Como vender à distância em tempos de isolamento social

Especialista em vendas dá dicas de uso criativo das ferramentas digitais

O isolamento social imposto pela pandemia de Covid-19, está levando as empresas e os consumidores para um novo rumo. Os lojistas e empresários que não atuam nos chamados serviços essenciais estão precisando reinventar e aprender novas formas de fazer negócios, para atingir o seu público alvo e manter os negócios.

“Para casos em que não se pode estar próximo do cliente, a solução é usar e abusar das ferramentas de networking com criatividade. E nesse momento, usuários de plataforma digitais estão em peso gerando interação”, afirma Julio Bastos Vitória, gerente nacional de vendas da Gi BPO, divisão de outsourcing de processo de negócios e de mão de obra terceirizada, da multinacional de recursos humanos Gi Group.

Como fazer a prospecção à distância, chamando a atenção do decisor em empresas?

O especialista em vendas Julio Bastos Vitória dá algumas dicas:

Saia do lugar comum

Buscar novas alternativas comerciais e fazer algo diferente pode ser caminho para continuar entregando seus produtos e serviços e manter as metas.

Um bom exemplo disso são as grandes redes de magazines que estão abrindo sua plataforma de e-commerce para que pequenos varejistas montem seus ambientes de venda online. Com isso, as lojas, que antes atuavam apenas fisicamente, podem acelerar o processo de digitalização e gerar receita. Enquanto essas grandes redes de lojas, que têm eletroeletrônicos e móveis como carros-chefes, podem diversificar o portfólio de produtos e expandir área de atuação da sua plataforma virtual ao realizar uma parceria comercial sem igual com os varejistas de diferentes segmentos, com conhecimento de mercadoria e local de atuação.

Apesar de atuar nos serviços essenciais, os supermercados e algumas padarias estão incrementando as vendas com shoppers, pessoas que recebem pedidos e providenciam as compras para os consumidores.

Aposte nas ferramentas de comunicação

Aplicativos simples de comunicação, como Whatsapps, servem como excelentes canais de venda e fidelização de cliente.

Pelo aplicativo de mensagens instantâneas, é possível contatar os consumidores para informar sobre as novidades enviando fotos, descontos exclusivos, promoções e ainda reservar os produtos escolhidos e entregar no domicílio.

Prospecção pelas redes sociais

Pelo Facebook e LinkedIn pode-se mapear o público alvo, empresas que fazem parte do target, ver e desenvolver conteúdos relevantes para os negócios, e até mesmo abordar e se aproximar das pessoas que deseja se conectar.

Algumas posturas são necessárias, como evitar o envio aleatório de convites ou convites em massa, evitar o uso da ferramenta como forma de “paquera” e ficar bisbilhotando usuários.

Analise as curtidas, conteúdos, posicionamentos e gatilhos de oportunidades.

É importante ir com calma, sem ansiedade para fechar o negócio ou um fazer um network baseado em interesse. Inicie a interação enviando a primeira mensagem chamando a atenção a algo observado, por exemplo, postagens da empresa a qual o interlocutor representa, reportagens curtidas ou comentadas, assuntos da atualidade, o importante é sempre observar e não apenas enviar um e-mail ou pedido de conexão no LinkedIn sem gerar uma proximidade e interesse mútuo.

Campanhas online

Ações de marketing pela Internet promocionais com pegadas solidárias, ajuda a chamar atenção e conquistar os consumidores.

É o caso da campanha de indústria de cerveja anunciando a venda de vouchers pelos aplicativos que dão direito ao consumo futuro, para apoiar os bares e restaurantes. Ou ainda venda de vouchers que dão direito a acesso a baladas, shows e espetáculos após a quarentena.

“Mais do que nunca, o varejo precisa procurar novos meios de se manter. Esse aprendizado está ocorrendo rápido, sem tempo para projetos pilotos e sem margem de erro”, observa o executivo. “E em tempos de coronavírus, as parcerias e o reconhecimento de marcas que fazem de seu nome o seu produto principal ganham bastante significado”, explica o gerente nacional de vendas da Gi BPO.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/como-vender-%C3%A0-dist%C3%A2ncia-em-tempos-de-isolamento-social

A importância do bem-estar físico e mental no cenário de pandemia

As consequências do COVID-19 para o país são numerosas e implicam na adoção de uma nova concepção sobre o estilo de vida e o bem-estar social

A pandemia de coronavírus ainda é uma realidade mundial. Praticamente todas as regiões do planeta possuem países cujo quadro de contágio se espalhou e representa um estado de alerta generalizado. No Brasil, o vírus teve seu aumento evidenciado no início do mês de março e hoje cresce em um ritmo preocupante para as autoridades e claro, a população como um todo. Medidas de emergência foram e estão sendo tomadas, entre elas, o decreto de quarentena por parte da maioria dos estados nacionais escancarou uma nova realidade de isolamento social para vários segmentos e camadas da sociedade. Por parte da população, a preocupação com o bem-estar físico e mental diante esse contexto tem crescido exponencialmente, o que é justificável.

O momento é de conscientização sobre os riscos que a pandemia oferece. Se a quarentena temporária é uma alternativa viável e reduz a contaminação através de aglomerações, há de se levar em consideração sua importância. Diante o cenário, empresas e organizações de todos os tamanhos buscam opções acessíveis para atravessar esse problema sem grandes impactos ou perdas significativas. Entre uma das saídas, o home office consolidou-se para a continuidade de atividades trabalhistas em meio à crise. É unanimidade entre os especialistas ao redor do mundo que os prejuízos mentais durante esse período devem sim se tornar alvo de atenção por parte das pessoas.

Como passar por esse isolamento social, abdicando de uma rotina estabelecida e da interatividade, sem maiores prejuízos físicos e psicológicos? Preparei um artigo para auxiliar as pessoas nesse sentido. Acompanhe!

Tecnologia é aliada do bem-estar

O sentimento de solidão e isolamento provocado pela quarentena, apesar de necessária e fundamental para amenizar o quadro de contágio, pode causar sentimentos nocivos ao lado psicológico e até lançar pessoas a condições específicas que carecem de atenção e cuidado profissional, como depressão e ansiedade excessiva.

Na internet, temos à disposição uma série de aplicativos e ferramentas que proporcionam a troca de informação rápida e em tempo real, ignorando qualquer obstáculo de distanciamento. O ato de simplesmente ver e conversar com semelhantes em um momento tão delicado, já servirá de alento para os que mais sofrem com o isolamento.

Filtro de notícias: um hábito indispensável

Diariamente, uma quantidade absurda de informações é levantada por veículos e redes sociais. Nem sempre elas possuem um grau aceitável de relevância e compromisso com a verdade. Por isso, não se deixar levar pelo bombardeio de notícias disseminadas é fundamental para preservar a sanidade mental e encarar a situação com tranquilidade.

Atentar-se a comunicados de especialistas e médicos que procuram com fervor métodos para lidar com a pandemia é um hábito indispensável. São eles os responsáveis por auxiliar a população da melhor maneira possível, colocando nossa saúde como prioridade imutável.

Crie sua própria rotina de trabalho

Estar em casa não é sinônimo de abdicar de horários e deixar que os dias passem sem parar. Estabelecer horas específicas para acordar e realizar o home office, por exemplo, é uma prática simples, mas que reproduz a sensação de produtividade que tanto necessitamos. Nossa mente, em analogia direta, é como um músculo que precisa ser exercitado.

A cultura organizacional não é só compartilhada, também é individual. Se uma empresa só funciona dessa forma, não se pode esperar que um profissional faça suas tarefas com excelência se o mesmo não apresenta nenhum tipo de cuidado e organização com suas atividades.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/a-import%C3%A2ncia-do-bem-estar-f%C3%ADsico-e-mental-no-cen%C3%A1rio-de-pandemia

Habilidades de negociação devem ser adaptadas para manter as vendas durante a pandemia

Especialista aponta que a negociação precisa estar presente em todos os níveis das empresas e se adequar aos aspectos da comunicação on-line

Uma boa negociação sempre foi um diferencial para efetivar as vendas. Com as mudanças nos hábitos de consumos, causadas pelo isolamento social, as habilidades dos vendedores se tornaram ainda mais importantes para concretizar novos negócios e manter as atividades das empresas.

As compras por aplicativos e sites se tornaram mais frequentes e para garantir bons resultados é preciso criar uma estrutura de vendas e a divulgação dos produtos é essencial. De acordo com pesquisa feita a pedido da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), 79,8% dos revendedores no Brasil utilizam o Facebook ou Instagram para apresentar lançamentos das empresas que representam.

Para o especialista em negociação e CEO da Passadori Comunicação, Liderança e Negociação, Reinaldo Passadori, as empresas precisam se adaptar ao novo momento para manter as vendas. “A habilidade de negociação precisa estar presente em todos os níveis da empresa, sejam estratégicos, gerenciais ou operacionais, e também em casa. Essa nova fase que estamos vivendo fará com que muitas coisas mudem até que a retomada da economia aconteça. Os salários não serão mais os mesmos, nem as pessoas poderão contar com as mesmas habilidades para conseguir os resultados de antes”, ressaltou.

Durante todo o processo de venda é preciso estratégia e atenção à forma como a comunicação é feita para que o conteúdo seja compreendido da forma esperada. “Uma venda eficiente nesse novo tempo precisa ser estratégica e a comunicação será importante para a retomada. Com o contato sendo feito a distância, via mensagens, telefonemas e e-mails, as pessoas precisam ter cuidado em como se comunicam internamente e com os clientes. Sem observar as expressões faciais e corporais, além do tom de voz, é importante considerar como as mensagens são transmitidas, pois sem o auxílio destes aspectos os sentidos podem ser diferentes”, explicou Passadori.

Manter a proximidade com os clientes neste período depende de um amplo domínio da comunicação falada e escrita, além das habilidades de negociação, que precisam ser adaptadas. “As metodologias de vendas existentes precisam ser flexibilizadas e adaptadas para o novo momento. Como o contato agora passou a ser feito a distância a comunicação vai acontecer em um novo nível, em que a clareza e a objetividade estarão ainda mais em foco”, finaliza.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/habilidades-de-negocia%C3%A7%C3%A3o-devem-ser-adaptadas-para-manter-as-vendas-durante-a-pandemia-1

Por que você tem sempre que “acertar”?

Fuja de uma opção “correta”, de um encaixe perfeito, de ser lembrado por uma “caixa”. Cause impacto pelo que você é de verdade. Aceite não fazer parte da maioria, ou não se enquadrar. Pague o preço.

Há 19 anos, na minha primeira ida a Alemanha, eu me esforcei ao máximo para “chegar bem” e me moldar a esse país desconhecido. Não conhecia nada dessa cultura, e aqui me aconselharam a ser discreta, visto que o povo Alemão não era de fazer amizade com estranhos. Eu tinha 22 anos, e não considerei que jovem é jovem em qualquer lugar do mundo. Ao chegar lá, os anfitriões haviam preparado um churrasco para mim. Por medo de errar, eu só fiquei meia hora na minha própria festa, o que causou irritação, afinal de contas o que se espera dos brasileiros é que eles sejam os últimos a sair.

Quem nunca se pegou em uma situação pontual se esforçando para fazer o “certo”, agradar, ser aceito. O que se esquece é que para fazer o certo se pressupõe que existe também o “errado”, e esse é o ponto central. Existem moldes, padrões e comportamentos que são considerados adequados ou inadequados por certos grupos e culturas. O principal pressuposto da programação neurolinguística diz: O mapa não é território. Em outras palavras, vemos o mundo através de filtros, e é a partir deles que construímos o nosso modelo de mundo.

O modelo de mundo é uma soma dos nossos padrões familiares, da nossa cultura, das pessoas com quem nós convivemos, do que aprendemos e de como vivemos. Não é à toa que o americano Robert Kegan, especialista em desenvolvimento, diz que uma das formas de nos desenvolvermos é sairmos do nosso conforto e experimentarmos novos contextos. Nada melhor do que vivenciar uma cultura diferente da sua por um tempo para entender que não existe apenas um jeito de se fazer as coisas.

Vamos imaginar que não existisse a necessidade de se enquadrar em nada, e nem de julgar situações como certas ou erradas, e se respeitasse o modelo de mundo das pessoas, no máximo as convidando para conhecer outros modelos e ampliar suas possibilidades. Estaríamos vivendo melhor ou pior? Independente da resposta, algo é certo: Seríamos mais livres.

E se eu, ao chegar na Alemanha, tivesse me preocupado menos em agradar, e mais em me divertir e conhecer as pessoas, que tipo de histórias eu estaria contando agora sobre o meu primeiro contato com eles? E se eu tivesse olhado menos para padrões, moldes e pré-conceitos e mais para o contexto de jovens de vinte e poucos anos querendo conhecer novas culturas?

E eu finalizo com um convite: Fuja de uma opção “correta”, de um encaixe perfeito, de ser lembrado por uma “caixa”. Cause impacto pelo que você é de verdade. Aceite não fazer parte da maioria, ou não se enquadrar. Pague o preço.

fonte: https://administradores.com.br/artigos/por-que-voce-tem-sempre-que-acertar

Socorro, meu emprego​ sumiu: Sobre pandemia e reinvenção da carreira

Os empregos estão diminuindo, mas nunca tivemos tantas opções de trabalho disponível.

Fiz mil planos e mais planos para 2020.

Estava confiante e preparada para o que acreditava ser o meu desafio.

Eu não estava “errada”….mas a gente se esquece de que o controle não está nas nossas mãos, por completo.

Na virada do ano, eu considerava ser um cenário extremamente positivo, e tinha todas as ferramentas e apoio necessários para atingir o “sucesso” desejado nas minhas mãos.

Mas TUDO mudou. De um dia para outro.

Primeiro em janeiro, quando minha ajudante, e braço direito, ficou muito doente, depois com o decreto de isolamento, para conter o Coronavírus.

Projetos suspensos e outros adiados, redução de faturamento.

Geralmente nos acomodamos com um cenário muito conhecido, e não sentimos a necessidade de fazer algo novo, ajustes ou aprender uma nova habilidade. É natural do ser humano.

Nada se faz urgente, até que o inesperado acontece. Algo geralmente ruim.

Nesses momentos ficamos apreensivas, tensas e preocupadas com o futuro tanto da carreira como financeira.

Comigo não foi diferente.

O cenário está dado.

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O novo normal está aí. Queira você ou não.

Eu acredito que quando o isolamento começar a se flexibilizar ou terminar, não teremos a mesma vida de antes, as coisas já estão mudando, perceba você ou não.

Agora, a vida nos EXIGE protagonismo, liderança.

Aprender, desaprender, para poder aprender o novo e necessário.

Primeiro na nossa vida, depois, ligado ao que nos faz feliz.

Sempre digo aos meus alunos e mentorados que é melhor arrumar o telhado antes da tempestade. Mas agora está “chovendo” para todos.

E vamos ter que subir lá e fazer o que precisa ser feito, se quisermos ser relevantes para o novo mercado de trabalho que se desenha.

Vamos nos molhar, é fato. E tudo bem.

Mas antes isso do que daqui um ano a demissão em massa chegar, e você não ter nem posicionamento estratégico formatado no seu LinkedIn nem saber como construir uma rede de contatos alinhada à sua necessidade.

As empresas (de todos os tamanhos, mas principalmente as grandes) já estão revendo funções e necessidade de pessoal, bem como a tecnologia que automatiza muita coisa.

Esperar não é a melhor saída.

Já vemos impacto no que conhecemos como ‘emprego’, mas acredito que nunca faltará trabalho e projetos para quem saiba lidar com essa nova realidade.

Porque tem muita gente se reinventando.

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Meu emprego sumiu

Comecei a ler o livro do Fernando Barra com esse título: “Meu emprego sumiu”, e recomendo para todos que desejar acompanhar a mudança que o mundo está passando.

Muitos novos formatos e modelos de negócio nascem de crises como a que estamos vivendo.

É histórico.

Você deseja ficar para trás? Imagino que não.

Novas habilidades que eram descritas como vitais aos profissionais do futuro, estão sendo solicitadas HOJE.

O que era plano para 2025, foi trazido para hoje. A transformação digital para negócios e posicionamento profissional é NECESSIDADE BÁSICA HOJE, como comida.

O ser humano é movido pelas suas paixões, pelas suas necessidades e sonhos.

O trabalho é uma necessidade básica. Por vários motivos. De comer até se realizar e ser feliz. Temos diversas necessidades que não são apenas as básicas biológicas, inclusive nos sentir útil, e ajudar outros seres humanos.

Acredito que a FELICIDADE É SER ÚTIL.

E como empreendedora aprendi a navegar nesse “mar”, e vivo isso diariamente.

Seja no meu site ou no meu perfil do LinkedIn.

Eu conto isso ao mundo. Meus pontos fortes estão destacados lá. De tempos em tempos eu ajusto uma ou outra palavra.

Alguns anos atrás isso não era assim. E tudo bem, cada um no seu momento.

Mas enquanto você não tiver clareza sobre o que te move, por que você faz o que faz e contar ao mundo o valor que você entrega, NINGUÉM VAI FICAR SABENDO.

Faça sua mensagem, seu potencial do offline chegar a mais pessoas com ajuda da internet – e do LinkedIn. Alinhe seu perfil profissional a quem você é de verdade.

Assim, você permitirá que pessoas alinhadas à sua verdade se conectem a você, abrindo portas e oportunidades que você nunca imaginou ser possível.

Vamos juntas (os). Conte comigo nessa jornada, nem que seja para um abraço virtual.

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Me chamo Vivian Lopes, sou mãe, jornalista, especialista em LinkedIn Marketing e empreendedora desde 2016.

Há cinco anos descobri minha paixão pelo marketing de conteúdo e pela inovação. Já trabalhei como relações públicas e coordenadora de comunicação para empresas de tecnologia, inovação e RH.

Conecto pontos e construo pontes entre seu potencial e sua jornada profissional.

Hoje ajudo líderes e especialistas a se posicionarem como unidade de negócio, e produzirem conteúdo aqui no #LinkedIn, plataforma que sou fã de carteirinha.

Se você gostou desse artigo, e ficou com vontade de aprender mais sobre como usar o LinkedIn para criar suas próprias oportunidades nessa rede, se inscreva para a aula online que darei no dia 14/maio – vagas limitadas.

Se quiser bater um papo é só me chamar no vivian@vivianlopes.com.br .
Vou adorar conhecer sua história.

fonte: https://administradores.com.br/artigos/socorro-meu-emprego-sumiu-sobre-pandemia-e-reinven%C3%A7%C3%A3o-da-carreira

Você na pós-pandemia

O que acontecerá com a sua vida depois da pandemia mundial? Certamente muitos aspectos objetivos e subjetivos mudarão

Pandemia é uma emergência incontrolável causada por um agente natural que infecciona e mata os humanos que não conseguem reagir à invasão. Uma pandemia, “todo povo” em grego, é um fenômeno natural, um fato objetivo. A subjetividade é consequência da reação humana à pandemia. Segundo o historiador Leandro Karnal, “depois de um período de recolhimento e morte, há uma grande explosão de vida”.

O que acontecerá com a sua vida depois da pandemia mundial? Certamente muitos aspectos objetivos e subjetivos mudarão.

Fato objetivo: sua vida sofreu um tranco. Você foi obrigado a ficar em casa em “isolamento social”. Cada vez que saiu de casa, você viveu um protocolo de “distanciamento social”. Sua unidade domiciliar transformou-se em um ambiente completamente diferente do que era antes da pandemia. Você foi obrigado a se isolar e se comunicar com o mundo através das ferramentas tecnológicas disponíveis.

Fato subjetivo: o que será “uma grande explosão de vida” para “todo o povo”? Não sei. Algumas previsões existem. O déficit financeiro do setor público já começou, assim como no setor privado. A inadimplência será enorme. O mundo vai emergir mais pobre com poucas exceções. As taxas de juros devem ficar baixas por algum tempo. No início, não se espera uma explosão de inflação, mas os impostos vão crescer. É provável que um novo contrato social surja, talvez mais profundo do que depois da segunda grande guerra mundial. O relacionamento internacional e o comércio mundial serão afetados drasticamente.

E você neste cenário? Além da alegria emocional de ter sobrevivido, o que será de você?

Neste momento tão incerto, uma certeza emerge nos comentários: a tecnologia acelerou as transformações que já vinham acontecendo no relacionamento pessoal e dos negócios humanos. O que era distante está na sua tela, a poucos centímetros dos seus olhos.

Você já percebeu que foi a tecnologia que manteve seu contato social razoavelmente ativo através dos aplicativos disponíveis no seu smartphone. Você pode ter lido histórias de quem foi um ativo participante do trabalho remoto, o home office. Ou pode ter sido daqueles profissionais qualificados que conseguiram fazer parte de uma intensa rede de trabalho remoto.

A arquitetura dos escritórios e das residências mudará mais rapidamente.

Vamos pensar na sua “casa”. Você habita em um ambiente espacial delimitado por paredes. Em uma delas, existe uma porta que serve de entrada e saída. Quando você entra e fecha esta porta, você se sente dentro do seu ninho, lar, morada, habitação ou domicílio. Ou ainda, casa. Não importa onde seja, é onde você dorme, onde passa um terço da sua existência.

Sente na sua cama e olhe ao redor. Tudo, absolutamente tudo, que está ao seu redor é consequência da prática do design. Seu quarto foi designed para proteger a segurança do seu sono. Em viagem, você pode morar em um quarto de hotel. O quarto de dormir é a unidade mínima viável de moradia. Um exemplo radical são os hotéis-cápsula de Tóquio ou em aeroportos pelo mundo, onde o quarto é quase uma gaveta.

Ao longo da história, o conceito de quarto de dormir mudou lentamente. Já o banheiro com água encanada só existe há menos de dois séculos. Ninguém pensa nisso quando se higieniza na intimidade do seu próprio banheiro que deve estar pertinho do quarto.

Quando surgiu a televisão, os sofás da sala de estar formaram uma plateia para ela. Nós assistíamos a TV. Agora, a tela fala com você. Do lado de fora, algumas ou dezenas de pessoas desejam saber sua opinião sincera e criativa sobre alguma questão relevante.

Os Estados Unidos possuem um ambiente caseiro que nós não usamos como eles. Estou me referindo ao espaço da garagem que serviu para início de empresas bem conhecidas, como a Ford, Disney, HP, Harley Davidson, Mattel (Barbie), Nike, Dell, Virgin, Microsoft, Apple, Google ou Amazon. A garagem servia, provisoriamente, como um coworking caseiro, como o fundo de quintal de Zica Assis, da Beleza Natural.

Minha pergunta é: sua casa está preparada para que você trabalhe dentro dela? Existe algum espaço planejado para você se concentrar no seu trabalho sem atrapalhar, ou ser atrapalhado pelas atividades do resto da vida diária da casa? Neste espaço você estará virtualmente compartilhando seu tempo com equipes colaborativas. Embora seu corpo esteja presente nesta cápsula tecnológica, sua presença virtual estará nos monitores de diversas outras cápsulas espalhadas por aí, pelo mundo.

A pandemia jogou o trabalho, o lazer e o ócio criativo dentro de um liquidificador e o suco que saiu de lá foi um tranco radical na cultura contemporânea.

coliving, que aparece como uma solução para os millennials, é antigo. Uma primeira investigação no Google diz que existe há um século. Eu diria: na verdade, coloquem mais alguns séculos nesta conta. O passado voltou bem modificado. Hoje, você pode morar em um ambiente um pouco maior do que o seu quarto de dormir dentro de um prédio que oferece alimentação, lavanderia, biblioteca, ginástica, ambientes de socialização e entretenimento, além de uma série de serviços de conveniência. Privacidade, somente no seu quarto de dormir turbinado com a tecnologia necessária para você se comunicar com o mundo.

Mas são ainda poucos, os que moram em um empreendimento similar. A grande maioria do planeta deverá adaptar sua casa atual para enfrentar o novo mundo que não pede sua permissão para existir. Tente imaginar como ela pode ser adaptada ao futuro que já chegou e pressiona você para mudar. Use os poderes de transformação que o design lhe oferece e mude a sua vida para melhor. Use a sua casa como uma plataforma de lançamento da sua inserção colaborativa no planeta.

fonte: https://administradores.com.br/artigos/voc%C3%AA-na-p%C3%B3s-pandemia

11 previsões nada otimistas para a economia brasileira

Buscador de investimentos reuniu e listou projeções de diferentes órgãos e entidades

É consenso entre instituições financeira independentes e órgãos governamentais que a economia global registrará recessão neste ano. As projeções para o Brasil, no entanto, são ainda menos animadoras. Segundo um levantamento realizado pelo buscador de investimentos Yubb, há cenários em que a previsão é de uma retração de 10% no nosso PIB.

“A consultoria global UBS foi a que apontou a pior estimativa e apontaram três possíveis cenários que o país deverá vivenciar”, explica Bernardo Pascowitch, fundador do Yubb.

“Nos cenários 1 e 2, que são mais otimistas, UBS pensa que encerraremos 2020 com o PIB entre -5,5% a -7,7%. Entretanto, no cenário 3, o PIB atingirá -10,1%, complementa.

Confira o ranking completo:

EmpresaProjeçãoData da projeção
UBSde -10,1% a -5,5%28/04/2020
Bank of America-7,7%13/05/2020
JPMorgan-7%10/05/2020
Santander-6,4%18/05/2020
Banco Central (Focus)-5,12%18/05/2020
Morgan Stanley-5,1%28/04/2020
Ministério da Economia-4,7%13/05/2020
Itaú Unibanco-4,5%11/05/2020
Goldman Sachs-3,4%27/03/2020
Asa Bank-3%19/03/2020
Credit Suisse0%17/03/2020

Em posicionamento mais otimista, o banco Credit Suisse aponta o PIB brasileiro de 2020 sem oscilação, avaliando que o desempenho da atividade econômica no país durante o primeiro trimestre de 2020 não foi tão afetado pelos impactos do coronavírus, já que fomos um dos últimos a apresentar a propagação da doença.

“Apesar da visão mais otimista, o Credit Suisse destacou que não é possível desconsiderar um cenário de maior recessão. Isso vai depender do tempo que o governo vai levar para conter o impacto negativo causado pela pandemia do covid-19”, detalha Bernardo.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/11-previs%C3%B5es-nada-otimistas-para-a-economia-brasileira

As 5 marcas líderes de engajamento no Instagram e Facebook

No Instagram, a Netflix Brasil liderou com folga com a marca de 36,6 milhões de interações com apenas 140 postagens

Em tempos difíceis, é mais importante do que nunca que as marcas invistam em entender seus clientes, sua jornada de compra e o tipo de conteúdo que ressoam com eles em cada etapa do processo de compra. Os clientes querem ouvir as marcas que seguem. E as marcas não precisam apenas se comunicar, elas devem se comunicar de uma maneira que reconheça e reflita o mundo no qual vivemos hoje. Por isso, a empatia deve ser a pedra angular.

Essas são algumas das conclusões de um estudo realizado pela Socialbakers, plataforma de soluções para a otimização de performance corporativa em redes sociais. Ao analisar o como o consumidor se relaciona com as marcas, o levantamento aponta ainda as marcas que são líderes de engajamento nas redes sociais neste período: Netflix, Lojas Americanas, Hotel Urbano (Hurb), Salon Line e Ambev. Esta última, com uma publicação que informava sobre a produção de álcool em gel com a matéria prima de outros produtos, desbancou a Ferrari e a Bugatti como o post com maior engajamento do mundo no Facebook e Instagram relacionado ao Covid-19 durante pandemia.

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“A grande sacada dessas e outras marcas com grande engajamento é entender sua audiência, quem a influencia e qual conteúdo mais engaja. Assim, podem gerar conteúdos personalizados para esse consumidor. Outro ponto importante é a escolha da plataforma e dos formatos de conteúdos a serem trabalhados”, afirma Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers no Brasil. “Não por acaso os melhores exemplos que temos visto por parte das marcas nas redes sociais neste momento são referente aquelas que realmente se envolvem com ações concretas para o bem maior. Agora ou depois, as pessoas querem sentir que as marcas estão se envolvendo para ajudar”, explica o executivo.

No Instagram, a Netflix Brasil, que possui 17,9 milhões de seguidores, liderou com folga como a marca com maior engajamento nessa rede social com a marca de 36,6 milhões de interações com apenas 140 postagens. Outras marcas que se destacaram no Instagram foram Lojas Americanas, com 18,6 milhões de interações em 1884 postagens, Grão de Gente, com 5,1 milhões de interações em 835 postagens, a Santa Lolla, com 2,9 milhões de interações e 230 postagens, e Salon Line, com 2,8 milhões de interações em 244 postagens.

Já no Facebook, com 12,8 milhões de seguidores, o Hotel Urbano (Hurb) foi a marca com maior engajamento nessa rede social, superando a marca de 8,1 milhões de interações com 2347 postagens. Outras marcas que se destacaram no Facebook foram Salon Line, com 4,8 milhões de interações com 193 postagens, Netflix, com 3,6 milhões de interações em 192 postagens, Tô de cacho, com 3,5 milhões de interações e 171 postagens, e Havan, com 3,2 milhões de interações em 391 postagens.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/as-5-marcas-l%C3%ADderes-de-engajamento-no-instagram-e-facebook

Stress na quarentena: como equilibrar as funções exigidas do dia a dia?

Especialista explica como o estresse pode atrapalhar na produtividade e afetar as tarefas do cotidiano

Em tempos de distanciamento social onde a vida profissional, pessoal, e social se encontram no mesmo lugar, diversos profissionais alegam sentir estresse com a rotina. É comum se observar famílias que não estavam preparadas para receber essa avalanche de informações e funções e nem administrar tudo, mesmo com mais tempo em casa. Somam-se as incertezas quanto ao futuro e a ansiedade que afeta a todos.

De acordo com a pesquisa feita pela revista East Asian Arch Psychiatry aponta que entre 2002 e 2003, quando o coronavírus causador da Sars matou 800 pessoas no mundo, 42% dos sobreviventes acabaram desenvolvendo algum tipo de transtorno mental e mais da metade manifestou sofrer transtorno de estresse pós-traumático. Os impactos do COVID-19 ainda não foram medidos, mas o nível de estresse anda em alta e preocupa especialistas.

Para Rebeca Toyama, especialista em estratégia de carreira, ter equilíbrio e uma boa organização de tarefas é essencial para evitar o estresse neste momento de pandemia, mas é importante lembrar que o isolamento pode trazer solidão e confusão de sentimentos, além da sensação de cobrança, atrelada às tarefas do cotidiano.

Ela explica que pessoas que estão sob estresse apresentam reações emocionais e físicas, e tudo está relacionado ao sentimento de pressão, como a preocupação, a falta de concentração e a alta demanda, além da sensação de tempo escasso. Com isso, o corpo também sofre e começa a mandar sinais traduzidos em tensões musculares, problemas para dormir, agitação, cansaço e dores de cabeça.

Portanto, para evitarmos chegar na fase de exaustão é necessário incluir na rotina, além de planejamento de tarefas, atividades que beneficiem a saúde física, emocional e financeira. Lembrando a importância desses pilares para a saúde mental.

“De acordo com o médico Hans Selye que trouxe o conceito de estresse para a área da saúde, o processo de estresse possui três fases: o alerta, a resistência e a exaustão, que por sua vez pode trazer problemas psicológicos e físicos. Para que possamos enfrentar essa fase, precisamos cuidar da nossa saúde física como sono, alimentação e atividade física; saúde emocional como, organização de metas e objetivos, e o contato com pessoas nutritivas; saúde financeira como, acompanhar o orçamento mensal e evitar compensar o estresse em compras”, explica Rebeca Toyama.

Como organizar a rotina?

A especialista em estratégia de carreira traz 7 conselhos para se relacionar de forma mais saudável com as diversas funções durante a pandemia do coronavírus.

1 – Equilibre seu tempo: Tenha em mente suas prioridades, faça um cronograma do que precisa ser feito para administrar bem as 24 horas por dia e os 7 dias por semana;

2- Organize uma rotina para a fase de pandemia: Programe seu horário para acordar, administre o tempo dos afazeres domésticos, tempo do expediente de trabalho, organizar os estudos das crianças, além de intervalos e descanso, que são fundamentais. E aos fins de semana, tenha atividades de descanso, como filmes e conversas em família.

3- Distribua funções: Você não precisa fazer tudo sozinho, às vezes é necessário mostrar que precisa da ajuda do outro;

4- Cuide de sua saúde física: Estipule um tempo para cuidar de seu corpo. Pratique exercícios, se alimente e durma bem;

5- Cuide de sua saúde emocional: Converse com pessoas que te façam bem, crie metas e objetivos para cumprir e não se cobre tanto.

6- Cuide de sua saúde financeira: Se adeque a realidade atual, acompanhe seu orçamento mensal e evite compensar o estresse e a ansiedade em compras não necessárias.

7- Cuide de sua saúde mental: Evite acessar conteúdos negativos com frequência, procure boas notícias, boas leituras, bons filmes.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/stress-na-quarentena-como-equilibrar-as-fun%C3%A7%C3%B5es-exigidas-do-dia-a-dia

Queda de produtividade no home office é maior para pais com filhos até 5 anos

Levantamento do Boston Consulting Group também aponta que mulheres dedicam 15 horas semanais a mais a atividades domésticas quando comparada aos homens

No cenário de pandemia, pais e mães com crianças até 5 anos são os mais afetados pela queda de produtividade. É o que indica uma nova pesquisa realizada pelo Boston Consulting Group (BCG) nos Estados Unidos, Reino Unido, França e Itália. O estudo, chamado “Easing the Covid-19 Burden on Working Parents” mostra que 53% dos profissionais com filhos nessa faixa etária tiveram sua capacidade de realizar atividades profissionais reduzida em razão das maiores responsabilidades familiares e domésticas no cenário de coronavírus. Na média entre todas as idades, o índice ficou em 47%.

O estudo mostra também um maior nível de dedicação da mulher às tarefas domésticas. Elas chegam a dedicar 15 horas a mais por semana aos cuidados com a casa e os filhos quando comparadas aos homens. Além disso, o estudo aponta que 37% do público feminino se declarara totalmente ou substancialmente responsável pela rotina doméstica. Como consequência, 66% das entrevistadas nos quatro países pesquisados indicaram preocupações com a saúde mental, enquanto o índice entre homens é de 52%. A preocupação com a performance no trabalho também é apresentada na pesquisa, com os indicadores entre mulheres (38%) e homens (35%) mais equilibrados.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/queda-de-produtividade-no-home-office-%C3%A9-maior-para-pais-com-filhos-at%C3%A9-5-anos