A importância da gestão para seu negócio

Sem uma gestão adequada de seu negócio, é impossível ele evoluir e tornar-se um empreendimento de sucesso.

A gestão nada mais é do que o ato de gerenciar pessoas, processos, ativos e estratégias para alcançar um objetivo. Para isso é necessário criar metas e caminhos para identificar os elementos a serem resolvidos dentro de uma empresa, a fim de atingir um ponto desejado.

A gestão vai além da administração. Ela é mais complexa, pois além de conhecer bem os processos operacionais da empresa, precisa entender o mercado, ficar de olho em novidades e inspirar pessoas. Portanto a gestão é mais abrangente.

Existem vários tipos de gestão e todos são de suma importância para seu negócio ou para sua empresa.

Primeiro temos a gestão empresarial. Ela engloba todas as características necessárias para bons gestores, é o papel central que envolve a administração, a análise, previsão e coordenação de processos e de pessoas

Temos também a gestão financeira. De certa maneira ela tem as mesmas atribuições da anterior, mas é focada no gerenciamento de processos e registros do dinheiro relacionado ao negócio. Além de transações financeiras, fluxos de caixa, investimentos, orçamento e afins.

Em seguida tem-se a gestão de pessoas. Ela é de suma importância para as organizações, pois formam o núcleo produtivo e estratégico que vai possibilitar a operação a entregar os produtos e serviços. Aqui entram características importantes como, liderança e empatia.

Temos também a gestão de processos e logística. Ambas estão relacionadas a forma de se trabalhar. E por meio desta gestão que o trabalho, nestas respectivas áreas, são otimizados para melhor desempenho.

A gestão de marketing está relacionada, não apenas a propaganda e divulgação, mas também em conhecer o público alvo, entender sua linguagem e qual a melhor maneira de abordá-los. A gestão de vendas é, até certo ponto, uma aliada do marketing. Ambas utilizam de pools de dados para traçar suas estratégias. No entanto, neste caso, o foco não é tanto na mensagem, mas sim em quem é atingido por ela. Sua função, também, é identificar as tendências de marcado e adaptar-se a demandas para manter o funcionamento do negócio.

Como fazer a gestão? Não existe, necessariamente, um método único para isso, entretanto há várias metodologias e frameworks que entregam a base desses processos. Basta apenas adaptá-las as suas necessidades.

A análise SWOT, talvez, seja a mais conhecida e comum delas. Ela é uma análise da situação atual da empresa, o que ajuda a definir como pode fazer mudanças e quais estão atreladas a decisão.

Outra é a PDCA (Plan, Do, Check, Act), muito utilizada para gestão em constante mudança e no controle de qualidade e melhoria em processos. Ela cria um ciclo virtuoso, em que o gestor cria uma mudança, executa, avalia e adapta para melhorar os resultados.

O BSC é um modelo de performance que abrange em tabela vários aspectos diferentes da administração e operação da empresa. Temos ainda GDP, PMBOK e a Metodologia ágil. Existem muitos métodos para gerir seu negócio, e uma boa gestão faz um negócio de sucesso.

fonte: https://administradores.com.br/artigos/a-import%C3%A2ncia-da-gest%C3%A3o-para-seu-neg%C3%B3cio

Conheça o Growth Hacking: técnica que ajuda a acelerar negócios na crise

Método usado pelos unicórnios ganha força com economia instável e necessidade de digitalização

Empresas de todos os tamanhos e segmentos estão, neste momento, buscando as melhores alternativas para retomar suas atividades o mais breve possível e sair da crise o mais rápido que puderem. Mas, como saber quais as estratégias certas e quais ações adotar para recuperar vendas e voltar a ter lucro?

Responder a esta pergunta é a proposta do curso Growth Hacking ministrado por Raphael Lassance na plataforma Crehana – comunidade educacional global para pessoas que atuam na indústria digital e criativa.

O termo Growth Hacking, aplicado desde 2010 nas áreas de marketing, está transpondo equipes e chegando às gestões das empresas. Criado pelo investidor anjo e empreendedor americano Sean Ellis, o conceito envolve trazer método científico e métrica para as ações de marketing, acelerando diagnósticos por meio de testes mais rápidos das hipóteses, o que implica em uma mudança de toda a cultura empresarial.

Raphael é responsável pela primeira agência de growth hacking no Brasil, com 95 clientes já atendidos em 7 países diferentes. Para ele, a metodologia, que pode ser aplicada em qualquer tipo de negócio, encontra um espaço propício neste período de instabilidade econômica.

“Esse momento em que estamos é muito adequado para essa mudança de estratégia. As empresas não têm mais tempo para esperar e ver o que vai acontecer, não têm dinheiro a perder e se viram forçadas a se digitalizar às pressas”, explica.

Além de enfatizar a importância de uma maior quantidade de testes das estratégias em curso, ou ainda sendo planejadas, Raphael destaca uma característica que vai fazer a diferença entre os novos executivos, que não é nova, mas está sendo igualmente mais demanda por conta da crise.

Usando empresas de todos os tipos e segmentos como modelo, Raphael vem ministrando cursos para democratizar a metodologia e ensinar o growth hacking para corporações, profissionais e empreendedores que queiram acelerar seus resultados. As aulas, disponíveis na plataforma de educação online Crehana, estão entre as mais procuradas pelos estudantes da América Latina no primeiro semestre de 2020.

O curso desafia os alunos a encontrarem meios não convencionais de fazer tarefas diárias e explica a importância de modelos de testagem, que devem ser aplicados a qualquer projeto para avaliar resultados prévios. “Se todo mundo faz uma coisa da mesma forma, o resultado será o mesmo para todos. Se você testa antes e analisa o resultado, você trabalha com dados e não com achismo, mitigando o gasto de tempo, energia e dinheiro com iniciativas que não funcionam”.

Para o consultor, empresas e seus administradores ainda trabalham mal com dados, especialmente no ambiente online, onde é mais fácil extrair métricas e mensurar resultados. Mas, faltam profissionais que entendam essa questão.

“Um profissional que esteja conectado com a estratégia do negócio, mas que tenha também a habilidade técnica de operar testes e experimentações, é um profissional extremamente valioso hoje em dia. Numa startup, geralmente um dos fundadores se torna essa pessoa. Numa grande companhia, há a alternativa de se treinar uma equipe, porque dificilmente você vai encontrar alguém preparado no mercado; e se encontrar, será um profissional caro”, conclui.

O curso de growth hacking, ministrado por Raphael Lassance na Crehana está disponível para profissionais com conhecimento básico em marketing e na modalidade Crehana para Empresas, para treinamento de equipes. Os valores são acessíveis (até R$99,99) e a metodologia de aulas – curtas e em formato de entretenimento – são responsáveis por taxas de conclusão acima da média de mercado na Crehana. As aulas combinam teoria e prática e mais de 70% dos alunos dizem estar aptos a tocar projetos sozinhos após a conclusão.

fonte: https://administradores.com.br/artigos/conhe%C3%A7a-o-growth-hacking-t%C3%A9cnica-que-ajuda-a-acelerar-neg%C3%B3cios-na-crise

Por que a experiência do cliente deve ser o foco do seu negócio?

O processo de transformação digital nas empresas foi acelerado pela pandemia e a IBM Brasil e o MIT Sloan Brasil convidaram especialistas e executivos para discutir sobre o tema

“A experiência do cliente é a única experiência que importa”. Foi com essa afirmação que Michel Lent, fundador da Lent Digital, professor e especialista em experiência do cliente, abriu o primeiro painel do “Big Talks: Customer experience, seu novo core business, evento organizado pela IBM Brasil e MIT Sloan Management Brasil.

O evento, que foi dividido entre uma apresentação feita por Lent e um painel mediado pelo Líder de Estratégia Empresarial e iX da IBM Services, Hamilton Bertelli, que colocou em pauta a importância de uma abordagem orientada à insights que melhore e humanize a experiência do cliente, reconhecendo suas necessidades e anseios. E que com a adoção de inteligência e dados promove ainda mais a personalização e o engajamento dos clientes.

Em sua apresentação, Lent, profissional pioneiro do mercado digital que começou sua carreira em 1995, criando os primeiros sites de grandes corporações como Shell, Banco Itaú, e Globo.com, foi categórico ao afirmar que a experiência do cliente deve ser a principal preocupação de qualquer negócio, e que isso deve estar presente na própria cultura da empresa.

“É preciso uma visão corporativa, de governança, que permite, efetivamente, o nascimento de bons produtos e serviços. Se isso não estiver na raiz do negócio, no entendimento da liderança, é muito difícil levar isso para outras pontas. Se eu não tenho essa cultura customer centric [centrada no cliente], eu não consigo ter uma boa experiência”, explicou o especialista.

A importância de uma perspectiva centrada no cliente foi ecoada na conversa mediada por Hamilton Bertelli com os executivos Luzia Sarno, CIO do Grupo Fleury, uma das maiores empresas médicas e de saúde do país; Carolina Tostes Pintão, coordenadora de Pesquisa e Desenvolvimento do Grupo Fleury; Renata Marques, CIO América Latina da Natura &CO; e Jorge Franchella, CDO, Diretor de Analytics e CRM LA da Natura &CO.

Ao explicar que a experiência do cliente sempre foi uma das prioridades do grupo Fleury, Luzia Sarno contou a história de como o fundador do grupo, Dr. Fleury, começou a servir café para pacientes há 90 anos. “O doutor Fleury reparou que as pessoas faziam os exames em jejum e às vezes iam embora com pressão baixa e passavam mal. Ele começou a passar um café para os pacientes. E aí criou-se o costume de oferecer um lanchinho aos pacientes depois do exame. Hoje as pessoas brincam que vão ao Fleury só para comer o lanchinho”, disse Luzia.

O papel da transformação digital

O evento também discutiu como a pandemia acelerou um processo de transformação digital no mercado para atender às necessidades dos clientes. Para Renata Marques, CIO da Natura &CO, o cenário de distanciamento social fez com que as empresas aprendessem “na raça”, sem tempo para aplicar uma gestão da mudança. “Todas as empresas estavam cuidando da transformação digital, mas com a pandemia nós aceleramos tudo isso. Porque os hábitos mudaram de uma maneira… não houve change management. Antes estava todo mundo preocupado em fazer um período de change management, o piloto. O piloto agora foi na raça”, afirmou.

A necessidade de ter processos ágeis durante a pandemia também foi apontada por Carolina Tostes Pintão, coordenadora de Pesquisa e Desenvolvimento do Grupo Fleury. Ela explicou que projetos que normalmente seriam difíceis de serem executados foram postos em prática com esforços de equipe e uso de dados. “Tivemos uma iniciativa, liderada pela Fapesp, junto à USP, envolvendo laboratórios e hospitais, para compartilhar dados de pacientes com Covid de forma rápida e permitindo que essa geração de conhecimento viesse de qualquer lugar do país ou do mundo. Isso permitiu uma aceleração nos estudos, em descobertas de pesquisas”, disse.

Para Renata Marques, neste novo cenário de transformação digital, além de um atendimento online, o consumidor também irá esperar uma melhor experiência no ambiente físico. “O “antigo normal” vai ser muito mais uma questão da experiência. Dependendo da experiência que você vai promover no varejo, na loja, é preciso ser muito mais compelling [atraente], para que a pessoa vá para a parte física e tenha uma experiência diferenciada”.

Para entregar essa experiência, o uso de dados e de inteligência artificial é fundamental. “A Inteligência Artificial tem muito valor na experiência individualizada. É humanamente inviável, e sempre foi, conversar com o número de clientes que a gente tem de forma individualizada. Hoje a IA tem sido fundamental para dar escala e exponencializar essa experiência do usuário individualizada”, explicou Jorge Franchella.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/por-que-a-experiencia-do-cliente-deve-ser-o-foco-do-seu-negocio

30% das empresas devem manter home office após a pandemia, mostra estudo

Segundo pesquisa realizada em 17 países, o investimento no teletrabalho será superior a US$ 250 mil nos próximos dois anos para a maior parte das corporações

Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (10) pela Fortinet, empresa de cibersegurança com atuação global, 30% das organizações devem manter mais da metade dos funcionários em regime de home office após a pandemia.

A pesquisa, realizada em junho de 2020, entrevistou diretores de TI de 17 países, incluindo Brasil, e contou com a participação de 400 entidades públicas e privadas com mais de 2.500 funcionários de quase todos os setores, entre eles Saúde, Educação, Energia, Varejo, Tecnologia, Financeiro e Governo.

Para isso, mais de 90% das empresas planejam aumentar seus investimentos em segurança cibernética, sendo que quase 60% delas vão investir mais de US$ 250 mil nos próximos dois anos, incluindo a atualização de seus sistemas existentes e a adição de novas tecnologias.

O estudo revelou ainda que apenas 40% das organizações tinham um plano de continuidade de negócios em vigor antes da pandemia. Como resultado dela e da rápida mudança para o trabalho remoto, 32% passarão a investir mais nesta área.

Quase dois terços das empresas pesquisadas tiveram que fazer a transição rápida de mais da metade de sua força de trabalho para o home office e a maioria dos entrevistados disse que essa mudança representou um grande desafio para sua organização, especialmente ao que diz respeito à garantia de conexões seguras e ao acesso a aplicativos essenciais aos negócios.

“Vimos o investimento em VPN, controle de acesso e segurança na nuvem crescer em pelo menos metade das organizações, assim como a busca por profissionais de TI qualificados”, comenta Frederico Tostes, country manager da Fortinet Brasil e VP de Cloud para a América Latina.

“As empresas enxergaram muitos benefícios no novo modelo de trabalho, mas também sentiram um aumento significativo nas tentativas de ataques cibernéticos por conta da maior dependência do uso de dispositivos pessoais e o acesso de funcionários fora da rede corporativa”, explica Tostes.

“Nesse cenário, não apenas o investimento em tecnologia é fundamental para manter os dados seguros, mas também o treinamento e a conscientização constante de todos os funcionários em segurança cibernética”, conclui.

De acordo com a pesquisa, 60% das organizações revelaram um aumento nas tentativas de violação de segurança cibernética durante a transição para o trabalho remoto, enquanto 34% relataram violações reais em suas redes.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/30-das-empresas-devem-manter-home-office-ap%C3%B3s-a-pandemia-mostra-estudo

Você sabe qual cultura deseja ter na sua empresa?

Enquanto não houver clareza sobre a resposta para essa pergunta, você continuará seguindo por um caminho que não sabe exatamente onde irá levar. Como disse o Gato Risonho, “Para quem não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve!”.

A construção da cultura de uma empresa reflete os níveis de consciência de seu líder. Suas crenças, necessidades, valores pessoais, assim como seus níveis de entropia impactam diretamente o nível de entropia cultural do negócio.

Por esse motivo, o autoconhecimento deveria ser prioridade para qualquer líder, e isso ainda não é uma realidade.

Se conhecer é um processo de profunda internalização e expansão de consciência, que é muitas vezes desconfortável, pois nos coloca frente a questões que não gostaríamos de olhar. Nossos medos, fragilidades e vulnerabilidades, comportamentos sabotadores, posturas inadequadas, entre outras.

Uma das maiores preocupações de grande parte dos líderes nas organizações é, como engajar seus colaboradores com os resultados do negócio.

O que ainda falta é a consciência de que para engajar é preciso construir uma cultura que promova engajamento, adotando novas ações, posturas e comportamentos, e uma vez que os níveis de consciência do líder refletem a cultura, é necessário que ele se conheça.

Percebo que muitos líderes esperam encontrar palavras mágicas e ações simples que engajem suas equipes e que os impulsionem a realizar o que precisa ser feito na construção de caminhos até os resultados desejados, como se a solução para isso estivesse fora, e não dentro.

De fato isso não existe!

Construir uma cultura de engajamento exige empenho, disciplina, cuidado, integridade e consciência.

Enquanto os líderes não entenderem a real necessidade de investir em seu autoconhecimento, tornando-se melhores para si e para as pessoas, apoiando a construção de uma cultura consciente dentro de seus negócios, seus stakeholders não se engajarão como tanto desejam, e os velhos problemas vão continuar fazendo parte do seu dia a dia.

Enquanto o autoconhecimento não fizer sentido para o líder, ele será incapaz de identificar o que é necessário fazer e mudar para construir a cultura que deseja, e que promova o engajamento que tanto busca!

É preciso ter clareza sobre qual a cultura necessária e que esteja alinhada com a estratégia do negócio, para conduzir ações e práticas necessárias para desenvolver essa cultura. Sem os níveis de autoconsciência necessários, isso se torna quase impossível.

Uma cultura consciente antes de mais nada é, uma cultura em que existe clareza sobre “onde” quero chegar, “como” vou chegar, e principalmente, “porque” quero chegar.

fonte: https://administradores.com.br/artigos/voc%C3%AA-sabe-qual-cultura-deseja-ter-na-sua-empresa

Conheça o Growth Hacking: técnica que ajuda a acelerar negócios na crise

Método usado pelos unicórnios ganha força com economia instável e necessidade de digitalização

Empresas de todos os tamanhos e segmentos estão, neste momento, buscando as melhores alternativas para retomar suas atividades o mais breve possível e sair da crise o mais rápido que puderem. Mas, como saber quais as estratégias certas e quais ações adotar para recuperar vendas e voltar a ter lucro?

Responder a esta pergunta é a proposta do curso Growth Hacking ministrado por Raphael Lassance na plataforma Crehana – comunidade educacional global para pessoas que atuam na indústria digital e criativa.

O termo Growth Hacking, aplicado desde 2010 nas áreas de marketing, está transpondo equipes e chegando às gestões das empresas. Criado pelo investidor anjo e empreendedor americano Sean Ellis, o conceito envolve trazer método científico e métrica para as ações de marketing, acelerando diagnósticos por meio de testes mais rápidos das hipóteses, o que implica em uma mudança de toda a cultura empresarial.

Raphael é responsável pela primeira agência de growth hacking no Brasil, com 95 clientes já atendidos em 7 países diferentes. Para ele, a metodologia, que pode ser aplicada em qualquer tipo de negócio, encontra um espaço propício neste período de instabilidade econômica.

“Esse momento em que estamos é muito adequado para essa mudança de estratégia. As empresas não têm mais tempo para esperar e ver o que vai acontecer, não têm dinheiro a perder e se viram forçadas a se digitalizar às pressas”, explica.

Além de enfatizar a importância de uma maior quantidade de testes das estratégias em curso, ou ainda sendo planejadas, Raphael destaca uma característica que vai fazer a diferença entre os novos executivos, que não é nova, mas está sendo igualmente mais demanda por conta da crise.

Usando empresas de todos os tipos e segmentos como modelo, Raphael vem ministrando cursos para democratizar a metodologia e ensinar o growth hacking para corporações, profissionais e empreendedores que queiram acelerar seus resultados. As aulas, disponíveis na plataforma de educação online Crehana, estão entre as mais procuradas pelos estudantes da América Latina no primeiro semestre de 2020.

O curso desafia os alunos a encontrarem meios não convencionais de fazer tarefas diárias e explica a importância de modelos de testagem, que devem ser aplicados a qualquer projeto para avaliar resultados prévios. “Se todo mundo faz uma coisa da mesma forma, o resultado será o mesmo para todos. Se você testa antes e analisa o resultado, você trabalha com dados e não com achismo, mitigando o gasto de tempo, energia e dinheiro com iniciativas que não funcionam”.

Para o consultor, empresas e seus administradores ainda trabalham mal com dados, especialmente no ambiente online, onde é mais fácil extrair métricas e mensurar resultados. Mas, faltam profissionais que entendam essa questão.

“Um profissional que esteja conectado com a estratégia do negócio, mas que tenha também a habilidade técnica de operar testes e experimentações, é um profissional extremamente valioso hoje em dia. Numa startup, geralmente um dos fundadores se torna essa pessoa. Numa grande companhia, há a alternativa de se treinar uma equipe, porque dificilmente você vai encontrar alguém preparado no mercado; e se encontrar, será um profissional caro”, conclui.

O curso de growth hacking, ministrado por Raphael Lassance na Crehana está disponível para profissionais com conhecimento básico em marketing e na modalidade Crehana para Empresas, para treinamento de equipes. Os valores são acessíveis (até R$99,99) e a metodologia de aulas – curtas e em formato de entretenimento – são responsáveis por taxas de conclusão acima da média de mercado na Crehana. As aulas combinam teoria e prática e mais de 70% dos alunos dizem estar aptos a tocar projetos sozinhos após a conclusão.

fonte: https://administradores.com.br/artigos/conhe%C3%A7a-o-growth-hacking-t%C3%A9cnica-que-ajuda-a-acelerar-neg%C3%B3cios-na-crise

Por que a experiência do cliente deve ser o foco do seu negócio?

O processo de transformação digital nas empresas foi acelerado pela pandemia e a IBM Brasil e o MIT Sloan Brasil convidaram especialistas e executivos para discutir sobre o tema

“A experiência do cliente é a única experiência que importa”. Foi com essa afirmação que Michel Lent, fundador da Lent Digital, professor e especialista em experiência do cliente, abriu o primeiro painel do “Big Talks: Customer experience, seu novo core business, evento organizado pela IBM Brasil e MIT Sloan Management Brasil.

O evento, que foi dividido entre uma apresentação feita por Lent e um painel mediado pelo Líder de Estratégia Empresarial e iX da IBM Services, Hamilton Bertelli, que colocou em pauta a importância de uma abordagem orientada à insights que melhore e humanize a experiência do cliente, reconhecendo suas necessidades e anseios. E que com a adoção de inteligência e dados promove ainda mais a personalização e o engajamento dos clientes.

Em sua apresentação, Lent, profissional pioneiro do mercado digital que começou sua carreira em 1995, criando os primeiros sites de grandes corporações como Shell, Banco Itaú, e Globo.com, foi categórico ao afirmar que a experiência do cliente deve ser a principal preocupação de qualquer negócio, e que isso deve estar presente na própria cultura da empresa.

“É preciso uma visão corporativa, de governança, que permite, efetivamente, o nascimento de bons produtos e serviços. Se isso não estiver na raiz do negócio, no entendimento da liderança, é muito difícil levar isso para outras pontas. Se eu não tenho essa cultura customer centric [centrada no cliente], eu não consigo ter uma boa experiência”, explicou o especialista.

A importância de uma perspectiva centrada no cliente foi ecoada na conversa mediada por Hamilton Bertelli com os executivos Luzia Sarno, CIO do Grupo Fleury, uma das maiores empresas médicas e de saúde do país; Carolina Tostes Pintão, coordenadora de Pesquisa e Desenvolvimento do Grupo Fleury; Renata Marques, CIO América Latina da Natura &CO; e Jorge Franchella, CDO, Diretor de Analytics e CRM LA da Natura &CO.

Ao explicar que a experiência do cliente sempre foi uma das prioridades do grupo Fleury, Luzia Sarno contou a história de como o fundador do grupo, Dr. Fleury, começou a servir café para pacientes há 90 anos. “O doutor Fleury reparou que as pessoas faziam os exames em jejum e às vezes iam embora com pressão baixa e passavam mal. Ele começou a passar um café para os pacientes. E aí criou-se o costume de oferecer um lanchinho aos pacientes depois do exame. Hoje as pessoas brincam que vão ao Fleury só para comer o lanchinho”, disse Luzia.

O papel da transformação digital

O evento também discutiu como a pandemia acelerou um processo de transformação digital no mercado para atender às necessidades dos clientes. Para Renata Marques, CIO da Natura &CO, o cenário de distanciamento social fez com que as empresas aprendessem “na raça”, sem tempo para aplicar uma gestão da mudança. “Todas as empresas estavam cuidando da transformação digital, mas com a pandemia nós aceleramos tudo isso. Porque os hábitos mudaram de uma maneira… não houve change management. Antes estava todo mundo preocupado em fazer um período de change management, o piloto. O piloto agora foi na raça”, afirmou.

A necessidade de ter processos ágeis durante a pandemia também foi apontada por Carolina Tostes Pintão, coordenadora de Pesquisa e Desenvolvimento do Grupo Fleury. Ela explicou que projetos que normalmente seriam difíceis de serem executados foram postos em prática com esforços de equipe e uso de dados. “Tivemos uma iniciativa, liderada pela Fapesp, junto à USP, envolvendo laboratórios e hospitais, para compartilhar dados de pacientes com Covid de forma rápida e permitindo que essa geração de conhecimento viesse de qualquer lugar do país ou do mundo. Isso permitiu uma aceleração nos estudos, em descobertas de pesquisas”, disse.

Para Renata Marques, neste novo cenário de transformação digital, além de um atendimento online, o consumidor também irá esperar uma melhor experiência no ambiente físico. “O “antigo normal” vai ser muito mais uma questão da experiência. Dependendo da experiência que você vai promover no varejo, na loja, é preciso ser muito mais compelling [atraente], para que a pessoa vá para a parte física e tenha uma experiência diferenciada”.

Para entregar essa experiência, o uso de dados e de inteligência artificial é fundamental. “A Inteligência Artificial tem muito valor na experiência individualizada. É humanamente inviável, e sempre foi, conversar com o número de clientes que a gente tem de forma individualizada. Hoje a IA tem sido fundamental para dar escala e exponencializar essa experiência do usuário individualizada”, explicou Jorge Franchella.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/por-que-a-experiencia-do-cliente-deve-ser-o-foco-do-seu-negocio

Nubank adquire Easynvest e entra na dianteira do mercado de investimentos

Valor da aquisição não foi divulgado; Easynvest tem 1,5 milhão de clientes e deve transformar Nubank no maior player de investimentos digitais do mercado nacional

O Nubank anunciou nesta sexta-feira (11) a aquisição da Easynvest, corretora de investimentos digitais, com 1,5 milhão de clientes. Com a aquisição, o Nubank não só ingressa no crescente mercado de investimentos para pessoas físicas, como assume a liderança nacional.

O valor da compra não foi informado. O Nubank, ao longo de sua breve história, já recebeu aportes financeiros que totalizam mais de US$ 900 milhões em oito rodadas de investimentos. Na última, em 2019, sete investidores aplicaram US$ 400 milhões no unicórnio, de longe o maior valor recebido.

“Já libertamos 30 milhões de pessoas da complexidade do sistema financeiro por meio de serviços e produtos práticos, convenientes e, principalmente, totalmente focados no cliente. O nosso desejo é fazer isso também no setor de investimentos”, afirma David Vélez, fundador e CEO do Nubank.

Para Vélez, há espaço para a oferta de produtos financeiros mais competitivos nesse setor. “Quanto menos favorecido o cliente, piores são as opções de investimentos. Vamos solucionar isso, replicando o modelo Nubank de levar simplicidade e eficiência para as pessoas, usando tecnologia e difundindo o nosso valor de foco total no cliente”, promete.

“Encontramos na Easynvest um parceiro que compartilha dos mesmos valores e do propósito de democratizar o acesso aos serviços financeiros”, complementa Vélez.

Para Fernando Miranda, CEO da Easynvest, a união deve levar os serviços financeiros para clientes de outros países. “Nosso principal objetivo sempre foi promover o acesso das pessoas a investimentos, para que pudessem ter o maior rendimento de seu dinheiro. Agora com o Nubank, poderemos potencializar esse propósito e levar os serviços para ainda mais pessoas no Brasil e América Latina”, diz.

Número de investidores aumenta

De acordo com dados da B3 — antiga BM&F Bovespa —, o número de investidores pessoas físicas na bolsa já é de quase 3 milhões e deve crescer nos próximos anos. O valor total aplicado por esses investidores — que representam 98,9% do total — era de 383 bilhões em agosto. Em um ano, a B3 recebeu cerca de 1,3 milhão de investidores.

Com a tendência de cortes na taxa básica de juros, a Selic, os títulos públicos passaram a ter rendimentos menores, o que levou mais pessoas para a renda variável. A promessa do Nubank é facilitar ainda mais a relação do brasileiro com o mercado de capitais.

A maior parte desse crescimento deve vir por meio de plataformas digitais. Uma pesquisa da McKinsey aponta que 93% dos investidores brasileiros se dizem confortáveis em usar canais digitais para investir e 61% afirmam se sentir confortável em tomar as próprias decisões de investimentos, sem um assessor direto.

Por enquanto, nada muda para os clientes das duas plataformas. As empresas permanecem operando normalmente e de maneira independente. Um grupo de trabalho será formado para planejar os próximos passos de integração dos serviços, a ser iniciada após aprovação dos reguladores — a compra da Easynvest será submetida ao Banco Central e ao CADE.

Esta é a terceira aquisição do Nubank em 2020. O banco digital comprou a consultoria de tecnologia Plataformatec no começo do ano e adquiriu a empresa americana de engenharia de software Cognitect dois meses atrás.

O movimento demonstra que o banco digital está superando a pandemia com ainda mais solidez — começou o ano com 19 milhões de clientes e hoje já são cerca de 30 milhões. A aceleração da tendência digital levou inclusive a consolidar a base de consumidores de faixas etárias mais avançadas.

Mais de 30 mil pessoas acima de 60 anos abriram contas a cada mês desde o início do isolamento social. Entre abril e junho, o volume de novos clientes nessa faixa foi 50% maior do que no mesmo período do ano passado.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/nubank-adquire-easynvest-e-entra-na-dianteira-do-mercado-de-investimentos

Por que nossos filhos estão “menos inteligentes”?

Pesquisa aponta que, pela primeira vez, crianças registraram índices de QI inferiores ao de gerações anteriores

Antes de qualquer coisa, é preciso que você saiba: há uma grande discussão atualmente no meio científico sobre o real significado dos resultados de testes de QI e muitos pesquisadores afirmam que esse índice não é mais adequado para mensurar potencial cognitivo. Há algumas décadas, inclusive, Howard Gardner lançou críticas severas a esse tipo de mensuração, ao tratar de suas inteligências múltiplas, como você pode conferir neste vídeo. Mas o fato é que outra linha de estudiosos tem, digamos, aperfeiçoado os testes de QI e segue utilizando-os, mesmo que com interpretações diferentes das de antigamente. E um estudo realizado pelo francês Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde de seu país, apresentou uma conclusão polêmica: pela primeira vez na história, uma geração parece ser “menos inteligente” que as anteriores.

Segundo Michel, os testes de QI são atualizados regularmente, visando absorver características que permitam apreender melhor os desafios cognitivos de cada geração. Por isso, no estudo que realizou foram considerados testes feitos com base em estruturas baseadas nas gerações anteriores. Desse modo, foi possível – em tese – avaliar o desempenho de diferentes gerações sob os mesmos critérios. E as conclusões foram surpreendentes: em fatores como linguagem, concentração, memória e cultura, os mais novos apresentaram desempenho pior que os mais velhos.

Via de regra, o processo seguia uma escala crescente, o chamado “Efeito Flynn”.

Por que nossos filhos estão “menos inteligentes?”

O pesquisador explica que ainda não é possível apresentar uma justificativa única. Mas existem muitos fatores na mesa, que vão dos hábitos à nutrição e incluindo até mesmo a poluição. Mas um fator ele faz questão de destacar: exposição a telas.

“Infelizmente, ainda não é possível determinar o papel específico de cada fator, incluindo por exemplo a poluição (especialmente a exposição precoce a pesticidas) ou a exposição a telas. O que sabemos com certeza é que, mesmo que o tempo de tela de uma criança não seja o único culpado, isso tem um efeito significativo em seu QI. Vários estudos têm mostrado que quando o uso de televisão ou videogame aumenta, o QI e o desenvolvimento cognitivo diminuem”, afirma Michel Desmurget em entrevista à BBC publicada pelo G1.

Segundo o pesquisador, a exposição a telas gera efeitos e são eles que afetam o desenvolvimento cognitivo. “Diminuição da qualidade e quantidade das interações intrafamiliares, essenciais para o desenvolvimento da linguagem e do emocional; diminuição do tempo dedicado a outras atividades mais enriquecedoras (lição de casa, música, arte, leitura, etc.); perturbação do sono, que é quantitativamente reduzida e qualitativamente degradada; superestimulação da atenção, levando a distúrbios de concentração, aprendizagem e impulsividade; subestimulação intelectual, que impede o cérebro de desenvolver todo o seu potencial; e o sedentarismo excessivo que, além do desenvolvimento corporal, influencia a maturação cerebral”, explica Desmurget.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/por-que-nossos-filhos-est%C3%A3o-menos-inteligentes

As 4 fases da liderança e como evoluir em cada uma

“Na terceira fase da liderança, a jornada se torna interna. Esta é a fase da resiliência, na qual começamos a nos desafiar e a ter dúvidas”

Durante boa parte da minha carreira, me beneficiei, significativamente, de pessoas que tinham mais confiança em mim do que, algumas vezes, eu mesma. Também fui apoiada por pessoas que me deram feedbacks muito diretos sobre como poderia estar bloqueando meu crescimento (muito obrigada a elas) e de tantas outras que apontaram os pontos cegos e as etapas a serem seguidas para que eu continuasse meu desenvolvimento profissional (muitíssimo obrigada a estas).

Essas lições foram vivências que me ajudaram a traçar meu caminho e a avaliar e colaborar com as equipes, tanto como líder quanto como colaboradora individual. Com elas, podemos desenvolver quatro fases de liderança.

Fase 1: Eficácia

É aqui que a capacidade, a execução e as habilidades básicas de gerenciamento desempenham um papel crítico; chegamos num ponto em que nos tornamos eficazes no que fazemos. Desempenhamos bem e entregamos resultados valiosos nesta etapa, fundamental para uma carreira longeva e de sucesso. Mas, para crescermos como líderes, precisamos ir além de dominar o trabalho com eficácia.

Fase 2: Escalabilidade

Nesta fase, tratamos da escalabilidade, quando deixamos de liderar equipes de poucas pessoas e passamos a liderar grandes equipes. Cada uma dessas posições requer um conjunto de competências diferentes, assim como um conjunto de comportamentos diferentes.

Tal como acontece com a tecnologia, existe uma escala para a liderança e essa jornada exige que os executivos melhorem suas habilidades em comunicação, gerenciamento de tempo, delegação, capacitação, gerenciamento de conflitos e de crises.

Este também é o momento em que provavelmente teremos de lidar, pela primeira vez, com conceitos além de nossa função principal – passaremos a executar um portfólio mais amplo, incluindo ações administrativas; teremos de lidar com questões financeiras e definir estratégias.

Trata-se de um momento decisivo, e as pessoas ambiciosas costumam crescer mais rapidamente do que imaginavam a princípio. Mas é preciso ter muito cuidado com o chamado Princípio de Peter, a tendência a subirmos na hierarquia de uma corporação até nos tornarmos incompetentes para a função – e perdermos a credibilidade. Alguns exemplos? Macbeth foi um eficaz chefe militar, mas um rei incompetente; e Sócrates, o excepcional filósofo, foi um péssimo advogado.

Tendemos, todos e todas nós, a subir até nosso nível de incompetência. Por isso, precisamos aprender e desenvolver continuamente o nosso potencial.

Fase 3: Resiliência

Já na terceira fase da liderança, a jornada se torna interna. Esta é a fase da resiliência, na qual começamos a nos desafiar e a ter dúvidas: “Estou pronta para isso?” ou “O que está acontecendo comigo por dentro?” ou “Por que me sinto assim?” ou ainda “Por que me sinto criticada?” e “Por que me sinto marginalizada?”.

Emocionalmente, pode ser muito difícil passar do ambiente externo para o ambiente interno, e essa incapacidade de se dar o devido valor é o ponto de partida para a tão popular Síndrome do Impostor – não por acaso, mais comum entre executivas do que entre executivos.

Devemos lembrar de que, em algum nível, liderança é sobre o que a pessoa faz, mas também sobre o que ela se torna. Devemos permanecer fiéis aos nossos valores essenciais para crescermos como seres humanos. Só assim é possível nos tornarmos mais conscientes para superarmos os desafios, termos atenção plena no dia a dia para realizarmos com sucesso.

Fase 4: Transformação

Se passarmos por estas três fases, chegaremos à última, que é a fase da transformação, quando nos tornamos um/uma líder que transcende o cargo, o título e as próprias funções. Passamos a ter seguidores que estão muito além de nosso controle. É aqui que podemos inspirar as pessoas e promover transformações duradouras na cultura e nas organizações, que vão além do nosso mandato como administrador. As pessoas nos procuram como um coach e temos a chance de deixar um legado.

Enquanto procuramos desenvolver líderes em nossas organizações, podemos avaliar as pessoas neste espectro de quatro fases e, em seguida, medir suas capacidades baseadas em uma matriz de intenção e capacidade. Para tanto, sigo um miniguia básico, bastante eficaz:

  • Pessoas com grande intenção e grande habilidade: preciso reconhecê-las
  • Pessoas com baixa intenção e alta capacidade: preciso inspirá-las
  • Pessoas com baixa capacidade e alta intenção: preciso treiná-las
  • Pessoas com baixa intenção e baixa capacidade: preciso gerenciá-las o mais rapidamente possível

Quando nos lançamos na tarefa de formar equipes, podemos investir nessas quatro fases para transformar o desenvolvimento de nosso pipeline de liderança e produzir organizações de alto desempenho, 100% capacitadas e sustentáveis. O ideal é fazermos isso com paixão e comprometimento, sem nunca perdermos de vista quem somos.

Paula Paschoal é diretora sênior do PayPal Brasil

fonte: https://administradores.com.br/noticias/as-4-fases-da-lideranca-e-como-evoluir-a-cada-uma