Entenda mais sobre a Inteligência Artificial na área tributária

Especialista explica sobre o dilema da aceitação x dependência neste setor

Uma tecnologia já bastante disseminada, mas cujo potencial impacto nas rotinas organizacionais ainda não está claro para muitos profissionais, é a Inteligência Artificial e como ela pode melhorar a dinâmica de trabalho.

O Brasil é um dos países com maior número de impostos diferentes a serem pagos, com uma elevada carga tributária, configurando em penúltimo no ranking de competitividade entre as 18 nações analisadas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Esses índices ajudam a comprovar a necessidade da inteligência artificial na área, que pode atuar como backoffice, sem substituir a mão de obra humana, automatizando processos para que esse trabalho seja aliviado e seja direcionado para o trabalhador funções menos “mecânicas”.

Tiago Slavov, professor do Mestrado em Ciências Contábeis da FECAP, explica alguns dos desdobramentos da tecnologia especificamente na área tributária. “É inegável a capacidade da Inteligência Artificial para transformar processos de preparação e análise de informações contábeis e fiscais. No caso brasileiro, uma referência no mundo todo em digitalização dessas informações pela implementação do Sistema Público de Escrituração Digital – SPED, o potencial é ainda maior.” 

Ele explica que com essa alta demanda de impostos, se a digitalização das informações contábeis e tributárias no Brasil tornou alguns processos mais simples, pela adoção do paperless [sem papel], por outro lado aumentou a “fome” do Fisco por mais dados das empresas. Mais dados solicitados significa maior esforço para geração das informações, impactando no incremento de custos e, principalmente, maior risco pela não conformidade tributária.

“As organizações passaram a dar maior atenção às oportunidades de automatização da geração e análise das informações tributárias, contando com o avanço da Inteligência Artificial – IA na área. A IA é uma aliada para o gerenciamento e análise de dados, automatizando num primeiro momento rotinas repetitivas e, depois, o processo analítico, tudo via algoritmos e padrões de comportamento. No entanto, o fator humano ainda é decisivo para o sucesso das implementações de IA nas organizações, especialmente no que se refere ao uso adequado pelos profissionais da área tributária”, pontua o especialista.

Nos últimos anos, o aprimoramento tecnológico e a exploração comercial da tecnologia, contando com o avanço de técnicas de machine learning ou deep learning (modelos matemáticos de previsão), massificou o uso da IA, tornando o hábito de utilizar um navegador GPS para chegar ao destino ou um Chatbot no SAC da empresa, tão corriqueiros quanto o pagamento de tributos.

De acordo com Slavov, para muitos, o apoio pode virar uma dependência: algumas pessoas já não sabem andar pela cidade sem um GPS, e em algumas empresas o cliente não consegue conversar com um funcionário – somente com uma máquina. Esse comportamento “disfuncional” não é culpa do robô, mas do homem.

O dilema, segundo o professor, quando atribuído à área tributária, revela o seguinte posicionamento: com a massificação das implementações de tecnologias nas rotinas fiscais, os executivos devem priorizar a análise da relação de causa e efeito homem-máquina, buscando entender a aceitação ou dependência da tecnologia.

Em outras palavras: se muitos profissionais têm dificuldade para entender e aceitar a aplicação da IA em suas rotinas, outros podem exercer uma confiança exagerada na nova tecnologia. Imagine um jovem que, diante da indagação do pai sobre seu estudo, responde: “não preciso estudar sobre isso porque o Google oferece a resposta”. Ou o viajante que, confiando cegamente no navegador GPS, não percebe que o trajeto sugerido é perigoso ou incorreto.

Ele esclarece ainda que, nesse sentido, o estudo realizado pela EY (2018) afirmando que até 50% do quadro de pessoas pode ser reduzido imediatamente com a adoção de IA, mas apenas 5% das empresas estão cientes dessa possibilidade, ou o levantamento da Deloitte (2016), que apontou situações de redução de mão de obra empregada em processos tributários decorrentes da adoção da IA também favoreceu o crescimento de outras áreas e surgimento de novos empregos e postos de trabalho decorrentes da automação, com salários mais altos e profissionais melhor qualificados, indicam desafios e oportunidades para empregadores e empregados, diante do cenário de adoção, cada vez mais intenso, da IA na área tributária.

Fonte: Tiago Slavov/Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/47814/entenda-mais-sobre-a-inteligencia-artificial-na-area-tributaria/

CLT: desligamentos por morte saltaram em ocupações que exigem atividade presencial

Segundo o levantamento, motoristas de caminhão, faxineiros e vendedores lideram os registros.

Um levantamento feito pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho a pedido do G1 mostra que houve um aumento de 89% nos desligamentos por motivo de morte entre os trabalhadores com carteira assinada este ano. 

Em 2020, nos quatro primeiros meses, foram registrados 18.580 encerramentos de contratos CLT, no mesmo período de 2021 o número pulou para 35.125.

Quando se analisa a lista com as ocupações com maior número de desligamentos por morte, motoristas de caminhão, faxineiros e vendedores lideram o levantamento no número total de mortes nos primeiros quatro meses de 2021.

Quando se verifica o maior crescimento percentual no número de mortes nos primeiros quatro meses de 2021, em relação ao mesmo período do ano passado, os maiores aumentos também abrangem ocupações que exigem atividades presenciais, e em alguns casos consideradas essenciais, como motoristas de ônibus e caminhões, operadores de caixa, frentistas, zeladores e porteiros de edifícios.

Veja abaixo os maiores crescimentos nos desligamentos por mortes entre janeiro e abril de 2020 e de 2021:

  • Motorista de Ônibus Rodoviário: 181%
  • Supervisor Administrativo: 166,4%
  • Motorista de Caminhão: 152%
  • Gerente Administrativo: 145,2%
  • Motorista de Ônibus Urbano: 143,7%
  • Vigilante: 129,5%
  • Assistente administrativo: 115,2%
  • Operador de caixa: 114,7%
  • Motorista de Carro de Passeio: 114,2%
  • Vendedor de comércio varejista: 113,2%
  • Frentista: 105,2%
  • Auxiliar de escritório: 98,5%
  • Zelador de edifício: 94,9%
  • Porteiro de edifícios: 93,7%

O levantamento é baseado no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia. Isso quer dizer que ele reflete apenas o mercado formal. Portanto, não há como relacionar os óbitos com a Covid-19. Mas o cenário mostra que, na pandemia, as ocupações que exigem atividades fora de casa são as mais afetadas.

Em relação ao total de desligamentos por motivo de morte, os dados do Caged mostram que os números começaram a subir a partir de abril de 2020, quando a pandemia começou a se agravar no país, variando entre os patamares de 5 e 6 mil registros.

Mas, em março e abril deste ano, houve um salto para mais de 11 mil encerramentos de contrato por óbitos. Em abril, quase 1% dos desligamentos foi por motivo de morte, maior proporção pelo menos desde 2014, de acordo com os dados enviados pelo governo.

Fonte: Com informações do G1

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/47824/clt-desligamentos-por-morte-saltaram-em-ocupacoes-que-exigem-atividade-presencial/

Cinco mitos sobre sistema de gestão para PMEs

Confira dicas para desmistificar os sistemas e agregá-los ao dia a dia

Acompanhar o ritmo acelerado da transformação digital e cultural é uma necessidade cada vez mais latente nas empresas, independentemente de  porte ou segmento. Nesse sentido, a busca por um software de gestão empresarial, o chamado ERP (Enterprise Resource Planning), se torna indispensável.

Segundo uma pesquisa feita pelo Capterra, mais de 44% das empresas nacionais já adotam um sistema de gestão empresarial. E a tendência é a de que esse número aumente cada dia mais.

O ERP garante processos padronizados e bem definidos, centraliza dados, melhora a eficiência do negócio, sua lucratividade e competitividade frente à concorrência. Ainda assim, muitos pequenos e até médios empreendedores ainda acreditam que um sistema de gestão empresarial é algo exclusivo para grandes empresas.

No intuito de desmitificar essa questão, Tatiana Nettoda SAP Business One, lista cinco dos principais mitos que rondam o tema:

A implementação é demorada

Muitos empreendedores imaginam que o processo de implementação de um ERP é longo e burocrático. Mas, já há casos de implementação remota num prazo de apenas 15 dias.Além disso, quanto menos customizações o sistema tiver, maior será a velocidade de implementação do ERP. Nas PMEs, como costumam ter uma operação mais simples, a implementação é bastante ágil.

Dificuldade do uso

Os sistemas de gestão costumavam ser complexos e difíceis de serem manuseados. Mas, tudo isso ficou no passado. Hoje, com a experiência do usuário, os ERPs são desenvolvidos mais “user friendly” e com soluções mobiles, garantindo uma fácil usabilidade por qualquer empreendedor e seus colaboradores e em qualquer lugar. O foco é a praticidade.

Engessamento dos processos

A padronização da rotina e atividades da companhia é fundamental para seu gerenciamento eficaz. Nos ERPs, como o SAP Business One, essa estandardização é garantida, principalmente em processos de backoffice, proporcionando maior controle das informações e compliance. Ao contrário do que alguns pensam, a padronização otimiza e não engessa os processos. Para inovar é preciso ter controle dos dados.

Mais trabalho

Ter a governança dos dados em tempo real contribui imensamente para a tomada de decisões, identificando as ações que estão dando certo e o que ainda precisa ser aperfeiçoado.Como resultado, o negócio terá mais produtividade, lucratividade e, consequentemente, escalabilidade com muito menos trabalho, ampliando o negócio.

Alto custo

Muitos empreendedores ainda acham que um ERP é uma exclusividade das grandes empresas, o que não é verdade. Hoje, é possível que uma pequena e média empresa tenha acesso aos mesmos recursos que uma grande companhia, pagando um valor muito baixo por cada usuário do sistema.

De acordo com a Tatiana, apesar de todas as facilidades na implementação de um ERP, é imprescindível buscar um bom parceiro para apoiar a empresa nessa jornada. Só um especialista tem a expertise necessária para entender as demandas do seu negócio e adaptá-las ao sistema de gestão.

Ela ainda acrescenta que um ERP moderno e completo possui todas as soluções para a transformação e evolução digital de um negócio. Com dados disponibilizados e gerenciados de forma online, na nuvem, o entendimento sobre a operação da empresa é muito maior e centralizado. Sua implementação é fácil, ágil e, principalmente, acessível ao seu bolso. Então, não há mais motivos para você achar que deve continuar gerenciando sua empresa em uma planilha de Excel.

Fonte: Tatiana Netto, Global Channel Sales Manager do SAP Business One.

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/47817/cinco-mitos-sobre-sistema-de-gestao-para-pmes/

BEm: Corte de salário e jornada poderá ser acionado em calamidade regional

Governo e Congresso negociam tornar BEm permanente para casos de emergência, como enchentes ou seca.

O governo e o Congresso negociam uma maneira para que o programa trabalhista, chamado de BEm (Benefício Emergencial), possa se tornar permanente e ser usado em caso de calamidade.

O instrumento tem sido elaborado pelo deputado Christino Áureo (PP-RJ) e por técnicos do Ministério da Economia.

A ideia é permitir que o programa seja acionado também em casos regionalizados, por exemplo, quando há uma calamidade provocada por seca, enchentes, outras catástrofes ou até mesmo em crises, como o apagão registrado no Amapá no ano passado.

BEm

Essa medida trabalhista foi criada em 2020 para minimizar os impactos da crise da Covid-19 e reeditada em abril de 2021.

Por meio de flexibilização temporária de regras, empregadores e empregados assinam acordos para redução parcial da jornada e dos salários (em 25%, 50% ou 70%) ou acordos para a suspensão momentânea dos contratos de trabalho.

Para compensar a perda de renda do trabalhador, o governo paga um auxílio, chamado de BEm. Hoje, o benefício não pode ultrapassar o valor máximo do seguro-desemprego, que pode chegar a R$ 1.911,84 por mês.

Alívio de gastos

O programa trabalhista, portanto, visa aliviar os gastos de empresários em um momento de crise.

“O gatilho que estamos estudando é a situação de calamidade. Se acontece um desastre natural em um estado da Federação, por exemplo, é hora de acionar o BEm”, afirmou Áureo.

O governo avalia que a medida é bem-sucedida e tem evitado demissões em massa durante a pandemia. 

Por isso, o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco, já admitiu na semana passada os estudos para tornar o programa uma ação permanente.

“Se tivermos uma possibilidade, caso enfrentemos algo no futuro, de apertarmos um botão e isso já nos proporcionar o acionamento do benefício, melhor. Estamos discutindo tudo”, disse em videoconferência promovida pelo jornal Valor Econômico.

Para isso, o governo conversa com Áureo, que é relator da MP (medida provisória) que reeditou o BEm em 2021. A proposta, por ser uma MP, teve efeito imediato assim que foi enviada ao Congresso, mas precisa do aval dos congressistas até setembro para não perder a validade.

Calamidade pública

Integrantes da equipe econômica avaliam que, ao permitir o acionamento do programa de forma regionalizada, a medida será mais eficiente e focada no socorro às empresas e trabalhadores no período necessário.

Assim, o BEm não seria utilizado apenas em caso de calamidade pública nacional, o que ocorreu no ano passado por causa da pandemia da Covid-19.

Líderes governistas dizem acreditar que o plano de tornar o programa uma medida permanente não deverá enfrentar forte resistência no Congresso, apesar de as centrais sindicais defenderem mudanças no mecanismo.

Com informações da Folha de S. Paulo

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/47821/bem-corte-de-salario-e-jornada-podera-ser-acionado-em-calamidade-regional/

Veja 10 passos para dar solidez ao seu negócio

Pesquisa da Serasa Experian aponta que, no Brasil, 370.581 empresas foram abertas em janeiro deste ano, um aumento de 15,6%.

De acordo com Indicador de Nascimento de Empresas da Serasa Experian, 370.581 empresas foram abertas em janeiro deste ano, um aumento de 15,6% na comparação com o mesmo mês do ano anterior e também o maior volume mensal desde 2010.

Se considerarmos apenas os Microempreendedores Individuais (MEIs), o crescimento anual foi de 21%. Para as Sociedades Limitadas, o avanço foi de 42,6%. Pensando neste cenário, o CNN Brasil Business conversou com dois especialistas para reunir 10 dicas de como se tornar um empreendedor de sucesso. 

1. Busque conhecimento

Entre os primeiros ensinamentos, está o conhecimento. É ideal que o empreendedor, ao escolher seu nicho de atuação, saiba quem são seus concorrentes e entenda as “dores” de seu público. Afinal, é delas que podem vir as melhores soluções.

“Empreender sem conhecimento é um tiro no escuro, é preciso saber procurar as necessidades novas do mercado”, afirma o Wilson Poit, diretor superintendente do Sebrae São Paulo. 

2. Esteja atento às mudanças do mercado

Ao abrir um negócio, o empreendedor vai precisar ler o mercado para entender para onde o fluxo vai, qual é novidade do momento e quais ajustes ele poderá fazer no próprio empreendimento para atender a demanda.

“Normalmente, os empreendedores que são apaixonados por resolver um grande problema estão alertas aos sinais do mercado e têm a flexibilidade para ajustar a rota sempre que necessário”, relata Maria Fernanda Musa, diretora de aceleração de negócios da Endeavor.

3. Planejamento constante

Para o empreendimento seguir sem surpresas, é necessário estar atento ao planejamento. Ele servirá como uma bússola, direcionando para aonde o negócio deve ir, quais riscos valem ou não a pena e, caso ocorra imprevistos, quais atitudes devem ser tomadas. 

Para Poit, planejar garante maior chance de sobrevivência do negócio. 

“O cenário atual exige um planejamento o tempo todo. Para o microempreendedor, por estarmos no meio ano, o ideal é se planejar para os próximos seis meses, assim é mais garantido atingir o ponto de equilíbrio para este ano. Neste momento,  é importante esse semestre da retomada”, orienta.

4. Mantenha o foco no seu público-alvo

Todo negócio possui um público-alvo. E esse público é definido por uma série de fatores, como classe social, idade, gênero, escolaridade, estilo de vida e até mesmo região em que o possível cliente reside. Essa definição facilita a compreensão das dores e necessidades da clientela do empreendimento.

Maria Fernanda explica como se aproximar do público-alvo. 

“Todo empreendimento possui características distintas, mas o foco é ser especialista nas coisas que seus clientes mais precisam. Um ponto muito importante é coletar feedbacks de clientes, o quanto for necessário para aperfeiçoar o seu negócio e, consequentemente, garantir a qualidade na entrega”, aponta. 

5. Relacionamento

Manter um pós atendimento e conter os contatos dos clientes permite que o empreendedor estreite laços e possa vender de formas mais variadas. 

“Quando a pandemia chegou, os empreendedores que tinham um cadastro dos clientes, conseguiam entrar em contato com eles. Por isso, orientamos  que façam um cadastro, e o mantenham atualizado para entrar em contato e ficar no radar deste cliente. É importante ressaltar que esse relacionamento deve ser feito sem que a linha do incômodo seja cruzada”, afirma Poit. 

6. Fique de olho nas contas

O erro mais comum entre empreendedores que estão começando é não dividir as contas do negócio das contas de pessoa física. Poit dá uma dica simples para não misturar os caixas. 

“Um dinheiro da empresa vai num bolso e o seu, no outro. Toda movimentação financeira precisa ser registrada. É importante classificar saídas e entradas,  de onde e como o dinheiro está entrando”, diz. 

7. Forme um time potente 

Uma equipe engajada e criativa possibilita que o negócio busque sempre a inovação e novos meios de atrair clientes. Maria Fernanda diz que um time potente faz toda diferença. 

“As pessoas são o principal ativo de qualquer organização. É fundamental que, mesmo no começo do negócio, você atraia pessoas fora da curva, movidas pelo propósito, para fazerem parte da empresa.  É a partir das pessoas que surgem boas ideias e excelentes produtos.”

 8. Transformação digital 

Outro ponto importante para ter um empreendimento de sucesso é investir no campo digital. Na pandemia, muitos negócios tiveram que se adaptar para receber pedidos na internet, de aplicativos, marktplace, estar presentes nas redes sociais e até mesmo manter o relacionamento com os clientes. 

“Vender pela internet ou pelo WhatsApp não é mais opcional, mas fundamental, mesmo para o pós pandemia”, aponta Poit.

9 . Aprenda a valorizar a jornada 

Conquistar as primeiras ferramentas de trabalho, um novo espaço, expandir em filiais, aumentar a equipe. Todas essas conquistas merecem ser celebradas. Esse passo expressa todo o esforço que o empreendedor teve ao longo da caminhada. 

“É essencial compreender que todo empreendimento tem êxitos, fracassos, crescem a partir das lições e aprendem com essas experiências. Tenha em mente que o que vale é o caminho percorrido, muito mais que o objetivo alcançado”, diz. 

10. Licitações governamentais 

Uma possibilidade de venda é explorar licitações do governo, seja ele municipal, estadual ou até mesmo federal. Segundo Poit, é um mercado que pode ser mais explorado por micro e pequenos empreendedores. 

“Nunca esqueça de vendas para o governo. De um modo geral, micro e pequenas empresas são muito fechadas para negócios governamentais. E, pela lei, os pequenos negócios têm vantagens nas licitações públicas”,  afirma.

Fonte: com informações da CNN

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/47823/veja-10-passos-para-dar-solidez-ao-seu-negocio/

Bolsa Família: entenda a reformulação do programa

O lançamento para o novo programa do bolsa família deve ocorrer ainda em 2021.

Atualmente, o Bolsa Família atende cerca de 14 milhões de famílias brasileiras consideradas pobres e extremamente pobres. O valor médio concedido a esse público é de R$ 192 mensais. No entanto, essas proporções devem aumentar em breve.

Isso porque o Governo Federal está reformulando o programa social de distribuição de renda. Portanto, não somente os valores, mas a quantidade cidadãos amparados pela medida será maior. A expectativa é que o novo programa seja lançado ainda este ano.

Novo valor bolsa família

O novo valor do Bolsa Família será definido pela reforma do Imposto de Renda, que está sob responsabilidade do Congresso Nacional. A intenção é utilizar os ganhos com arrecadação dos tributos e dividendos para possibilitar o financiamento permanente da ampliação do novo valor.

Segundo informações, o resultado de redução da alíquota proposta de 20% a 15% pode interferir no valor médio pago aos beneficiários do programa social.

O presidente da república, Jair Bolsonaro, anunciou que o valor médio para a reformulação do Bolsa Família seria equivalente a R$ 300, valor superior ao que estava sendo discutido no Governo (R$ 250).

Entretanto, o seu próprio filho, o senador Flávio Bolsonaro, informou que o novo valor médio para o programa seria estabelecido em cerca de R$ 270, visando a “correção de rota”.

Reformulação bolsa família

Como mencionado, o lançamento para o novo programa deve ocorrer ainda em 2021. Caso contrário, a proposta será arquivada, uma vez que 2022 será um ano eleitoral, impossibilitando a implementação de qualquer medida dessa espécie no período em questão.

Logo, a reformulação deve ser liberada ainda este ano, ou será aplicada apenas em 2023, se caso Bolsonaro for reeleito.

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/47820/bolsa-familia-entenda-a-reformulacao-do-programa/

5 maneiras de se preparar antes de solicitar crédito

80% dos negócios de pequeno porte buscam empréstimos apenas nos cinco principais bancos do país.

Com a pandemia do covid 19, diversas empresas precisaram se reinventar para sobreviver a esse momento de crise, por isso muitos pequenos e médios empreendedores passaram a buscar crédito para se recolocar, reorganizar e se manter no mercado. 

“80% dos negócios de pequeno porte buscam por recursos apenas nos cinco maiores bancos do país. Mas existem outras empresas especializadas em dar crédito para quem precisa daquele valor. As fintechs, por exemplo, chegaram com força e inovação ao mercado financeiro brasileiro – o que ajuda a promover competitividade e acesso ao crédito! O mais importante, neste contexto, é avaliar alguns pontos antes de fechar negócio para escolher quais são as melhores opções”, explica Luiz Falbo Di Cavalcanti, CEO da Kalea, assessoria digital de crédito para empresas. 

Para escolher a melhor opção, o empreendedor não deve considerar apenas os juros cobrados, mas também os prazos de pagamento, o sistema de amortização, o tempo que demora para liberação dos recursos, o tipo de garantia e etc.

Além disso, requer uma negociação e um preparo por parte do empreendedor. “O pedido de crédito só será autorizado se a instituição financeira tiver certeza do negócio que está fazendo com você, portanto, para ser atendido na solicitação, é necessário organizar as informações sobre a empresa para satisfazer as exigências”, completa. 

Como solicitar crédito

Pensando nisso, Falbo preparou um passo a passo com algumas dicas de como solicitar crédito de maneira rápida, eficiente e segura: 

  • Pesquise pelo menos três instituições financeiras que oferecem o tipo de serviço que você precisa. Existem diversas instituições que oferecem esse tipo de serviço, você precisa conhecer quais os benefícios e vantagens que terá com cada uma delas. Além disso, pesquise se essa instituição que você escolheu é confiável e verdadeira.
  • Acompanhe as inovações no mercado financeiro. Para buscar crédito é importante acompanhar a evolução do mercado. As novidades trarão novas oportunidades para os empreendedores como crédito personalizado, digital e competitivo.
  • Faça um planejamento financeiro: Isso irá te ajudar na gestão do negócio, do crédito e também perante as instituições, já que elas vão querer entender quais são seus planos com aquele dinheiro. Por isso, controlar toda a entrada e saída de capital do seu negócio e saber até quantos funcionários você consegue pagar, por exemplo, são algumas das dicas para não ficar no prejuízo.
  • Durante as conversas com as instituições seja honesto e transparente, assim será mais fácil a aprovação de crédito. Nenhuma instituição financeira vai te disponibilizar créditos se não sentir segurança no seu negócio!
  • Trate o pedido de crédito como um projeto da sua empresa. Faça cronogramas que te ajudarão a cumprir prazos e metas, além de deixar todos os documentos em ordem. 

Fonte: Kalea

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/47792/5-maneiras-de-se-preparar-antes-de-solicitar-credito/

5 dicas de redes sociais para os pequenos negócios

Confira estratégias básicas mas eficientes para ter uma presença digital relevante nas redes

Se ainda havia empreendedores que não contavam com o auxílio da internet para propagar seus negócios e marcar presença digitalmente, com a pandemia essa situação precisou rapidamente ser revertida para garantir o funcionamento dos pequenos negócios.

Nem sempre é necessário um blog ou e-commerce totalmente estruturado para começar a marcar sua presença nas redes sociais, mas é preciso existir para disseminar sua marca e propagar as vendas. Com isso, separamos 5 dicas de redes sociais para pequenos negócios.

Entenda quem é sua persona

Um dos primeiros passos na criação das redes sociais é a compreensão de quem é a persona do seu negócio, ou seja, os compradores reais da marca.Definindo idade, gênero, localização e renda média, é possível fazer uma estratégia de marketing nas redes para rastrear e alcançar essas pessoas.

Onde está seu público

Descubra qual é a rede social mais utilizada pelo seu público: talvez para um escritório de contabilidade, o público esteja mais concentrado no Linkedin do que no Twitter. Com essa definição, é possível estudar e investir em ações patrocinadas mais assertivas dentro daquele site específico.

Seja constante

A presença nas mídias requer constante atualização para fortalecer o engajamento com os seguidores: ter uma periodicidade é interessante para o ramo, pois mantém o interesse ativo.

Informações atualizadas 

Em momentos como de pandemia no qual constantemente havia restrição de circulação e posteriormente nova liberação, o cliente pode ficar confuso quando seu negócio está aberto e sendo acessado ou não. Por isso, mantenha seu consumidor bem informado e atualizado: se houver alguma regra de restrição, comunique-o. Mudou de endereço, faça questão de alertá-los e assim por diante.

Conteúdo relevante

E por último, mas de forma alguma menos relevante, o conteúdo postado deve ter algum significado para sua persona, imagine o que o consumidor quer e precisa saber do seu negócio para que a venda seja convertida ou mesmo para que haja engajamentos.

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/47818/5-dicas-de-redes-sociais-para-os-pequenos-negocios/

Semana de quatro dias de trabalho: é possível no Brasil?

Islândia testou uma semana de trabalho de apenas quatro dias e o sucesso foi ‘esmagador’, segundo pesquisadores.

Você já parou para pensar como seria se a semana tivesse apenas quatro dias de trabalho e três de descanso? A Islândia testou essa medida e o sucesso foi “esmagador”, segundo pesquisadores. 

O resultado foi que a produtividade foi a mesma ou melhorou na maioria dos locais de trabalho. Além disso, os trabalhadores relataram se sentir menos estressados ou com menor risco de esgotamento. Houve ainda melhora na saúde e maior equilíbrio entre vida profissional e familiar.

A jornada semanal de 40 horas passou para 35 ou 36 horas, com os trabalhadores recebendo a mesma remuneração. Os resultados levaram os sindicatos a renegociar os padrões de trabalho, e 86% da força de trabalho mudou as escalas para menos horas trabalhadas, mas com a manutenção dos salários.

A Espanha também está testando uma semana de trabalho de quatro dias para as empresas. A Unilever da Nova Zelândia reduziu em 20% a jornada também mantendo o mesmo salário.

E no Brasil, seria possível as empresas implantarem uma semana de 4 dias de trabalho? 

Veja abaixo o tira-dúvidas com o advogado Ricardo Souza Calcini, professor da pós-graduação da FMU e especialista nas relações trabalhistas e sindicais.

Semana de quatro dias de trabalho no Brasil

1. É possível o Brasil ter uma semana de quatro dias de trabalho?

Hoje, do ponto vista legal, a regra é que a jornada seja de 8 horas diárias e 44 horas semanais. É previsto também o chamado descanso semanal remunerado, que ocorre uma vez na semana. Mas do ponto de vista da negociação coletiva com sindicatos ou via acordo individual entre trabalhador e empresa, é possível reduzir essa carga horária e tornar possível o trabalho em apenas 4 dias na semana.

2. O que seria necessário para as empresas colocarem isso em prática?

Os módulos de 8 horas diárias e de 44 horas semanais são limites máximos previstos na legislação trabalhista. Ocorre que isso não impede que as empresas possam reduzir a jornada de trabalho, já que a proibição está ligada com o excesso de jornada. Logo, a implementação dependerá de cada companhia de acordo com seus interesses.

3. Isso seria possível com contratos de jornada parcial?

reforma trabalhista de 2017 trouxe os contratos de jornada parcial, cuja duração pode ser de até 30 horas semanais, sem possibilidade de horas extras semanais, ou de até 26 horas semanais, com até 6 horas extras, pagas com acréscimo de 50%.

Essa é uma opção de redução de jornada de trabalho, mas os empregados submetidos ao regime parcial têm o salário proporcional à jornada realizada em relação aos outros profissionais que cumprem as mesmas funções em tempo integral.

Para aplicação da jornada parcial para os contratos de trabalho já vigentes, é necessária autorização do sindicato da categoria, pois se trata de medida que reduz o salário proporcionalmente com a jornada. Já para contratos novos, as empresas já podem admitir funcionários, sem anuência do sindicato, na modalidade de jornada parcial.

4. É possível aplicar a redução da jornada com o uso de banco de horas?

É possível o uso de banco de horas, pois, com a redução do número de dias trabalhados, a compensação das horas não laboradas deve ocorrer dentro de um sistema de apenas 4 dias de trabalho na semana. 

Lembrando que a legislação trabalhista autoriza a prorrogação da jornada diária em até 2 horas por dia. Logo, teríamos jornadas de 10 horas por dia, em 4 dias por semana.

5. A empresa que segue as 44 horas semanais pode reduzir a jornada? Teria que mudar contrato e reduzir o salário?

Se for para reduzir o salário, tem que ter anuência do sindicato profissional. Mas, se não for reduzir salário, a empresa é livre para reduzir a jornada de trabalho. 

Na prática, o salário-hora do empregado passaria a ser maior com a redução das 44 horas semanais.

6. Como ficam as negociações com os sindicatos?

Só há necessidade de negociação se houver redução de salário nos contratos de trabalho já vigentes. Se for contratar empregados novos pelo regime parcial, não precisa de negociação com os sindicatos.

7. Precisa mudar os contratos de trabalho dos empregados?

Só os já existentes com anuência dos sindicatos. Já para os novos contratos, basta fazer a contração direto no regime de jornada parcial.

Fonte: G1

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/47825/semana-de-quatro-dias-de-trabalho-e-possivel-no-brasil/

Passo a passo para legalizar uma cooperativa

No sistema cooperativo, justamente para ganhar força e superar dificuldades comuns no competitivo mundo dos negócios que as empresas juntam-se em cooperativas que têm objetivos similares.

Existe uma parte burocrática que deve ser enfrentada para a constituição de uma cooperativa legalizada. A falta de compreensão dos processos burocráticos é um dos motivos que faz com que muitas cooperativas atuem na informalidade e sem a devida regulamentação; e essa situação limita a atuação da cooperativa e deixa seus cooperados sem respaldo legal.

Como legalizar uma cooperativa

No Brasil, para se constituir uma cooperativa, são necessárias, no mínimo, 20 pessoas físicas. Essas pessoas precisam ter um interesse econômico em comum, dispostas a constituir um empreendimento próprio, no qual cada pessoa tenha apenas um voto e o resultado seja distribuído proporcionalmente à participação de cada cooperado.

Em um primeiro momento, será necessário reunir um grupo de pessoas interessadas em criar a cooperativa, com as seguintes finalidades:

  • Determinar os objetivos da cooperativa.
  • Escolher uma comissão para tratar das providências necessárias à criação da cooperativa, com a indicação de um coordenador de trabalhos.
  • Realizar reuniões com todos os interessados em participar para esclarecer e entender necessidades e objetivos.

Na sequência, a comissão deve possuir uma proposta do estatuto que contenha:

  • Denominação, sede, foro, área de ação, prazo e ano social.
  • Objetivo social.
  • Associados: admissão, direitos, deveres e responsabilidades – demissão, eliminação e exclusão.
  • Regras do capital social.
  • Assembléia Geral: definição, convocação e funcionamento; assembleia geral ordinária; assembleia geral extraordinária e eleições.
  • Conselho de administração/diretoria.
  • Conselho fiscal.
  • Livros e contabilidade.
  • Sobras, perdas, fundos e balanço geral.
  • Disposições gerais e transitórias.

O último passo deve incluir a realização de reuniões com todos os interessados para distribuição e discussão da proposta de estatuto. A convocação de todas as pessoas interessadas para a assembleia geral de constituição da cooperativa e por último a realização da assembleia geral de constituição da cooperativa, com a participação de todos interessados, considerando a quantidade mínima exigida.

Fonte: Sebrae

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/47819/passo-a-passo-para-legalizar-uma-cooperativa/