Pequenos negócios ainda enfrentam dificuldades com faturamento

Aumento de custos, falta de clientes e dívidas com empréstimos têm impactado no faturamento das empresas.

Os efeitos da crise econômica provocada pela pandemia de coronavírus ainda não foi totalmente superada nos negócios.

Em uma pesquisa realizada pelo Sebrae, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), 60% dos empresários afirmam que o faturamento ainda é menor que no período anterior ao da pandemia.

Em média, a queda é de 23%. O principal vilão, para 50% dos empresários, é o aumento dos custos (insumos, combustível, energia), seguido da falta de clientes (21%) e as dívidas com empréstimos (11%).

Os setores que detêm os maiores percentuais de perdas são Beleza, Artesanato, Economia Criativa, Turismo e Moda, com quedas no faturamento que variam de 34% a 29%.

Considerando o porte dos empreendimentos, a pesquisa mostra que os Microempreendedores Individuais (MEI) são o grupo mais impactado (62% relatam queda de faturamento), com uma redução média de 29%.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, a pesquisa traz uma informação importante: nenhum segmento da economia registrou piora em 2022. Porém, indica que o quadro geral ainda inspira cuidado e monitoramento constante.

“A inflação atingiu as pequenas empresas, em especial os MEI, quando eles começavam a se recuperar dos impactos da pandemia. É fundamental continuar apoiando esses empreendedores com políticas de crédito e com a possibilidade de renegociação de dívidas, tanto de empréstimos, quanto de impostos e fornecedores”, avalia.

Com informações do Sebrae

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/51802/faturamento-dos-pequenos-negocios-esta-abaixo-do-nivel-pre-pandemia/

Empregados sem carteira assinada no setor privado atingem novo recorde no país

O crescimento desse número demonstra, segundo os estudos, uma pejotização das categorias privadas.

De acordo com a nova  Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a quantidade de empregados no país sem carteira assinada no setor privado atingiu 12,5 milhões de pessoas no trimestre encerrado em abril.

Segundo o levantamento, o número é o maior já registrado na série histórica, com uma alta de 20,8%, incluindo mais  2,2 milhões de brasileiros nestas condições.

Outra modalidade que também cresceu foi daqueles que atuam por conta própria, com uma elevação de 7,2%, incluindo 1,7 milhões de novos trabalhadores. Atualmente, já são 25,5 milhões de pessoas nesta condição.

Colaboradores com carteira assinada tiveram alta de 11,6% no ano, acumulando um total de 35,2 milhões na categoria.

Avaliando os 96.512 ocupados no primeiro trimestre do ano, 36,5% atuam na modalidade CLT, 26,5% por conta própria e 13% estão sem carteira assinada.

Pejotização das categorias

Ainda segundo o estudo, esse crescimento de empregados sem carteira assinada no setor privado demonstram uma pejotização das categorias.

Isso quer dizer que os trabalhadores estão recebendo mais ofertas como pessoas jurídicas do que ofertas de vagas para carteira assinada.

Na maioria das vezes, estes colaboradores atuam da mesma forma que os CLT (mesma carga horária, obrigações, controle de ponto e mais), geralmente por um salário maior, mas sem nenhum dos benefícios da carteira assinada.

Ou seja, eles não têm direitos trabalhistas pela falta de vínculo empregatício, deixando de receber benefícios como 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

Dessa forma, o empregador paga menos encargos trabalhistas e fica mais barata a contratação.

FONTE: https://www.contabeis.com.br/noticias/51763/aumenta-numero-de-trabalhadores-sem-carteira-assinada-entenda/

Contribuições previdenciárias: veículos concedidos pela empresa ao empregado

Neste artigo, o especialista abordará os aspectos previdenciários envolvidos na concessão de veículos para trabalhadores.

A legislação previdenciária determina que as parcelas destinadas a retribuir o trabalho, bem como os ganhos habituais sob a forma de utilidades, se sujeitem ao recolhimento das contribuições previdenciárias.

A legislação também prevê que os gastos incorridos pelo trabalhador, com a utilização de seu veículo para o exercício da sua atividade, podem ser ressarcidos pela empresa sem que os valores se sujeitem à tributação previdenciária.

Em relação aos veículos concedidos pela empresa ao trabalhador, a legislação não possui uma disposição específica, mas nos parece não haver motivo para que seja dispensado tratamento jurídico distinto ao acima descrito (quando o veículo configura uma ferramenta indispensável à execução do trabalho).

A nossa opinião está fundamentada na jurisprudência que trata do tema, que afasta a tributação previdenciária sobre as denominadas “ajudas de custo”, assim entendidas as ferramentas imprescindíveis à execução do trabalho e/ou desempenho da função.

Essa posição ganhou reforço legislativo em 2017, por conta da Reforma Trabalhista (Lei 13.467), que determinou que a ajuda de custo, mesmo concedida habitualmente, não se sujeita ao recolhimento de encargos trabalhistas e previdenciários.

Todavia, é importante reforçar: apenas os veículos que configuram uma ferramenta de trabalho é que estão isentos do recolhimento das contribuições previdenciárias, aqui se incluindo a hipótese em que a empresa impõe aos empregados que utilizem determinado padrão, modelo, marca e cor para representação institucional.

Dessa forma, a concessão de veículos deve estar baseada em política interna da empresa, para que seja possível evidenciar a sua finalidade e, consequentemente, definir qual deve ser o tratamento previdenciário aplicável às respectivas despesas.

FONTE: https://www.contabeis.com.br/artigos/7530/como-fica-as-contribuicoes-previdenciarias-de-veiculos-concedidos-pela-empresa-ao-empregado/

Relp: quase metade das adesões foram feitas por MEIs

O pico de adesões ocorreu no dia 31 de maio; confira o número de adesões por estado.

O prazo para adesão ao Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional (Relp) terminou na última sexta-feira (3). Ao todo, foram feitas 380.322 adesões, segundo a Receita Federal.

Desse total de adesões, 255.695 foram realizadas por empresas e 124.627 por microempreendedores individuais (MEI) .

O pico de adesões ocorreu no último dia do prazo – antes da prorrogação -, dia 31 de maio, com mais de 50 mil empresas e MEI aderindo ao programa, segundo o Fisco. 

Confira abaixo as adesões por estados:

Relp

O Relp inclui todas as dívidas apuradas pelo Simples Nacional até o mês de fevereiro de 2022. A adesão pôde ser feita pelo e-CAC, no site da Receita Federal ou pelo Portal do Simples Nacional.

Os empresários puderam parcelar as dívidas em até 180 vezes, com redução de até 90% das multas e juros, dependendo do volume da perda de receita da empresa durante os meses de março a dezembro de 2020 (calculado em relação a 2019). Parcelamentos rescindidos ou em andamento também também puderam ser incluídos.

O parcelamento de débitos já inscritos em Dívida Ativa da União deve ser negociado junto à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/51831/relp-mais-de-380-mil-empresas-aderiram-ao-programa/

STF decide que Imposto de Renda não deve incidir sobre pensão alimentícia; veja o que muda

Segundo a AGU, a decisão dos ministros vai refletir em uma perda anual de arrecadação de R$ 1,05 bilhão.

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, na noite de sexta-feira (3), que o Imposto de Renda não deve incidir sobre valores recebidos como pensão alimentícia.

O entendimento do relator, ministro Dias Toffoli, prevaleceu. O magistrado defendeu que a pensão alimentícia não se trata de uma nova renda ou aumento patrimonial, já que são utilizados rendimentos anteriormente tributados por seu recebimento.

Imposto de Renda não deve incidir sobre valores recebidos como pensão alimentícia, segundo decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) na noite de sexta (3).

“(…) Garantir as condições mínimas de existência dos dependentes financeiros com rendimentos tributados quando ingressaram no patrimônio do alimentante é renda insuscetível de mais uma tributação, verdadeira bitributação”, afirmou o relator.

O placar do julgamento foi de 8 votos a 3. O ministro Gilmar Mendes teve voto divergente, justificando que a decisão geraria uma distorção no sistema, ferindo o princípio da capacidade contributiva. 

“No formato atual, há uma incidência única (e não dupla), apenas por quem recebe a pensão”, disse no voto, complementando que há dúvida razoável sobre a constitucionalidade da incidência única no formato atual.

A decisão do STF levará a uma redução na arrecadação anual de cerca de R$ 1,05 bilhão, segundo a Advocacia-Geral da União (AGU).

 “O impacto tem aptidão a alcançar 6,5 bilhões, considerando-se o atual exercício e os cinco anteriores”, afirmou Mendes em seu voto.

A decisão se deu a partir do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5422, proposta pelo Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM) em 2015 acerca de artigos da Lei 7.713/1988 e do Regulamento do Imposto de Renda (RIR).

Quem recebe pensão alimentícia não precisará pagar Carnê Leão

O diretor-executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos, explica que antes do julgamento, a pensão alimentícia era tributada mensalmente pelo Carnê Leão, o que muda com a decisão do STF.

“Agora, quem recebe pensão alimentícia não precisará mais pagar o Carnê Leão mensalmente, e esse rendimento não será mais considerado como rendimento tributável em sua declaração de Imposto de Renda. “

Domingos diz que é necessário aguardar as modulações do julgamento, inclusive para verificar se haverá recuperação do imposto pago nos últimos cinco anos através de declaração retificadora, excluindo a pensão alimentícia dos rendimentos tributáveis.

Fonte: com informações da Folha

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/51817/stf-decide-que-imposto-de-renda-nao-deve-incidir-sobre-pensao-alimenticia/

Pesquisa mostra que 48% aceitam pagar mais impostos por educação e saúde gratuitas

Pesquisa Datafolha também aponta que 46% acha preferível pagar menos impostos ao governo e contratar serviços particulares de educação e saúde; situação configura empate técnico.

Foi divulgada, neste sábado (4),  pelo jornal Folha de S.Paulo, a última Pesquisa Datafolha  sobre pagamento de impostos e direcionamento de recursos. 

O resultado do estudo indica empate técnico entre os entrevistados que admitem pagar mais impostos em troca de serviço público gratuito de educação e saúde (48%) e os que preferem pagar menos e contratar serviços privados (46%) — 6% responderam que não sabem.

A pesquisa ouviu 2.556 pessoas em 25 e 26 de maio em 181 municípios, com margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Abaixo, confira os resultados da pesquisa:

Serviço público ou privado?

  • É preferível pagar mais impostos ao governo e receber serviços gratuitos de educação e saúde: 48%
  • É preferível pagar menos impostos ao governo e contratar serviços particulares de educação e saúde: 46%
  • Não sabem: 6%

Segundo o jornal, o percentual dos que aceitam pagar mais impostos para ter assegurados esses serviços aumentou em relação à mesma pesquisa realizada há cinco anos — em 2017, eram 43% os que admitiam essa possibilidade. 

A parcela dos que preferiam o serviço privado e menos impostos diminuiu — eram 51% há cinco anos, informou o site da publicação.

Outros temas da pesquisa

Confira o percentual das respostas a outras perguntas que o Datafolha formulou aos entrevistados, segundo o jornal Folha de S.Paulo:

Interferência do governo na economia

  • É bom que o governo atue com força na economia para evitar abusos das empresas: 50%
  • Quanto menos o governo atrapalhar a competição entre as empresas, melhor: 44%
  • Não sabem: 6%

Dependência do governo

  • Quanto menos eu depender do governo, melhor: 58%
  • Quanto mais benefícios do governo eu tiver, melhor: 38%
  • Não sabem: 3%

Socorro do governo a empresas

  • Governo tem o dever de ajudar grandes empresas nacionais em risco de falência: 71%
  • Governo não deve ajudar grandes empresas nacionais em risco de falência: 25%
  • Não sabem: 4%

Leis trabalhistas

  • Mais protegem os trabalhadores do que atrapalham o crescimento das empresas e por isso devem ser ampliadas: 56%
  • Mais atrapalham o crescimento das empresas do que protegem os trabalhadores e por isso maior parte deve ser eliminada: 37%
  • Não sabem: 7%

Investimento do governo

  • Governo deve ser o maior responsável por investir e fazer a economia crescer: 72%
  • Empresas privadas devem ser as maiores responsáveis por investir e fazer a economia crescer: 24%
  • Não sabem: 4%

Fonte: com informações do g1

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/51824/48-dos-brasileiros-pagariam-mais-impostos-por-educacao-e-saude-gratuitos/

EUA: estados suspendem impostos sobre combustíveis para conter inflação

Americanos criaram um feriado sem impostos estaduais para aliviar o bolso dos consumidores.

Cinco estados americanos suspenderam ou congelaram tributos para reduzir os preços dos combustíveis. 

A medida tem sido chamada de “tax holiday”, um “feriado” sem impostos estaduais para conter a alta na inflação e aliviar o bolso dos consumidores.

Suspensão de impostos

A suspensão de impostos foi adotada nos Estados de Nova York, Connecticut, Flórida, Geórgia e Maryland. 

Em Kentucky, houve congelamento dos tributos, que iriam aumentar em 2 centavos de dólar por galão (equivale a 3,78 litros). 

Nos EUA, os impostos representam em média 12% do preço da gasolina e 11% do diesel na bomba. O preço é composto pela cotação do petróleo, margem de refino, distribuição e marketing e impostos, segundo a agência do governo federal, Energy Information Administration (EIA). 

Em 30 de maio, a gasolina era vendida no país a US$ 4,6 por galão (US$ 1,22 por litro) e o diesel, a US$ 5,539 (US 1,46 por litro), em média. 

A suspensão está em vigor de 1º de abril a 30 de junho. Nesse período, os distribuidores de combustíveis estão eximidos de repassar o imposto de US$ 0,25 por galão vendido ao Estado. Isso vale para as vendas de gasolina e gasohol – gasolina com adição de etanol. Os impostos permanecem para gás natural, propano e óleo diesel.

Flórida

Na Flórida, o governador Ron DeSantis assinou uma lei que instituiu dez “feriados de impostos”, com desoneração de combustíveis, produtos infantis, materiais de construção civil e outros. 

Para os combustíveis, o feriado será entre os dias 1º e 31 de outubro. O preço da gasolina será reduzido em até US$ 0,25 por galão, ou US$ 0,06 por litro. O governo calcula economia de até US$ 200 milhões para os consumidores.

Geórgia

Inicialmente, o governo estadual suspendeu os impostos sobre os combustíveis entre 18 de março e 31 de maio. Dias antes de a medida perder efeito, postergou a suspensão até 14 de julho. 

Os combustíveis com impostos suspensos incluem gasolina, gás natural veicular (GNV), diesel, gasolina de aviação, gás propano, gasohol, etanol, gás natural comprimido (GNC) e gás natural liquefeito (GNL).

Maryland

A medida foi implementada pelo governo em 18 de março, com vigência de 30 dias, até 16 de abril. Os impostos estaduais são de US$ 0,09 e US$ 0,10 por litro de gasolina e óleo diesel, nessa ordem. 

Apesar do “feriado”, os impostos estaduais devem aumentar no Estado. Por causa de uma lei de 2013, em 1º de junho de cada ano, a Controladoria do Estado aumenta os impostos sobre a gasolina.

No último dia 23, o governador de Maryland, Larry Hogan, publicou carta ao controlador Peter Franchot solicitando o cancelamento do reajuste de 18%, por causa da inflação e instabilidade do mercado. 

Nova York

O governo estima que a suspensão de alguns dos impostos estaduais deve levar à redução de pelo menos US$ 0,16 por galão, ou aproximadamente US$ 0,04 por litro de gasolina e diesel.

Alguns Condados de Nova York também adotaram cortes temporários em impostos sobre a venda de gasolina e diesel. Vão cobrar impostos sobre os primeiros US$ 2 ou US$ 3 cobrados por galão, sem considerar o preço real na bomba. A medida deve levar à economia “centavos adicionais” para os consumidores, disse a governadora Kathy Hochul, em comunicado na quarta-feira (1º).

Kentucky

Em Kentucky não houve suspensão, mas congelamento dos impostos estaduais sobre a gasolina e diesel, que iriam aumentar 7,7% a partir de 1º de julho. 

Hoje, os tributos somam US$ 0,07 por litro. Segundo o governador Andy Beshear, a medida anunciada na quinta-feira (2), deve resultar em economia de US$ 35,4 milhões para os consumidores até o início de 2023.

Com informações do Poder 360
FONTE: https://www.contabeis.com.br/noticias/51825/eua-cria-feriado-sem-impostos-estaduais/

https://www.contabeis.com.br/noticias/51825/eua-cria-feriado-sem-impostos-estaduais/

Abrir empresas no país fica mais rápido e menos burocrático, com tempo recorde para abertura

Confira qual foi o tempo médio para abertura de novos negócios no primeiro trimestre deste ano.

Para os futuros empreendedores que estão na busca de abrir seus negócios, a situação ficou ainda mais fácil. Segundo o Ministério da Economia, nunca foi tão rápido abrir uma empresa no país.

No primeiro quadrimestre do ano, o tempo médio da abertura de novas empresas foi de 1 dia e 16 horas, uma redução de 16,7% em comparação ao quadrimestre anterior e uma queda de 48,1% em relação ao mesmo período de 2021.

A novidade foi divulgada no Boletim do Mapa das Empresas, apresentado nesta segunda-feira (6). pelo Ministério da Economia. O Mapa é utilizado para avaliar os indicadores quantitativos de empresas registradas no Brasil e o tempo médio para abertura de novos negócios.

O tempo gasto para o procedimento variou de acordo com os estados, e no Sergipe foi notado o menor prazo de todos no período analisado: a média foi de apenas 15 horas, com redução de 37,5% em relação aos últimos quatro meses do ano passado. 

Aracaju foi a capital mais ágil de todas, com tempo médio de 8 horas. Já a Bahia apresentou o maior tempo, precisando de 3 dias e 17 horas para fazer a abertura, sendo que em Salvador, sua capital, o prazo foi de 4 dias e 18 horas.

“Os dados demonstram a assertividade das medidas de simplificação e melhoria do ambiente de negócios implementadas ao longo dos últimos anos”, afirmaram os técnicos da Economia durante a apresentação do Mapa.

Segundo o estudo, existem atualmente no país 19.373.257 empresas ativas. Apenas no primeiro trimestre de 2022, de acordo com uma pesquisa realizada pela Contabilizei, a partir de dados da Receita Federal, foram abertas 1.022.789 novos negócios.

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/51839/brasil-registra-tempo-recorde-medio-para-abertura-de-empresas/?utm_source=conteudo&utm_medium=lista&utm_campaign=Home

STJ decide que quem aposentou antes de 2019 com dois empregos pode pedir revisão

O cálculo mais vantajoso da aposentadoria pode ser solicitado na Justiça por esses aposentados, mas é preciso cumprir alguns requisitos.

Aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que tiveram benefícios solicitados até 18 de junho de 2019 e trabalharam em dois empregos, podem pedir na Justiça a revisão dos dois empregos ou das atividades concomitantes.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que há cálculos mais vantajosos para quem se aposentou antes de 2019 e contribuiu com o INSS sobre as duas atividades no julgamento do tema 1.070, em 11 de maio. 

Por se tratar de um recurso repetitivo, o que foi definido pelos ministros vale para todas as ações do tipo na Justiça e o movimento de revisão vem ganhando força desde então.

Segundo a advogada e sócia do Arraes e Centeno Advocacia,  Carolina Centeno, o Tribunal Superior decidiu que o segurado que se aposentou antes de junho de 2019 tem direito ao mesmo cálculo que hoje é aplicado pelo INSS.  

Desde 2019, o instituto soma os dois salários recebidos pelo segurado, até o limite do teto previdenciário, e calcula o benefício que deve ser recebido.

Antes, o INSS primeiro definia qual era a atividade principal. Neste caso, o que contava era o maior tempo de serviço e não o valor dos salários. Para a atividade secundária, era aplicado um índice, que poderia reduzir a aposentadoria

“O INSS pegava a atividade primária, a que você estava contribuindo há mais tempo, e a considerava como principal e cheia. Na outra, fazia uma média. O cálculo era muito baixo, entravam centavos ou dezenas de reais [no benefício]”, explica o advogado João Badari.

O cálculo que considera a soma dos salários até o limite do teto da Previdência passou a ser aplicado com a publicação da lei 13.846, derivada da medida provisória 871, que definiu um pente-fino nos benefícios previdenciários. 

No entanto, a regra só vale para quem se aposentou ou protocolou o pedido de aposentadoria após a legislação entrar em vigor. Os segurados que tiveram benefício antes foram prejudicados pela conta anterior.

Segundo a tese firmada pelo STJ, “após o advento da Lei 9.876/99, e para fins de cálculo do benefício de aposentadoria, no caso do exercício de atividades concomitantes pelo segurado, o salário de contribuição deverá ser composto da soma de todas as contribuições previdenciárias por ele vertidas ao sistema, respeitado o teto previdenciário”.

Quem pode pedir revisão da aposentadoria dos dois empregos?

Badari explica que podem ter a revisão diversos trabalhadores com dois empregos, especialmente os profissionais da saúde, como médicos, enfermeiros e dentistas. A regra também vale para professores, vigilantes e autônomos que contribuíram com o INSS sobre duas atividades no mesmo período.

Tanto ele quanto Carolina afirmam que o instituto poderá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a medida, por isso, antes de pedir a correção da renda, é preciso buscar um especialista e fazer os cálculos para saber se vale a pena ou não entrar com a ação.

 “Se for um reajuste de poucos reais, não vale a pena entrar com uma ação judicial”, diz Badari.

Correção de aposentadoria por dois empregos pode ser solicitada pelo segurado que:

  • Aposentou-se antes de 18 de junho de 2019, mas recebe o benefício há menos de dez anos
  • Tinha dois ou mais empregos e foi prejudicado pelo cálculo do INSS
  • Trabalhou em dois ou mais empregos após 1994

Dentre as maiores recomendações dos especialistas para fazer o pedido estão ter se aposentado antes da entrada em vigor da lei e receber um benefício que foi concedido há menos de dez anos. 

As revisões de benefícios previdenciários têm decadência, ou seja, só podem ser pedidas em até dez anos. O prazo começa a contar no mês seguinte ao pagamento do primeiro benefício. 

Outra recomendação é ter os documentos que comprovem ter trabalhado em duas atividades e contribuído em todas elas. “É preciso ter documentos que comprovem as duas ou mais atividades e provar que há diferença de cálculo”, diz Carolina.

Entre os documentos que podem ser apresentados então o extrato de contribuições previdenciárias que está no Cadastro Nacional de Informações Sociais (Cnis), as carteiras de trabalho, holerites da época dos empregos ou carnês de contribuição como autônomos e uma cópia do extrato do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) .

Fonte: com informações da Folha de S.Paulo

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/51838/stj-aposentado-do-inss-com-dois-empregos-pode-pedir-revisao/?utm_source=destaque&utm_medium=principal&utm_campaign=Home

Gov.br: número de usuários já atinge 80% da população

Em três anos, o Gov.br já atingiu 130 milhões de usuários, o que corresponde a 80% da população com mais de 18 anos.

O Gov.br atingiu 130 milhões de usuários, o equivalente a 80% da população acima de 18 anos no país, de acordo com o governo federal.

A plataforma, que é o meio de comunicação entre cidadãos e governo, já reúne 4.900 serviços, como as Carteiras Digitais de Trânsito e de Trabalho, Abono Salarial, Certificado de Vacinação, Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e Fundo de Financiamento Estudantil (FIES), além do Valores a Receber, do Banco Central, entre tantos outros.

Segundo o secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Caio Mario Paes de Andrade, o Gov.br combate a burocracia, através da transformação digital do Estado, levando a melhoria estrutural da administração pública.

“Saímos praticamente do zero, quando assumimos esta gestão, para 130 milhões de pessoas cadastradas no Gov.br. É um aumento de mais de 70 vezes nestes três anos e um avanço reconhecido por organismos internacionais, como o Banco Mundial, que identificou o Brasil como o líder em governo digital nas Américas e entre os países com mais de 100 milhões de habitantes”, ressalta.

Serviços do governo digitalizados

Efeito desse avanço ao longo dos últimos anos foi a popularização do acesso a serviços digitais. Atualmente, 75% dos serviços do governo estão digitalizados. 

A plataforma GOV.BR foi se aperfeiçoando ainda mais e, este ano, teve a inserção de diferentes perfis de usuários: empreendedor, motorista, trabalhador e o mais novo perfil de estudante.

Ao ingressar nesses perfis, o usuário encontra um rol de serviços listados. É uma forma lógica e intuitiva de acesso aos serviços de maior interesse.

Hoje, 40 milhões dos usuários do Gov.br já têm nível prata ou ouro no acesso, o que possibilita a utilização de serviços que exigem maior segurança, inclusive contra fraudes – é o caso do acesso ao e-CAC da Receita Federal e do Valores a Receber.

Com informações do Governo Federal

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/51841/gov-br-atinge-130-milhoes-de-usuarios-em-tres-anos/