3 boas práticas no e-commerce que as indústrias podem aproveitar

A estimativa é que o ano de 2017 tenha uma alta de 12% em relação a 2016, faturando R$ 59,9 bilhões, totalizando pedidos de mais de 38 milhões de compradores únicos

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Seja pela praticidade ou por encontrar condições melhores, os usuários têm incorporado em sua rotina as compras pela internet. Tal atitude já é notada e comprovada por meio de números robustos levantados pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm): a estimativa é que o ano de 2017 tenha uma alta de 12% em relação a 2016, faturando R$ 59,9 bilhões, totalizando pedidos de mais de 38 milhões de compradores únicos.

Tal patamar, mesmo para um período de recuperação da crise econômica, demonstra que um bom planejamento e a definição de estratégias específicas podem auxiliar na manutenção do negócio. É nessa hora de números positivos que o e-commerce pode servir como exemplo para as indústrias. Confira três 3 práticas que o comércio virtual tem a ensinar!

Metrificação e uso dos dados

Na internet, tudo pode ser analisado e medido. Isso permite que os gestores desenvolvam táticas de negócio para atingir um público específico ou utilizem a inteligência fornecida pelos dados obtidos para definir novos modelos comerciais e até realizar planejamentos em longo prazo. Assim, é possível analisar e reagir de maneira muito mais certeira.

Agilidade na tomada de decisão

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Tendências são capazes de aquecer todos os setores. Mas da mesma forma que elas chegam rápido, podem desaparecer na mesma velocidade. Contar com uma cultura e processos que possibilitem que as decisões estratégicas sejam tomadas de maneira mais ágil, bem como a implementação das mesmas, podem permitir um bom crescimento tanto para os e-commerces quanto para as indústrias.

Atualização constante

No mundo do comércio eletrônico tudo evolui em uma velocidade acelerada, sendo que as mídias são as mais notáveis. Hoje, é comum encontrar soluções que permitam a comunicação entre plataformas diferentes de maneira personalizada e individual. Isso ocorre da mesma forma que nos departamentos de TI, com a infraestrutura e aplicações, e na logística, com novidades frequentes, como os lockers para retirada de produtos adquiridos em e-commerces.

Todas as essas informações convergem para um único desfecho: ao analisar, reduzir a burocracia e estar atualizado perante às mudanças, as indústrias podem se permitir uma entrada para o varejo virtual de maneira mais assertiva e saudável. Além disso, a agilidade presente no comércio eletrônico gera a necessidade de que a indústria também se mobilize e acompanhe as novidades dos segmentos e suas características, players e tendências.

Para isso, é fundamental que os gestores estejam preparados e seguros sobre qual o melhor caminho a ser seguido. Independentemente da adesão ou não ao setor, é fundamental que ocorra o planejamento com a visão das tendências, que no ambiente on-line costumam ser muito mais fugazes do que no varejo físico e na indústria. Quem não quiser perder mercado precisa estar um passo à frente. Acredite!

Luís Fernando Miller — Presidente da Tatix, especialista no gerenciamento e operação de lojas virtuais. http://www.tatix.com.br/

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/3-boas-praticas-no-e-commerce-que-as-industrias-podem-aproveitar/122830/

5 dicas de mobile marketing para sua empresa lucrar mais

Confira algumas dicas que podem ser usadas como ferramentas em campanhas de marketing organizacional para impulsionar as vendas ou aproximar clientes

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Na prática, Mobile Marketing é o nome dado ao conjunto de ferramentas e estratégias de marketing aplicadas à comunicação móvel. Dados do IBGE mostram que 80% dos brasileiros preferem navegar pela internet usando o celular. O uso de técnicas de divulgação nos aparelhos móveis cresce seguindo esta preferência da população e pode ser um aliado para aumentar a lucratividade da sua empresa.

Vinícius Oliveira, gerente de projetos e especialista em Mobile Marketing da Woli, empresa especializada em soluções comunicacionais tecnológicas, apresenta algumas dicas que podem ser usadas como ferramentas em campanhas de marketing organizacional para impulsionar as vendas ou aproximar clientes.

Seja online: Primeira questão para que uma campanha de marketing em dispositivos móveis funcione é que a sua empresa esteja online. Prepare um site compatível com os aparelhos móveis, mantenha um canal de contato online aberto e funcionando; Leia também: Confira com a WorldSense 4 boas práticas para aperfeiçoar sua estratégia de mobile marketing Patrocinado 

Mostre seus produtos: promova ou publique produtos ou serviços. Essas informações podem chegar aos consumidores por SMS, aplicativos de mensagens instantâneas como whatsapp e as redes sociais.

Recompense: na necessidade de aumentar o banco de dados da sua empresa, recompense. Desenvolva ações de recompensa para visitantes que ofereçam número de telefone e e-mail, por exemplo;

Ouça: Promova uma pesquisa de satisfação. Enviar a mensagem até os smartphones auxilia no processo de pesquisa pois os consumidores se sentem abordados de forma mais pessoal e a resposta chega rapidamente. Como tudo ocorre online, a mensuração do resultado também é rápida, o que auxilia na identificação de possível melhorias;

Ofereça exclusividade: um dos grandes benefícios do mobile marketing é conseguir uma proximidade maior do cliente. Use isso a favor da sua empresa. Ofereça benefícios exclusivos pela ferramenta, crie gatilhos de compra ou reserva de produtos com um clique, o mobile pede esse dinamismo.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/marketing/5-dicas-de-mobile-marketing-para-sua-empresa-lucrar-mais/122792/

4 tendências que vão bombar na área de vendas em 2020

Assim como diversos segmentos, a área de vendas também acompanha a tendência de automatizar processos burocráticos e investir em tecnologia
Você já ouviu falar do termo phygital? A combinação das palavras physical e digital, ambas em inglês, é muito utilizada para descrever o consumidor moderno, que flutua entre os ambientes real e online na hora de comprar. Levou um tempo até que as empresas percebessem que a jornada do cliente não necessariamente começa e termina no mesmo lugar e esse entendimento levou ao conceito de ‘omnicanalidade’, comunicação que atua de forma linear em todos os canais.Além dessa nova jornada de compra, o consumidor se tornou muito mais crítico, ao passo que a concorrência entre as marcas também aumentou. Com isso, a necessidade de se adaptar aos interesses do público se mostra cada vez mais evidente, como aponta a pesquisa inédita “Varejo em Transformação”, feita pela consultoria empresarial Deloitte. Segundo o estudo, esse cenário complexo fez com que 66% dos varejistas brasileiros se vissem obrigados a adaptar seus planos de vendas neste ano, buscando oferecer a melhor experiência para o cliente.Pode-se dizer que entender o comportamento do consumidor é, atualmente, o maior desafio de quem trabalha nesse segmento. Nesse cenário, o papel do profissional da área comercial é muito mais de inteligência do que, propriamente, de convencer o cliente a comprar determinado produto. Quando o foco era apenas o resultado, muitos clientes ficavam em segundo plano. Hoje, para criar relacionamentos a longo prazo, é preciso entender seus desejos, receios e expectativas em relação ao que está comprando.Assim como diversos segmentos, a área de vendas também acompanha a tendência de automatizar processos burocráticos e investir em tecnologia. É nesse momento que as empresas começarão a ver diferença entre o profissional que simplesmente vende e aquele que o faz com inteligência.Os profissionais de vendas já perceberam isso e vêm buscando se adaptar. As empresas, por sua vez, olham para 2020 com grandes expectativas, até com possibilidade de novas contratações. Isso não significa que o mercado estará fácil para todos, mas há algumas tendências que devem chamar a atenção dos recrutadores.1. Entenda e tenha visão de negóciosA principal delas será a de profissionais com visão de negócios – um profissional com senso de liderança, que entenda a proposta da empresa e os anseios do cliente. No caso de cargos mais altos, como gerentes e diretores, a responsabilidade é a de formar uma equipe estratégica, buscando agir como líder e motivando os times.2. Adapte-se ao novoOutro ponto importante é a capacidade de se adaptar às novidades. É fato que tecnologias surgiram e ainda há muitas outras por vir. Por isso, profissionais que saibam ser flexíveis, que acompanhem e entendam as mudanças serão fundamentais para o mercado nesta nova década.3. Solucione dores/problemasOutra característica inerente a quem trabalhará com vendas é a vontade de resolver problemas. Independentemente do produto ou serviço que está sendo ofertado, as pessoas vão às compras com algum objetivo em mente – uma nova televisão para alegrar o ambiente, um celular porque o outro está apresentando falhas, um presente para fazer alguém feliz, por exemplo. Entender as dores do cliente e as informações contidas nas estrelinhas e buscar atendê-las é o que fará a diferença.4. Humanize seu atendimentoO vendedor prestativo, que conseguir criar um bom relacionamento com o cliente, se posicionando como um parceiro honesto e não alguém interessado única e exclusivamente no fechamento da venda, é o que mais vai obter sucesso em 2020. Em tempos de substituição de trabalho humano por máquina, o atendimento precisa ser cada vez mais humanizado, deixando em evidência o conceito de P2P – people to people.Por fim, termino dizendo que 2020 inaugurará uma década em que o consumidor estará cada vez mais empoderado e bem informado, a transparência nas relações e no consumo será o que mais irá se destacar, por isso, um último conselho é: em 2020, invista no desenvolvimento dessas habilidades e tenha uma postura continuamente curiosa.Boas festas e um ótimo ano!
fonte: https://administradores.com.br/noticias/4-tend%C3%AAncias-que-v%C3%A3o-bombar-na-%C3%A1rea-de-vendas-em-2020

Planejamento: a diferença entre contratar bem e ter que contratar de novo

A previsão permite reduzir custos com desperdícios e com a aquisição inesperada de recursos humanos
A contagem regressiva para 2020 começou. Neste contexto, a elaboração de forecasts (ou previsões), primordial a todo gestor, torna-se indispensável. A previsão permite reduzir custos com desperdícios e com a aquisição inesperada de recursos humanos. Nos processos de recrutamento, o forecast é igualmente importante. Isso porque se você deseja recrutar estrategicamente, precisa saber com antecedência quais talentos precisará contratar no futuro.
O planejamento permite que os departamentos de Recursos Humanos mudem suas dinâmicas de seleção, para que, em vez de etapas “selecionadoras de pessoas”, eles se tornem atividades estratégicas para geração de valor agregado.Assim como em qualquer forecast, a previsão de contratações não é uma ciência exata. Essencialmente, é um processo baseado nos dados do período anterior (número de contratações, percentual de turnover) que permite antecipar o que será pedido no futuro, considerando a estratégia do negócio. Para ter uma previsão precisa mais detalhada, alguns pontos devem ser levados em consideração. Vamos a eles:Estratégia do negócioPrimeiramente, é preciso conhecer os objetivos do negócio. Imagine que, nos próximos 12 meses, a empresa pretende triplicar as vendas. Então, é preciso atender à demanda da estrutura organizacional e garantir que existam, por exemplo, um diretor de vendas, um gerentes de vendas, vendedores externos, inside sales e equipe de pré-vendas.Turnover de colaboradoresAo planejar o crescimento dos próximos 12 meses, é preciso observar os desligamentos típicos (funcionários que saem voluntariamente ou que saem devido ao desempenho) e construir um plano de contratação para isso.Contratações internasIncorporar as promoções no plano de contratações também é necessário. A previsão precisa ser feita analisando posição por posição. Por exemplo, assumindo apenas a função de vendedores externos, imaginemos que a empresa deseja aumentar sua quantidade de colaboradores de 10 para 30. Se o turnover é de 30%, nesse período, significa que a equipe perderá 3 pessoas. Portanto, é preciso ter um plano para contratar 23 pessoas para atingir a meta de 30. Então, é preciso verificar a capacidade de promover internamente, a cada ano, dois profissionais. Isso significa que é necessário contratar externamente 25 novos vendedores.O comprometimento com o forecast de contratações como parte de sua estratégia de recrutamento traz vários benefícios, entre eles:Permite pensamento estratégico e planejamento de contratações de pessoas necessárias no curto e no longo prazo, aproveitando ao máximo as oportunidades oferecidas por cada contratação feita;Proporciona que a contratação aconteça no melhor tempo, ou seja, quando o quadro de colaboradores está completo e há tempo para pensar. Assim, é eliminada a pressão do tempo e o aumenta-se as chances de encontrar os melhores talentos;Garante economia de recursos. Todos sabemos que, como compradores, quanto mais precisamos de algo, mais urgente é a nossa necessidade e mais propensos e dispostos estamos a pagar a mais por ele. O mesmo se aplica ao contratar.Para várias funções, podemos desenvolver nosso próprio pessoal para que atuem no futuro, reduzindo assim a necessidade de ir ao mercado externo para postos que podem ser preenchidos internamente por meio do treinamento e do desenvolvimento do talento existente. O preenchimento de funções internamente aumenta a motivação e a retenção da equipe, economiza tempo e dinheiro e mantém a continuidade.Para ilustrar a relevância do forecast de recrutamento, vamos usar um exemplo de um cliente do trampos.co, no caso uma empresa que fornece serviços para agências de publicidade. Este cliente precisava de um número certo de analistas de pré-vendas com conhecimento no mercado publicitário. O período de “rampagem” de um analista de pré-vendas que nunca havia atuado nesse meio era de seis meses e, até lá, o departamento de RH lutava para encontrar profissionais com experiência o perfil certos.Porém, a área de Atendimento ao Cliente identificou que havia um número certo de profissionais que saiam da empresa após 12 meses na função. Ao mapear a demanda da área de Vendas, foi feito um acordo entre as áreas em que o Atendimento ao Cliente contrataria profissionais adicionais a cada ano (uma contratação relativamente fácil) e, após 12 meses atendendo os clientes e conhecendo este nicho de mercado, eram oferecidas a esses profissionais posições na área de Vendas da empresa.O processo foi aprimorado com a introdução de um treinamento de vendas nos últimos três dos 12 meses em atendimento para preparar melhor os profissionais na mudança de perfil. A previsão funcionou bem tanto para os gestores de vendas quanto para os profissionais envolvido, e a empresa conseguiu assim contornar as dificuldades que vinha enfrentando.
fonte: https://administradores.com.br/noticias/planejamento-a-diferen%C3%A7a-entre-contratar-bem-e-ter-que-contratar-de-novo

4 dicas para aumentar a produtividade no home office

Trabalhar com horários pré-definidos e reservar um local tranquilo são algumas delas
Trabalhar em casa já é uma realidade de diversos profissionais que procuram por mais qualidade de vida. E isso pode trazer grandes benefícios para as empresas. Segundo uma pesquisa do International Workplace Group, feita com 15 mil pessoas em todo o mundo, 85% dos entrevistados perceberam aumento na produtividade após aderirem ao trabalho flexível, que inclui a possibilidade de fazer home office.Um exemplo disso é a Compara, marketplace de seguros e produtos financeiros, que já investe na modalidade de trabalho fora do escritório. “O home office pode entrar como um benefício para o funcionário que está no dia a dia do escritório ou como alternativa para contratar profissionais que também são qualificados, em qualquer parte do mundo”, avalia o CEO da Compara, Paulo Marchetti.No entanto, apesar de todas as vantagens, como escapar do trânsito e ter mais tempo para si, os profissionais que trabalham em casa precisam evitar uma série de distrações a fim de não perder o ritmo do escritório. Pensando nisso, Paulo Marchetti, CEO da Compara, marketplace de seguros e produtos financeiros, listou abaixo 5 dicas de produtividade para quem faz home office:1. Crie a sua própria agenda, com horários pré-definidosFazer home office não significa, exatamente, trabalhar no horário de sua preferência. Se você for o colaborador de uma empresa, e parte de um time maior, é importante alinhar um horário com a sua equipe, em que todos estarão online. Geralmente, as empresas respeitam as escalas de um dia normal de trabalho. Ter um comprometimento com uma hora para começar e terminar vai te ajudar a estabelecer uma disciplina, além de evitar distrações como a TV ou pendências pessoais.2. Reserve um local tranquilo e confortável para trabalhar em casaÉ importante ter um lugar apropriado para trabalhar em casa, um espaço que seja cômodo, organizado e silencioso para que você se dedique às tarefas do dia a dia. Por isso mesmo, precisamos desconsiderar opções como o sofá da sala ou a cama do seu quarto, já que eles podem acabar com qualquer desejo de cumprir com as demandas do seu trabalho. Monte uma escrivaninha ou crie um escritório na sua sala mesmo – e negocie com seus familiares para que a sua presença em casa não seja um sinônimo de disponibilidade para momentos de lazer ou tarefas domésticas.3. Esqueça as distrações como TV e redes sociaisEstar em casa durante uma tarde inteira pode ser uma tentação se você é fã de séries da Netflix ou ama um programa de auditório na TV. Caso você não trabalhe nesta área, é importante evitar distrações como estas. Um outro fator que pode te dispersar no home office (ou até mesmo no escritório) são as redes sociais. Uma sugestão é estabelecer pausas periódicas no seu trabalho para refrescar a cabeça e aproveitar para dar aquela olhada no Instagram.4. Respeite o fim do expedienteSe você tem um horário para começar a trabalhar, é também importante estabelecer um fim para seu expediente. Apesar de você estar em casa, não trabalhe até altas horas da noite. Respeite seu horário e concentre-se para realizar todas as tarefas dentro dele. Ao fim do dia, desligue seu computador e aproveite o tempo livre para se dedicar a compromissos pessoais.
fonte: https://administradores.com.br/noticias/4-dicas-para-aumentar-a-produtividade-no-home-office

SDN: uma nova forma de pensar negócios

Com uma rede programável todos conseguem acompanhar o crescimento corporativo e inovar com uso de recursos sob demanda

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As redes definidas por software (Software-Defined Networking, ou SDN), ganham força no mercado como um modelo de arquitetura, capaz de permitir provisionamento automatizado e virtualização. Segundo uma pesquisa do IDC, a estimativa é que o setor movimente US$ 12,5 bilhões até 2020 em todo o mundo, um aumento de 53,9% em relação a 2014.

Apesar de a rede física continuar sendo a maior responsável pelo segmento desse mercado em 2020, o crescimento mais rápido será nas duas categorias de software – a camada de virtualização e controle, e as aplicações SDN – que, juntas, devem atingir cerca de US$ 5,9 bilhões, segundo perspectiva da IDC.

Com a transformação digital, que toma conta da agenda de companhias de todos os portes e segmentos, a TI precisa se reposicionar e trabalhar de maneira mais proativa, com a mudança na forma de entregar os serviços. A SDN entra, exatamente, nesse cenário: para mudar a maneira de operar a infraestrutura, respondendo às novas formas de trabalho, com melhor controle e acesso das aplicações e informações da companhia, utilização da infraestrutura de maneira mais eficiente e políticas de segurança mais eficazes.

Mas, assim como acontece com todo novo processo, a rede SDN exige uma preparação da empresa. Não se trata de algo meramente operacional, com a instalação de um software e pronto. Além de se atentar às questões de negócios, treinamento de usuário final, implantação de processos e formas de usar a tecnologia, a área de TI também precisa ser revista. Isso porque, SDN não é uma ferramenta que organiza a infraestrutura, mas uma evolução da rede. De maneira mais simples, o papel da rede de dados é interconectar serviços, computadores, máquinas e pessoas, mas até então, esse era um trabalho manual sujeito a erros. Com a tecnologia, o controle, gerenciamento e funcionamento centralizado da rede ficam mais simples e organizados, com menos variáveis, menos pontos de mudança e menos erros.

Para uma gestão efetiva, é essencial olhar para três pilares:

1. Infraestrutura

O primeiro passo é realizar um mapeamento prévio. Antes de começar a implementação, é preciso conhecer e entender todos os processos e funções da rede atual e dos profissionais que a atendem, analisando atribuições de todos e suas especialidades.

2. Cultura

A SDN muda o perfil da equipe, que deve ser mais colaborativa. Assim, cabe ao CIO mostrar os benefícios trazidos pela tecnologia, como essas mudanças impactam o negócio e a experiência do usuário – mais rápida e produtiva -, além de ressaltar a importância do monitoramento e como trabalhar com uma gestão mais automatizada. A capacitação tem de estar presente do começo ao fim da implementação. É preciso treinar e qualificar todo o time, mostrando os processos e ferramentas e como fazer o gerenciamento da rede, até que todos sintam-se preparados – e não ameaçados – pela inovação

3. Tecnologia

Ao mesmo tempo em que a tecnologia SDN permite mais agilidade ao negócio, com maior automação e facilidade na orquestração da infraestrutura, o ecossistema por trás de sua implementação requer investimentos em uma nova plataforma de gestão e novos conhecimentos na área de TI, focados em software e desenvolvimento de APIs.

Dessa forma, com a mudança para a SDN, é preciso contar com um parceiro de tecnologia que tenha implementado este tipo de solução em uma maior escala e, preferencialmente, com a arquitetura SDN baseada em padrões abertos, que permita a evolução da plataforma para suportar o máximo de soluções disponíveis no mercado. Além disso, tão importante quanto a implementação correta, é avaliar a capacidade deste parceiro de tecnologia em manter a nova infraestrutura atualizada, já que a tecnologia estará em constante evolução para que possa incorporar novos serviços por demanda.

Mas o esforço vale. Com a tecnologia é possível desde otimizar custos, já que as companhias passam a usar menos equipamentos; até aperfeiçoar as políticas de segurança da informação e de aplicações, que passam a ser controladas de maneira mais organizada.

Com uma rede programável todos conseguem acompanhar o crescimento corporativo e inovar com uso de recursos sob demanda. E o objetivo de qualquer atualização tecnológica tem sempre de estar ligado à melhoria da produtividade para todos: clientes internos e externos.

Felipe Stutz — Diretor de desenvolvimento de negócios de conectividade para América Latina da Orange Business Services

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/sdn-uma-nova-forma-de-pensar-negocios/122534/

7 motivos para investir em APP’s e aumentar os negócios e vendas da sua empresa

Totalmente inseridos na rotina das pessoas, os aplicativos são excelentes opções para empresas que desejam inovar e oferecer serviços exclusivos, além de fortalecer o relacionamento com o público

Com os smartphones e tablets sempre a mão, cada vez mais as pessoas usam aplicativos para conseguir transporte, conferir qual a melhor rota, conferir o saldo bancário, ler notícias, fazer compras e tantas outras atividades. Esta gama de serviços movimenta um mercado novo e gigantesco. Somente em 2016, o faturamento neste segmento foi de 1,3 trilhões de dólares, a previsão para o ano de 2020 é um crescimento de 360%, alcançando 6,2 trilhões de dólares, segundo relatório da empresa californiana App Annie.

Totalmente inseridos na rotina das pessoas, os aplicativos são excelentes opções para empresas que desejam inovar e oferecer serviços exclusivos, além de fortalecer o relacionamento com o público.

Confira algumas dicas para investir já e aumentar os negócios da sua empresa!

1 – Inovação

Empresas que investem em tecnologia, aplicativos mobile, etc, sempre têm um diferencial de mercado para apresentar. Criar um App exclusivo torna a empresa inovadora e proporciona experiências melhores ao seu target.

2 – Diferencial e relacionamento

Ao apostar no desenvolvimento de aplicativos próprios, a empresa aprimora seu relacionamento com o público, pois aproxima a marca do seu público-alvo e torna a comunicação direta, além de conseguir proporcionar melhorias constantes, conforme as necessidades de cada usuário.

3 – Tendência de mercado

Colocar sua marca em uma loja de aplicativos é uma verdadeira jogada de mestre para quem quer seguir as tendências do mercado. Mas atente-se: a divulgação do aplicativo móvel é bem diferente da divulgação web, pois o app está dentro de um canal fechado. Não adianta ter um aplicativo com conteúdo institucional, este não teria argumento suficiente para que o usuário baixe o app. Ele deve ter funções específicas de aplicativo.

4 – Conteúdo exclusivo e personalizado

Aplicativos possibilitam, entre outros serviços, o desenvolvimento de conteúdos exclusivos e personalizados para os clientes, seja uma nova forma de atendimento, serviço de vendas online, promoções personalizadas com inteligência artificial ou no desenvolvimento de uma ação de marketing.

5 – Melhor navegabilidade

Um projeto bem elaborado torna a experiência do usuário mais amigável, pois os recursos facilitam a usabilidade e também é possível melhorar a experiência de navegabilidade conforme o perfil e comportamento do público.

6 – Fidelização

Empresas que investem em App’s próprios tendem a fidelizar seus clientes. Um ícone na tela do celular ou tablet, por exemplo, garante mais chances de a loja ou serviço ser lembrada pelos consumidores, tornando-se sempre a primeira opção de escolha e se sobressaindo com relação aos concorrentes.

7 – Aumento no faturamento

Os aplicativos estão se posicionando como uma excelente ferramenta de fidelização, retenção e, principalmente, de aumento de faturamento para várias empresas, por exemplo, o segmento de e-commerce – o que mais lucra com aplicativos mobile, tendo em vista que a fidelização e a comunicação direta personalizada facilitam a venda.

Carla Castilho — Growth Hacking, especialista em Administração, Estratégia e Planejamento de Marketing – com mais de 20 anos de experiência no mercado – e diretora da Unius.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/7-motivos-para-investir-em-apps-e-aumentar-os-negocios-e-vendas-da-sua-empresa/122122/

Adotar um software de gestão pode ajudar no desenvolvimento de PMEs

Dentro do modelo de implementação de um ERP existem metodologias para automatizar processos de negócios e melhorar a eficiência na gestão dos recursos

Cada vez mais, as pequenas e médias empresas vem buscando por automação no ambiente produtivo. Com isso, a demanda de um sistema que seja eficiente, moderno, com funcionalidades que automatizam ao máximo o fluxo de processos, mas que se encaixe nas particularidades de uma empresa de pequeno porte aumentou.

O conceito mais recente do termo ERP refere-se aos sistemas de informação que permitem coletar, armazenar e processar todas as informações de negócios da empresa, com possibilidade de acesso por todos os colaboradores. Além disso, esses sistemas são desenvolvidos em um princípio modular, possibilitando configurações específicas para diferentes segmentos de mercado como, por exemplo, indústria, comércio e serviços.

Dentro do modelo de implementação de um ERP existem metodologias para automatizar processos de negócios e melhorar a eficiência na gestão dos recursos. Por se tratar de um sistema complexo, muitas empresas pequenas e médias não o consideram como uma alternativa, afinal, ao investir em um software robusto de ERP, a empresa precisa ampliar seu quadro de funcionários e aumentar a sua estrutura. Muitas vezes, essas companhias utilizam uma estrutura enxuta de recursos humanos para desempenhar as atividades administrativas e operacionais.

Porém, da mesma maneira que as multinacionais, as PMEs também precisam investir constantemente em uma comunicação mais eficaz com clientes e fornecedores. E, por isso, as empresas de sistemas começaram a trabalhar para desenvolver novos padrões.

Com isso, o ERP vem saindo do padrão clássico modulado (vendas, compras, contabilidade, controladoria, produção etc.) e adotando o conceito de “papéis”. Nesse conceito, os usuários passam a ter atribuições com ações destinadas a dar prosseguimento nos processos. Por exemplo, a utilização de fluxos de trabalho automatizados no ciclo comercial reduz tempo no processo de fechamento e aumenta a rapidez na entrega dos pedidos, resultando no aumento de receitas e redução de custos operacionais.

Por ser mais flexível, esse modelo é mais fácil de entender e implementar e é capaz de se adaptar para atender aos processos do negócio. Um exemplo prático é o fluxo de aprovação e andamento de uma proposta comercial ou encaminhamento de uma solução para determinado tipo de problema relacionado à entrega de produtos ou serviços. As aplicações são inúmeras.

Empresas de pequeno e médio porte têm muito a ganhar implementando um ERP inovador. O sistema torna os processos mais eficientes e a geração de lucros maior em um curto espaço de tempo. Um ERP que atenda todas as necessidades da empresa traz modernização e digitalização de negócios, que é o melhor dos benefícios que um sistema como esse pode oferecer.

Marco Antônio Cornetet — Gerente Produto ERP Benner

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/adotar-um-software-de-gestao-pode-ajudar-no-desenvolvimento-de-pmes/122141/

Entenda como serviços financeiros SAAS estão ganhando cada vez mais espaço no Brasil

Para o futuro, é esperado que o conceito de Financial as a Service (FaaS) seja uma realidade em nosso país

É fato que as empresas brasileiras estão cada vez mais abertas à adoção de soluções de TI no modelo de Software as a Service (SaaS). Uma pesquisa realizada pela Capgemini, consultoria de serviços de tecnologia, revelou que SaaS é o modelo mais utilizado para entregar serviços pela nuvem no Brasil, com 92% das empresas adotando pelo menos uma solução deste tipo.

Um dos setores que mais têm usado esse modelo de negócios é o financeiro. Hoje existem diversos softwares de gestão financeira que entregam suas soluções na nuvem, o que garante para a empresa acesso19 a um software sempre moderno, facilitando a vida e o dia a dia das empresas que optam por esse tipo de solução. Saiba mais: O que é computação na nuvem? A ContaAzul te conta! Patrocinado 

O mercado de fintechs que oferecem soluções SaaS ainda está engatinhando no Brasil. É comum ver mapeamentos que apontam que o país possui centenas de startups focadas em serviços financeiros. Porém, quando tratamos de empresas que realmente geram receita, esse número cai bastante, uma vez que muitas delas ainda estão no começo de sua operação.

É provável que em cinco anos esse modelo vai estar consolidado por aqui. Há dois anos, o mercado de startups no geral estava inchado, por conta de muitos empreendedores que se aventuraram, e com as fintechs não é diferente. Então, quando o setor passar por essa seleção natural, com muitos negócios sucumbindo as dificuldades, as startups financeiras finalmente irão se estabelecer.

Modelo SaaS proporciona maior eficiência do retorno do CAC

Um estudo recém-lançado pela Brazil SaaS Landscape Research mostrou que as startups SaaS brasileiras são incrivelmente eficientes em capital: 60% das empresas recuperam seu CAC (Custo de Aquisição de Clientes – o quanto é gasto para conquistar cada cliente) em menos de seis meses.

Esse período está na média e é interessante. Porém, o ideal seria recuperar o valor em cerca de três ou quatro meses. As startups brasileiras têm focado nesse retorno por conta da necessidade. O ticket médio dessas empresas no Brasil é pequeno. Aqui estamos falando de companhias que em sua maioria têm uma carteira de clientes composta por PMEs – inclusive as fintechs SaaS. No cenário atual existem pouquíssimas startups que miram o mercado de grandes empresas com contratos maiores.

Outro fator que contribui para a eficiência desse modelo de negócio é o fato de que nosso país não joga o jogo do Vale do Silício. Aqui não temos os mesmos investimentos e nem capital infinito para escalar as empresas. Isso obriga os empreendedores a serem mais eficientes. Se analisarmos a pesquisa citada anteriormente, a maioria das startups é bootstraped, ou seja, empresas que operam com capital próprio. Isso acontece porque como elas não dispõem de capital de risco disponível, o empreendimento é obrigado a andar com as próprias pernas e forçada a recuperar o CAC rapidamente.

Hoje, um dos maiores motivos de descontentamento é o atendimento. As instituições financeiras tradicionais estão com dificuldades de atender as pequenas empresas, ao mesmo tempo em que oferecem um serviço de muita qualidade para companhias maiores. Por isso, as PMEs têm optado por soluções automatizadas com custos reduzidos e por um atendimento mais próximo. Para aprofundar: A importância dos colaboradores no atendimento as necessidades dos clientes. 

FaaS é o futuro do mercado

Para o futuro, é esperado que o conceito de Financial as a Service (FaaS) seja uma realidade em nosso país. O FaaS pode ser interpretado como uma visão completa do ecossistema, onde todas as fintechs se conectam e oferecem os serviços equivalentes aos oferecidos pelas instituições financeiras. Em cerca de cinco a dez anos, quando finalmente o setor alcançar maturidade, teremos um ecossistema completamente conectado, com cada startup do setor oferecendo uma solução especializada em determinado segmento. Este é um caminho lógico para o mercado e todas as partes envolvidas saem ganhando.

Patrick Negri — CEO e cofundador da iugu, startup de automação financeira que oferece serviços completos para pagamentos e recebimentos.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/entenda-como-servicos-financeiros-saas-estao-ganhando-cada-vez-mais-espaco-no-brasil/121057/

Marketplace First – a jornada invertida do comércio digital para a indústria

A necessidade de uma estratégia de comércio digital gera muitos questionamentos para a indústria, em especial, sobre qual é o passo mais acertado para este primeiro momento

Nos últimos anos, a indústria começou a perceber que precisaria mudar o seu modelo de negócios para se adaptar ao movimento de transformação digital iniciado pelo varejo e que agora chega com força, também, aos fabricantes. A verdade é que a busca por soluções de marketplace gera múltiplos benefícios para as empresas de manufatura, entre eles, maior proximidade com o cliente final, o que permite acesso ao seu perfil e demandas em tempo real, e a redução da tributação em cascata (uma vez que, no modelo tradicional, o produto passa por três margens de lucro: a do fabricante, a do atacado/distribuidor e a do varejista). Mas gostaria de abordar um outro entendimento sobre essa tendência, o conceito de visão invertida para a gestão do negócio.

A necessidade de uma estratégia de comércio digital gera muitos questionamentos para a indústria, em especial, sobre qual é o passo mais acertado para este primeiro momento. É neste ponto que quero fazer alguns levantamentos sobre o método de Marketplace First, isto é: da manufatura direto para o marketplace, antes de iniciar um e-commerce próprio. Em termos de investimento, o e-commerce próprio necessita de muito mais investimento inicial, pois demanda gastos com mídia durante um bom tempo, até que a marca conquiste relevância para que as pessoas busquem o produto diretamente no seu site. Outro ponto é que, ao iniciar a sua operação digital via marketplace, além de um importante meio de impulsionar as vendas, você ganha uma poderosa ferramenta de gestão de negócios.

Na visão invertida, a indústria não produz para vender, mas vende para produzir. Com esse direcionamento, de colocar a sua marca em um marketplace, a demanda vai fornecer informações essenciais sobre os produtos com melhor saída e o fluxo de pedidos. Assim, você tem uma grande visibilidade em portais como Submarino, Americanas, Ponto Frio, Netshoes, Extra, Mercado Livre, entre outros, ao mesmo tempo em que, de maneira rápida e barata, consegue testar se os seus produtos têm aderência para serem vendidos pela Internet.

É possível, ainda, avaliar diferentes processos de entrega e a interação do público com a marca em situações diversas. E, somente com a flexibilidade proporcionada pelo marketplace, a manufatura consegue fazer adaptações sempre que desejar e de forma contínua, controlando estoques maiores e menores, lançando produtos ou tirando outros de linha, até consolidar o melhor cenário para a sua atuação.

Agora sim, com uma visão estratégica sobre os negócios, é possível dar outro passo em direção à transformação digital e abrir o seu próprio e-commerce. Neste momento, você já tem uma operação online parcialmente estruturada, com infraestrutura logística preparada, descritivos de produtos e fotos preparadas para venda online, processos de troca e devolução implantados e a sua empresa já está faturando. Não é um portal de comércio eletrônico desconhecido, que se aventura na missão de atrair tráfego e relevância nas buscas do Google. Isso permite o tempo necessário para o e-commerce sobreviver financeiramente e fazer os investimentos adequados em mídia, equilibrando adwords e estratégias de SEO (Search Engine Optimization).

A ideia aqui não é abrir o e-commerce próprio e sair do marketplace, mas, sim, unir os benefícios dos dois para trabalhar as vendas por diferentes canais. O shopping online pode ser um meio bastante interessante, por exemplo, para testar produtos em desenvolvimento e entender se a resposta do consumidor é positiva ou negativa antes de buscar clientes maiores ou distribuidores.

Há um potencial muito grande a ser explorado. Fica o exercício de entender que a transformação digital alcançará todos os segmentos e o melhor caminho é se preparar para aproveitar este momento, iniciando ações que gerem resultados positivos para os negócios.

Maurício Trezub — Diretor de e-commerce da TOTVS.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/marketplace-first-a-jornada-invertida-do-comercio-digital-para-a-industria/121091/