Arrecadação da Caixa com loterias e poupança sobe no acumulado do ano

Segundo o banco, o aumento deveu-se à maior participação dos apostadores e à criação de produtos especiais, como Dupla de Páscoa, Quina de São João e Lotofácil da Independência

A arrecadação da Caixa Econômica Federal com poupança e loterias subiu no acumulado do ano. No caso dos jogos, o montante foi de R$ 9,97 bilhões entre janeiro e setembro. Foi o maior valor dos últimos cinco anos, representando aumento de 28% em relação a 2012, quando o total arrecadado ficou em R$ 7,8 bilhões. Somente em setembro, foram gastos R$ 1,28 bilhão nessas apostas, um aumento de 14,29% em relação a agosto.

Segundo o banco, o aumento deveu-se à maior participação dos apostadores e à criação de produtos especiais, como Dupla de Páscoa, Quina de São João e Lotofácil da Independência. Os principais jogos da instituição são a Mega-Sena, a Lotofácil, a Quinta e a Lotomania. Além destas, são ofertados a apostadores a Quina, Dupla Sena, Loteca, Lotogol, Timemania e os bilhetes da Loteria Federal.

Recursos para políticas sociais

A arrecadação tem relevância, pois não se destina somente aos prêmios de apostadores, mas também ao Orçamento da União para ações nas áreas de saúde, previdência, assistência social, esporte, cultura, educação e segurança pública. Os percentuais são diferentes para cada modalidade de jogo. No acumulado do ano, o repasse totalizou R$ 4,8 bilhões. Nos 12 meses de 2015, os recursos somaram R$ 7 bilhões; em 2014, 6,39 bilhões; em 2013, R$ 5,38 bilhões; e em 2012, R$ 4,89 bilhões.

Para aumentar o volume de recursos, a direção da Caixa deve abrir a realização de jogos na Internet. Hoje essa possibilidade só está disponível a clientes do banco para a Mega-Sena. No entanto, a assessoria do banco informou que ainda não há definição de como o sistema de apostas pela web vai funcionar e quais produtos vai abarcar. Também não há previsão para o início do serviço.

Poupança

A captação líquida com poupança da Caixa também subiu e foi de R$ 1 bilhão em setembro. O valor é quase metade dos R$ 2 bilhões arrecadados em todo o ano de 2017. Entre janeiro e abril, os resultados estavam negativos. Mas a partir de maio, houve uma mudança com superávits chegando ao recorde do ano no mês de setembro.

A aplicação em caderneta de poupança sofreu uma alteração com a redução da taxa de juros Selic para 8,25% ao ano pelo Banco Central. Por lei, quando o índice cai abaixo de 8,5%, o rendimento passa a ser equivalente a 70% da Selic mais a Taxa Referencial (TR), que também varia mensalmente. Em que pesem as oscilações, a Caixa argumenta que a poupança continua uma opção atrativa em relação a outras aplicações do banco, como fundos e CDBs. Mas isso depende dos valores e do prazo para resgate.

O correntista que estiver em dúvida sobre uma aplicação ou comparando possibilidades entre produtos e bancos deve conferir qual será a base dos rendimentos e qual o percentual das taxas incidentes sobre ela. A base de cálculo varia não somente entre aplicações, mas também no tocante à data do depósito. Na poupança da Caixa, por exemplo, os depósitos feitos até 2012 têm rendimento equivalente à TR + 0,5% ao mês. Os depósitos feitos a partir daí obedecem à regra mencionada anteriormente.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/arrecadacao-da-caixa-com-loterias-e-poupanca-sobe-no-acumulado-do-ano/121665/

Desastres tecnológicos: as empresas estão preparadas para a recuperação?

Nem o sistema de TI mais avançado do mundo será útil se a empresa perder os dados e as informações essenciais para operar de maneira eficaz

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Falhas ou sinistros podem acontecer a qualquer momento e reduzir todas as operações de uma organização por horas ou dias, resultando em possível perda de receita e produtividade, com impacto negativo na confiança dos clientes. Ter um plano de ação integral em TI caso aconteça qualquer grande interrupção – seja ela causada por inundação, incêndio, desastre natural ou outro tipo de crise – é extremamente importante para manter a rentabilidade de qualquer negócio.

No entanto, mesmo diante de desastres naturais como os ocorridos recentemente em vários países da América Latina, muitos CIOs não parecem estar preparando suas empresas para a possibilidade de enfrentarem situações semelhantes com recuperação de dados. Qual seria, então, o primeiro passo?

Plano integral de TI

As empresas devem atuar de forma estratégica ao atribuírem recursos durante a recuperação. Geralmente, elas começam transferindo e carregando uma grande quantidade de dados, o que pode sobrecarregar a largura de banda muito rapidamente. Por isso, é fundamental que o departamento de TI dê prioridade aos sistemas críticos para poder responder e atender aos clientes e, posteriormente, recuperar dados suportados, como arquivos de e-mail, por exemplo.

Quando se definem as prioridades para a DR (Disaster Recovery, sigla em inglês para Recuperação de Desastres), o negócio é retomado de forma muito mais rápida. E, às vezes, mesmo quando certos sistemas de TI estão ociosos, a empresa ainda pode operar a partir de processos manuais ou alternativos por certo período, dando prioridade àqueles que só funcionam desta maneira.

Perguntas diante do desastre são decisivas

O que a TI tem de levar em consideração é que, além do desastre em si, é necessário se atentar para os incidentes do dia a dia, como uma queda de energia ou um erro humano. Para determinar a ação a ser tomada, uma pergunta é fundamental: “Quanto tempo vai demorar para restaurar os sistemas e/ou dados afetados por esse incidente?”

A partir daí, deve-se saber o que está sendo afetado e quanto tempo vai demorar para ser restaurado. Uma análise aprofundada do desempenho ideal em circunstâncias normais deve ser realizada para avaliar o dano e calcular tudo o que é necessário para a recuperação.

Por outro lado, testar o plano de recuperação de desastres é fundamental para identificar problemas. A pressão será altíssima durante um evento real, e certos papéis e responsabilidades devem estar claros. Além disso, é preciso se certificar de que não há problemas técnicos subjacentes.

Proteção das informações físicas

Nem o sistema de TI mais avançado do mundo será útil se a empresa perder os dados e as informações essenciais para operar de maneira eficaz.

Por outro lado, fazer cópias de segurança de documentos em papel é algo complexo: qualquer incêndio, roubo, perda de arquivos ou dano causado por água pode inviabilizar a recuperação.

Assim, para que um plano recuperação de desastres seja bem aproveitado, é necessário fazer backup de tudo o que é essencial para manter a empresa em operação. Felizmente, existem sistemas integrados e eficazes para converter documentos físicos em digital, com vantagens que vão além da segurança e continuidade dos negócios. Migrar para fluxos de trabalho digitais pode ajudar a evitar os processos de redução de produtividade que estão atrasando o negócio.

Recuperação efetiva

Portanto, para que as empresas consigam se recuperar de desastres tecnológicos, o fundamental é definir as prioridades e os planos de ação antes que o desastre ocorra. Algumas perguntas podem dar um bom caminho para a identificação, tais como:

Quais dados são necessários para recuperar o acesso o mais rápido possível e continuar/reiniciar as operações?
Embora, obviamente, não se queira perder nenhum dado, o mais provável é que a maioria das informações seja mais antiga ou esteja arquivada, não sendo necessária imediatamente.

Em quanto tempo recuperar o acesso? Ao implementar a cópia de segurança e a recuperação de desastres, não se pode negligenciar os aplicativos que usam os dados e os computadores em que estão sendo executados. Os computadores portáteis padrão podem fornecer software de escritório/web, mas também é aconselhável usar um provedor de soluções que possa hospedar e executar os aplicativos corporativos críticos ou fornecer soluções virtualizadas.

O formato digital é a principal fonte de informações? Os dados gerados em redes sociais e transações digitais, incluindo Big Data, juntamente com as informações digitalmente nativas, são os principais responsáveis pelo crescimento e pela multiplicação exponencial das informações digitais. No entanto, ainda hoje, 95% das informações gerenciadas por uma empresa são encontradas em documentos de papel.

A melhor estratégia é converter esses documentos de papel para uma versão digital. No entanto, é preciso considerar que os documentos digitais fazem parte dos processos empresariais que, geralmente, giram em torno de documentos de papel.
Por que proteger as informações? Manter as informações da empresa e de todos os departamentos 100% protegidas fará com que o negócio continue em operação e não haja perda de dinheiro.

Se é difícil para a TI reunir os preparativos e as habilidades exigidas pelos executivos, para não mencionar os clientes, que estão igualmente interessados em um rápido processo de recuperação, é necessário considerar um parceiro externo de tecnologia que tenha experiência estratégica e possa criar uma infraestrutura sólida, inclusive protegendo os servidores físicos e/ou virtuais (VMware ou Hyper-V), além de proteger automaticamente o datacenter para um site secundário ou para a nuvem, com segurança, redução de custos, agilidade, disponibilidade garantida, distribuição geográfica das informações, escalabilidade e flexibilidade.

Crispín Velez — Leader Digital Transformation da Ricoh IT Services para a América Latina

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/desastres-tecnologicos-as-empresas-estao-preparadas-para-a-recuperacao/122511/

Como viver e criar em um mundo nativo da nuvem

Saiba quais habilidades nativas da nuvem são necessárias na hora de migrar os negócios para ela

Uma recente pesquisa da Capgemini revelou que 15% dos novos aplicativos empresariais de hoje são nativos da nuvem, o que significa que foram projetados especificamente para uma arquitetura de computação em nuvem. Há uma estimativa de que esse número suba para 32% até 2020, e é bem provável que seja atingido por causa de um desgaste gradual da infraestrutura local. Certamente, as empresas estão cada vez mais considerando a nuvem em virtude do aumento na receita e da redução nas despesas operacionais que costumam estar associados a ela, mas vale a pena avaliar melhor se isso realmente é ideal para os seus negócios. Neste artigo, vamos explorar os prós e os contras de se viver no mundo nativo da nuvem.

Nos últimos anos, o sucesso observado por provedores de serviços de nuvem (CSPs, Cloud Service Providers), como a Amazon Web Services™ (AWS®) e o Microsoft® Azure®, é um indicativo do triunfo ainda maior que a computação em nuvem está vivenciando em relação à infraestrutura local tradicional. A nuvem agrega um valor intrínseco por meio de agilidade, disponibilidade e escalabilidade.

A agilidade permite que você consuma o melhor serviço do CSP e incorpore-o com total habilidade ao seu projeto arquitetônico e de aplicativos. Você pode obter a disponibilidade por meio do tempo de atividade do aplicativo e da abundância de opções de serviços que é sempre oferecida pelo CSP. A escalabilidade permite que você aumente o seu ROI e reduza as despesas, além de adaptar seus aplicativos para atender a qualquer demanda, independentemente da escala. Porém, a dívida e a inércia tecnológicas costumam ser um desafio difícil de superar, exceto se você está criando, integrando e fornecendo aplicativos para uma empresa ágil.

Ainda assim, CTOs experientes sabem que esses aplicativos são o “ingrediente secreto” que ajuda as empresas a transformar radicalmente seus setores e crescer. Por isso, a necessidade de manter os aplicativos íntegros e em perfeita execução ao gerar receita supera a inércia. Veja a seguir duas maneiras de resolver a questão da dívida e da inércia tecnológicas:

Faça uma análise de pessoal. Se a sua equipe não tem as habilidades adequadas nem meios para continuar aprimorando essas habilidades, talvez seja hora de contratar novos profissionais que possam ajudar você a viabilizar os aplicativos nativos da nuvem.

Tome medidas para investir em suas equipes e garantir que as habilidades delas evoluam constantemente para atender às necessidades dos aplicativos.

Reveja seus processos. Com a tecnologia herdada, vêm os processos antigos. Dessa forma, à medida que as estruturas tecnológicas mudam, todo o ciclo de vida do aplicativo é alterado, e novos métodos e etapas evoluem para acompanhar essas mudanças. Elabore um plano para avaliar os processos com frequência e verificar se eles ainda atendem aos seus requisitos.

Quais são os prós de se criar aplicativos nativos da nuvem?

O principal benefício de um aplicativo nativo da nuvem é causar um impacto positivo nos resultados da empresa por meio de sua disponibilidade, agilidade e escalabilidade. Por exemplo, um aplicativo local monolítico poderá ter um impacto negativo se for insuficiente por algum motivo, como altas latências, ciclos de versão e atualização lentos e qualquer tempo de inatividade para manutenção, atualização ou problemas. Por ser monolítico, qualquer alteração no código do aplicativo, incluindo novos recursos e atualizações e integração com infraestrutura, afetará seu consumo para os usuários finais e terá definitivamente um impacto negativo sobre os resultados.

Quando ele é transformado em um aplicativo nativo da nuvem, você pode projetá-lo como microsserviços executados em contêineres efêmeros, o que aumenta a agilidade, já que atualizações e versões podem ser feitas sem desativar o aplicativo em execução. Em outras palavras, isso significa que a manutenção ou a atualização de um microsserviço não afeta a eficiência de geração de receita do aplicativo nativo da nuvem. Esse aspecto da abordagem nativa da nuvem fornece integração e entrega contínuas. Você não precisa mais planejar uma janela de manutenção de seis meses. As lógicas nativas da nuvem permitem eliminar o ciclo de vida do aplicativo empresarial tradicional e assumir um ciclo rápido de teste e implantação, no qual é possível realizar prontamente testes de controle de qualidade, identificar bugs e solucionar problemas pendentes.

Além disso, o cumprimento dos princípios de criação das práticas recomendadas na arquitetura do aplicativo distribuído ajuda a proteger contra tempo de inatividade, mesmo que uma região inteira tenha que ser desativada, já que as práticas recomendadas de disponibilidade não contam com um único ponto de falha, o que inclui uma região do CSP. No fim das contas, o desempenho e a integridade do aplicativo podem ser mantidos pela abordagem nativa da nuvem em relação aos aplicativos.

Os CSPs facilitaram ainda mais as vantagens de ser nativo da nuvem, pois estão sempre lançando atualizações de serviços e novos serviços, conforme descrito nas atualizações de serviços mensais deles. Se você ler os detalhes, poderá se surpreender com a quantidade de serviços que foram corrigidos ou atualizados sem nenhuma interrupção em seu aplicativo. Esse é o ideal do consumo sem atrito.

Quais são os contras de se criar aplicativos nativos da nuvem?

Onde há prós, quase sempre há contras. O uso dos serviços de nuvem pode trazer benefícios à sua organização, mas você precisa se lembrar de que é necessário um conhecimento realístico das vantagens que sua organização pode ter. Antes de adotar a nuvem, considere se a sua organização tem a competência interna necessária para criar aplicativos nativos da nuvem e aproveitar totalmente os benefícios. Do mesmo modo, considere se os CSPs poderão fornecer a você os serviços que lhe permitirão realmente destacar a inovação do seu aplicativo e ganhar credibilidade em sua base de clientes e usuários finais.

Há muitos fornecedores, plataformas e até tecnologias, portanto faça uma pesquisa e familiarize-se profundamente com as necessidades de sua organização e os requisitos do aplicativo para evitar restringir-se a um único fornecedor. Em outras palavras, depois que seu aplicativo estiver restrito à AWS, será necessário muito trabalho para migrá-lo para o Azure, e é por isso que você precisa ter certeza de suas necessidades. A mobilidade entre nuvens ainda é um desafio. Nenhum fornecedor deseja que você saia do ecossistema deles para o de um concorrente.

Outra desvantagem de usar aplicativos nativos da nuvem é o controle reduzido sobre as personalizações. Pela natureza específica da nuvem, a AWS e o Azure controlam seus próprios ambientes e os serviços que fornecem, assim eles podem remover ou atualizar serviços, aumentar taxas ou forçar atualizações conforme desejarem.

Por fim, os recursos de monitoramento e solução de problemas oferecidos pelos fornecedores podem não ser suficientes para ajudar você a encontrar o ponto único da verdade necessário para resolver problemas em seu aplicativo. A razão disso é que os conjuntos de ferramentas usados para monitorar seus aplicativos nativos da nuvem e os diversos serviços do CSP não são adaptados e consolidados como os conjuntos de ferramentas de monitoramento de ponta a ponta tradicionais.

Amplie as habilidades para o mundo nativo da nuvem

Ao passo que as habilidades em solução de problemas adquirem mais importância, não é preciso dizer que o motivo de você migrar para a nuvem é tornar-se altamente disponível, permitir a expansão e aumentar a agilidade. Por essas razões, a automação e a orquestração são habilidades essenciais que precisam ser aprimoradas para aproveitar todas as vantagens da migração dos aplicativos para a nuvem.

Além disso, seu conhecimento e experiência em monitorar com disciplina um ambiente de TI híbrida servirão como uma forte base para o método nativo da nuvem. As técnicas de monitoramento usadas em máquinas virtuais, servidores, armazenamento e redes (também conhecidas como operações de TI) são um conhecimento que pode ser aproveitado nas novas estruturas tecnológicas, como serviços de nuvem, microsserviços, contêineres e Funções como serviço. As plataformas nativas da nuvem são desenvolvidas com base em recursos de commodity escalonáveis em uma arquitetura distribuída de hiperescala para sustentar o ambiente de vários locatários, portanto use a estrutura DART/SOAR para obter visibilidade e manter a integridade e o desempenho ideais de seus aplicativos nativos da nuvem.

Práticas recomendadas

À medida que mais organizações migram para aplicativos nativos da nuvem, você precisará de mais habilidades. Porém, há algumas práticas recomendadas adicionais que podem facilitar a transição e direcionar você para o sucesso:

Adote o princípio KISS. Keep It Stupid Simple (“simplifique ao extremo”, em tradução livre). Os serviços oferecidos pelos provedores de tecnologia estão em constante evolução. O que a AWS ofereceu no ano passado pode não ser que ela oferece este ano. À medida que você integra e fornece seu aplicativo, lembre-se de mantê-lo simples e acabar com aquelas camadas complexas.

Estabeleça suas linhas de base e consulte as tendências. Alguns CTOs e CIOs não têm certeza de que migrar para a nuvem melhorou o desempenho de seus negócios. Ao usar um conjunto de ferramentas de monitoramento de ponta a ponta, você pode primeiro estabelecer as linhas de base e consultar as tendências de desempenho e integridade de seu aplicativo. Só com o suporte dos dados será possível afirmar, com toda a certeza, se a nuvem ajudou a aumentar ou perder a eficiência e identificar os motivos que levaram você a chegar a uma dessas duas situações.

Confie, mas verifique. É com base nesse “modus operandi” que todos os engenheiros devem seguir suas carreiras. Você pode confiar que os serviços da AWS ou do Azure são fáceis de consumir e implantar, mas antes de escolher um provedor de serviços, saiba o que ele tem para oferecer e compare com as reais necessidades de sua organização. Se, ao longo do tempo, o seu aplicativo nativo da nuvem perder qualidade de serviço, conformidade ou facilidade de consumo com os serviços integrados fornecidos pelos CSPs, reavalie se não é melhor revertê-lo a um aplicativo local.

Conclusão

A migração das empresas para a nuvem está se tornando cada vez mais aparente, e com ela surgem as oportunidades. Saiba quais são as habilidades nativas da nuvem necessárias em sua organização e tome as medidas cabíveis para ampliar seu conhecimento e sua experiência de nuvem existentes. Aproveite o conjunto de ferramentas de monitoramento adequado para entender melhor os resultados que a nuvem pode oferecer à sua organização. Em resumo, os aplicativos nativos da nuvem permitirão que as organizações trabalhem com transações comerciais no mesmo nível de escala, agilidade e disponibilidade que a AWS e o Azure.

Kong Yang — Head Geek da SolarWinds

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/como-viver-e-criar-em-um-mundo-nativo-da-nuvem/122119/

Quais as etapas mais negligenciadas no gerenciamento do e-commerce?

Começar um e-commerce é aprender diariamente, ou melhor, a cada segundo

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Tudo pronto para o e-commerce ir ao ar. As fotos dos produtos estão lindas, o estoque cheio e o layout do site super clean. No entanto, é preciso dar atenção a outras etapas. O processo de entrega está bem esquematizado? Os prazos dos fornecedores estão certos? Há algum atendimento ao cliente? Na rotina de gerenciamento das lojas online, muitas partes deste ciclo acabam esquecidas ou com menos atenção direcionada. Negligenciar esses passos pode causar um indesejado efeito “bola de neve”. Relato aqui, baseado na minha experiência diária com comércio virtual, as etapas mais menosprezadas na logística de e-commerces, e que não deveriam ser.

Coloco como a campeã do “ranking das esquecidas” a negociação com fornecedores de transporte. Observo que hoje em dia o anseio por ter um frete mais baixo – ponto que os grandes nomes do mercado podem oferecer a preços baixíssimos ou de graça – é grande e acaba por impedir que se veja o quadro geral com clareza. Caso não haja uma boa negociação, a conversão de e-commerce vai ser muito prejudicada. Isso ocorre, pois, ao usar os preços padrões o frete muitas vezes corresponde à grande parte do valor do produto.

Ainda em termos de frete, esse é o ponto que mais prejudica as lojas online no âmbito financeiro. Ele pode se tornar um problema maior do que deveria, caso não seja controlado adequadamente. Os possíveis reenvios e custos de devoluções, o que chamamos de logística reversa, são tópicos a serem considerados nesse cálculo.

Outro ponto que eu julgo crítico é o atendimento ao cliente. Muitas pessoas não o levam em consideração na hora de abrirem suas lojas. Quando o volume de pedidos aumenta (e que bom que aumentou), consequentemente a quantidade de dúvidas e solicitações vão crescer também. Se a empresa não estiver preparada para isso, vai acabar por não conseguir atender a todos. Sua imagem vai se desgastar e o aumento de pedidos pode estacionar ou cair.

Por experiência própria, entendo totalmente o quão sério é essa etapa. Aqui na Vesteer sofremos esse problema por não crescer a equipe de atendimento conforme os pedidos aumentaram. Não conseguimos atender a todos em tempo adequado e muitas pessoas começaram a reclamar em redes sociais. Hoje, a equipe de atendimento é a maior que temos e ainda estamos colocando a casa em ordem para que a experiência do consumidor seja satisfatória.

Por fim, acredito que a etapa mais importante na logística de um e-commerce como um todo seja o gerenciamento de fornecedores. E isso não significa que ela receba muita atenção. As pessoas que se dedicam às lojas acabam por não fazer o gerenciamento adequado dos produtos que serão oferecidos. Isso reverbera em uma busca frustrada do cliente, pois o que ele procura pode não estar disponível.

Para que o gerenciamento seja feito de forma adequada, é necessário combinar uma série de itens, como a projeção de demanda e a negociação com quem fornece. Desse modo, se evita a falta do produto e o armazenamento do estoque acontece corretamente. Será, portanto, proporcionado um giro rápido e não ficará muito dinheiro “parado” a espera da venda.

O processo é complexo e exige entendimento. Começar um e-commerce é aprender diariamente, ou melhor, a cada segundo. O empreendedor precisa conhecer bem cada parte dessa linha, destrinchar uma a uma e compreender suas ramificações. Saber os pontos críticos é uma munição, um jeito de estar preparado para a rotina intensa e para eventualidades.

É uma jornada sem final definitivo, mas que pode ser ascendente, basta a disposição para aprender antes e durante.

Vinícius Andrade — CEO da Vesteer, maior plataforma de criação, venda e distribuição de produtos personalizados em todo o Brasil.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/quais-as-etapas-mais-negligenciadas-no-gerenciamento-do-e-commerce/122144/

10 mitos sobre dinheiro que empacam a sua vida

O óbvio precisa ser dito: a principal virtude que determinará seu sucesso financeiro na vida é a sua mentalidade.

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O óbvio precisa ser dito: a principal virtude que determinará seu sucesso financeiro na vida é a sua mentalidade. Ou seja: sua atitude em relação ao dinheiro impacta a sua realidade financeira a todo instante. E a parte mais importante de sua mentalidade são suas crenças.

Infelizmente, muitas crenças estão operando agora mesmo, inconscientemente. Para mudarmos isso, é preciso questionar tais crenças a todo momento. Portanto, o primeiro passo é sempre ter consciência de que essas crenças limitantes sobre o dinheiro existem e são reais. Para facilitar essa jornada para “encontrar” suas crenças limitantes, o ICF – Instituto Coaching Financeiro listou as dez crenças limitantes mais comuns. Veja mais abaixo!

1. “Dinheiro é algo do mal”: essa é uma ideia bastante arraigada e propagada por muita gente que não consegue enriquecer ou teve uma má experiência com pessoas ricas.

2. “Dinheiro não é tão importante”: esse menosprezo ao dinheiro dificilmente levará a uma história de sucesso. Não é preciso supervalorizar o dinheiro, muito menos desprezar.

3. “Dinheiro foi feito para ser gasto”: o dinheiro é um meio para atingir outros objetivos na vida; gastar é apenas uma vertente entre muitas.

4. “O rico sempre fica mais rico e o pobre mais pobre”: há inúmeras histórias que comprovam a mobilidade social ao longo dos anos.

5. “Eu simplesmente não sei lidar com dinheiro”: esse reconhecimento pode ser importante, desde que seguido da busca por ajuda e cursos de Inteligência Financeira.

6. “Minha família nunca foi rica mesmo”: aqui, mais uma vez, é preciso perceber que a condição familiar não é uma condenação e não pode determinar quem você será para sempre.

7. “Dinheiro é um recurso limitado”: essa é a mentalidade da escassez. Em oposição, a mentalidade da abundância comprova que dá para viver sem limites de recursos.

8. Você precisa se matar de trabalhar para ficar bem de vida: não, você fica rica se fizer as coisas certas, não se trabalhar demais.

9. “Entre ser feliz ou ficar rico, prefiro ser feliz”: na prática, esta escolha não existe. O dinheiro não precisa estar atrelado a uma vida infeliz. Muito pelo contrário.

10. “Querer dinheiro é coisa de gente egoísta”: aqui, voltamos ao conceito do dinheiro como algo mau. O seu dinheiro, na verdade, só mostra o valor que você criou para a sua comunidade através de seu trabalho. Não há nada de egoísta nisso.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/economia-e-financas/10-mitos-sobre-dinheiro-que-empacam-a-sua-vida/119644/

Sped: como acompanhar as mudanças e evitar erros

A função do Sped é unificar as atividades de recepção, validação, armazenamento e autenticação de livros e documentos que integram a escrituração contábil e fiscal

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Se você é empreendedor, já sabe o que é o Sped. Mas saber do que se trata não é suficiente nesse caso, já que estamos tratando de um instrumento em constante transformação. Dominá-lo é um desafio e tanto, e exige manter-se em constante atualização.

A função do Sped é unificar as atividades de recepção, validação, armazenamento e autenticação de livros e documentos que integram a escrituração contábil e fiscal de pessoas jurídicas, mesmo aquelas que são imunes ou isentas.

Através do Sped, os livros e documentos contábeis e fiscais passam a ser eletrônicos e a ferramenta representa um passo muito importante no sentido da digitalização dos processos na área.

Para ajudar você a entender melhor o sistema, conversamos com Antonio Sofia, sócio da Contábil Guararapes e Diretor Financeiro do Sindicato dos Contabilistas de São Paulo. Leia abaixo a entrevista:

O SPED vive mudando. Como se manter atualizado em relação ao sistema?

É verdade. O SPED não é um sistema estático, vive se atualizando e incluindo novas informações, por isso, é recomendável que diariamente investigue-se as alterações de layouts através do próprio portal do SPED ou que recorra a uma consultoria especializada. Para se manter atualizado o segredo é investir em pessoal qualificado e sistemas especializados, como o NF-e SIEG e o Cofre SIEG que otimizam, e muito, o tempo do time fiscal.

Por que é tão importante evitar erros na entrega do Sped?

Quando ocorre a entrega dessas obrigações fiscais com erros ou enganos, podemos incorrer em notificações enviadas pelo fisco e quiçá pesadas multas. Por isso é necessária uma boa gestão também do ponto de vista da tecnologia, que é uma grande aliada das empresas e dos escritórios de contabilidade.

Quais os principais cuidados a serem tomados na entrega?

Não tem mistério: com um time atualizado, bem treinado, um processo bem definido e softwares auxiliares, o SPED será transmitido sem problemas.

De que maneira os erros na entrega podem gerar transtornos?

O Brasil possui um sistema tributário bastante complexo e, ás vezes, até mesmo pequenos erros podem causar penalidades, que dependendo de sua gravidade, podem levar uma empresa a fechar suas portas, por isso que é tão importante o empresariado brasileiro estar atento a esses novos controles e sempre procurar especialistas para o auxiliar.

Muita gente não se atenta a esse detalhe, mas a gestão eficiente das NFEs é fundamental para o Sped, não é?

Essa gestão é fundamental. Imagina descobrir três meses depois da transmissão do SPED que você deixou de enviar alguma informação! A Contábil Guararapes já é cliente há três anos da SIEG SOLUÇÕES. Temos o NF-e e o Cofre SIEG que capturam automaticamente na Sefaz Nacional as NF-es e CT-es emitidos contra o CNPJ, com vantagem de poder aceitar ou não a nota do fornecedor, além de buscar todos os documentos fiscais de emissão própria (saídas) como NF-e, CT-e, CF-e e NFC-e. Alguns dos nossos clientes também utilizam o Emissor SIEG, que atende as normas técnicas de validação de emissão da nota fiscal e agiliza esse processo eliminando a digitação da configurações tributárias.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/sped-como-acompanhar-as-mudancas-e-evitar-erros/121045/

Empresa treina equipe com gamificação e alcança 96% da satisfação do cliente

O índice reflete o grau de excelência dos serviços oferecidos e foi conquistado após um investimento da ordem de R$ 2,5 milhões feitos pela empresa para qualificar ainda mais os seus colaboradores

O uso do gamification, método que consiste na adoção de jogos para estimular o engajamento dos colaboradores pode ser um dos segredos do sucesso para empresas focadas na satisfação do cliente.

Foi isso o que ocorreu, por exemplo, na Mega Sistemas Corporativos, empresa que conseguiu elevar a 96% o nível de satisfação entre seus clientes.

O índice reflete o grau de excelência dos serviços oferecidos e foi conquistado após um investimento da ordem de R$ 2,5 milhões feitos pela empresa para qualificar ainda mais os seus colaboradores e, consequentemente, os serviços prestados. Outro resultado positivo obtido com o investimento foi a redução em até 36% do volume de tickets, que são os chamados de suporte abertos pelos clientes.

Todo esse cuidado ajuda a explicar porque a Mega Sistemas Corporativos é hoje uma das mais importantes companhias de TI do Brasil, apta a disponibilizar soluções de gestão empresarial para os mercados de Construção, Manufatura, Combustíveis, Agronegócios e Serviços.

Um reconhecimento da alta performance da Mega foi obtido ao vencer o Troféu HDI como o Melhor Suporte do país, sendo que um dos critérios da premiação é justamente o nível de satisfação dos clientes das empresas avaliadas.

“Nós investimos em equipamentos, novos softwares, contratação e remanejamento de colaboradores, além de viabilizar treinamento especializado e planos de incentivo. Atualmente, a equipe é composta por 50 pessoas”, explica Giuliano Machado, gerente de Atendimento e Relacionamento com o Cliente da Mega Sistemas Corporativos.

A trajetória desta evolução teve início em 2013, quando, já almejando a conquista, a Mega adotou um projeto de KCS (Knowledge-Centered Support) para criar uma Base de Conhecimento através da qual os usuários do seu sistema poderiam esclarecer dúvidas e sanar problemas de maneira mais autônoma, sem a necessidade de abrir tickets.

E, para turbinar esta Base de Conhecimento, Machado combinou o KCS a uma iniciativa ainda pouco explorada no Brasil: o uso do gamification.

“Em um ano e meio publicamos cerca de quatro mil artigos, praticamente o dobro da meta inicial. Mas, mais do que engajar os colaboradores, a medida ainda nos ajudou a reter talentos e reduzir o turnover da área para apenas 3,5%”, completa Machado.

Tudo isso aliado à adoção de uma nova plataforma de suporte, mais moderna e Omnichannel, permitiu à Mega chegar exatamente aonde pretendia estar: em uma posição de referência, sendo reconhecida por dispor do melhor serviço de atendimento do país, frente a todos os segmentos do mercado nacional.

A premiação foi concedida em maio, durante a 9ª edição da “Conferência & Expo HDI Brasil”, em São Paulo, pela HDI Brasil – a maior associação do mundo de profissionais do mercado de suporte a clientes.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/empresa-treina-equipe-com-gamificacao-e-alcanca-96-da-satisfacao-do-cliente/121095/

A Economia Criativa e as oportunidades de mercado

Com mais de 60 milhões de usuários, esse mercado vem ampliando o seu perfil de consumo, que até então era em sua grande maioria de público jovem masculino e hoje já conquista mulheres, crianças e idosos

O Brasil é o quarto consumidor de jogos digitais do mundo, sendo um importante empregador de mão de obra especializada e se fixando como um mercado bilionário, com expetativa de crescimento de 13,5% ao ano, segundo pesquisa encomenda pelo BNDES.

Com mais de 60 milhões de usuários, esse mercado vem ampliando o seu perfil de consumo, que até então era em sua grande maioria de público jovem masculino e hoje já conquista mulheres, crianças e idosos. Muito disso se explica pela facilidade de acesso aos smartphones e as redes sociais, além é claro da utilização de games em muitas outras áreas como na educação, nos negócios e na medicina, não sendo mais uma exclusividade voltada apenas ao entretenimento.

Outro mercado em ascensão é do audiovisual. Em 2011, foi regulamentada pelo Congresso Nacional a Lei 12.485, que determina a veiculação de conteúdos nacionais e inéditos na programação das televisões por assinatura. Com isso, além de valorizar a cultura local a produção audiovisual no Brasil, o segmento ganhou ainda mais espaço e já se posiciona a nível global como a 12ª maior economia nesse mercado que corresponde por 0,57% do PIB brasileiro. Em pesquisa realizada pela Ancine, foi apontado um crescimento de 65,8% entre os anos de 2007 e 2013, um salto de R$ 8,7 bilhões para R$ 22,2 bilhões, uma evolução bem superior aos outros setores da economia.

E liderando o ranking de crescimento no Brasil, temos a indústria da moda. Nos últimos 10 anos, o varejo de moda fez com que o país saltasse da sétima posição para a quinta no ranking dos maiores consumidores mundiais de roupas. Uma pesquisa realizada pela A.T. Kearney, renomada empresa de consultoria empresarial norte-americana, aponta uma arrecadação de US$ 42 bilhões em vendas, sendo que 35% é através de capturas online, sendo facilmente explicado pelo poder de influência das redes sociais e blogs de formadores de opinião dessa área.

O mercado dos Jogos Digitais, do Audiovisual e da Moda são apenas três exemplos dos 13 segmentos que englobam o que chamamos de Economia Criativa. Um setor da economia que vem ganhando destaque e driblando o cenário atual de crise pelo qual o Brasil vem passando. São empresas que se destacam pelo talento e pela capacidade intelectual de seus empreendedores e funcionários, e que não dependem do tamanho da sua estrutura ou de quanto tem de capital.

O Brasil, de certa forma, vem dando seus primeiros passos para se fixar nessa economia. Países como EUA, China e Inglaterra já se consolidaram e juntos já correspondem a 40% da economia criativa global. Muitas cidades no Brasil já possuem iniciativas de estimulo à Economia Criativa, como por exemplo, Recife, Porto Alegre e São Paulo. A cidade de Curitiba, também, se destaca como uma das mais atuantes, e por meio da Agência Curitiba de Desenvolvimento, circula por todo o ecossistema que engloba a economia criativa, conectando coworkings, startups, iniciativas públicas e privadas e estimulando o empreendedorismo de alto impacto.

A Economia Criativa, que hoje já apresenta uma média de remuneração superior a outros setores, será um dos grandes empregadores em um futuro breve. E as cidades que enxergarem essa oportunidade, sairão na frente. O olhar sobre a formação de seus jovens, que é a geração que mais impulsiona esse mercado, é um fator decisivo para o melhor aproveitamento de uma fatia do mercado na qual o maior recurso é o potencial criativo.

Ronaldo Cavalheri — Coaching de Negócios Criativos, mentor do Projeto Jovem Empresário e Diretor Geral do Centro Europeu – escola pioneira em Economia Criativa no Brasil.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/a-economia-criativa-e-as-oportunidades-de-mercado/121603/

Como as dinâmicas em grupo aceleram o desenvolvimento de líderes

As dinâmicas de grupo são excelentes exercícios para essa fase de capacitação e podem acelerar bastante o desenvolvimento de líderes

Atrair e reter talentos, inclusive líderes, completamente alinhados com a cultura e as necessidades da organização é o sonho de muitos gestores de RH e administradores de empresas, mas não é uma tarefa tão fácil assim. É muito difícil encontrar colaboradores que já chegam 100% preparados para as suas funções e para a dinâmica de funcionamento da empresa. E é por isso que os treinamentos e capacitações são tão importantes.

Por mais que um funcionário tenha as competências e habilidades requeridas para o desempenho de seu trabalho, ele precisa saber como aplicá-las ao negócio em questão, além de estar em sinergia com seus colegas. Isso é algo que também acontece com os líderes de uma empresa. Muitas vezes os colaboradores demonstram um excelente trabalho operacional e, com isso, conquistam um posto de liderança. Porém, lidar com pessoas não é tão simples assim e por ter não ter uma experiência prévia de liderança, sua gestão acaba sendo prejudicada.

Sendo assim, capacitar seus líderes é fundamental para que eles tenham uma base sólida para exercer suas funções com eficiência, mantendo a motivação de seus times e cuidando dos resultados da empresa. As dinâmicas de grupo são excelentes exercícios para essa fase de capacitação e podem acelerar bastante o desenvolvimento de líderes. Veja abaixo algumas das vantagens que as dinâmicas de grupo podem proporcionar à equipe de liderança de sua companhia.

Ensina de forma prática

Todos nós já ouvimos a expressão que diz que só aprendemos de verdade uma coisa quando a fazemos, não é mesmo? Por meio das dinâmicas de grupo os seus líderes que ainda não possuem tanta experiência gerindo um time, podem experimentar cases que irão ensiná-los na prática como solucionar diversas situações.

É claro que nada substitui o aprendizado adquirido no exercício da função, mas as dinâmicas de grupo podem dar a seus líderes mais autoconfiança e empoderamento, além de evitar pequenos erros que podem ter sido revisado em uma boa dinâmica.

Une e integra mais a equipe

Existem uma infinidade de dinâmicas de grupo e cada uma delas com um objetivo diferente. Dentre as possibilidades, muitas delas têm o intuito de unir e integrar a equipe de líderes, o que potencializa o desenvolvimento da liderança como um todo, já que aumenta a colaboração e empatia entre os líderes da empresa.

Uma dica interessante é avaliar a atual situação de seus líderes, como anda a sua integração, se eles são cooperativos, se compartilham seus resultados e se caminham para o mesmo lado. Assim, fica mais fácil escolher e planejar as dinâmicas de grupo ideais para solucionar o impasses e problema de comunicação de sua equipe.

Desenvolve competências e habilidades

Mesmo que os colaboradores escolhidos para ocupar as posições de liderança em sua empresa tenham diversas competências e habilidades, existem algumas em especial que são essenciais para o exercício da liderança. A empatia, inteligência emocional e resolução de conflitos, por exemplo, são habilidades indispensáveis para quem precisa gerir um time e nem todos os líderes têm todos esses pontos desenvolvidos. Deste modo, as dinâmicas de grupo podem trabalhar bastante o autoconhecimento e propor reflexões que resultam no desenvolvimento e/ou aperfeiçoamento destes quesitos.

Promove o conhecimento dos líderes sobre a empresa

Dentro de uma dinâmica de grupo ainda é possível acrescentar elementos e informações que apresentam o cenário atual e a cultura organizacional da empresa, além de reforçar suas normas de conduta, por exemplo. Estimular o conhecimento de seus líderes sobre a companhia também acelera o seu desenvolvimento, pois assim eles se sentem mais bem informados e seguros ao transmitir as informações a seus liderados.

Aumenta a motivação

Os líderes também precisam de motivação, afinal, eles serão responsáveis por garantir a motivação de seus times também e para isso precisam estar satisfeitos com seu trabalho e de acordo com os objetivos da empresa. Neste ponto, as dinâmicas de grupo também são de grande ajuda, já que mostram a preocupação da companhia com o desenvolvimento de seus líderes e com a excelência de seu trabalho.

Fábio Abate é sócio-diretor e consultor do NETAS

fonte: https://administradores.com.br/noticias/como-as-din%C3%A2micas-em-grupo-aceleram-o-desenvolvimento-de-l%C3%ADderes

Pequenas empresas oferecem mais oportunidade de desenvolvimento, afirma especialista

Diferentemente do que acontece nos grandes players do mercado, os profissionais das pequenas e médias empresas têm a possibilidade de acompanhar diversas partes do processo e construir uma visão geral

Se a sua meta de emprego é estar apenas nas grandes empresas, montadoras e fábricas de renome, é melhor rever este conceito. Quando o candidato concentra seus esforços apenas em uma grande empresa, as possibilidades de crescimento são bem menores. É o que afirma a coordenadora de recrutamento e seleção da RH Nossa, Eliane Catalano. “Quando um candidato consegue uma oportunidade em uma empresa de porte menor, uma startup, por exemplo, acaba tendo experiência e muita bagagem, adquirindo uma visão generalista — que é um diferencial”, afirma.

O diferencial em trabalhar em uma empresa de grande porte é que nela o profissional terá um visão específica sobre as atividades que exerce. “O profissional vai trabalhar somente em uma parte daquela organização. Nos desafios enfrentados nas pequenas organizações, o candidato aprende bastante e diversificadamente, algo que talvez não fosse possível se estivesse trabalhando em grandes players”, explica Catalano.

De olho no crescimento

A especialista observa que, quando a pessoa contratada de uma empresa de menor porte migra para uma maior, traz no currículo a visão generalista como um trunfo. “Ao serem contratadas por empresas maiores, esse trabalhador realiza funções específicas. Um analista financeiro que entra em uma empresa menor, por exemplo, vai saber de tudo. Contas a pagar, a receber, faturamento e quando ele entra em uma empresa grande, muitas vezes fica apenas em um departamento. Estar em uma empresa menor vai dar um leque de possibilidades”, conclui.

Ao tempo em que aprende com a prática, o profissional também deve estar atento ao conhecimento que adquire anteriormente e buscar meios de aplicá-los em sua rotina. O desenvolvimento deve ser constante e há muitas maneiras de investir no futuro profissional, como buscar cursos, desenvolver novas competências e diversificar seu olhar para acompanhar a constante evolução do mercado.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/pequenas-empresas-oferecem-mais-oportunidade-de-desenvolvimento-afirma-especialista