo malicioso para permitir que a ameaça começasse a agir. No entanto, vale a pena lembrarmos que o acesso do usuário aos arquivos, em especial, arquivos sensíveis, mesmo quando ele não precisa ter acesso a essas informações, é um problema de redes mal gerenciadas. Falhas no permissionamento da rede é que, neste caso, podem ser consideradas as “responsáveis técnicas” pelas infeccções causadas pelo Bad Rabbit.

O potencial de prejuízo causado pelo problema do mau gerenciamento das redes vem crescendo significativamente nos últimos tempos, devido ao perfil de ataques recentes, em especial, ameaças avançadas, que tiram proveito dessas vulnerabilidades – que são ainda mais difíceis de detectar em ambientes complexos, em que a superfície de ataque é maior.

Vulnerabilidades de rede são comuns em todas as empresas, mas, infelizmente, muitas organizações ainda não dão o tratamento adequado a esse problema, investindo apenas em soluções de prevenção, que não funcionam quando o hacker já conseguiu invadir a rede usando alguma vulnerabilidade ainda não descoberta.

Diante deste cenário, as empresas precisam investir em programas de gerenciamento para monitorar os mais diferentes ativos de TI, em especial, o dado, que é o item mais visado e de maior valor. Avaliar a segurança de servidores, switches e o perfil de funcionamento de IPs são importantes para evitar ameaças como o Bad Rabbit, mas, são os dados o principal alvo dos criminosos e que, portanto, devem receber a máxima proteção.

No caso do Bad Rabbit, nas empresas que contam com estratégias sólidas de gerenciamento de rede e proteção dos dados, dificilmente a infecção seria capaz de atingir seu objetivo de roubar arquivos, pois, com um controle de permissionamento efetivo, mesmo que o usuário permitisse a entrada da ameaça, haveria menos chances de que o hacker tivesse acesso a informações sensíveis.

Além de regras de permissionamento, o monitoramento da rede daria maior visibilidade, compreensão e, principalmente, a capacidade de detectar a presença de elementos estranhos, dando à equipe de TI a possibilidade de agir antes que a ameaça cause maiores estragos. Softwares de monitoramento dariam a capacidade de identificar dados saindo da rede, por exemplo.

Isso mostra que, por mais que sua rede tenha vulnerabilidades que você ainda não tenha detectado, com boas regras de permissionamento e um gerenciamento da rede que possibilite monitorar seu comportamento, bem como as atividades envolvendo os dados, é possível enfrentar ameaças como o Bad Rabbit e qualquer outra cujo funcionamento envolva tirar proveito de falhas de segurança ou usuários desatentos.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/gerenciamento-da-rede-corporativa-e-essencial-para-evitar-propagacao-de-ameacas/122532/

Todo cuidado com a qualidade do autosserviço é pouco

Não deixe seus clientes esperando, nem seus funcionários sobrecarregados. A construção de autosserviços pode ser um processo bastante escalonado

Após enfrentar uma fila de dezenas de passageiros, alguns usuários ficam perplexos com o campo “aeroporto de embarque” na tela do totem de checkin. Fica difícil entender como o desenvolvedor imaginou que alguém faria o checkin no aeroporto de Aracaju, por exemplo, para embarcar em Salvador.

O clique a mais que cabe no mobile ou na web não faz sentido no totem de checkin em uma cidade com apenas um aeroporto. São alguns segundos a mais — difícil de acreditar que é isso mesmo que a aplicação está perguntando e preencher o campo — que aumentam a fila. É fato que o mantra do omnichannel é garantir uma experiência comum em todos os canais, mas não dá para pensar em conveniência sem considerar o contexto das situações de uso da aplicação.

O autosserviço como sustentação de serviços transacionais, com alto volume e custos mais baixos pela economia de escala, tem como exemplo mais antigo o tradicional supermercado. No setor financeiro, em que a tecnologia tem protagonismo no advento do autosserviço, as agências respondem hoje por menos de 8% do total de transações. Agora, os bancos digitais radicalizam o conceito de autoatendimento e todos os serviços prescindem de qualquer interação presencial ou assistida. Além de interagir diretamente com os sistemas transacionais, o correntista arca com os custos do terminal e da rede (seu próprio smartphone e a conexão de internet), em troca de conveniência e tarifas razoáveis.

Alguns modelos de negócio já nascem com o autoatendimento como canal exclusivo de entrega de serviços, como é o caso dos bancos digitais ou das apps de transporte. A maioria das organizações, contudo, busca oportunidades de racionalizar os serviços já existentes e desenvolvem modelos híbridos, de interações automáticas e assistidas. Quando bem implementados, os resultados na velocidade dos processos, satisfação dos clientes, produtividade e redução de custos normalmente ultrapassam as expectativas iniciais.

Back-office organizado

Por mais que os parceiros especializados já tragam um conjunto de boas práticas de serviços, as aplicações entregues aos clientes, seja por URA (Unidade de Resposta Audível), web, app, ou outros canais, precisam ser cuidadosamente desenhadas, testadas e monitoradas. Evidentemente, a plataforma e os workflows de desenvolvimento devem ser flexíveis, para que a supervisão tenha condições de fazer ajustes rápidos.

Simplicidade de navegação, acesso rápido às funcionalidades relevantes e outras melhorias na camada de apresentação são fundamentais para que as transações (como venda, despacho de serviço, etc.) se concluam sem intervenção humana. Todavia, o que se constata nos projetos é que um front end de qualidade não resolve tudo. Organizar os procedimentos de back-office, integrar as aplicações necessárias para o workflow do processo de atendimento e outras ações no back-end minimizam os gargalos tanto no autosserviço quanto no atendimento assistido.

A migração ou extensão de atividades de atendimento ao autosserviço muitas vezes revela ineficiências que oneram tanto a qualidade percebida pelo cliente quanto o resultado da operação. Na fase de “mapeamento dos processos”, não é raro constatar que boa parte do desgaste no atendimento assistido se deve à alternância entre vários aplicativos, entrada manual de dados e outros procedimentos repetitivos. É a hora em que se percebe o total de tempo que se perde com “Alt+tab”, “Crtl+C” e “Cntrl+V”. Nesses casos, a automação da comunicação entre os sistemas internos não apenas dá sustentação ao autosserviço, como também tem alto impacto na produtividade e motivação das pessoas.

O autosserviço é a opção natural para transações comuns, como pagar uma conta, chamar um táxi ou pedir uma pizza. As atuais plataformas de “URA humanizada”, assim como os canais mobile e web, também dão conta de interações mais complexas. Neste momento, surgem as aplicações de inteligência artificial (IA) para aprofundar a automação das interações. Essa área inclui implementações muito distintas, de algoritmos de busca mais sofisticados a autênticas máquinas de aprendizado.

O caixa e a sustentabilidade

Embora o conceito do supermercado seja de meados do século 19, a inovação se consolidou durante a depressão americana, quando a massa de consumidores trocou o atendimento das lojas em função dos preços obtidos com os ganhos de escala e enxugamento dos custos operacionais. A pressão econômica em tempos de margens apertadas, que exigem aumento de volume sem acrescentar custo, costuma, de fato, ser um grande indutor de ganhos de eficiência.

As mudanças trazidas com a automação, contudo, não são apenas quantitativas. O desenvolvimento contínuo de autosserviços traz padronização dos processos, conveniência aos clientes e maximização do retorno de investimento.

Seja qual for a natureza da operação, ou o porte da empresa, a construção de autosserviços é mais uma decisão de estratégia de negócio do que de tecnologia no front end. As plataformas de telefonia, assim como de web e mobilidade, já apresentam praticamente todos os recursos para as aplicações de autosserviço.

Não deixe seus clientes esperando, nem seus funcionários sobrecarregados. A construção de autosserviços pode ser um processo bastante escalonado, começando pelos processos em que o retorno seja mais visível. É claro que “automação” não significa deixar as coisas por si só. Pelo contrário, é a disciplina de medir, melhorar, testar e percorrer continuamente esse ciclo que faz com que o cliente tenha uma percepção cada vez melhor da empresa.

*Flavio Ditt é diretor executivo da Coddera.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/todo-cuidado-com-a-qualidade-do-autosservico-e-pouco/122148/

Sete dicas para vender mais no Natal

Cada estabelecimento tem um público alvo diferente, por isso, faça a adaptação das sugestões para a sua loja

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O ano de 2017 voou e já é dezembro de novo, ou seja, é quase Natal. Para o varejo, a boa notícia é se trata de um mês potencial dobrar ou triplicar as vendas e, com o setor a todo vapor, essa é a hora de aproveitar para vender mais, levando em consideração com algumas dicas bem simples. Serei bem curto e objetivo. E, depois de ler, corra e coloque tudo em prática para garantir um natal surpreendente para a sua loja e seus clientes.

1. Atenda, entenda e surpreenda seu cliente: uma experiência de compra única é o que os seus clientes procuram e merecem. Use a criatividade e as habilidades de cada colaborador para construir um time campeão, bem-humorado e que queira fazer a diferença na vida das pessoas. Organize os processos de atendimento e finalização das compras nos caixas. Seu cliente pode demorar uma hora para escolher os presentes, mas na hora de pagar ele quer agilidade e isso fará toda a diferença na experiência de compra.

2. Use técnicas para despertar o desejo de compra: quanto mais atrativa for sua área de vendas, mais desejo de usar aquele calçado novo seu consumidor terá. Deixe a loja limpa, arrumada, bem iluminada, faça cartazes criativos com pitadas de humor. Evidencie produtos, crie um ambiente e vitrines que mecham com a emoção das pessoas. Afinal, estamos em clima de Natal.

3. Será que o seu consumidor precisa só de um calçado novo? Pergunte para o seu cliente se ele já comprou o presente de Natal para as pessoas do seu círculo social. Além disso, ele mesmo pode precisar de outros itens que não está levando, como uma bolsa nova, uma carteira, um par de meias e por aí vai.

4. Arrume a bagunça o mais rápido possível: pesquisas mostram que os itens mais vendidos dentro de uma loja, como a de calçados, são os que estão dispersos nos provadores. Por isso, não perca tempo. Terminou a venda? Leve os calçados de volta para as prateleiras e garanta que outros consumidores possam vê-los e compra-los.

5. Use a emoção em suas campanhas de Natal: campanhas que emocionam tem tudo a ver com o Natal. É tempo de reunir a família, os amigos e muitas vezes reencontrar pessoas que não vimos há muito tempo, bem como comprar os presentes para todas essas pessoas. Por isso, defina quais canais de comunicação irá utilizar e não esqueça de sempre atualizar sua equipe sobre as campanhas que estão sendo desenvolvidas.

6. Se o cliente não pode ir até a loja, que tal a loja ir até ele? Uma pesquisa com alguns lojistas mostrou que a venda condicional pode aumentar o faturamento das vendas em até 30%. Se seu cliente não pode ir à loja comprar um calçado novo, é uma oportunidade para o seu negócio. Conheça bem o seu cliente e considere investir nesta dica.

7. Capriche nos pacotes de presente: sabia que você pode marcar o Natal dos seus clientes com pequenos detalhes? Um pacote de presente feito com cuidado e carinho faz toda a diferença. Capriche no embrulho e use laços delicados.

Cada estabelecimento tem um público alvo diferente, por isso, faça a adaptação das sugestões para a sua loja. O importante é gerar resultado. E, por último, mas não menos importante: converta seus consumidores! Se eles gostarem para valer da sua loja, vão lembrar sempre de você. Afinal, cliente surpreendido volta. Portanto, dê toda atenção de que ele precisa, lembre-se do aniversário dele, descubra do que ele gosta, ou seja, surpreenda-o. Feliz Natal e boas vendas! Complemente sua leitura: A ContaAzul apresenta as melhores técnicas de venda com foco no cliente (e como aplicar) Patrocinado 

Vanderlei Kichel — CEO SetaDigital, software house especializada no varejo calçadista. Mais informações: https://www.setadigital.com.br/

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/sete-dicas-para-vender-mais-no-natal/122642/

Plug&Play Companies: um modelo radicalmente novo de pensar negócios

Elas sugiram como consequência direta da evolução tecnológica, da velocidade das transformações e do tamanho do impacto exigido pelo cenário atual

De tempos em tempos nos damos conta de que mudanças importantes estão em processo de consolidação. Mudanças tão profundas e significativas que geram impactos imensos em toda dinâmica organizacional: do modelo de negócio ao perfil da liderança. Vivemos hoje um destes momentos, um verdadeiro turning point. O nascimento das Plug&Play Companies, uma evolução natural das chamadas Organizações Exponenciais.

Você já deve ter se dado conta de que, de hoje para o futuro, os grandes players do mercado não serão mais simples fabricantes de um determinado produto ou serviço, mas empresas que compreendem uma necessidade específica e, são capazes de criar ao redor desta necessidade, todo um “ecossistema” para a entrega de valor real. São companhias que transformam radicalmente sua lógica atual de negócio, colocando o valor a ser entregue, o propósito, a experiência e a interação com seus consumidores à frente de todos os principais dogmas corporativos, como a posição na cadeia de negócios ou o dilema da produtividade, por exemplo.

Elas sugiram como consequência direta da evolução tecnológica, da velocidade das transformações e do tamanho do impacto exigido pelo cenário atual. Mas o que isso significa? Significa que o conceito de “empresa” como o compreendemos hoje está deixando definitivamente de ser aquele que define uma organização entre quatro paredes, para se aproximar cada vez mais, dos complexos sistemas que se integram interna e externamente, em camadas e mais camadas (ou layers como costumo chamar) de produtos, serviços, canais de distribuição e tudo mais que se fizer necessário para que a entrega do valor final desejado por seus usuários (ou participantes do ecossistema) seja efetivamente possível. Ou seja, são modelos de organizações capazes de integrar toda a cadeia de valor em si mesmas (sempre que necessário), tornando-a assim, parte de suas próprias operações.

Talvez a melhor forma de entender uma Plug&Play Company seja associá-la a ideia de “plataforma”. Um dos primeiros ensaios para a viabilidade desse modelo de organização foi feito por Steve Jobs na Apple ao integrar computadores, celulares e tablets a pontos de contato próprios de distribuição, on e off-line. Desde então, já vimos muitos outros exemplos se formando, como o Uber e o Airbnb, por exemplo. Exemplos que levaram essa mesma lógica a um outro patamar. E eles não param por aí. Empresas como Redbull já estão muito longe dos modelos tradicionais de organização. A organização RedBull pode ser muito melhor compreendida se a entendermos como uma “plataforma de estilo de vida” integrada a uma infinidade de entusiasmados seguidores, todos participantes de um ecossistema específico, uma verdadeira sociedade em si e com um corpo social fluido e dinâmico. E os negócios onde acontecem? No próprio ecossistema.

Enfim, concebendo-se como plataformas de negócio extremante dinâmicas as Plug&Play Companies prometem mudar radicalmente a forma de pensar o ambiente corporativo do futuro. Serão organismos vivos, muito mais capazes de adaptar suas estruturas, seus processos, suas equipes e seus modelos de negócios às transformações em curso, tratando, portanto, a questão da evolução, não mais como uma disrupção ou quebra de seu próprio modelo (como vemos hoje o tema da inovação sendo tratado dentro das organizações), mas sim como algo totalmente incorporado ao seu jeito de ser. Algo natural. Parte da cultura destas organizações.

Gian Franco Rocchiccioli — Cofundador e diretor estratégico da startup de biotecnologia TISMOO, primeiro laboratório do mundo exclusivamente dedicado à medicina personalizada com foco no Transtorno do Espectro do Autismo e outros transtornos neurológicos de origem genética, e diretor da PANDE, uma das principais agência de Design Estratégico e Branding do Brasil.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/plugplay-companies-um-modelo-radicalmente-novo-de-pensar-negocios/121645/

Gerenciamento da rede corporativa é essencial para evitar propagação de ameaças

O potencial de prejuízo causado pelo problema do mau gerenciamento das redes vem crescendo significativamente nos últimos tempos

A rede corporativa é o “coração” de uma empresa. Se estiver bem estruturada tecnicamente e organizada no armazenamento de dados, contribui diretamente para a boa produtividade. Caso contrário, se tiver falhas de configuração, certamente deixa a empresa vulnerável e pode ser a “porta de entrada” para a propagação de uma série de ameaças para a segurança de dados corporativos.

Recentemente, tivemos o caso do Bad Rabbit, que infectou computadores por meio de um instalador falso do Adobe Flash e “roubou” diversos dados em países do Leste Europeu. O ataque foi regionalizado, mas tem o perfil de poder se espalhar geograficamente em grande proporção.

Neste caso, a principal origem do ataque foi o usuário, que tinha de clicar no arquivo malicioso para permitir que a ameaça começasse a agir. No entanto, vale a pena lembrarmos que o acesso do usuário aos arquivos, em especial, arquivos sensíveis, mesmo quando ele não precisa ter acesso a essas informações, é um problema de redes mal gerenciadas. Falhas no permissionamento da rede é que, neste caso, podem ser consideradas as “responsáveis técnicas” pelas infeccções causadas pelo Bad Rabbit.

O potencial de prejuízo causado pelo problema do mau gerenciamento das redes vem crescendo significativamente nos últimos tempos, devido ao perfil de ataques recentes, em especial, ameaças avançadas, que tiram proveito dessas vulnerabilidades – que são ainda mais difíceis de detectar em ambientes complexos, em que a superfície de ataque é maior.

Vulnerabilidades de rede são comuns em todas as empresas, mas, infelizmente, muitas organizações ainda não dão o tratamento adequado a esse problema, investindo apenas em soluções de prevenção, que não funcionam quando o hacker já conseguiu invadir a rede usando alguma vulnerabilidade ainda não descoberta.

Diante deste cenário, as empresas precisam investir em programas de gerenciamento para monitorar os mais diferentes ativos de TI, em especial, o dado, que é o item mais visado e de maior valor. Avaliar a segurança de servidores, switches e o perfil de funcionamento de IPs são importantes para evitar ameaças como o Bad Rabbit, mas, são os dados o principal alvo dos criminosos e que, portanto, devem receber a máxima proteção.

No caso do Bad Rabbit, nas empresas que contam com estratégias sólidas de gerenciamento de rede e proteção dos dados, dificilmente a infecção seria capaz de atingir seu objetivo de roubar arquivos, pois, com um controle de permissionamento efetivo, mesmo que o usuário permitisse a entrada da ameaça, haveria menos chances de que o hacker tivesse acesso a informações sensíveis.

Além de regras de permissionamento, o monitoramento da rede daria maior visibilidade, compreensão e, principalmente, a capacidade de detectar a presença de elementos estranhos, dando à equipe de TI a possibilidade de agir antes que a ameaça cause maiores estragos. Softwares de monitoramento dariam a capacidade de identificar dados saindo da rede, por exemplo.

Isso mostra que, por mais que sua rede tenha vulnerabilidades que você ainda não tenha detectado, com boas regras de permissionamento e um gerenciamento da rede que possibilite monitorar seu comportamento, bem como as atividades envolvendo os dados, é possível enfrentar ameaças como o Bad Rabbit e qualquer outra cujo funcionamento envolva tirar proveito de falhas de segurança ou usuários desatentos.

Carlos Rodrigues — Vice-presidente da Varonis para a América Latina

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/gerenciamento-da-rede-corporativa-e-essencial-para-evitar-propagacao-de-ameacas/122532/

Como ser selecionado para ser quem seleciona?

Estar atento às mudanças do mundo como um todo é essencial

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O profissional de Recursos Humanos possui uma tarefa difícil: selecionar pessoas para cargos nos quais elas se adequem. Posso parecer didática demais ao começar o texto com essa explicação, mas peço que pensemos atentamente nesse conceito. É uma profissão que pede que aqueles que ingressem na área entendam: se trata de vidas, de seres humanos.

Se há uma forma de se destacar neste meio, acredito que seja gostar de pessoas. Pode ser clichê, mas é a realidade. Um profissional de RH irá passar muitas horas em salas de entrevistas e sendo parte fundamental de um momento delicado na vida de muitos candidatos. São várias histórias de vida, muitos caminhos e trajetórias que passam pelos profissionais da seleção. Se não houver empatia e carinho pela função, acredito que não haverá sucesso.

Estar atento às mudanças do mundo como um todo também é essencial. Por exemplo, antes era unânime que, se um candidato trabalhou em várias empresas em um curto período de tempo, ele não seria bem visto. Isto hoje caiu em desuso, o que conta é a contribuição do profissional para empresa durante o seu período de trabalho, seja ele longo ou curto.

Em uma década no mercado, acredito que o principal que fazemos é entender se os objetivos de carreira e vida pessoal dos candidatos estão alinhados com os da empresa. Isso não é tarefa fácil. Do lado dos candidatos, por exemplo, muitos deles não fazem uma atividade de autoconhecimento e avaliam as oportunidades pautados apenas no quesito financeiro, o que considero errado. Do lado dos empresários e gestores, muitos não nos abastecem com informações claras sobre o que querem, precisam e buscam.

Somos uma ponte que precisa a todo custo se manter firme. Nos próximos anos, cada vez mais o RH estará inserido no empreender e de uma forma mais eclética. Profissionais da área que vieram de outros meios tendem a trazer uma visão interessante. Estamos abertos para novas pessoas, novas ideias e mantemos um velho aprendizado: respeito ao humano.

Juliana Caribé — Sócia da 2XS, boutique de Executive Search para recrutamento por meio de soluções personalizadas, combinadas com ferramentas de hunting para entender o perfil profissional que cada empresa busca de acordo com sua necessidade.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/como-ser-selecionado-para-ser-quem-seleciona/122527/

Soluções em segurança de alimentos preservam marcas e fortalecem cadeia de fornecimento

A empresa que desenvolve suas atividades em consonância com esses padrões e adquire as certificações atesta ao mercado o compromisso constante com a segurança de alimentos

Vital para a sociedade, a cadeia de fornecimento de alimentos deve estar baseada em processos que garantam a qualidade e segurança da comida que sai do campo para chegar à mesa do consumidor. Zelar por essas propriedades é responsabilidade das empresas envolvidas na fabricação e distribuição de produtos e serviços deste segmento, englobando setores como carne, leiteria, mel e colmeia, marisco, frutas e legumes, alimentos convenientes, hospitalidade e varejo.

Considerada a dimensão e a importância desses serviços, as empresas precisam resguardar suas marcas e sua reputação, uma vez que falhas em produtos ou processos ligados à segurança de alimentos podem causar danos que transcendem os impactos financeiros, e em alguns casos podem arranhar – até arruinar – sua imagem permanentemente, especialmente quando colocam em risco a saúde pública.

Ao longo dos anos, diversas legislações e ferramentas de segurança foram desenvolvidas e aperfeiçoadas para garantir que os alimentos sejam apropriados para chegar à mesa da população. Assim, toda a cadeia, da obtenção das matérias-primas até a fabricação e distribuição do produto acabado, é assegurada por rigorosos requisitos de licenciamento, regulamento e normas.

As Boas Práticas de Fabricação são os primeiros procedimentos a serem implementados e abrangem um conjunto de medidas que devem ser adotadas pelas indústrias de alimentos e pelos serviços de alimentação, a fim de garantir a qualidade sanitária e a conformidade dos alimentos com os regulamentos técnicos. A legislação sanitária federal regulamenta essas medidas em caráter geral, aplicável a todo o tipo de indústria de alimentos e serviço de alimentação, e também específico, voltadas às indústrias que processam determinadas categorias de alimentos. Esses programas de pré-requisitos contemplam procedimentos sobre layout e instalações, equipamentos, potabilidade de água, controle de pragas, rastreabilidade, manutenção, utilidades, higienização, entre outros.

Com ampla aceitação internacional, o FSSC 22000 (Food Safety System Certification) é o mais abrangente esquema de segurança de alimentos do mundo, fornecido por uma instituição independente e sem fins lucrativos. Transparente e holístico, esse esquema incorpora uma série de padrões, entre eles ISO 22000, PRP específicos do setor e HACCP, constituindo um programa completo de certificação, agregado em um único pacote e acessível a organizações de tamanhos variados. E, principalmente, aceito pela Global Food Safety Initiative (GFSI), entidade criada para promover a segurança de alimentos em nível global.

A auditoria e certificação de segurança de alimentos consistem em uma ampla gama de soluções industriais adequadas às necessidades comerciais das empresas, incluindo testes e análises, serviços de inspeção e garantia, assegurando a procedência da cadeia de suprimentos. Além de garantir a segurança no sistema de produção, os serviços de auditoria e certificação também se debruçam sobre os fornecedores, contribuindo na gestão da cadeia de varejo e restaurantes, incluindo fornecedores e lojas.

As análises de risco levam em conta toda a lógica de armazenamento, produção e transporte dos alimentos. Há, ainda, uma avaliação regulatória de produtos que entram em contato com os alimentos, prevenindo potenciais contaminações.

Voltados aos profissionais do setor, treinamentos como o HACCP / APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle) e o BPF (Boas Práticas de Fabricação) visam a formação de auditores internos capacitados a avaliar e desenvolver sistemas de gestão da segurança de alimentos eficazes, sendo outra ferramenta de grande valor para o segmento.

Existe um vasto leque de serviços que visam melhorar a cadeia de fornecimento de alimentos, garantindo produtos alimentares – novos ou já existentes – seguros e de qualidade no mercado mais rápido, da maneira mais eficiente e com um risco mínimo, como: auditoria, certificação, testes, inspeção, consultoria científica e regulamentar, soluções técnicas e treinamento. A Intertek é um órgão mundial de certificação de segurança de alimentos, com credenciamento para programas mundialmente reconhecidos, incluindo a FSSC 22000, Normas Padrão Internacional (IFS Food), o British Retail Consortium Food Standard (BRC) e Safe Quality Food (SQF), e oferece treinamentos em todos esses programas e normas internacionais, com turmas in company (treinamentos realizados na própria empresa contratante) e também em seus escritórios.

A empresa que desenvolve suas atividades em consonância com esses padrões e adquire as certificações atesta ao mercado o compromisso constante com a segurança de alimentos, prova sua responsabilidade social e, por consequência, aumenta a confiança do consumidor em sua marca, que fica protegida contra prejuízos de ordem financeira ou crises de reputação por conta de problemas com a gestão de alimentos.

Nádia Azevedo — Gerente Operacional da Intertek, líder global no segmento de testes, inspeções e certificações, atuante em mais de 100 países (nadia.azevedo@intertek.com)

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/solucoes-em-seguranca-de-alimentos-preservam-marcas-e-fortalecem-cadeia-de-fornecimento/122539/

5 motivos para utilizar o mobile marketing e gerar vendas imediatas

Especialista elenca os principais motivos para investir no mobile marketing e aumentar as vendas.

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Na era da conexão em que vivemos, o mobile está cada vez mais presente. De acordo com a Anatel, o número de celulares no Brasil ultrapassa o de habitantes: em julho de 2017, o país contava com 242 milhões de aparelhos ativos enquanto o número de habitantes era de 207,7 milhões.

Nesse contexto, e com seu grande alcance e poder de reter atenção, o mobile se apresenta como uma mídia essencial. É por isso que, com seu grande alcance e poder de reter atenção, o SMS Marketing é um dos canais mais efetivos para que você possa potencializar suas vendas e movimentar o seu negócio. “É uma mídia rápida, efetiva e de resultado”, afirma a especialista em mídias digitais Bruna Mattos, diretora de Marketing da Torpedo Mais.

A especialista elenca os principais motivos para investir no mobile marketing e aumentar as vendas. Confira:

1. Inúmeras aplicações

O mobile marketing apresenta diversas possibilidades de campanhas. De acordo com Bruna Mattos, é possível aplicá-lo em campanhas institucionais, comerciais e de relacionamento com o cliente. Na Torpedo Mais, o mobile marketing pode ser aplicado em ações como promoções, lançamentos e cupons de descontos; envio de flyers, folders, tabloides e catálogos; envio de avisos, informativos e lembretes; campanhas de cunho social (eleitoral, vacinação, etc); pesquisas em geral (imagem, satisfação, etc); confirmação de eventos e consultas médicas, além de ações de pós-venda, fidelização de clientes e cobranças.

2. Resultados imediatos

Outro ponto positivo desse tipo de marketing é a rapidez. “Considerando que a maioria das mensagens de texto são lidas rapidamente, e de que o celular se tornou a primeira tela do brasileiro (ultrapassando até mesmo a TV), são altas as chances de você começar a ver resultados logo após o disparo da campanha”, explica Bruna.

3. Custo/benefício excelente

Para a especialista, o mobile marketing difere das mídias tradicionais ao apresentar uma relação de custo/benefício excelente. “Diferente das mídias tradicionais, com o mobile marketing você consegue impactar e conquistar novos clientes por um custo baixíssimo, enviando uma campanha diretamente na tela do celular do seu potencial consumidor. “

4. Fácil desenvolvimento

As campanhas no mobile marketing são fáceis de serem desenvolvidas: além da mensagem ser curta e simples, ações como upload de vídeos, imagens e links também são de fácil execução. “Você consegue criar e disparar suas campanhas em menos de 5 minutos, através de um computador, celular ou tablet com internet”, explica Bruna.

5. Retorno mensurável

No mobile marketing, através de relatórios completos você consegue mensurar os resultados de sua campanha, com informações de mensagens visualizadas, recebidas, não entregues, etc. Esse é um dos serviços que a Torpedo Mais entrega. “Faz parte da nossa rotina atender empresas e clientes que estão precisando aumentar suas vendas e melhorar a efetividade de suas campanhas publicitárias. Estamos focados em gerar oportunidades de negócio através de uma ferramenta completa e intuitiva, com suporte total em todas as etapas de criação das campanhas e acompanhamento em tempo real dos resultados obtidos e desejados”, afirma a diretora de marketing da empresa.

Os benefícios de utilizar o mobile marketing são vários, mas a especialista Bruna Mattos alerta para um fato importante: os empreendedores devem prestar atenção à homologação da empresa. “Um dos principais pontos a serem analisados antes de realizar uma campanha de mobile marketing é saber se a empresa é homologada com as operadoras. Quando homologada, os resultados das campanhas são mais efetivos, não correndo o risco das mensagens serem barradas pelas operadoras”, explica Bruna.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/5-motivos-para-utilizar-o-mobile-marketing-e-gerar-vendas-imediatas/121596/

Como utilizar os chatbots nas estratégias de negócios

O Facebook Messenger, por exemplo, já possui mais de 11 mil deles.

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Os chatbots chegaram recentemente ao mercado e já estão presentes no dia a dia de muitas empresas e de seus clientes. Não é mais uma questão de escolha se a organização vai ou não incluir os bots em suas estratégias de negócio, e sim de quando isso irá acontecer. Pesquisas indicam que 75% das companhias planejam criar um chatbot para o seu negócio ainda em 2017. Isso porque inovação, velocidade e simplicidade no atendimento são trunfos importantes para quem quer surpreender clientes e prospects – e cativá-los.

Com recursos de inteligência artificial (IA), esses robôs estão ganhando espaço estratégico em canais de comunicação instantânea como Facebook, Microsoft, Telegram, WhatsApp, WeChat e Kik Messenger. Baseados no aprendizado de máquina, eles são capazes de aprender constantemente e se aprimorar. Muitas empresas acreditam que os chatbots, quando utilizados de maneira inovadora, vão revolucionar a forma de interação entre pessoas e marcas. É a multicanalidade estendendo seus tentáculos para campos altamente competitivos. Afinal, por meio deles, abre-se um potente canal de vendas.

O chatbot é um assistente virtual que interage e proporciona respostas automáticas a partir de fluxos predefinidos, com atualizações periódicas. É um software que funciona dentro de aplicações de mensagens. Em um passado recente, os bots ainda estavam em aquecimento, mas ganharam um forte aditivo por meio de companhias de peso que resolveram abrir suas plataformas para empresas e desenvolvedores. Entre elas, Facebook, Google, Microsoft e Apple. Assim, passamos a ver no mercado uma série de robôs de atendimento ao cliente.

O Facebook Messenger, por exemplo, já possui mais de 11 mil deles. É importante que as companhias estejam atentas a isso. Afinal, Facebook e Messenger alcançam nada menos do que um bilhão de pessoas. Dessa forma, um chatbot nesses canais é uma poderosa alavanca de mercado.

Um exemplo interessante de uso do chatbot é o do Rock in Rio 2017. O bot “Roque” foi implantado no Facebook Messenger para ajudar os usuários em tempo real, por meio de uma linguagem mais natural e familiar, sobre todos os detalhes e novidades da Cidade do Rock. Nessa efervescência, o iFood, plataforma on-line para entrega de comidas, também lançou recentemente um chatbot para agilizar pedidos – o iFood Guru Beta. O assistente virtual funciona por meio do Facebook Messenger e inicialmente atende somente a pedidos de pizza e bebidas, mas em breve irá expandir para outras categorias.

A Alelo, atuante no segmento de alimentação, cultura, transporte e saúde, também inovou com atendimento via chatbot em sua página no Facebook, assim como o ShopFacil.com, que modernizou seu serviço com mais um canal por meio desse robô. Nesse último caso, o interessante é que a tecnologia usa o serviço de voz do Facebook Messenger e traduz a mensagem de voz em texto, simultaneamente, para que o chatbot entenda o pedido. O consumidor só tem de falar, por exemplo, “quero um fogão” e as opções aparecem listadas. Incrível o que é possível fazer.

Impossível é não ser tentado a comprar, ou seja, mais uma vez, os chatbots colaboram com os negócios. Uma pesquisa diz que o mercado de chatbot vai gerar mais de US$ 47 bilhões para empresas desenvolvedoras da tecnologia até 2020. Além disso, outro estudo aponta que organizações que usam esses bots aumentaram suas receitas entre 5% e 16% em relação a companhias não usuárias desde 2014.

Isso tem muito a ver com os chamados “micromomentos”, uma febre que se alastra e certamente já contaminou você, como usuário, e precisa chegar aos seus negócios. Esse fenômeno refere-se aos comportamentos do consumidor da nova era, que são influenciados diretamente pela experiência com os chatbots. Implantar e aprimorar essa estratégia em sua organização pode trazer muitos benefícios e impactar sua receita, seja qual for sua indústria de atuação.

Um estudo mostra que os chatbots poderão alcançar economia de US$ 3,6 bilhões até 2022 na área da saúde, por exemplo, uma das maiores usuárias atuais dessas ferramentas, sendo que US$ 2,8 milhões serão poupados ainda neste ano. Estar na crista da onda, portanto, é vital para os negócios. Entenda melhor: A importância de um software de inteligência para e-commerce com a Tray Patrocinado 

Fabiana Batistela — Diretora de Estratégia e Inovação da Resource

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/como-utilizar-os-chatbots-nas-estrategias-de-negocios/122512/