5 atitudes básicas que você precisa ter para começar a equilibrar sua vida financeira

Existem algumas atitudes básicas para você começar a equilibrar suas finanças. É um começo, mas com estudo você pode fazer muito mais!

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O equilíbrio financeiro é de suma importância para manter a vida de qualquer pessoa em equilíbrio. A falta de recursos financeiros afeta diversos aspectos da vida das pessoas e por isso mesmo é preciso ter alguns hábitos e atitudes para manter esta área de sua vida em harmonia. Cito neste artigo apenas 5 atitudes básicas que você precisa ter para COMEÇAR. Então dê o primeiro passo e torne estas atitudes um hábito em sua vida!

1. Pague a si mesmo primeiro

Sempre que receber seu salário, pague a si mesmo em primeiro lugar, antes de qualquer conta. É o ato de separar uma parte pré-determinada de tudo o que você ganha e fazer este dinheiro render para você. Dedique uma porcentagem que seja equilibrada com seu estilo de vida. Para quem ganha muito pouco e mal consegue pagar suas contas, esse valor pode ser baixo, como 1%. Mas para quem tem uma carreira estruturada, é normal investir mais do que 30% da renda, acelerando o crescimento dos investimentos. Defina primeiro qual a porcentagem que você pode separar e torne isso um hábito, pois é um hábito de pessoas prósperas que buscam um futuro tranquilo e seguro. Estude sobre investimentos e coloque este dinheiro para trabalhar por você. Mas NUNCA deixe-o parado na poupança, a não ser que queira perder dinheiro. Busque as melhores alternativas para proteger seu dinheiro.

2. Gaste menos do que ganha e faça um controle de gastos

Para que isso ocorra é necessário você ter um controle financeiro, uma planilha que lhe mostre tudo o que você gasta e tudo o que você ganha. Crie o hábito de controlar, pois ficará mais fácil de identificar os gastos excessivos e desnecessários que você faz todos os meses e consequentemente gastar menos. Existem alguns aplicativos para celular que facilitam este controle. Eu utilizo o Minhas Economias, mas exitem muitos outros como Zero Paper, Organizze, Só dinheiro, etc. Entenda que ter o controle das coisas é o melhor caminho para se atingir uma meta.

3. Perceba seus pensamentos de escassez

Na maioria das vezes não percebemos nossos pensamentos. Pensamos que a situação do país está difícil, as coisas estão caras, o dinheiro está em falta… Por favor chega de pensamentos deste tipo! Chega de vitimismo! Existe um ditado que diz que “tudo o que você foca, expande”. Você realmente acha que ficar com pensamentos negativos vai fazer com que o dinheiro e as oportunidades apareçam? Óbvio que não! Comece a anotar qualquer pensamento negativo que surge em seu pensamento e reflita se isso vai te deixar mais perto ou mais longe de uma vida abundante e próspera? Aproveite e comece a agradecer as pequenas coisas que você possui. Afinal você tem uma boa cama para dormir, tem comida na mesa, tem um trabalho, tem uma bea família. É tanta coisa que você tem e você talvez nem perceba a riqueza presente na sua vida.

4. Doe

Dê primeiro para depois receber. Você pode doar tempo, dinheiro, um sorriso, um abraço, atenção, seja o que for. Mas nunca faça isso esperando algo em troca. Faça porque quer contribuir, com amor, porque você é grato pelas coisas que têm. Pode ter certeza que aquele velho ditado “tudo o que vai, volta”, é verdadeiro e se fará presente caso você tenha uma atitude verdadeiramente sincera.

5. Estude sobre finanças
Como sempre diz Paulo Vieira: “aquilo que você não tem é pelo o que você não sabe”. Conhecimento é a maior riqueza que você pode cultivar na sua vida. Quer melhorar em algum aspecto da sua vida? Estude. Quer saber como pode melhorar suas finanças? Estude! Ler sobre finanças, dinheiro, prosperidade te faz entender a lógica por trás de quem tem sucesso financeiro e como planejar e agir a respeito de sua vida financeira. Se está com dificuldades mesmo assim, procure pessoas que possuem o conhecimento que você precisa para que possa entender com mais clareza!

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/5-atitudes-basicas-que-voce-precisa-ter-para-comecar-a-equilibrar-sua-vida-financeira/105239/

Cadê o meu dinheiro?

Quer saber um outro caminho que pode te ajudar a crescer financeiramente, então leia este post. Agora reflete ai, quem manda em quem? O dinheiro manda em você ou você manda no dinheiro? Qual sua opinião entre dinheiro e felicidade, eles se unem ou se separam, pode se ter os dois?

AVISO 

O conteúdo deste artigo não irá te dar instruções de como mudar sua linha de raciocínio, apenas te apresentar algumas questões reflexivas. Então cuidado com as perguntas agressivas, mas garanto que se você entender ao menos 10% do conteúdo deste post, começará um novo ciclo de vida.

A resposta é individual e o assunto divide opiniões. O detalhe é que a resposta reflete na sua situação financeira atual, e induz você a seguir apenas dois caminhos, ser um rico infeliz ou um pobre feliz, onde na verdade pode existir felicidade nos dois casos e se você não tiver mentalidade aberta para aceitar isso, estará se auto sabotando.

Vamos voltar às escolas, onde lá somos ensinados a ganhar e controlar o dinheiro, ser independente financeiramente de uma aposentadoria para terminar nossas vidas (SÓ QUE NÃO), Não aprendemos a ganhar muito menos controlar o dinheiro (Que é um dos principais motivos causadores de inadimplências no nosso país), somos induzidos a nos tornar empregados e consequentemente escravos de dividas até chegar no fundo do poço e perceber que algo precisa mudar e esta mudança é interna, aquela pergunta matadora: “Meu dinheiro não da pra nada, já recebo ele planejando as contas.”

Supomos que você ganhou na loteria, o que faria com o dinheiro? A frase de 95% das pessoas é: “Preciso comprar uma casa para minha família; Vou comprar um carro pra mim; Vou ajudar minha família; Vou pagar minha dividas e aproveitar a vida… (Se fosse para descrever todas aqui não teria fim.) Você pode até realizar alguns desses tão sonhados desejos mas e depois, vai esperar ganhar na loteria de novo para conquistar seus outros sonhos?

– Não posso desejar ou poder proporcionar o melhor para mim e minha família?

– É claro que pode,ou melhor, DEVE desejar e proporcionar o melhor para eles, mas isso é feito muitas (MUITAS) vezes na hora errada. Isso lhe trará felicidade momentânea e a longo prazo lhe trará dor de cabeça.

Nas escolas somos ensinados a somar, subtrair, multiplicar, dividir, fracionar, cateto da hipotenusa do triangulo do pretérito perfeito. (Desculpe, não lembro das outras formas de calculo. provavelmente se você não é expert em matemática também não lembra e se lembrar palmas para você), podemos classificar esses cálculos “básicos” (somar, multiplicar, subtrair e dividir) essenciais para o nosso dia-a-dia até porque pra pagar uma conta você não precisar saber a raiz quadrada de pi. Elas (escolas) só esquecem de um detalhe, um misero detalhe, que o de COMO USAR OS CÁLCULOS BÁSICOS AO NOSSO FAVOR. consequência? um pais onde 85% das pessoas (segundo pesquisas) estão em inadimplência e desesperadas por empregos ou rendas complementares iludidas por uma falsa segurança financeira.

– Mas Matheus, o que eu ganho não da pra nada! se ganhasse mais eu conseguiria viver melhor! Pagaria todas as minhas dívidas! E estaria mais tranquilo.

– Se você pensa assim, menos mal, mais quero que se questione o seguinte, “se estou devendo mais do que ganho, se eu ganhar mais vou dever menos?” eu diria que se você revisar seus erros poderá sim dever menos, agora se não procurar o controle sob seu dinheiro, ao ganhar mais, irá também dever mais!

Vamos para um outro lado onde outra maioria se limitando e achando que nasceu para viver na escassez, com a desculpa de não ir atrás de construir riqueza (Ir em busca de melhora, controlar, viver melhor ou comandar o dinheiro)  dizendo: “O dinheiro não presta”; “O dinheiro é sujo”; “Os ricos são miseráveis” e entre outras milhares de desculpas para satisfazer a ociosidade.
O dinheiro pode não trazer a felicidade realmente, porque a definição de felicidade é
individual, mas com certeza não depender de um salário mínimo ou de um SUS irá melhorar sua vida em quase 70%.

“O dinheiro não muda as pessoas, apenas mostra quem realmente está dentro daquela pessoa.” você pode ter um ou mais exemplos de alguém “rico” que não é feliz, só não pode generalizar, ou melhor, colocar essa desculpa na sua frente para não seguir o caminho do seu sonho.

Você acha mesmo que as pessoas nascem pré destinadas a sofrerem? 06/23/2017
Você controla o seu dinheiro ou ele controla você? (Isso pode ser um próximo tema)
Responda-se e pare de acreditar em “DONS”, troque essa palavra por persistência e
acrescente ela no seu vocabulário.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/cade-o-meu-dinheiro/105371/

9 hábitos de pessoas com alta inteligência emocional

O quanto de impacto tem a inteligência emocional (IE) sobre seu sucesso profissional? A resposta rápida é: muito!

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Quando a inteligência emocional surgiu pela primeira vez para o público em geral, ela serviu como a conexão que faltava em uma descoberta peculiar: pessoas com QI mediano se desempenharam melhor do que aqueles com os maiores QI 70% das vezes. Essa anomalia deu um grande golpe no que muitas pessoas sempre presumiram ser a única fonte de sucesso – QI. Décadas de pesquisa agora apontam para a inteligência emocional como o fator crítico que distancia os melhores profissionais do resto do bando.

O quanto de impacto tem a inteligência emocional (IE) sobre seu sucesso profissional? A resposta rápida é: muito! É uma maneira poderosa de concentrar sua energia em uma direção com um resultado tremendo. De todas as pessoas que estudamos no trabalho, descobrimos que 90% dos melhores profissionais possuem alto IE. Você pode até ser um ótimo profissional sem inteligência emocional, mas as chances disso acontecer são pequenas.

Inteligência emocional é “algo” em cada um de nós que é um pouco intangível. Ela afeta a forma como administramos o comportamento, como navegamos complexidades sociais e como tomamos decisões pessoais que trazem resultados positivos. Inteligência emocional é composta de quatro habilidades centrais que se emparelham sob duas competências primárias: competência pessoal e competência social.

Competência pessoal contém suas habilidades de autoconhecimento e autogerenciamento, que focam mais em sua individualidade do que em suas interações com outras pessoas. Competência pessoal é sua habilidade de estar ciente de suas emoções e administrar seu comportamento e tendências.

Autoconhecimento é sua habilidade de compreender de forma precisa suas emoções e ter consciência delas enquanto elas agem.
Autogerenciamento é sua habilidade de utilizar a compreensão das suas emoções para se manter flexível e direcionar positivamente seu comportamento.

Competência social é composta por suas habilidades de conscientização social e de gestão de relacionamentos; competência social é sua habilidade de entender o temperamento de outras pessoas, seu comportamento e motivos, de maneira a respondê-los de forma efetiva e melhorar a qualidade de seus relacionamentos.

Conscientização social é sua habilidade de reconhecer de forma precisa as emoções em outras pessoas e compreender o que realmente está acontecendo.

Gestão de relacionamentos é sua habilidade de utilizar a compreensão de suas emoções e as emoções dos outros para administrar suas interações com sucesso.

Além da importância da inteligência emocional, sua natureza intangível faz com que seja muito difícil saber quais comportamentos você deve simular. Então eu analisei dados de mais de milhões de pessoas que a TalentSmart testou para identificar hábitos que distinguiam as pessoas com IE alto.

Elas são constantemente positivas. Fique olhando as notícias por qualquer período de tempo e você verá que é simplesmente um ciclo de guerra sem fim: ataques violentos, economias frágeis, empresas em falência e desastres ambientais. É fácil pensar que o mundo está indo ladeira abaixo rapidamente. E quem sabe? Talvez esteja. Mas as pessoas inteligentes emocionalmente não se preocupam com isso porque elas não se prendem a coisas que não conseguem controlar. Elas concentram sua energia em direcionar duas coisas que estão completamente sob seu poder – sua atenção e seu esforço. Vários estudos mostraram que otimistas são fisicamente e psicologicamente mais saudáveis que pessimistas. Eles também possuem desempenho melhor no trabalho. Lembre-se disso na próxima vez que um caminhão de pensamentos negativos prender sua mente.

Elas possuem um vocabulário emocional robusto. Todas as pessoas sentem emoções, mas é apenas uma pequena parcela que consegue identificá-las de forma precisa enquanto elas acontecem. Nossa pesquisa mostra que apenas 36% das pessoas conseguem fazer isso, o que é um problema, pois as emoções não rotuladas podem ser má interpretadas, o que leva a escolhas irracionais e ações prejudiciais. Pessoas com IE alto dominam suas emoções, porque elas as entendem, e porque elas utilizam um vocabulário extenso sobre sentimentos para fazer isso. Enquanto muitas pessoas dizem apenas que estão mal, pessoas com alta inteligência emocional conseguem apontar se estão “frustradas”, “deprimidas” ou “ansiosas”. Quanto mais específica for a palavra que você escolher, melhor o entendimento que você terá sobre o que exatamente está sentido, o que causou isso e o que você deveria fazer em relação a isso.

Elas são assertivas. Pessoas com alto IE possuem um equilíbrio entre boas maneiras, empatia e gentileza com a habilidade de se afirmarem e estabelecerem limites. Essa combinação tática é ideal para lidar com conflitos. Quando a maioria das pessoas são contrariadas, elas geralmente se comportam de forma passiva ou agressiva. Pessoas inteligentes emocionalmente permanecem equilibradas e assertivas ao se guiarem para fora das reações emocionais não filtradas. Isso permite que elas neutralizem pessoas difíceis e tóxicas sem criar inimigos.

Elas são curiosas sobre outras pessoas. Não importa se elas são introvertidas ou extrovertidas, pessoas inteligentes emocionalmente são curiosas sobre todos ao seu redor. Essa curiosidade é o produto da empatia, uma das passagens mais importantes para o IE alto. Quanto mais você se importa com outras pessoas e com o que elas estão passando, mais curiosidade você terá sobre elas.

Elas perdoam, mas elas não esquecem. Pessoas emocionalmente inteligentes vivem pelo dilema “Engane-me uma vez, o tolo é você; engane-me duas vezes, o tolo sou eu”. Elas perdoam para evitar guardar rancor, mas elas nunca esquecem. As emoções negativas que surgem ao guardar rancor são na verdade uma resposta de estresse. Segurar esse estresse pode ter consequências devastadoras para a saúde, e pessoas emocionalmente inteligentes sabem como evitar isso a todo custo. Entretanto, oferecer perdão não significa que elas darão uma segunda chance para quem cometeu o erro. Pessoas emocionalmente inteligentes se deixam derrubar por maus-tratos, então elas rapidamente se desprendem das coisas e são assertivas para se proteger de danos futuros.

Elas não deixam ninguém limitar sua alegria. Quando seu sentimento de prazer e satisfação se deriva de comparações com os outros, você não é mais o mestre de sua felicidade. Quando pessoas emocionalmente inteligentes se sentem bem com algo que fizeram, elas não deixam que a opinião ou conquista de ninguém tire esse sentimento delas. Enquanto é impossível desligar suas reações sobre o que as outras pessoas pensam de você, você não tem que se comparar com outros, você sempre pode escutar as opiniões das pessoas com ceticismo.

Elas tornam as coisas divertidas. Pessoas emocionalmente inteligentes sabem exatamente o que as fazem felizes, e elas trabalham constantemente para trazer essa felicidade para tudo que fazem. Elas transformam trabalhos monótonos em jogos, vão além do necessário para deixar as pessoas com quem se importam felizes, e fazem pausas para aproveitar as coisas que amam não importa o quanto estejam ocupadas. Elas sabem que injetar essa diversão em suas vidas combate o estresse e constrói uma resiliência duradoura.

Elas são difíceis de serem ofendidas. Se você tiver uma compreensão concreta de quem você é, é difícil que alguém diga ou faça algo que lhe provoque. Pessoas emocionalmente inteligentes são auto-confiantes e cabeça aberta, o que cria uma pele bem grossa.

Elas anulam reflexões negativas. Um grande passo em desenvolver inteligência emocional envolve parar de ter um diálogo consigo negativo durante o caminho. Quanto mais você medita sobre pensamentos negativos, mais poder você dá a eles. A maioria de nossos pensamentos negativos são apenas isso – pensamentos, não fatos. Você pode parar as coisas negativas e pessimistas que sua voz interior diz ao escrevê-las. Quando você tirar o momento para diminuir o ritmo de pensamentos negativos, você será mais racional e terá a mente mais clara para avaliar a veracidade. Você pode apostar que suas afirmações não são verdadeiras qualquer momento que você utilize palavras como “nunca”, “pior” e “sempre”. Se suas afirmações ainda aparentam ser fatos quando estão no papel, leve-as para um amigo e veja se ele concorda com você. Assim a verdade com certeza aparecerá.

Juntando todas as peças.
Ao contrário de seu QI, seu IE é altamente maleável. Enquanto você treina seu cérebro pela prática repetitiva de novos comportamentos emocionalmente inteligentes, seu cérebro constrói o caminho necessário para torná-los hábitos. Logo você irá começar a reagir ao seu redor com inteligência emocional sem mesmo pensar nisso. E enquanto seu cérebro reforça o uso de novos comportamentos, as conexões que davam suporte aos comportamentos velhos e destrutivos irão morrer.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/habitos-de-pessoas-com-alta-inteligencia-emocional/97379/

5 dicas para sair do superendividamento

Suas dívidas ultrapassam 50% de sua renda mensal? Suas dívidas ultrapassam 50% de sua renda mensal?

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No atual contexto de crise econômica, ter algum tipo de dívida, seja de cartão, no banco, algum financiamento, no supermercado ou na loja de departamentos, faz parte do cotidiano dos consumidores, independente da classe social.

Sem pensar muito, leia e responda as seguintes perguntas:

– Suas dívidas ultrapassam 50% de sua renda mensal?

– Você constantemente precisa pedir dinheiro emprestado para amigos e familiares?

– Possui o nome registrado em cadastros do SPC e Serasa?

Se você respondeu sim em pelo menos uma delas, você pode estar enquadrado em uma situação de superendividamento.

Superendividamento é a impossibilidade global do devedor-pessoa física, consumidor, leigo e de boa-fé, de pagar todas as suas dívidas em um tempo razoável com sua capacidade atual de renda e patrimônio. Normalmente os superendividados têm empréstimos em mais de uma instituição financeira e em produtos bancários diferentes.

A Geru, plataforma de empréstimo online, pontuou 5 dicas para que o tomador de crédito evite ou saia do superendividamento.

1. Liste todas as suas despesas, como água, luz, telefone, alimentação e transporte, para ter uma visão única de sua dívida.

2. Faça uma análise detalhada de suas finanças para identificar onde estão os problemas e corte de vez o mal pela raiz. Avalie se você está mantendo um padrão de vida mais alto do que deveria (moradia, alimentação, transporte ou colégio dos filhos), ou se você não está privilegiando gastos e compras desnecessárias que estão desiquilibrando o orçamento familiar.

3. Estabeleça um valor limite por mês que você sabe que vai conseguir pagar somando todas as dívidas. Especialistas aconselham que esse valor não seja superior a 30% da sua renda mensal, mesmo que o tempo de quitação seja um pouco maior.

4. Converse com os credores para entender as taxas cobradas e renegociar suas dívidas, de preferência com uma linha de crédito mais barata que centralize o pagamento em um fluxo único.

5. Cancele seu cartão de crédito e diminua o limite do cheque especial, se possível, porque esses produtos são alguns dos grandes vilões do orçamento, com taxas de juros altíssimas.

A falta de educação financeira e um planejamento detalhado, a compulsão por compras, a oferta de crédito fácil e até mesmo a publicidade que incentiva o consumo desenfreado, são alguns dos motivos que causam o superendividamento. Se você se enquadra nesse conceito, não precisa se desesperar. Com disciplina e boa orientação, é possível retomar a saúde de sua vida financeira e ver a luz no final do túnel.

Tomar empréstimos e fazer dívidas pode ser muito positivo por impulsionar sua vida e conquistas, mas deve ser feito de maneira bem pensada para que os resultados depois não tirem seu sono.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/economia-e-financas/5-dicas-para-sair-do-superendividamento/119518/

3 virtudes que todo investidor precisa ter

Escolher bem, diversificar e esperar com disciplina também são mandamentos essenciais no mundo dos investimentos

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Investimento não é loteria, nem sorte. Seja você um investidor conservador ou que aceita tomar mais risco, é necessário permanecer municiado de informações. Somente assim, você conseguirá escolher o investimento que se adeque ao seu perfil.

Mas, para garantir um bom rendimento é necessário ir além. Escolher bem, diversificar e esperar com disciplina também são mandamentos essenciais no mundo dos investimentos.

“Não temos a menor ideia de quanto tempo as altas vão durar nem sabemos o que mudará as atitudes do governo, dos emprestadores e dos compradores que as alimentam”, afirma o lendário investidor Warren Buffet em seu livro Lições do maior de todos os investidores.

“Sabemos apenas que, quanto menor for a prudência alheia na condução de seus assuntos, maior deve ser a nossa”, conclui.

Porém, na hora de investir, a prudência, destacada por Buffet, é acompanhada de outras três virtudes que todos os investidores devem ter. Confira abaixo:

Conhecimento
“O risco está em não saber o que você está fazendo”, lembra Buffett.

Investir não é depositar dinheiro num cofre e esperar que ele renda milagrosamente. É necessário saber ao máximo sobre as aplicações e ver qual delas se encaixa mais em seu perfil e objetivo.

Ter conhecimento é mais fácil do que parece. Visando fornecer educação financeira para os investidores, a Easynvest, uma corretora 100% digital, possui um canal no YouTube, onde há diversos vídeos sobre todas as modalidades de investimento. Dessa maneira, os clientes podem se informar e adquirir uma das principais virtudes para investir.

Planejamento
Ter um objetivo é fundamental para quem quer investir.

É pensando nesse objetivo que o planejamento será definido. Valor mensal a ser aplicado, prazo que irá deixar seu dinheiro investido e liquidez. Todas essas questões serão definidas conforme sua meta.

Para ajudar os investidores, o novo aplicativo da Easynvest, (Android/IOS) tem playlists que ajudam a escolher o investimento para seu perfil. “Começando a investir” e “Pensando na Aposentadoria” são algumas que estão disponíveis, e com apenas um click diversos investimentos com o seu objetivo são selecionados.

Com essa definição, basta apenas manter a disciplina de seguir o que foi planejado. Assim, o investidor evita, por exemplo, que o dinheiro fique “parado” ou que fique indisponível quando precisar.

Paciência
Promessas de investimentos que dão retorno rápido, alto, garantido e sem riscos são as maiores roubadas em que um candidato a investidor pode se meter.

Em uma aplicação confiável, a remuneração irá depender não apenas do valor que está aplicado, mas também dos juros que incidem sobre juros. Ou seja, quanto maior o tempo de investimento, maior será o rendimento da aplicação.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/economia-e-financas/3-virtudes-que-todo-investidor-precisa-ter/120473/

Dinheiro com propósito

Até mesmo em suas finanças é preciso ter um propósito tanto para seus gastos, quanto para seus ganhos. Nesse artigo eu te mostro como saber seu propósito e como ele fará diferença no seu futuro financeiro.

Olá tudo bem?
Você sabe realmente o significado da palavra propósito?

Para quem ainda não sabe ou não compreende a fundo o significado da
palavra é: finalidade, objetivo,o que se quer alcançar ou até mesmo
grande vontade de atingir algo ou realizar.
Agora que você já entendeu, quero te perguntar como você tem gasto seu dinheiro?
Pare por um minuto e reflita, quais são seus principais gastos e como
eles foram originados. Provavelmente se sua resposta for: Iza não tenho
propósito ao gastar meu dinheiro ou você está endividado e trabalha
apenas para pagar contas ou simplesmente o dinheiro não fica por muito
tempo no seu “bolso”.
Mas tenha calma ainda dá tempo de mudar isso!
O primeiro passo é traçar uma meta financeira, exemplo quero comprar
uma casa, um carro e depois pensar porque você quer atingir ela, qual o
propósito embutido no seu objetivo. Pode ser para ajudar sua família,
amigos ou até mesmo você mesmo, importante é achar o seu propósito e não
pensar no dinheiro apenas com moeda de compra de coisas e sim para
realização de sonhos e beneficiar as pessoas que precisam da sua ajuda.
Você vai concluir então que: sua vida financeira será mais
organizada, pois tanto seus gastos como seus ganhos serão com propósito
maior e o dinheiro começará a não correr mais de você.
Faça isso depois me conta como foi!
Beijo…

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/dinheiro-com-proposito/105181/

Como investir com segurança

Tem dúvidas sobre como você pode ter bons resultados sem abrir mão da segurança? Veja três possibilidades que o Mercado Financeiro oferece para proteger seu dinheiro

Na hora de investir, seja na renda fixa ou na renda variável, uma das maiores dúvidas é quanto à segurança. Esse questionamento é bastante comum, afinal trata-se da possibilidade de perder dinheiro.

O que muitos investidores iniciantes ainda desconhecem é que existem ferramentas e estratégias que ajudam a amenizar os riscos de um investimento e diminuir as chances de perdas excessivas.

Se você também busca formas para proteger seu capital sem abrir mão de uma boa rentabilidade, continue lendo para conhecer algumas possibilidades disponíveis no Mercado Financeiro.

Fundo Garantidor de Crédito

Quem pretende investir ou já investe em renda fixa provavelmente já ouviu falar desta instituição. O FGC é uma entidade privada e sem fins lucrativos, que gerencia os mecanismos de proteção aos investidores junto às instituições financeiras associadas.

A proteção ofertada pelo FGC chega até R$ 250.000 reais por CPF e instituição. Ou seja, se o banco em que você investiu quebrar e você possui um investimento até esse valor, nem tudo estará perdido.

Imagine que o banco em que você adquiriu um CDB aplicando R$ 10.000 anunciou falência. O procedimento para reaver esse valor será similar ao seguinte:

1. O banco deve gerar uma lista organizada de acordo com o CPF ou CNPJ dos investidores que são elegíveis para receber a garantia. Também será preciso informar na listagem os valores a serem pagos a cada cliente.

2. Você será notificado para comparecer a uma agência de uma instituição financeira escolhida pelo FGC para realizar os pagamentos. Também será preciso levar a documentação necessária para poder assinar as vias do Termo de Cessão de Créditos ao FGC.

3. Após a assinatura, o valor deverá ser repassado a você sem cobrança de taxas ou tarifas.

Entre os investimentos protegidos pelo órgão estão:

  • CDB – Certificado de Depósito Bancário
  • LCI – Letra de Crédito Imobiliário
  • LCA – Letra de Crédito do Agronegócio
  • Letra de Câmbio

Uma das aplicações que tem ganhado popularidade entre os brasileiros é o Tesouro Direto. Se você quer saber se ele também é assegurado pelo FGC, a resposta é: Não. Mas não se preocupe, no caso destes títulos públicos a garantia vem do próprio Tesouro. Outro tipo de investimento que também não é englobado pelo Fundo são as Debêntures.

Manejo de Risco

Quando o assunto é o Mercado de Ações, o cuidado costuma ser redobrado. Em muitos casos, o investidor irá buscar uma rentabilidade maior e, para isso, terá que se expor a mais riscos. Contudo, esse comportamento nem sempre significa que ele irá perder tudo de um dia para o outro.

Quem sabe como controlar os riscos fazendo uso das ferramentas certas, consegue colher bons frutos investindo na Bolsa de Valores. Uma forma de amenizar essas possibilidades é fazer um bom manejo de risco. Esse manejo é uma forma de gerenciar seus investimentos, considerando diversos fatores que permeiam cada operação, como o potencial de lucratividade e seus riscos.

O manejo de risco pode ser feito utilizando diversas ferramentas e estratégias. Cabe a você definir aquelas que mais se adequam ao seu perfil de investidor e às suas expectativas. Um caminho bastante indicado de manejo de risco é a diversificação de carteira.

Acredito que um exemplo pode ajudar a entender isso melhor: um investidor aloca seu capital em ações de uma empresa de diferentes setores para minimizar os riscos e potencializar resultados. Se ele investir em uma empresa do setor bancário, outra de construção civil e outra de produção de celulose, poderá se proteger melhor caso algo negativo ocorra e afete um destes setores.

Outra orientação nesses casos é dividir o dinheiro a ser investido em partes iguais dentro dessas operações. Creio que agora já deu para entender como o manejo de risco pode te ajudar a alcançar seus objetivos e potencializar seus lucros, não é?

Stop Loss

Uma das ferramentas que podem (e devem) ser usadas pelos investidores no manejo de risco de ações é o stop loss. Essa ferramenta é uma forma de proteger o capital, caso o panorama de mercado não ocorra como esperado.

Em outras palavras: o stop loss oferece poder de reação a você caso haja mudança de rumo no preço de uma ação. Ele evita que haja perdas excessivas e impede que seu prejuízo continue subindo indefinidamente.

Vamos entender na prática: você adquiriu ações de uma empresa com a expectativa de que elas se valorizassem. Contudo, houve uma mudança brusca de cenário e o preço dessas ações começaram a cair. Um investidor desprevenido poderia se desesperar, mas você foi precavido e programou um stop loss já imaginando que essa reviravolta poderia ocorrer.

Assim sendo, quando o preço atingiu o patamar definido no stop, uma ordem automática de venda de suas ações foi disparada. Já deu para entender? O objetivo de definir este limite de perda é para evitar que você tenha grandes prejuízos com a queda de uma ação. Logicamente, o stop loss não não impede que você tenha perdas, mas ele ajuda a controlar a situação e amenizar os riscos.

Assim como o stop, o manejo de risco e o FGC são alguns recursos que podem ser empregados por investidores para proteger seu capital. Mas é preciso ter também uma análise bem fundamentada do mercado e suas possibilidades para que esses mecanismos funcionem da melhor maneira possível.

Seja como for, é fundamental ter um bom planejamento e uma estratégia de investimento bem traçada para conseguir conquistar resultados positivos. Caso necessário, peça ajuda a um profissional da área para te ajudar nesta empreitada. A experiência de um expert pode ser o diferencial que faltava para você alcançar o sucesso.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/como-investir-com-seguranca/105466/

Soluções que pioram os problemas: governos são especialistas nessa arte

Governo quer acabar com parcelamento sem juros no cartão

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Se eu for enumerar aqui as medidas adotados por governos para resolver problemas e acabaram piorando a situação vão ser necessárias mais páginas que a Wikipedia para dar conta de tudo. Governos são especialistas na arte de criar “mirabolâncias” e apresentá-las como fórmulas mágicas para problemas que, obviamente, não conseguem resolver e, na maioria dos casos, os agravam. Isso vai de casos “mais simples”, como foi o plano de Fernando Collor de Melo para tirar nossa economia da lama (como confiscar poupanças), passando por algumas políticas de austeridade da Europa (que mantiveram as economias moribundas e pioraram a situação financeira dos cidadãos) até o holocausto nazista (Hitler achava que exterminar os judeus do mapa resolveria todos os problemas da Alemanha).

Pois eis que no Brasil o governo Temer (e é importante dizer que o de Dilma também previa algumas ações semelhantes) resolveu entrar na onda há um tempo. As medidas previstas na reforça da Previdência, por exemplo, podem gerar um efeito inversos ao esperado, criando problemas para o próprio governo. Veja bem: contribuir para o INSS ficará ainda menos interessante do que é. Hoje já é um péssimo negócio, mas a falta de educação financeira da população encobre esse engodo. As mudanças, além de criarem um cenário mais assustador para quem contribui, chamaram atenção para os problemas do modelo. O resultado inevitável será muita gente preferindo a informalidade, principalmente quem está mais perto da idade de se aposentar, não tem emprego formal e contribui voluntariamente para a Previdência com o objetivo de se retirar em breve. Ao verem que o prazo para conseguirem retorno ficará ainda mais distante, desistirão.

Esse tema acima, no entanto, é complexo e muito provavelmente alguns de vocês chegaram aqui com argumentos que refutam o que digo. Reconheço que não sou especialista em finanças e peço que sintam-se à vontade para comentar. Até porque esse foi apenas um passo para o ponto ao qual quero chegar, que – na minhã visão – não há o que se questionar: é uma mancada tenebrosa.

Há tempos o governo vem tentando mexer na forma como funciona o sistema de cartões de crédito no Brasil. Há poucos meses, chegou até a anunciar uma medida que poderia tirar do mercado o atual queridinho do setor, o Nubank, reduzindo drasticamente o prazo de repasse de valores para os lojistas. A novidade agora é ainda pior: o presidente do Banco Central declarou (ou pelo menos não refutou) em Davos que acabar com o parcelamento sem juros no cartão é uma possibilidade.

Para nós, consumidores, será terrível. E aí você pode pensar: o lobby do mercado tem força. Deve ser bom para os lojistas e nós consumidores que soframos as consequências. Mas, meus amigos, isso não é bom para ninguém. Nós temos hoje um modelo consolidado, que funciona, está dando certo. É graças à possibilidade de parcelar sem juros que muita gente compra. Sem isso, as pessoas vão comprar menos. Sem contar que cada estabelecimento define sua capacidade de crédito e estipula em quanto pode parcelar um produto. O governo não tem que meter o bedelho nisso.

A justificativa é tentar reduzir os juros pagos pelos inadimplentes e por quem usa crédito rotativo do cartão. Ou seja: em vez de criar mecanismos de educação financeira, para as pessoas não precisarem usar esse crédito selvagem (que cobra juros de até 500% ao ano), vai colocar mais juros na conta. Confesso que ainda não entendi como cobrar mais juros poderá fazer os juros caírem.

Fiquem atentos.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/solucoes-que-pioram-os-problemas-governos-sao-especialistas-nessa-arte/101863/

7 TEDs que vão ajudar você a trabalhar de maneira mais inteligente

Uma seleção repleta de dicas e exemplos inspiradores para desenvolver melhor a produtividade e criatividade no ambiente de trabalho

Reprodução/TED

Como se tornar mais produtivo no trabalho? Talvez essa seja uma das perguntas mais feitas pelos profissionais e empreendedores que querem obter resultados melhores no cotidiano e crescer profissionalmente. Claro que, para isso, não existe nenhuma fórmula pronta para ser aplicada, mas algumas dicas podem ajudar a organizar melhor o tempo e a lógica do trabalho a partir de modificações simples, ou mesmo revolucionárias.

Confira abaixo a seleção de 7 TEDs ministrados por grandes nomes do mundo dos negócios, da psicologia e também escritores que compartilham suas ideias de como sair do convencional para trabalhar de uma maneira mais inteligente, criativa e produtiva:

1. Nilofer Merchant

Às vezes, formalidades em excesso podem atrasar (bastante) seu planejamento. É por isso que Nilofer Merchant sugere uma pequena ideia que pode trazer grandes resultados, tanto para o lado profissional, quanto para a saúde: transforme as reuniões particulares no escritório em uma “reunião caminhante”. Claro que isso não funcionaria com uma grande reunião, mas, em casos em que há apenas você e outra pessoa, é possível aplicar essa prática. Caminhando, conversando e deixando as ideias fluírem de maneira mais natural e saudável.

2. Shawn Achor

Qual é a proporção de coisas negativas para as positivas no mundo? É a pergunta que faz o psicólogo Shawn Achor, que desvenda o segredo para ser feliz e trabalhar melhor. Mas, o que é preciso fazer para conquistar ambas as coisas? Devemos trabalhar para sermos felizes, ou sermos felizes para trabalhar? Neste TEDx, Achor fala de maneira divertida sobre o poder que a felicidade tem e motivar a produtividade e qual é a importância do otimismo no dia a dia.

3. Arianna Huffington

Você considera normal se sentir fisicamente exausto no trabalho? Já pensou como isso pode influenciar a sua produtividade e até mesmo sua relação com os colegas e o ambiente? Em uma breve palestra ao TED, Arianna Huffington, a fundadora do site de notícias The Huffington Post, conta com base em experiências pessoais (ela já chegou a desmaiar de exaustão) o poder de uma boa noite de sono. A melhor técnica para combater o sono é fechar os olhos. Estar descansado física e mentalmente é indispensável nos momentos em que é preciso tomar decisões inteligentes. Mas, como nem sempre é possível prever quando esses momentos vão surgir, é melhor se precaver e dormir bem, não é mesmo?

4. Stefan Sagmeister

Na Grécia Antiga, o ócio tinha um significado diferente e era bastante valorizado. Para eles, o ócio não significava não fazer nada, mas sim reservar um tempo e dedicá-lo às ideias e ao espírito. O premiado designer Stefan Sagmeister parece acreditar nessa premissa e, a cada sete anos, ele fecha seu estúdio para um ano sabático. Seu objetivo: dar um tempo para que sua mente possa se renovar sob novas perspectivas criativas. Ele tira esse tempo não para “não fazer nada”, mas sim para sair da rotina e desenvolver o seu ócio criativo em projetos inovadores. Em seu TED, ele cita o exemplo do tempo que passou em Bali e como isso beneficiou o seu trabalho.

5. Margaret Heffernan

Um rio só muda seu curso se houver uma pedra no meio do caminho. Assim também acontece no meio social e profissional: as mudanças só acontecem quando alguém enfrenta e muda os rumos da realidade. A empresária e escritora Margaret Heffernan defende que uma boa discussão é a melhor forma de promover o progresso, seja ele pessoal ou conjunto.

6. David Grady

Quantas reuniões você tem por semestre, por mês ou por semana? E quantas delas realmente dão algum retorno prático? David Grady acredita que o mundo corporativo está repleto de reuniões sem pauta, ineficientes e cheias demais, que causam exaustão, perda de tempo e ainda tornam os trabalhadores infelizes no ambiente de trabalho. O tempo é algo que passa e não pode ser recuperado, por isso é importante saber utilizá-lo da melhor forma — mesmo que isso signifique nadar contra a conrrenteza. Antes de aceitar as condições, avalie e pondere: por que realizar ou estar presente naquela reunião será essencial para a tomada de decisão final?

7. Jason Fried

Jason Fried, CEO da 37 Signals, empresa especializada em desenvolver aplicativos para internet com mais de 3 milhões de clientes no mundo, acredita que é quase impossível trabalhar no local de trabalho. Ele explica sua teoria radical com o seguinte fato: no escritório, você está sempre sendo interrompido (para uma reunião, para o horário de almoço, para atender ao chamado de alguém e por aí vai) e o que acontece lá são apenas momentos de trabalho — até porque não é raro você voltar à sua mesa e se perguntar: “o que é que eu estava fazendo mesmo?” e recomeçar do zero. Para combater as interrupções, as maiores inimigas da criatividade e da produtividade, Fried dá três dicas para mudar essa rotina no trabalho — e uma delas é aprender a dizer “não”.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/7-teds-que-vao-ajudar-voce-a-trabalhar-de-maneira-mais-inteligente/105527/

 

Analise econômica e financeira de uma empresa

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/analise-economica-e-financeira-de-uma-empresa/98753/

A análise econômica e financeira, busca verificar se é possível a sobrevivência e desenvolvimento pretendido pela empresa. Essa conclusão virá da análise de indicadores fundamentalistas (endividamento, liquidez, rentabilidade e atividade), que possibilitarão encontrar características da empresa e também projetar situações que ela pode vivenciar mais em frente. Além disso, o investidor terá uma ideia de solidez (ou não) da empresa, se ela é bem administrada e se é atrativo ou não investir em ações emitidas por ela.

Analise econômica e financeira de uma empresa

Diagnosticar a situação de uma empresa significa organizar, comparar e interpretar os componentes do patrimônio da mesma. É um processo técnico de decomposição de elementos e de levantamento de dados, onde cada analista abordará a empresa com determinado objetivo, e este determinará a profundidade e o enfoque da análise que possibilite melhor conhecer a real situação da empresa, ou de levantar os efeitos de uma gestão. A análise das demonstrações contábeis pode ser entendida, como um conjunto de técnicas que visa demonstrar a situação financeira da empresa em determinado momento. A correta interpretação dos indicadores proporciona ao gestor condições segura para tomada de decisão.

As finanças de uma empresa podem afetar a estrutura da organização. Neste sentido a administração financeira deve ajudar a planejar e a nortear o futuro da empresa. E para que se possa acompanhar a evolução e identificar possíveis deficiências na gestão dos negócios, é de suma importância à análise das demonstrações financeiras através de índice de liquidez.

A análise de liquidez é obtida através de quocientes, e relacionam os bens e os direitos da empresa por intermédio de uma operação de divisão, ou seja, mede o quanto à empresa tem para cada unidade monetária que ela deve, e os dados para essa análise também são extraídos do Balanço Patrimonial.

Análise econômica é uma avaliação da rentabilidade e lucratividade do desempenho da empresa. O objetivo dessa análise é demonstrar através dos índices como a empresa vem utilizando o recurso investido. Quando se trabalha com análise de rentabilidade, é imprescindível que a verificação dos lucros esteja relacionada com valores que possam expressar a “dimensão” deste lucro dentro da atividade da empresa, ou seja, evidência o acréscimo adicional resultante sobre cada unidade monetária investida que retorna em determinado período.

A situação econômica leva em consideração o patrimônio da empresa e os lucros e prejuízos, já a situação financeira está mais ligada ao fluxo de caixa. Uma empresa pode ter um bom patrimônio (com muitos imóveis, etc.) e lucros (situação econômica boa) e ainda assim estar com dificuldade para pagar dívidas de curto prazo (situação financeira ruim).

* Todos os números para cálculos dos índices podem ser obtidos através do Balanço Patrimonial, do Fluxo de Caixa e DRE.