O poker não para de crescer e vai conquistar você

Já tem até livro, inclusive, falando sobre as lições do Poker

De Brad Pitt a Ronaldo Fenômeno, de Donald Trump ao seu vizinho ilustre desconhecido, cada vez mais pessoas estão jogando poker. O jogo vem ganhando novos adeptos e se disseminando numa velocidade impressionante. Por um lado, tem sido o caminho para muita gente ganhar dinheiro. Por outro, um espaço de aprendizado, pois traz muitas lições em suas estratégias, principalmente para quem atua no mundo dos negócios, como ressaltamos neste artigo.

Já tem até livro, inclusive, falando sobre as lições do Poker. Em “Dando as cartas nos negócios”, Leo Bello conta como usou seus conhecimentos sobre relações humanas, blefes e estratégia para alavancar sua carreira, buscando responder questões como: De que maneira transformar as lições do poker em chaves para o sucesso profissional? Como um jogo pode contribuir para o crescimento pessoal? O aprendizado que tiramos das mesas pode ter valor aditivo àquele formal, recebido nas universidades e nos cursos de pós-graduação? Será que os melhores jogadores são os que têm mais sorte?

“Uma das principais características do jogo de poker é que o jogador precisa tomar decisões importantes e estratégicas a todo momento. Dentre elas, qual valor apostar, de que forma realizar a aposta, se deve mesmo persistir pagando para acertar ou não a sua carta. Todas essas são decisões que podem induzir ao sucesso ou ao fracasso durante uma partida. As ações dentro de um jogo de alto nível mental pode significar a diferença entre ganhador e perdedor”, ressalta Leandro Aparecido da Silva em artigo publicado aqui no Administradores.com.

“Um analista que trabalha diariamente na bolsa de valores, sente-se seguro para arriscar-se em uma alternativa promissora. Todas essas questões são feitas durante um jogo de poker, guardadas logicamente as devidas proporções”, complementa Leandro.

“De que forma pode-se aprender tais características? Será que o jogo de poker pode melhorar o rendimento de gestores auxiliando estes a tomarem decisões conscientes sob pressão e ensinando aos mesmos a lerem o ambiente ao qual estão inseridos? Ficam as questões para pensarmos se existem somente coincidências ou se podem ser trabalhados e aplicados simultaneamente”, questiona Leandro.

Febre mundial

Outra prova de que o jogo virou uma febre mundial é a proporção que ganhou o WSOP (World Series of Poker, que em português pode ser traduzido como Série Mundial de Pôquer). O torneio é o mais popular do mundo na área e existe desde 1969, em Las Vegas. Mas foi nos últimos anos que se internacionalizou mais fortemente (embora nunca tenha sido restrito aos EUA), ganhando transmissão ao vivo através de canais de esportes e construindo uma relação mais direta com o público e jogadores através da internet.

Neste ano, o WSOP pagou o maior prêmio da história do poker: US$ 8,1 milhões ao primeiro colocado de seu torneio principal, Scott Blumstein.

Poker na internet

Além dos campeonatos físicos, hoje é possível também participar de torneios online, em tempo real, a qualquer hora. É o caso, por exemplo, do site 888poker, que tem versões em vários idiomas e permite que jogadores dos mais variados países disputem partidas (inclusive do Brasil).

E aí: você gosta de jogar poker? Já jogou alguma vez? Tem interesse? Conte pra gente nos comentários o que pensa sobre o assunto e se acredita que é mesmo possível extrair lições para o dia a dia na gestão de negócios.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/o-poker-nao-para-de-crescer-e-vai-conquistar-voce/120551/

Entenda o que é uma pós-graduação

Diante de diversas opções de cursos, o primeiro passo é entender o que é a pós-graduação e qual o seu papel no sucesso de uma carreira

iStock

Após a graduação, muitos jovens profissionais decidem continuar estudando e investindo em sua formação. Diante de diversas opções de cursos, entretanto, nem sempre é fácil fazer a escolha certa, já que primeiro é preciso entender o que é a pós-graduação e qual o seu papel no sucesso de uma carreira.

Basicamente, a pós-graduação é qualquer curso que possa ser feito após o ensino superior, seja ele de bacharelado, licenciatura ou tecnológico. Ela conta com duas modalidades: a stricto sensu, com cursos voltados para pesquisa e estudo de teorias de uma área, e a lato sensu, que corresponde aos cursos de especialização.

A pós-graduação stricto sensu é aquela cujo objetivo é uma formação científica e acadêmica, indicada para quem deseja seguir nessas áreas, como professor ou pesquisador. É onde se encaixam os cursos de mestrado, que duram, em média, dois anos, e os de doutorado, com quatro anos.

Já a pós lato sensu é voltada para o aperfeiçoamento e qualificação do profissional. Nela se enquadram cursos de especialização, MBA (Master in Business Administration), e o PÓS ADM da FGV. São cursos indicados para quem deseja se aprofundar em uma área e estar atualizado para ingressar no mercado de trabalho, ou para aqueles profissionais que já estão inseridos e buscam se manter competitivos. Nesses casos, é sempre importante buscar um curso de uma instituição preparada para receber os alunos com um bom corpo docente e uma abordagem que embarque lições teóricas e práticas.

Está interessado em uma pós-graduação? Não deixe de conhecer o PÓS ADM DA FGV.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/entenda-o-que-e-uma-pos-graduacao/120580/

5 dicas de administração do maior imperador chinês

Por que não revisitar a história e aprender com as lições dos grandes mestres?

Wikicommons/PD-Art

Seja para administrar um governo, uma empresa ou mesmo uma equipe, um líder exerce um poder enorme sobre as pessoas, e suas decisões influenciam diretamente o andamento dos negócios. Para ser um administrador de sucesso, é preciso criar uma estrutura forte, dentro da qual os funcionários possam se desenvolver, crescer e alcançar resultados.

E, para seguir no caminho certo, por que não revisitar a história e aprender com as lições dos grandes mestres? Responsável por transformar a China em um dos maiores e mais poderosos países do mundo no século 7, o imperador Tang Taizong se tornou uma referência de administração, liderança e recursos humanos na Ásia, sendo estudado até hoje por governantes e empresários. Entre os segredos de sua longa e próspera dinastia, estão as habilidades de avaliar pessoas, reconhecer talentos e trabalhar em equipe.

As conversas milenares entre o imperador e seus ministros foram registradas e, pela primeira vez, esses ensinamentos são disponibilizados para o público ocidental. Confira, abaixo, alguns dos principais segredos da administração de Taizong:

1. Eficiência e eficácia. De acordo com o imperador, eficiência é a capacidade de fazer as coisas da melhor maneira, enquanto a eficácia significa fazer as coisas certas. Você pode aumentar a eficiência tendo uma equipe com menos pessoas, porém mais talentosas, em vez de ter muita gente medíocre. Já para ter eficácia, você deve encorajar as pessoas a externarem suas opiniões, a fim de tomar decisões corretas;

2. Delegar tarefas. Você deve delegar responsabilidades a subordinados capazes de lidar com elas. Isso não apenas reduzirá sua carga de trabalho, como evitará erros custosos. Se um governante ou líder tiver de lidar sozinho com todos os desafios, certamente cometerá erros;

3. Honestidade. Você deve desencorajar a obediência cega e comportamentos que preservem o prestígio à custa da honestidade. O imperador destacava que um soberano precisa ser tolerante, modesto e humilde, exercer sua autoridade com prudência, não tentar esconder os próprios erros e saber ouvir quando necessário;

4. Reconhecer talentos. Você deve se empenhas mais em encontrar as qualidades dos outros e elogiá-las do que em encontrar suas falhas e criticá-las. Um líder deve saber identificar os pontos fortes e fracos de cada funcionário e, acima de tudo, fazer o melhor uso deles para que o potencial máximo seja alcançado.

5. Confiança mútua. Você deve fazer com que as pessoas sintam que têm a sua confiança. Assim, elas trabalharão melhor para você. Para Taizong, era muito importante prestar atenção e conversar com os trabalhadores mais simples, já que o modo como trabalham tem impacto direto sobre o futuro do governo, empresa ou organização.

* Chinghua Tang fez graduação na London School of Economics e foi o primeiro chinês a conseguir um MBA em Harvard. É autor do livro “O guia do líder”, lançado em 2017 pelo selo Planeta Estratégia, da Editora Planeta.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/5-dicas-de-administracao-do-maior-imperador-chines/120562/

5 tendências que influenciarão o trabalho do futuro

A pesquisa Future of Work feita pela ADP traz o que é esperado pela força de trabalho no Brasil e no mundo

iStock

Mudanças tecnológicas e culturais sempre nortearam o desenvolvimento dos espaços de trabalho, que estão acontecendo cada vez mais rápido, englobando cada vez mais pessoas. O efeito dominó desses avanços e as mudanças em massa possuem impactos significativos na forma como as pessoas vivem e trabalham em todo o mundo. A tecnologia, em particular, tem permitido aos funcionários uma maior sensação de liberdade, eficiência e conectividade sem as limitações tradicionais de tempo e lugar.

A ADP, empresa líder global em soluções de Gestão do Capital Humano, levantou informações para descobrir quais são as maiores mudanças do mundo do trabalho e quais as tendências esperadas para os próximos anos. Nesse estudo, intitulado Future of Work, foram entrevistadas mais de 2 mil pessoas que trabalham em empresas com 250 ou mais empregados, no Brasil e países como Estados Unidos, Canadá, México, Chile, Reino Unido, França, Alemanha, Holanda, Austrália, China, Índia e Cingapura.

Abaixo, estão 5 principais pontos que guiarão o futuro do trabalho, de acordo com o estudo:

1. Liberdade

As pessoas querem liberdade para desfrutar de suas vidas. Cerca de 77% dos brasileiros querem ter controle e flexibilidade para fazer o seu trabalho quando, onde e como quiserem. Esta liberdade de escolha tem sido amplamente concedida devido ao aumento da capacidade e facilidade para trabalhar a partir de dispositivos móveis.

2. Conhecimento

Acesso às pessoas, ferramentas e informações necessárias para fazer seu trabalho, e tempo para aprender novas habilidades enquanto realizam seus deveres. Essa necessidade nasce da demanda dos empregadores em ter funcionários que produzam mais, em menos tempo e que façam parte de uma força de trabalho multiqualificada. 75% dos brasileiros entrevistados acham provável a adoção de tecnologia como o principal instrumento de aprendizado e registro de novos conhecimentos no meio corporativo.

3. Autogestão

A tecnologia permitirá ainda mais independência para que as pessoas administrem sua produtividade e desempenho e que também recebam feedback e reconhecimento em tempo real. Isto, provavelmente, irá remover as barreiras à colaboração e redefinirá a relação entre funcionários e seus gerentes. No caso do Brasil, a implementação destas tecnologias é vista como improvável por parte dos funcionários. Apesar de desejarem, apenas 39% dos entrevistados acreditam que as empresas do país irão investir em sistemas de autogestão nos próximos anos. Feedback contínuo: Conheça com a Xerpa uma nova abordagem sobre Avaliação de Desempenho Patrocinado 

4. Estabilidade

A possibilidade de buscar talentos ao redor do mundo através de meios tecnológicos e contratar trabalhadores por demanda ao invés de funcionários de longo prazo se tornará mais atraente para as organizações. Isso pode trazer um nível de incerteza que prejudica a estabilidade da força de trabalho, pois certamente, a competitividade crescerá, e pode ser mais difícil encontrar um trabalho. Apesar disso, os brasileiros parecem não temer essa tendência: 61% dos entrevistados acreditam que as empresas do país não adotarão essa tendência.

5. Significado

O salário já não é um motivo suficiente para as pessoas irem ao trabalho, elas precisam de algo maior – projetos que tenham um significado importante, que causem impacto na sociedade e que beneficie o bem-estar das pessoas. Trabalhar para organizações que tenham metas alinhadas às aspirações pessoais traz mais significado e propósito em sua vida, e também demonstra, por parte da empresa, um comprometimento com as pessoas que trabalham para eles. Para 69% dos brasileiros, trabalhar com significado é uma das necessidades mais importantes para o futuro.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/5-tendencias-que-influenciarao-o-trabalho-do-futuro/120528/

O que falta para você efetivamente controlar suas finanças pessoais?

Tomar a decisão de ser responsável pelo seu sucesso financeiro é o passo mais importante para ter uma vida financeira abundante.

Existem muitos profissionais capacitados no Brasil que podem auxiliar as pessoas no controle de suas finanças pessoais. Hoje em dia, existem inúmeros treinamentos de qualidade que ensinam formas eficazes de tratar das finanças. Além do acompanhamento de profissionais que prestam consultoria pessoal nessa área sejam coaches, consultores, analistas financeiros entre outros.

Entretanto o que realmente importa é você tomar da decisão de melhorar a perspectiva de suas finanças pessoais, você se tornar o piloto e jamais voltar a ser o passageiro da sua própria vida. Nada é mais importante do que a decisão de revolucionar sua vida financeira. Parafraseando Charles Duhhig em “O Poder do Hábito”, quando você toma uma decisão não existem sinos badalando, não existe nada de extraordinário. Você simplesmente escolheu agir e pensar de uma outra forma, sob uma nova perspectiva que se for reforçado muitas vezes se tornará um hábito. E consequentemente transformará sua visão de mundo.

Nenhuma “fórmula de enriquecimento”, planejamento financeiro, aplicativo de finanças, consultoria financeira farão suas finanças serem bem-sucedidas até que você tome a decisão de mudar essa realidade. Não existe nada em nossas vidas que perdure sem o foco porque aquilo que focalizamos se expande, ou seja, atrai as oportunidades que estamos procurando e nos proporciona um senso de direção que mostra o caminho a seguir. Existem variadas alternativas que podem te auxiliar na caminhada do sucesso financeiro, no entanto o primeiro passo é tomar a decisão de ser o responsável pelas suas finanças pessoais.

Após a tomada de decisão de transformar sua vida financeira de forma efetiva, o próximo passo torna-se mais fácil porque já possuímos um ponto de partida, e desse momento em diante definimos nossos objetivos financeiros, quando, como, porquê e com quem decidimos trilhar esse novo caminho de abundância financeira. Sua vida financeira está nas suas mãos, somente você pode ser responsável. Nunca deixe que a preocupação das dívidas, e dos sonhos adiados controlem sua vida financeira. Nunca esqueça você é o que escolhe ser e possui o que merece.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/o-que-falta-para-voce-efetivamente-controlar-suas-financas-pessoais/105538/

Por que guardar dinheiro embaixo da cama é melhor do que a nova previdência?

Desde que a moeda não mude e os papéis de hoje sejam válidos daqui a algumas décadas, seu cofrinho particular pode ser mais vantajoso

Wikimedia

Se você ganha R$ 1.000 por mês, R$ 80 desse valor são destinados à previdência e, à parte, a empresa em que você trabalha contribui mais ou menos com mais R$ 200.

São R$ 280 em seu nome na conta da previdência todos os meses.

Ao longo de 49 anos, serão – numa projeção crua – R$ 165 mil.

Mesmo considerando as perdas (inflação) e ganhos (juros, correção monetária) sobre o valor e sabendo que esse número não é exato, é razoável dizer que entregamos ao governo dinheiro suficiente para bancar uma aposentadoria com valor igual ao salário que temos atualmente por mais uns 13, talvez 15 anos. Guarda aí esse número.

Para o FGTS, seu empregador destina mais ou menos o mesmo valor que é descontado do seu salário para o INSS (8%). Ou seja, R$ 80 daqueles R$ 1.000.

Em 49 anos, serão 47 mil.

Agora vamos somar: 47 mil (FGTS) + 165 mil (INSS) = 212 mil (soma entregue ao governo)

Isso banca cerca de 17 anos de um salário igual ao que você tem hoje, no cálculo cru.

Agora pegue esses 17 anos e some aos 49 de contribuição. Você chegará ao cabalístico resultado 66.

A expectativa de vida do brasileiro hoje é de 73,6 anos. Assim, para usufruir de todo o valor que deu ao governo ao longo da vida profissional, você deve ter começado a contribuir aos 7 anos de idade ou terá que assistir a muito Globo Repórter para descobrir o segredo de longevidade dos japoneses e ultrapassar a média brasileira.

Se não é seu caso, minha sugestão é largar a carteira de trabalho, cair na informalidade e começar a guardar dinheiro embaixo do colchão, que é mais vantajoso.

P.S.: Sim, esse é um cálculo simplista e uma análise muito fria sobre o que significam a previdência e o fundo de garantia. Você pode argumentar que é com o caixa desses depósitos que fazemos mês a mês que o governo banca muitos dos seus gastos. O FGTS também pode ser sacado antes do tempo, se o trabalhador for demitido e quiser usar o dinheiro. E, se todo mundo parar de contribuir hoje, o estado brasileiro entra em colapso. Mas um dado não muda o outro e, para você, continua sendo um mau negócio.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/por-que-guardar-dinheiro-embaixo-da-cama-e-melhor-do-que-a-nova-previdencia/100550/

Antecipar-se a fraudes é possível?

Como antecipar-se e evitar o prejuízo antes que o dano ocorra?

Se buscarmos o significado da palavra fraude, descobriremos que em um sentido amplo, remete a um esquema ilícito, de má-fé, realizado com o intuito de lesar alguém ou obter ganhos. Trazendo para o nosso dia a dia, a fraude pode acontecer de diversas maneiras, por inúmeros motivos e em esferas variadas. É um problema recorrente e enfrentado por empresas dos mais diversos segmentos de atuação. Onde houver vulnerabilidades, riscos operacionais, ausência de processos estruturados, de melhores práticas, de segurança da informação, de controles e auditoria interna, lá estarão os fraudadores.

Mas como é possível prever que uma fraude vai ocorrer? Como antecipar-se e evitar o prejuízo antes que o dano ocorra? Isso parece algo meio visionário e meio distante da realidade. Será que métodos e modelos matemáticos são capazes de prever situações futuras? Sim, com certeza. Os esclarecimentos a essas dúvidas podem vir através do analytics, que é uma tendência cada vez mais em uso e que tem trazido resultados extremamente positivos.

Estudos apontam que, no Brasil, empresas perdem cerca de 5% do seu lucro com fraudes. Além disso, 77% das empresas brasileiras foram afetadas por esses golpes entre 2015 e 2016. Perde-se no varejo, perde-se no comércio eletrônico, perde-se na indústria, na construção civil, no segmento de energia e em inúmeras outras áreas. Fraudes que vão desde o CPF falso; um boleto que é emitido, bloqueia a venda do bem que não é pago; mercadorias que são desviadas; até golpes na área de saúde, quando exames médicos que só podem ser prescritos para mulheres – são, por exemplo, equivocadamente solicitados para um homem de 40 anos.

Antes de detalhar como essa tecnologia pode minimizar os prejuízos, é preciso contextualizar: normalmente o fraudador, independente da natureza do ato ilícito que pretende cometer, segue um padrão. Exemplificando com o caso do comércio eletrônico, cujos índices de fraude ficam em torno de 1,4% do valor total das receitas do setor, os consumidores normalmente apresentam um determinado padrão de navegação, como por exemplo, fazem pesquisas em vários sites ou então usam os websites de comparação de preço; pagam sempre com cartão e realizam compras pequenas. Já quem pretende cometer um crime tende a ter outro tipo de comportamento: entra direto no site que foi eleito como a vítima da vez, pois preço não é a questão; vai pagar com boleto e ainda comprar em grande quantidade. Analisando esse cenário é possível identificar padrões comuns de fraude antes mesmo desta efetivamente virar um pedido.

É neste cenário que entra o analytics, que permite a criação de um modelo matemático, que tem a vantagem de poder ser atualizado automaticamente quando se utiliza uma ferramenta. Unindo uma série de variáveis, inseridas dentro de um contexto maior, esse modelo permite que o algoritmo seja modificado sem nenhum tipo de intervenção humana, de acordo com os dados que são recebidos. Isso é na verdade o que o mercado chama de inteligência artificial e/ou aprendizagem de máquina (machine lerarning). A grande vantagem desses sistemas é que eles têm a capacidade de aprender sozinhos: coletam o histórico e modificam-se conforme novos padrões são identificados. Ou seja, a inteligência permite adquirir um conhecimento em cima da base de dados. É com essa lógica que se consegue obter análises de fraude muito fortes, efetivas e preditivas.

E para tudo funcionar bem, é crucial contar com um histórico do que já aconteceu, bem formatado, alimentado com todos os padrões que foram detectados em situações em que as fraudes foram comprovadas. É o Big Data, que dá condições de ampliar ainda mais esse universo de informação, integrando-se a fontes externas de dados, como por exemplo, o Serasa ou outras intuições de proteção ao crédito, Receita Federal, boletins de ocorrências, etc. Onde houver dado disponível, seja ele estruturado ou não estruturado, ele puder ser captado, com certeza ele será agregado e muito útil.
Na prática, o Grupo Energisa, um dos principais conglomerados privados do setor elétrico do país, é um exemplo real de que o apoio da tecnologia analítica pode ser extremamente positivo e rentável para a detecção de fraudes e prevenção de perdas. O projeto DW ENERGISA, que visou a implementação de um ambiente analítico corporativo, fundamentado na arquitetura de Data Warehouse e apoiado no analytics, contribuiu para uma redução de 3,2% nas perdas não técnicas (popularmente conhecidas como gatos), o que equivale a cerca de 365 GWh, montante suficiente para atender 2,4 milhões de consumidores residenciais durante um mês. Isso é possível pois os desvios, graças à análise e cruzamento de informações históricas, são identificados antecipadamente, de maneira rápida, precisa e consistente.

Enfim, é impressionante, mas é difícil imaginar um setor que não apresente fraudes e, ao mesmo tempo, tenha condições de construir um histórico de dados que torne as empresas menos vulneráveis. O maior problema hoje é que ainda associa-se o analytics a algo extremamente complexo, difícil de ser feito e que demanda conhecimentos muito avançados. Não é bem assim e isso precisa ser desmistificado. O importante é começar, por menor que seja o histórico, ele já pode ajudar a alimentar uma base de dados e criar condições para ter respostas, mesmo que o resultado surja um pouco mais adiante.

É preciso enxergar que prever fraudes e evitar prejuízos é um fator de sobrevivência: a empresa que lidar muito bem com essa questão sairá na frente e obterá uma lucratividade bem maior de que seus concorrentes, ainda às voltas com perdas associadas a esses crimes. Acreditar que previsões é uma realidade do mundo corporativo apoiar-se em tecnologias relacionadas ao analytics é sem dúvida um grande passo para incrementar os negócios.

Celso Poderoso – Diretor América Latina da área de Professional Services da MicroStrategy empresa líder mundial no fornecimento de plataformas analíticas e software de mobilidade.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/antecipar-se-a-fraudes-e-possivel/119246/

Como aprimorar o desempenho dos negócios através da tecnologia?

São muitos os desafios dos fornecedores de sistemas fiscais e contábeis para melhorar a atuação e a qualidade do mundo dos negócios

Muitos são os fenômenos tecnológicos atuais, como big data, sistemas integrados, tecnologia em nuvem, alta disponibilidade, complexidade tributária, riscos fiscais, volume e complexidade de obrigações assessórias; e outros tantos sistemas que auxiliam nas áreas fiscais, contábeis e sociais das empresas, atentando-se à importância cada vez maior dos contabilistas em nosso dia a dia – sejam eles os contadores internos das empresas, os escritórios de contabilidade, consultorias ou BPOs – que sabidamente precisam processar um alto volume de informações de centenas de empresas, numa velocidade e qualidade quase que desumana e geralmente com custos cada vez mais exprimidos.

Neste contexto é que se encaixam os sistemas de gestão empresarial e sistemas tributários. Sofrem aqueles que operam como aplicativos com operações locais, com mecanismos tradicionais de processamento, sistemas pouco parametrizados e inflexíveis, aplicativos sem inteligência de produtividade, repleto de bugs, complexos, burocráticos, pouca capacidade de processar muitas informações e custos proibitivos. Estes motivos, naturalmente, são os que afetam diretamente os profissionais, os resultados financeiros das empresas, a satisfação dos clientes e o humor de seus pobres usuários. A seguir cito alguns requisitos de software que não são mais diferenciais, mas sim fatores de sobrevivência aos modelos de negócios atuais:

1. Sistemas com alta capacidade de integração com sistemas governamentais: principalmente para consultorias tributárias, BPOs e escritórios de contabilidade, é absolutamente fundamental que ferramentas modernas reconheçam naturalmente as informações disponíveis nos sites e serviços do fisco. Podem parecer coisas elementares, mas garanto – a maioria dos aplicativos não gerenciam estes requisitos e usuários fazem estas atividades de forma manual.

2. Auditorias nativas de segurança: atualmente não basta mais “inputar” ou gerar informações para partes interessadas. Os aplicativos precisam de “inteligência” nativa para validar informações, cruzando valores, códigos de impostos, regras tributárias, impostos e declarações assessórias de forma com que empresários, contabilistas, gerentes, usuários, empresas e governo tem a clara ciência de que as informações são auditadas de forma cada vez mais segura e rápida.

3. Produtos estáveis e funcionais: com a era da informação e eficiência, empresas, empresários e usuários avançados devem fugir de aplicações pesadas, instáveis, complexas, desintegradas, lentas e caras, que sobrecarregam os serviços de TI das empresas, estressam profissionais e elevam custos de retrabalhos e baixa qualidade das informações.

4. Integrações entre empresas comerciais, empresas contábeis/consultorias: com a evolução constante da tecnologia e a crescente oferta de produtos em nuvem, é quase que natural que empresas contratem sistemas integrados de alta disponibilidade e que permitam acesso on-line dos contadores.

5. Capacidade de processamento de altos volumes de informações: com o projeto SPED, as empresas cada vez mais se veem obrigadas a armazenar centenas de milhares de informações que se multiplicam mês a mês. A ferramenta que não tiver a capacidade de processar milhares de informações em poucos minutos estará fadada à “morte natural”, haja visto a real necessidade de reduzir seus tempos de retrabalho, tempo ocioso e ganhar em eficiência e produtividade.

6. Aspectos funcionais atrelados à realidade dos negócios: com toda a complexidade imposta pelo mundo dos negócios e aspectos legais, a era das “planilhas paralelas” necessita chegar ao fim. Os melhores e mais rápidos serviços serão os prestados através de ferramentas que garantam ao usuário extrair do seu próprio sistema todas as informações e operações de seus negócios.

7. Ambiente colaborativo através do uso de aplicações WEB: sistemas que não tenham portais de serviços acoplados para gerenciar documentos, gerar rastreabilidade, promover auditorias, integrações automáticas ou simples entradas de dados pela internet, em pouco tempo deixarão de atender a este ambiente de negócio.

Enfim, é um cenário riquíssimo de oportunidades, necessidades e que mostra um caminho sem volta para que as empresas, e principalmente para que os prestadores de serviços de TI consigam sobreviver a concorrência, gerar serviços de alta qualidade com preços justos e competitivos. Para as empresas de software, trata-se de um momento de extrema reflexão – ainda que muito se fale, de fato, o que os clientes precisam são de soluções que realmente entreguem estas ferramentas, que sejam práticas, ágeis e permitam um ambiente de negócios crescente, sem redundância, eficiente e em plena conformidade com as expectativas das empresas e usuários.

Para a empresa usuária fica a sugestão sobre refletir sobre seus custos, sua produtividade, sua visão de futuro e negócios. A tecnologia e o uso das ferramentas corretas e eficientes é que ajudará a atingir os seus objetivos financeiros e consequente satisfação de seus clientes e equipe. Tecnologia eficiente e sistemas modernos são investimentos que fazem a diferença.

Wagner Xavier – Diretor técnico da Oficina 1

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/como-aprimorar-o-desempenho-dos-negocios-atraves-da-tecnologia/119247/

6 erros que podem comprometer entrada no mercado norte-americano

Especialista em negócios nos Estados Unidos indica que desenhar estratégia de entrada inovadora é vital para o sucesso da operação e ajuda empresário a qualificar ainda mais o produto

O mercado norte-americano é o alvo da maioria dos empresários brasileiros quando pensam na expansão internacional. O consumo nos Estados Unidos é tão grande, que a primeira conta que o empresário faz é a de que se ele conquistar uma fração de percentual, o faturamento já seria milionário. A afirmação é do especialista em negócios, Paulo Rossetti, da Boston Innovation Gateway (BIG).

Rossetti indica, porém, que não basta saber o que fazer: um planejamento completo exige entender muito bem o que não fazer, algo que nem sempre é discutido e pensado antes de levar o negócio para os EUA. O especialista destaca que o mercado é maduro, eficiente e com concorrência incrivelmente alta. Assim, pode-se dizer que valem ouro as orientações de quem entende de internacionalização, para evitar erros como a falta de teste do produto no mercado e o foco no consumidor brasileiro que mora no exterior.

“Além de uma profunda pesquisa de mercado, muitos produtos exigem um teste de aderência nas diferentes regiões dos EUA. O processo já é um investimento em si, mas é essencial para o sucesso de sua adaptação e formulação da estratégia de entrada”, sugere o executivo da BIG.

Para Paulo Rossetti, nem só dinheiro para investir e uma boa ideia são chaves para um processo de internacionalização efetivo. A estratégia precisa ser completa para que a expansão internacional não acabe em prejuízo.

“Não basta ter um produto inovador. Desenhar uma estratégia de entrada utilizando canais alternativos é vital para o sucesso da operação”, recomenda o especialista.

Confira seis erros que os empresários cometem no processo de internacionalização

1) Teste de mercado

Infelizmente, o que mais se vê é a situação em que o empresário subestima a barreira de entrada decidindo investir muito pouco apostando em vendedores independentes e acaba tendo que fazer constantes aportes. Somente um ou dois anos depois fica claro que errou na estratégia e quantificou mal os custos e receitas.

2) Investimento na marca

Pensar que um distribuidor local irá resolver todos os problemas é um engano frequente. É importante saber que seu produto, por mais diferente ou inovador que seja, irá para uma prateleira imensa do distribuidor, onde seus clientes irão mostrar interesse ou não. Frequentemente o distribuidor irá vender os produtos já conhecidos no mercado, ou seja, daquelas empresas que investem muito em propaganda no mercado norte-americano.

3) Foco em brasileiros

Outro erro comum é entrar no mercado americano vendendo somente para brasileiros. Esse mercado é restrito e muito dificilmente alcançará volume suficiente para fazer da operação consistente. No máximo, irá fazer envios esporádicos.

4) Canais altamente competitivos

Canais tradicionais de venda também muito provavelmente se mostrarão inviáveis, uma vez que irá concorrer com gigantes globais e precisará de muito capital de giro para vender para uma grande rede de lojas de departamento ou supermercado, por exemplo, com o risco de ter seu estoque devolvido caso não venda.

5) Estratégia limitada

Usar a mesma estratégia de sucesso no Brasil é um erro extremamente perigoso. Além do mercado americano ser muito diferente do brasileiro, regiões americanas também são diferentes entre si.

6) Concorrência

Nunca subestime a concorrência nos EUA por mais que ache que seu produto seja único. Lembre-se que sempre terá alguém vendendo um produto semelhante ou substituto com um preço menor. Sua estratégia inevitavelmente terá que explorar valor agregado e não somente preço.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/6-erros-que-podem-comprometer-entrada-no-mercado-norte-americano/119256/

10 dicas para quem busca recolocação no mercado de trabalho

Confira as principais orientações de especialistas em recrutamento para quem está desempregado

iStock

A empresa global de recrutamento Robert Walters compilou as dicas de ouro de especialistas em recrutamento para quem está em busca de recolocação no mercado de trabalho. As orientações foram fornecidas durante o seminário Back to the Game, promovido pela empresa para auxiliar executivos de nível médio e sênior afetados pela crise que o país atravessa e que estão em busca de recolocação no mercado de trabalho.

Kevin Gibson, CEO da Robert Walters para a América Latina, defende que o período de crise teve impacto direto nos níveis de contratação, mas observa o início da recuperação como um horizonte otimista. “As solicitações de nossos clientes por novos executivos estão diretamente ligadas ao otimismo das organizações em relação ao mercado, por isso acreditamos que o reaquecimento da economia brasileira será revertido, em curto prazo, em aumentos no número de contratações”, afirma.

1) Construa uma visão a longo prazo

Saber aonde se quer chegar é o primeiro passo para construir uma trajetória profissional de sucesso. No período entre empregos, isso não deve ser diferente. Focalize as oportunidades que tenham consonância com seu ideal de realização profissional, em vez de agarrar a primeira chance que aparecer. Avalie as situações que se colocarem à sua frente para tomar decisões mais deliberadas.

2) Mantenha-se conectado nas redes sociais

As redes sociais, sobretudo o LinkedIn, são ótimas ferramentas para se manter em contato com o que está acontecendo nas organizações. Acompanhe notícias, artigos e novidades sobre as empresas do segmento em que você busca se recolocar. Além de ficar próximo da realidade do mercado, estar conectado permite que você estabeleça e mantenha vínculos valiosos para a sua carreira: o networking.

3) Construa e reaqueça relacionamentos constantemente

Cuide de seu networking não só no momento entre empregos. Manter relacionamento constantemente é uma maneira de ser visto pelo mercado. Em um período de busca por recolocação, contar com um colega da área de Recursos Humanos para avaliar seu currículo e fornecer orientações pode ser um grande trunfo.

4) Aproveite o tempo livre para se aprimorar profissionalmente

A busca por um novo emprego não é e nem deve ser sua principal ocupação. Aproveite o período de transição para procurar especializações que aumentem suas qualificações e potencializem a sua busca por um novo emprego. Encare o período como uma fase dedicada ao seu autoconhecimento. Coaching com viés de recolocação pode ser uma boa estratégia.

5) Personalize o seu currículo de acordo com cada vaga

Um recrutador recebe centenas de currículos diariamente. Destacar-se nesse volume de candidatos envolve ressaltar o que cada vaga pede e prender a atenção do recrutador nas primeiras linhas. Customize seu currículo de acordo com cada área a que você esteja se candidatando.

6) Aprenda sobre a empresa – não só pelo site institucional

Antes de uma entrevista, conheça o máximo que puder a empresa em que você está pleiteando uma vaga. Assista aos vídeos publicados nas redes sociais, conheça os prêmios recebidos pela organização e leia reportagens sobre os executivos.

7) Seja transparente e demonstre interesse na medida certa

Durante a entrevista, é importante mostrar-se interessado na vaga, mas não seja demasiadamente efusivo. Ser transparente nesse momento é essencial, no entanto, seja razoável, evite assuntos polêmicos e mostre o que você está fazendo no período para se adaptar e se qualificar para o mercado. O recrutador sabe com detalhes o perfil de profissional que a vaga requer.

8) Evite falar mal do seu trabalho e equipes anteriores

Seja claro quanto a seus objetivos de carreira, e tente não se atentar a assuntos delicados ocorridos em empregos anteriores. Neste momento, o importante é ser você mesmo sem desrespeitar empresas e profissionais com os quais você já esteve envolvido.

9) Seja assertivo nos contatos com diretores de Recursos Humanos

Muitos diretores de Recursos Humanos recebem dezenas de e-mails e mensagens em redes sociais de profissionais em busca de vagas. Evite gerar spam nas caixas de entrada dos recrutadores e, em vez disso, faça contatos assertivos. Por que enviar seu currículo por mensagem no LinkedIn, por exemplo, se todos os seus dados constam em seu perfil?

10) Tenha paciência para aguardar os feedbacks

Ao final da entrevista, alinhe quais serão os próximos passos com o entrevistador. Um profissional que exagera no follow up com o RH da organização pode ser mal visto e acabar minando sua chance de conquistar a vaga.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/10-dicas-para-quem-busca-recolocacao-no-mercado-de-trabalho/120097/