Serasa: pesquisa aponta que procura das empresas por crédito cresceu 16,1%

De acordo com o indicador da Serasa Experian, a busca foi maior por parte das micro e pequenas empresas.

Dados do Indicador de Demanda das Empresas por Crédito da Serasa Experian mostram que a busca por crédito para empresas teve alta de 16,1% em setembro deste ano, em comparação com o mesmo mês de 2020.

A elevação da procura por crédito foi notada em todos os segmentos, com destaque para o de serviços (22,4%), seguido pela indústria (12,5%) e o comércio (10,3%). 

Em relação ao porte, as micro e pequenas empresas (MPE) foram as que mais aumentaram a procura por crédito em setembro, em comparação com setembro do ano passado (alta de 16,4%), seguidas pelas médias (8,9%) e as grandes (8,3%).

Risco

“Os donos de negócios estão se arriscando mais após um longo período em que tiveram que diminuir ou pausar suas atividades por conta da pandemia. Por isso, as micro e pequenas empresas registram maior procura, já que foram as mais impactadas devido ao menor fluxo de caixa”, destacou a Serasa. 

De acordo com o índice, o crescimento da demanda por crédito foi maior na região Sul (18,2%), seguida pelo Sudeste (16,2%), Norte (15,8%), Centro-Oeste (14,7%) e Nordeste (13,9%).

Fonte: com informações da Agência Brasil

Certificado digital para emissão de Decore

Mudança de plugin altera procedimento de assinatura. Entrou em vigor no dia 3 de novembro de 2021 o novo procedimento de assinatura por certificado digital para emissão da Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos (Decore) .

Entrou em vigor no dia 3 de novembro de 2021 o novo procedimento de assinatura por certificado digital para emissão da Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos (Decore) realizado no sistema do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). A partir dessa data, a assinatura por certificado digital para emissão do documento ocorrerá pelo plugin Web PKI – Lacuna.

Sendo assim, os interessados em utilizar o serviço de emissão de Decore deverão instalar o programa executável do novo plugin (WEB PKI Lacuna). O passo a passo do novo procedimento está disponível no link https://cfc.org.br/decore/

A ferramenta de assinatura continua possibilitando a utilização de certificado digital dos tipos e-CPF A1 e A3. No entanto, serão suportados os sistemas Linux (distribuições baseadas em Debian, RedHat e Slackware), Mac OS X 10.12+ e Windows 7 SP2 ou superior. Cabe ressaltar que para essa última opção de sistema não há suporte oficial para as versões Windows XP e Vista, uma vez que estes estão descontinuados pela Microsoft. Para funcionamento, o sistema deve estar em sua versão mais atualizada possível.

Portanto, fiquem atentos a essa mudança e acessem a cartilha por meio do link https://cfc.org.br/decore/, em caso de dúvidas.

Fonte: Fonte: Comunicação CFC – Luciana Melo Costa.

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/49333/certificado-digital-para-emissao-de-decore/

Recuperação judicial: parcelamento e reparcelamento já podem ser feitos por processo digital

Empresários podem solicitar o parcelamento diretamente no Portal e-CAC; veja como.

Desde sexta-feira (5) o parcelamento de débitos de empresas em recuperação judicial e o reparcelamento de débitos não disponíveis para negociação nas aplicações de autoatendimento do e-CAC  já podem ser solicitados diretamente no Portal e-CAC, na opção ‘Processos Digitais (e-Processo) – Solicitar Serviço via Processo Digital’.

O contribuinte poderá solicitar por meio de processo digital, sem precisar comparecer a uma unidade de atendimento da Receita Federal, utilizando o e-CAC, os seguintes serviços:

  • parcelamento de débitos de empresa em recuperação judicial;
  • reparcelamento, quando o débito a ser reparcelado não estiver disponível para negociação nas aplicações de autoatendimento do e-CAC e cujo pagamento seja realizado exclusivamente por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF) .

Como solicitar

Para solicitar o parcelamento de débitos ou o reparcelamento, os empresários devem:

  • Acessar o e-CAC com sua conta gov.br ou código de acesso;
  • Selecionar o serviço ‘Processos Digitais (e-Processo)’;
  • Clicar em ‘Solicitar Serviço via Processo Digital’;
  • Selecionar ‘Área de Concentração de Serviço – Regularização de Impostos’.

É importante ressaltar que o acompanhamento da solicitação de serviço deverá ser feito por meio do respectivo processo digital.

Com informações do Giverno Federal

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/49340/recuperacao-judicial-parcelamento-e-reparcelamento-ja-podem-ser-feitos-por-processo-digital/

Confira calendário de saques e transferências do Auxílio Emergencial desta semana

Novos grupos poderão movimentar os valores entre os dias 8 e 12 de novembro.

O Auxílio Emergencial 2021 já concluiu todos os depósitos devidos referentes as setes parcelas previstas para este ano, considerando inclusive a sua prorrogação. Em 2021, as parcelas variaram de R$150 a R$375, dependendo da composição familiar.

O que resta ainda referente ao benefício do governo, que já considera o auxílio como encerrado devido ao término dos pagamentos, é a liberação de um segundo calendário para trabalhadores informais poderem movimentar a quantia paga no aplicativo da Caixa Tem para outros bancos.

Até o momento, os valores pagos podem ser usados dentro do próprio app apenas e com essa nova autorização, saques e transferências serão liberados.

A previsão é que até o dia 19 deste mês todos os grupos já possam realizar essas operações. Confira quem recebe a liberação nesta semana.

Confira calendário de movimentação da 7ª parcela do auxílio emergencial

Mês de aniversárioSaque
Maio9/11
Junho10/11
Julho11/11
Agosto12/11

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/49341/confira-calendario-de-saques-e-transferencias-do-auxilio-emergencial-desta-semana/

Impostos de Importação terão redução temporária de 10%; entenda

Corte temporário anunciado pelo governo vai valer para 87% do universo tarifário do país e ficará em vigor até 31 de dezembro de 2022.

O governo anunciou que vai reduzir temporariamente 10% das alíquotas do Imposto de Importação incidentes sobre grande parte das compras feitas pelo país no exterior.

De acordo com os ministérios da Economia e das Relações Exteriores,  a medida valerá até 31 de dezembro de 2022 e vai abranger cerca de 87% do universo tarifário do país.

Segundo a nota, a decisão foi tomada ao amparo de artigo do Tratado de Montevidéu do Mercosul que prevê a possibilidade de adoção de medidas voltadas para a proteção da vida e da saúde das pessoas.

“O recurso a esse dispositivo do TM-80 justifica-se pela situação de urgência trazida pela pandemia de Covid-19 e pela necessidade de poder contar, de forma imediata, com instrumento que possa contribuir para aliviar seus efeitos negativos sobre a vida e a saúde da população brasileira”, diz a nota.

O governo ressaltou que segue engajado nas negociações em curso no Mercosul para promover uma revisão ampla da Tarifa Externa Comum.

Inflação 

A inflação do governo de Jair Bolsonaro é uma das maiores das últimas décadas: 10% no acumulado de 12 meses.

Na visão de economistas, o quadro reflete uma difusão maior da alta de preços entre os setores da economia. Analistas do mercado financeiro ainda evitam falar em descontrole inflacionário, mas passaram a elevar suas projeções para o IPCA tanto em 2021 quanto em 2022.

Segundo o IBGE, a alta de 0,87% em agosto é a maior para o IPCA desde 2000. O resultado, associado principalmente ao aumento da gasolina, veio após um avanço ainda mais forte em julho, de 0,96%.

Mesmo com a desaceleração, a taxa de agosto ficou acima das expectativas do mercado. Analistas consultados pela agência Bloomberg projetavam variação de 0,71% no mês passado.

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/49342/impostos-de-importacao-terao-reducao-temporaria-de-10-entenda/

Black Friday: expectativa de aumento em 25% nas compras online agitam o varejo

O consumo médio, no entanto, deve ser reduzido de R$668,70 para R$620 neste ano.

A Black Friday, uma das datas mais esperadas pelos consumidores, está chegando e acontecerá no dia 26 de novembro neste ano. O varejo já começou suas divulgações para o dia, com muitas promessas de descontos e promoções imperdíveis.

Segundo pesquisa realizada pela Associação Brasileira do Comércio Eletrônico (ABComm), a expectativa dos vendedores pode continuar alta pois a estimativa da organização é que as vendas aumentem em 25% no meio eletrônico neste ano em comparação a 2020.

Apesar do aumento na quantidade de vendas, o ticket médio deve ser menor em 2021. A ABComm levantou que os brasileiros pensam em gastar uma média de R$620 neste ano, contra R$668,70 gastos no mesmo período do ano passado.

Outra pesquisa realizada pelo Google indica que 64% dos consumidores do país pretendem realizar alguma compra na Black Friday.

Em 2020 houve um crescimento de 31% nas compras em comparação a 2019, passando de R$5,1 bi. Na ocasião, os itens mais buscados foram no setor de moda, beleza, perfumaria, saúde e artigos para casa.

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/49343/black-friday-expectativa-de-aumento-em-25-nas-compras-online-agitam-o-varejo/

Aumento da energia, inflação e dólar: pequenos negócios devem se preparar para novos desafios em 2022

Embora a situação mais drástica causada pela pandemia tenha passado, a alta da energia e da inflação devem trazer novos obstáculos para a categoria.

A pandemia de Covid 19 acelerou e consolidou um conjunto de tendências que já estavam previstas no horizonte da economia e levou as micro e pequenas empresas a um processo de intensas mudanças. 

Forçados pela crise, os empreendedores precisaram repensar os seus modelos de negócio, digitalizar suas vendas e otimizar sua produtividade. Para 2022, o cenário ainda é de cautela, embora exista uma tendência de crescimento, em especial em alguns segmentos mais seriamente atingidos pela pandemia, como turismo e economia criativa.

Essas foram algumas análises feitas pelo economista José Roberto Mendonça de Barros e pelo presidente do Sebrae, Carlos Melles, durante debate online promovido pelo Jornal Valor Econômico, na noite da última quarta-feira (3).

Para o economista, foi possível observar na crise provocada pela pandemia, a capacidade de reação das micro e pequenas empresas. “Diante das medidas de lockdown, os empresários saíram em busca de soluções para manterem as empresas em operação. Muitos descobriram oportunidades fora do segmento em que atuavam, outros apostaram na internet e no delivery”, comentou Barros.

Cuidados para o ano que vem

Ao olhar para 2022, Mendonça de Barros alerta para um cenário que vai exigir ainda mais atenção de todos. Segundo o economista, o custo da energia (combustíveis e eletricidade), somado ao crescimento da inflação e à valorização do dólar, com a consequente alta dos juros, cria um ambiente que exige enorme cautela.

“É importante conduzir as empresas de forma conservadora e trabalhar com foco na excelência operacional e na otimização dos custos do negócio”, avalia. Ele acrescenta que a realidade tende a ser bem diversa, com alguns setores sendo favorecidos por condições específicas, como o agronegócio, o turismo e a economia criativa.

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, destacou a importância do trabalho feito pela instituição e pelo governo federal no apoio às micro e pequenas empresas durante a crise. “As pesquisas mostraram, no primeiro momento da pandemia, que praticamente todos os pequenos negócios sofreram perdas significativas de faturamento. Nesse contexto, foram cruciais medidas como o auxílio emergencial, a criação do Fampe e a flexibilização das regras trabalhistas para conter as demissões e o fechamento de empresas”, comenta.

Ele comenta que pesquisas feitas pelo Sebrae apontam que aproximadamente 50 milhões de brasileiros que ainda não empreendem, pretendem abrir uma empresa nos próximos anos. “O empreendedorismo será a saída da crise para milhões de brasileiros”, diz o presidente do Sebrae. “Mas é preciso qualificar e apoiar esses novos empresários nesse momento tão delicado”, ressalta.

Com informações Agência Sebrae

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/49346/aumento-da-energia-inflacao-e-dolar-pequenos-negocios-devem-se-preparar-para-novos-desafios-em-2022/

Vacinação e demissão: o que as empresas precisam saber sobre o tema

Advogada explica os principais pontos que as empresas precisam ficar atentas para se adequarem ao novo cenário sobre vacinação e demissão.

Na última segunda-feira (1º), o Ministério do Trabalho e Previdência declarou, por meio da Portaria 620, que o empregado que não tiver se vacinado contra a Covid-19 não poderá ser demitido ou barrado em processos seletivos, medida válida tanto para empresas como para órgãos públicos. 

Segundo a pasta, a atitude constitui “prática discriminatória a obrigatoriedade de certificado de vacinação em processos seletivos de admissão de trabalhadores, assim como a demissão por justa causa de empregado em razão da não apresentação de certificado de vacinação”.

A advogada Bruna Degani, Gerente do Departamento Jurídico da Ahgora, HR Tech, explica a seguir os principais pontos que as organizações e os profissionais de RH devem se atentar para se adequarem ao novo cenário. 

Boas práticas

Segundo Bruna, é evidente que a saúde dos colaboradores e o combate à pandemia são causas de interesse coletivo. Porém, é fundamental compreender as novas normas descritas pela Portaria 620 para que a empresa esteja dentro das conformidades. 

Apesar do Judiciário entender que o interesse particular do empregado não pode prevalecer sobre o interesse coletivo, exigir o comprovante de vacinação ao colaborador é considerada uma prática discriminatória, bem como a imposição  de outros documentos descritos como discriminatórios ou que o impeçam de ser contratado, como teste ou exame gestacional, e certidão que comprove ausência de ações trabalhistas contra empresas, por exemplo. 

Caso o empregado seja demitido ou não contratado por não comprovar a vacinação, a portaria estabelece que o funcionário pode escolher ser reintegrado ao cargo ou receber a remuneração referente ao período de afastamento corrigidas monetariamente acrescidas de juros legais. 

Testagem periódica

Para assegurar a preservação das condições sanitárias no ambiente de trabalho, o recomendado às empresas é exigir aos colaboradores a testagem periódica para comprovar a não-contaminação pela Covid-19. 

No caso de resultado positivo, o colaborador deve seguir as orientações indicadas por profissionais de saúde para garantir um tratamento eficaz da doença e não contribuir para a contaminação de demais membros da equipe. 

Conscientização

Ações de comunicação internas visando a conscientização sobre a importância da vacinação são de extrema relevância tanto para a saúde de cada colaborador quanto da equipe. Entretanto, empresa e RH não devem forçar os profissionais a receberem as doses, já que isso pode ser considerado coação. 

A portaria indica que é papel da organização promover informações seguras sobre o Plano Nacional de Imunização, indicando a eficácia da vacinação no combate à pandemia.

Fontes seguras

É essencial que o RH tenha empatia com os profissionais e busque entender o posicionamento de cada um. 

Durante a pandemia, diversas fakes news ganharam popularidade, desde o surgimento da doença até a aplicação das vacinas. Por isso, nem todos possuem acesso a informações de qualidade e orientações para tomarem sua decisão. Para contribuir nesta questão, uma ideia é promover ações com profissionais de saúde capazes de sanar possíveis dúvidas dos colaboradores.

“A vacina contra a Covid-19 salva vidas, você que é gestor ou RH, faça a sua parte! Afinal, a imunização é algo importante não apenas para o seu negócio, mas para a sociedade como um todo”, afirma Bruna.

Fonte: VCRP Press

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/49344/vacinacao-e-demissao-o-que-as-empresas-precisam-saber-sobre-o-tema/

Governo reajusta faixas de extrema pobreza e de pobreza e aumenta o valor dos benefícios assistenciais

Pagamento do novo programa social Auxílio Brasil, que substitui o Bolsa Família, começa na próxima semana.

O Diário Oficial da União (DOU) publicou um decreto na última sexta-feira (5) que reajusta os limites para classificação das famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza e o valor dos benefícios básicos do Programa Bolsa Família.

Os novos valores serão considerados para o pagamento do novo programa social permanente do Governo Federal, o Auxílio Brasil, a partir do próximo dia 17, que incorpora um aumento de 17,84% no tíquete médio. O valor médio do benefício passará para R$ 217,18 mensais.

Famílias com renda per capita de até R$ 100 passarão a ser consideradas em situação de extrema pobreza, enquanto aquelas com renda per capita até R$ 200 serão consideradas em condição de pobreza. No Bolsa Família, esses valores eram, respectivamente, de R$ 89 e R$ 178 por pessoa.

Concedido somente às famílias em extrema pobreza, o benefício básico do Bolsa Família passa de R$ 89 para R$ 100. Já as parcelas variáveis, com valor de R$ 41, sobem para R$ 49. O Benefício Variável Vinculado ao Adolescente vai de R$ 48 para R$ 57. No Auxílio Brasil, a estrutura básica foi simplificada para Benefício Primeira Infância, Benefício Composição Familiar e Benefício de Superação da Extrema Pobreza.

Bolsa Família

O Bolsa Família será revogado e substituído pelo Auxílio Brasil a partir desta segunda-feira (08), como estabelece o art. 41 da Medida Provisória nº 1.061, de 9 de agosto de 2021. No momento da transição dos programas, todos os beneficiários do Bolsa Família receberão os valores reajustados automaticamente.

“O Auxílio Brasil é uma importante evolução da política de transferência de renda. Além de simplificar e tornar mais transparente a cesta de benefícios básicos, o novo programa amplia o escopo, promovendo a emancipação e a autonomia das famílias”, avalia o ministro da Cidadania, João Roma.

O reajuste dos benefícios básicos é permanente e será incorporado ao programa em caráter definitivo. Não tem relação com o valor mínimo de R$ 400 para cada família, que deve ser viabilizado com a aprovação da PEC 23/2021 e começar a ser pago em dezembro, retroativo a novembro. Esse valor complementar tem caráter temporário, até 31 de dezembro de 2022.

“Os efeitos socioeconômicos da pandemia evidenciaram a necessidade de fortalecer a rede de proteção social. É fundamental para o Governo Federal zelar pela eficácia dos programas de transferência de renda na redução da pobreza e na emancipação das famílias, mantendo a responsabilidade fiscal”, afirmou João Roma.

Inclusão automática

Os pagamentos do Auxílio Brasil começam em 17 de novembro para cerca de 14,6 milhões de famílias. Todas as pessoas já cadastradas receberão o benefício automaticamente, seguindo o calendário habitual do programa anterior, o Bolsa Família. Não há necessidade de recadastramento.

Também em dezembro, se aprovada a PEC 23/2021 pelo Poder Legislativo, o Auxílio Brasil será ampliado para mais de 17 milhões de famílias, o que representa cerca 50 milhões de brasileiros, ou aproximadamente um quarto da população. 

Com isso, será zerada a fila de espera de pessoas inscritas no Cadastro Único e habilitadas ao programa. O objetivo da medida é contemplar com o maior valor possível as famílias em condição de pobreza e de extrema pobreza, amenizando os efeitos da crise socioeconômica causada pela pandemia do novo coronavírus.

Com informações do Ministério da Cidadania

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/49345/governo-reajusta-faixas-de-extrema-pobreza-e-de-pobreza-e-aumenta-o-valor-dos-beneficios-assistenciais/

e-DBV: DARF da Declaração Eletrônica de Bens do Viajante pode ser pago via PIX

Novo sistema permite pagamento do DARF da Declaração Eletrônica de Bens do Viajante por meio do Pix.

A Receita Federal disponibilizou a nova versão do sistema e-DBV (Declaração Eletrônica de Bens do Viajante), que permite gerar o Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF) com pagamento por meio de solução de pagamento instantâneo (PIX) .

A e-DBV é o documento eletrônico que o passageiro dispõe para cumprir suas obrigações com o mínimo de intervenção por parte da Aduana, seja na saída ou na entrada no País. 

DARF e-DBV

Após detalhar os bens e transmitir a declaração, no caso de imposto a pagar, o DARF já é disponibilizado para que o passageiro possa efetuar o pagamento.

O pagamento por meio do PIX será registrado mais rapidamente e, consequentemente, agilizará a liberação das bagagens.

DARF gerado na versão anterior, apenas com códigos de barras, continua válido para pagamento.

fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/49347/e-dbv-darf-da-declaracao-eletronica-de-bens-do-viajante-pode-ser-pago-via-pix/