Seguro Saúde reembolsa despesas médicas de acordo com plano contratado

Além da rede referenciada, tenha a opção de consultar os profissionais da sua preferência

Há uma diferença muito interessante para o consumidor quando se fala em Plano de Saúde e Seguro Saúde. Confira:

Os planos de saúde, que costumam ser mais conhecidos, apresentam uma rede referenciada na qual o cliente deve buscar atendimento, e não têm reembolso.

O seguro saúde vai além: também apresenta rede referenciada que igualmente contempla hospitais, laboratórios, consultórios médicos e clínicas, mas permite que o cliente procure profissionais da sua preferência para consultas e procedimentos e, em seguida, receba de volta os valores pagos por procedimentos cobertos pelo rol da ANS e dentro dos limites contratuais.

E quando contratado por empresas, assim como outros benefícios (seguro de vida, por exemplo), o seguro saúde potencializa as condições de saúde dos funcionários, trazendo melhores resultados para os negócios, reduzindo o absenteísmo, acidentes de trabalho e proporcionando aumento de produtividade.

Ainda no caso de empresas, há a possibilidade de contratar reembolsos e coberturas diferenciadas por cargos.

Ou seja, com o seguro saúde, além da tranquilidade, você tem mais liberdade.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/seguro-saude-reembolsa-despesas-medicas-de-acordo-com-plano-contratado/105082/

6 dicas para fazer do pós-venda uma ferramenta para fidelização de clientes

Saiba como você pode transformar o pós-venda em uma ferramenta para fidelização de clientes do seu negócio em apenas 6 passos

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Já pensou em como o pós-venda pode ser uma poderosa ferramenta para fidelização do cliente em seu negócio? Se não, não se preocupe. Por mais que a fidelização de clientes esteja próxima do processo de pós-venda, é um erro comum dar atenção apenas ao momento da venda e depois praticamente se esquecer do cliente.

O processo de pós-venda consiste em manter a interação entre empresa e cliente depois da conclusão do pedido, seja para agradecer a preferência pelos produtos ou serviços da empresa ou mesmo para se colocar à disposição para esclarecer as dúvidas do cliente.

Como o pós-venda se torna uma ferramenta para fidelização de clientes?

Dedicar tempo e atenção ao pós-venda é a melhor forma de despertar no cliente a percepção de um bom atendimento. Talvez ele nem espere por esse contato, o que pode ser ainda mais benéfico para a relação, afinal, o cliente se surpreenderá e certamente se lembrará da empresa quando for fazer uma nova compra. Sendo assim, um gesto simples de atenção pode ser determinante para sua empresa realizar uma nova venda no futuro.

Para te auxiliar a usar o pós-venda como uma excelente ferramenta para fidelização de clientes, trouxemos 6 dicas:

1. Envie e-mails

O e-mail é uma opção muito eficaz quando o assunto é pós-venda. Além de exigir baixo investimento, é mais conveniente para o cliente, já que ele poderá abrir sempre que tiver tempo livre.

Por e-mail, a sua empresa pode pedir uma avaliação do atendimento e da experiência de compra e apresentar os contatos caso ele precise esclarecer dúvidas ou realizar trocas, por exemplo.

2. Faça ligações

Os contatos por telefone demonstram um interesse maior da empresa em estreitar o relacionamento com o cliente. No entanto, é muito importante observar os momentos adequados para realizar essas ligações ou essa ação pode ter efeito contrário. Se o cliente atender ao seu telefonema em uma situação inapropriada, pode ser que crie uma imagem inconveniente para a sua empresa.

Portanto, reserve os contatos por telefone para situações especiais, como no aniversário do cliente, para apresentar alguma novidade ou até mesmo para oferecer algum desconto, por exemplo. Além disso, as ligações podem ser uma boa ferramenta para se desculpar quando houver algum problema, pois demonstram maior preocupação por parte da empresa.

3. Envie novidades pelo WhatsApp

Atualmente, muitas pessoas utilizam o WhatsApp como ferramenta de trabalho. Afinal, as pessoas estão o tempo todo conectadas e, no dia a dia corrido, acabam checando o aplicativo entre uma demanda e outra.

Portanto, enviar uma promoção ou informar sobre alguma novidade do seu negócio, são geralmente práticas bem aceitas. O que não pode ser feito, de jeito nenhum, é mandar conteúdo irrelevante para o seu cliente pelo WhatsApp.

Mantenha uma relação próxima, se apresente, pergunte se o cliente gostaria de manter esse novo canal de comunicação e sempre o deixe à vontade para sair do grupo, caso ele não tenha interesse em receber as novidades pelo celular.

4. Apresente novas opções de compras

Uma boa ação de pós-venda exige que a empresa mantenha contato constante com o cliente. Isso significa que é importante oferecer opções de compra continuamente, de acordo com os interesses dele.

Sua empresa está lançando um produto relacionado às preferências do cliente? Avise-o. Produtos ou serviços complementares estão com desconto? Envie um e-mail. Faça uma ligação. Envie uma mensagem no WhatsApp. Você também pode calcular o tempo médio de consumo do produto que o cliente comprou e oferecer promoções no momento certo para que ele faça uma nova compra de reposição. Cupons de descontos exclusivos também são ótimas maneiras de incentivar compras e fidelizar clientes.

5. Ofereça mais do que produtos ou serviços

Seu cliente não pode ter a impressão de que a sua empresa só quer lucrar em cima dele. Por isso, você deve oferecer mais do que os seus produtos ou serviços. Ofereça também dicas que estejam relacionadas ao que a sua empresa faz.

Por exemplo, se a sua empresa comercializa produtos para festas, ofereça dicas de como montar a decoração, quais temas são tendência, quais são as novidades do mercado, entre outras opções. Se o uso dos seus produtos exige conhecimentos específicos, também é interessante enviar ao cliente um manual e dicas para usá-los com mais facilidade.

6. Invista em um ERP

Um ERP é a ferramenta ideal para ajudar a sua empresa no pós-venda. O software de gestão permite que você tenha um cadastro detalhado sobre seus clientes, não apenas com os seus contatos e dados pessoais, mas também com o registro de todo o histórico: compras realizadas, trocas efetuadas, descontos concedidos, entre outras informações.

E as vantagens da implantação de um ERP não se restringem ao pós-venda. Com ele, você tem melhor controle sobre as áreas de compras, vendas, precificação, estoque, financeiro, pessoal, comissionamento e outras que sejam necessárias à sua atuação.

Com processos automatizados, a empresa consegue dedicar mais tempo às ferramentas para fidelização de clientes, mantendo um relacionamento mais próximo deles. Um bom atendimento de pós-venda ainda pode contribuir para trazer clientes por meio do marketing boca a boca. Afinal, clientes satisfeitos sempre indicam a empresa.

Ao contrário do que muitos pensam, a implantação de um ERP não é uma boa prática apenas para grandes empresas. Essa tem sido uma solução adotada também por pequenos negócios, considerando as tantas facilidades e melhorias que os sistemas de gestão proporcionam.

Mas, antes de investir em um ERP, você precisa conhecer bem as necessidades da sua empresa. Para te auxiliar nesse processo sugerimos a leitura do e-book “Tudo que você precisa saber para escolher um ERP”. Listamos nele as principais informações que você deve ter antes de realizar a sua escolha.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/6-dicas-para-fazer-do-pos-venda-uma-ferramenta-para-fidelizacao-de-clientes/121067/

Por que um canal de denúncias não é um call center?

A atividade do call center é medida pelo volume de acessos e pela quantidade e tempo de contato realizado com os clientes, seja qual for o motivo

Para muitas pessoas, ainda há confusão quanto aos modelos de um call center e de um canal de denúncias. Embora compartilhem o princípio de estabelecer um canal de comunicação, as semelhanças terminam por aí. Existe uma enorme diferença entre esses dois tipos de operação. Vamos a elas.

O call center é uma ferramenta de comunicação entre a empresa e seus clientes, de modo passivo ou ativo, destinado a atender reclamações e dúvidas do público, efetuar ações de marketing e vendas com foco no fortalecimento de uma determinada marca no mercado.

Já o canal de denúncias é instrumento indispensável para reforço da ética e compliance nas empresas. A ferramenta é uma estrutura de comunicação e gestão segura e confiável em que as pessoas podem, inclusive de forma anônima, denunciar comportamentos indevidos e atos ilícitos que envolvam a companhia de alguma forma.

A atividade do call center é medida pelo volume de acessos e pela quantidade e tempo de contato realizado com os clientes, seja qual for o motivo. O importante é que o call center esteja constantemente em atividade, com seus atendentes (PA’s) plenamente ocupados. Há um foco na produtividade do atendimento, que direciona um viés de mecanização, repetição para digerir o grande volume de contatos feitos e recebidos.

No caso do canal de denúncias requer uma atenção diferenciada para resguardar o manifestante e também a empresa. Um contexto emocional complexo normalmente envolvem os relatos, que requerem especialização para serem compreendidos em toda sua abrangência. O contato pode durar 10 min ou 2 horas, não importa. O foco da operação está sobre a qualidade da experiência do manifestante e, fundamentalmente, na qualidade das informações coletadas.

Alías, é essa qualidade que permitirá uma investigação objetiva e eficaz, produzindo os efeitos de punição cabíveis e o desenvolvimento de ações estruturais por parte da organização. Sem pânico: Gerenciamento de crise de imagem 

Quanto o assunto é scripts versus técnicas de entrevista, no call center, normalmente, os atendentes seguem um protocolo ou um roteiro de atendimento que é utilizado para assegurar a consistência no registro de reclamações, solicitações de informação ou até mesmo elogios à empresa.

O canal de denúncias já exige que os atendimentos sejam desenvolvidos por profissionais capacitados em técnicas de entrevistas e análise de conteúdos, de forma a realizar o adequado acolhimento e condução do contato. Estas técnicas organizam os momentos de escuta ativa do relato com a realização de perguntas de complementação e de confirmação do nível de comprometimento do relator.

Outro diferença está na captação da informação recebida. O call center capta a impressão do cliente e esses registros servem de base para melhorias da empresa com base do depoimento do que o cliente espera da companhia. Na seara do canal de denuncia, a informação é a chave do sucesso. Lá, coletar o máximo de dados e constatações possíveis sobre o que é relatado é a regra do jogo. Os casos vão desde uma denúncia de assédio moral ou sexual, passando por roubo de ativos e desvios de carga, até situações que envolvem corrupção e acesso indevido a informações privilegiadas. Enfim, assuntos que impactam diretamente no resultado da empresa.

O profissional de call center normalmente é um profissional ainda em formação, com ou sem graduação, que recebe um treinamento a respeito de produtos e serviços da empresa, e se torna apto para exercer suas funções, dentro de um contexto de alta rotatividade.

Por outro lado, o profissional que atua no canal de denúncias deve possuir formação superior e ser capacitado em gestão de riscos, ética e compliance, tendo conhecimento sobre o modus operandi das irregularidades e das ferramentas e procedimentos de investigação. É uma carreira que exige dedicação e tempo para aprimoramento profissional, de modo a construir sua credibilidade e imparcialidade.

Uma operação de canal de denúncias deve seguir elevados padrões de segurança das informações, tanto lógicas como físicas. Isso exige um processo de seleção rigoroso da equipe quanto ao seu perfil ético e moral, e procedimentos, tecnologias e controles que confiram o anonimato, sigilo e confidencialidade que este tipo de operação requer.

Além disso, a operação do canal exige uma plataforma sofisticada para a gestão adequada dos casos relatados, provendo um ambiente seguro e controlado de acesso às informações, contando com criptografia, segregação de funções e trilhas completas de auditoria das visualizações e edições sobre cada relato.

E as diferenças não param por aqui. Por isso, ao pensar num canal de denúncias efetivo para sua organização, não subestime os requerimentos necessários para desenvolver uma operação assertiva. Um call ou contact center não endereçará a sua necessidade.

Cassiano Machado — Sócio-diretor da ICTS Outsourcing, empresa de serviços relacionados à gestão de riscos e compliance.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/por-que-um-canal-de-denuncias-nao-e-um-call-center/121037/

Internet é fonte de informações antes das compras, aponta pesquisa

A facilidade das compras online também é um atrativo: 38% dos entrevistados acham que a conveniência da internet é mais importante que o preço

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De acordo com o TG.Net, estudo online da Kantar IBOPE Media sobre o comportamento e os hábitos de consumo do internauta, 64% dos entrevistados que acessaram a Internet nos últimos 7 dias acreditam que “consultar as opiniões de outras pessoas na internet ajuda a tomar decisões sobre compras importantes”. Antes de comprar algo, por exemplo, 73% dos internautas afirmam que recorrem à internet para se informar e 71% concordam que a internet oferece informações sobre produtos ou marcas que não estão disponíveis em outro lugar. A facilidade das compras online também é um atrativo: 38% dos entrevistados acham que a conveniência da internet é mais importante que o preço.

O levantamento aponta, ainda, que a internet já é utilizada por 71% das pessoas nas principais regiões metropolitanas. Para os internautas, além das compras (65%), a internet é importante para o entretenimento (71%) e a comunicação (54%). Entre os usuários de internet nos últimos 7 dias, as mulheres são maioria ( 53%). Os jovens adultos, entre 25 e 34 anos, são os mais conectados.

A frequência do uso da internet impressiona. Entre os internautas que acessaram as mídias sociais no último mês, 43% checaram seus perfis cinco vezes por dia ou mais. Quase metade dos entrevistados afirmaram que se sentem perdidos sem seus smartphones e celulares (49%). O interesse também é grande para aplicativos: 49% dos internautas baixaram apps nos últimos 30 dias. Entre os mais usados estão os aplicativos de mensagens instantâneas, mídias sociais e internet banking.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/internet-e-fonte-de-informacoes-antes-das-compras-aponta-pesquisa/121048/

Como casais podem evitar brigas por dinheiro?

Para que, não somente este, mas todos os dias dos namorados sejam felizes, este é um tema que precisa estar bem resolvido entre os casais.

Desentendimentos por questões financeiras estão, sem dúvida, entre as principais causas das separações de casais. Mas o que fazer para evitá-los?

A maioria das brigas ocorre quando um não sabe qual a renda do outro, quando não existem sonhos e planos em comum ou ainda quando as regras financeiras não estão claras para a vida a dois.

Essas regras são muito úteis para que o casal possa equilibrar o que é gasto pessoal e o que é gasto da família. Há casais que optam por manter suas rendas separadas, mas neste modelo o desafio é fazer a divisão das obrigações – o famoso ‘quem paga o quê?’ – , principalmente quando há grande diferença entre as rendas.

O modelo que recomendo e utilizo é o de juntar as rendas e construir um orçamento familiar baseado nos sonhos individuais e coletivos da família. Neste modelo, usamos o princípio de sociedade, encarando o relacionamento como um contrato no qual os dois unem rendas e esforços para conquistar sonhos. Dessa forma, os planos serão alcançados em menor tempo do que se cada um poupasse individualmente.

As vantagens do modelo de sociedade são muitas. Vejamos, por exemplo, quanto ao relacionamento com o banco. Com a renda familiar é possível obter melhor rentabilidade em investimentos, menores taxas em financiamentos e menores taxas no pacote de tarifas.

Em ambos os modelos é preciso haver muito diálogo e constantes reavaliações, até que o casal encontre o melhor papel para cada um desempenhar. É comum em um casal, um ter mais facilidade com a organização do orçamento, agendamento de pagamentos e relacionamento com os bancos, e outro ter mais habilidade de negociação nas compras e na contratação de serviços. Identificados e definidos os papéis, o sucesso do modelo vai depender de muita confiança e respeito entre o casal.

Outro ponto que costuma gerar conflito no casal é a definição de um padrão de vida, que será modelado com base nos hábitos e comportamentos de consumo que cada um traz da vida de solteiro. O problema ocorre porque ambos terão que abrir mão de alguns hábitos para que novos possam surgir da vida a dois.

O fundamental é que estas negociações se dêem sempre em clima de muito respeito e companheirismo, cuidando para que cada um não perca sua personalidade e que não se sinta sufocado pelo outro, pois ninguém deve se anular para manter uma relação.

Por fim, recomendo a leitura de dois ótimos textos do Administrador Stephen Kanitz publicados em sua coluna na Revista Veja: O Contrato de Casamento (edição de 29/09/2004) e O Segredo do Casamento (edição de 14/12/2005).

Tenha um relacionamento sério com seu dinheiro para realizar sonhos.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/como-casais-podem-evitar-brigas-por-dinheiro/105137/

Recuperação judicial requer cautela

Nem sempre o caminho é tão fácil quanto parece

De acordo com o Serasa Experience, o número de pedidos de recuperação judicial já bateu um recorde histórico no ano passado, com cerca de 62%. Isso ocorre devido à grande crise econômica que o país tem atravessado nos últimos anos, que prejudica o fluxo de caixas dos empresários e leva à queda das vendas em diversos setores. O pedido de recuperação judicial pode ser uma saída, mas deve ser a última hipótese a ser considerada. Em primeiro lugar deve ser feito uma recuperação “branca”, ou seja, uma espécie de recuperação extrajudicial, que ocorre fora do poder judiciário, através da análise de alguns fatores que são indicadores do insucesso econômico e elaboração de estratégias específicas para gestão destes fatores, como os endividamentos tributários, bancários e com stakeholders. Somente após essa análise é aconselhável requerer a recuperação judicial.

Lembrando apenas que com exceção de algumas empresas bem específicas, qualquer uma pode entrar com o pedido, independendo do porte ou tamanho. O pedido poderá ser negado caso os requisitos processuais não sejam cumpridos, como a falta de alguma documentação essencial. Também poderá ser negado caso a empresa pretenda obter, por via transversa, os efeitos decorrentes do processamento da recuperação judicial – ou seja, se utilize indevidamente do pedido de recuperação judicial para obter outro fim que não sua recuperação financeira. Por exemplo, conseguir um empréstimo bancário que ante18s não havia sido concedido devido às negativações que possui em seu nome.

É preciso observar também que no Brasil apenas 1% das empresas que pediram recuperação judicial, conseguem obtê-la com sucesso. O recorde de solicitações é preocupante para ambos os lados, haja vista que o Poder Judiciário está sendo “atolado” de pedidos, tornando-o a análise individual de cada pedido mais morosa, prologando a discussão sobre os rumos da empresa por anos – situação esta totalmente desfavorável ao empresário que busca com o referido pedido exatamente uma solução rápida e eficaz para manutenção de suas atividades. Portanto, é preciso pensar e repensar nos caminhos mais favoráveis para a recuperação dos negócios e ter muita atenção aos pequenos detalhes para não comprometer as atividades da empresa.

Carolina Di Lullo — Advogada e especialista em direito bancário da Giugliani Advogados (www.giugliani.com.br)

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/recuperacao-judicial-requer-cautela/121631/

Como administrar com mais eficiência?

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Um negócio produtivo e competente traz bons resultados, atrai talentos para a equipe, aumenta a satisfação do cliente no atendimento e conquista muitos outros benefícios. Mas como conseguir atingir esses objetivos?

A verdade é que a oportunidade para melhorar o desempenho da sua empresa está em suas mãos e o primeiro passo é fazer uma avaliação das ações que a sua empresa já executa.

O mundo dos negócios está passando por mudanças frequentes e o mercado competitivo exige que as empresas estejam em constante atualização e aperfeiçoamento de suas operações. Observa-se uma necessidade crescente de investir em inovação de processos, aprimoramento de produtos e serviços e a formação de uma sólida e engajada equipe.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/como-administrar-com-mais-eficiencia/121639/

Como conseguir mais opções de crédito corporativo?

Pode não parecer, mas o CNPJ também pode dificultar esse processo

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A instabilidade econômica e política vivida pelo Brasil colocou o empresário em caminhos tortuosos e cheios de obstáculos na busca por crédito em tempos de crise. Escolher o melhor percurso não é fácil e, na maioria dos casos, pode fazer o negócio sucumbir à espera de um financiamento.

Para ter acesso ao crédito as empresas do middle brasileiras passam por uma verdadeira “via-crucis”, principalmente porque a grande maioria dos empresários trabalha com 4 ou 5 instituições financeiras, desconhecendo as alternativas de financiamento disponíveis no mercado. O empresário pode buscar novos financiadores, mas o processo envolve inúmeras apresentações, visitas e viagens, que podem levar meses, tornando o caminho dispendioso e com alta probabilidade de frustração. Muitas vezes o tomador de crédito se depara com situações aonde o tamanho da sua empresa, o seu setor de atuação ou as garantias disponíveis eliminam as suas chances de conseguir um empréstimo logo nos primeiros cinco minutos de conversa. Tempo e dinheiro gastos à toa.

Passada a fase de identificação do provedor do capital, começa a fase de negociação, a montagem do “kit banco”, que pode incluir mais de 60 documentos diferentes, a resolução de dúvidas e pendências, a formalização do instrumento de dívida e das garantias e, finalmente, o desembolso. É um processo extenuante que, muitas vezes, faz com que a primeira proposta de crédito seja automaticamente aceita, ficando a dúvida: será que fechei um bom negócio?

Ao longo de 15 anos de atuação no mercado de finanças e à frente da fintech F(x), passei a entender a fundo a cabeça de quem dá crédito, sejam bancos, financeiras ou cooperativas de crédito e posso afirmar que existem meios mais fáceis que podem facilitar a busca dos empresários por financiamento.

Uma dica valiosa é o dia. Não existe época pior para sua empresa procurar crédito do que nas semanas finais de um trimestre.

Nenhum officer vai te falar, mas a grande preocupação nessa época é fechar as operações que já estão encaminhados e não trazer novas. Outro problema que empresas costumam enfrentar é a qualidade de garantia. Por exemplo, se você comprou um terreno, em área rural, apenas para utilizar como garantia de uma operação de crédito, esqueça. Pela simples razão de que muitos empresários já utilizaram essa estratégia no passado, a maioria dos financiadores não aceitam propriedades rurais não produtivas que foram adquiridas há menos de 2 anos como garantia.

Pode não parecer, mas o CNPJ também pode dificultar esse processo. Por exemplo, você tinha uma empresa que deu problemas no passado, então, com o objetivo de começar tudo de novo, um “fresh start”, você abriu um novo CNPJ e continua exercendo exatamente a mesma atividade. Infelizmente, esta não é boa ideia porque para grande parte dos bancos uma empresa só nasce depois de completar 5 anos.

Durante um cenário de crise econômica, a concessão de novos financiamentos ainda diminui, mesmo para companhias com histórico de bons pagadores. Além da baixa disponibilidade, outra pedra no caminho enfrentado pelas corporações é a concentração de crédito em poucos bancos. As empresas buscam os mesmos financiadores, o que dificulta o acesso. Resumindo: é gente demais para pouco crédito. O que a maioria não sabe é que existem muitas fontes alternativas de crédito, a exemplo da securitização de direitos creditórios, dos fundos mezanino e dos fundos de crédito focados em operações de prazo mais longo. O que impede a utilização destas soluções, muitas vezes, é a falta de conhecimento do próprio empresário sobre a existência de opções e de como encontrá-las.

Mesmo para quem já conhece esses fundos alternativos e os “truques” para passar por esse processo com sucesso, é preciso ter paciência e dedicação para conseguir crédito. Entretanto, existe um atalho: utilizar soluções tecnológicas que identificam os financiadores corretos para sua necessidade de financiamento, considerando as características da sua empresa e das garantias disponíveis. Assim, o processo é agilizado e traz benefícios para as duas partes.

Dan Cohen — Fundador e CEO da F(x), fintech que conecta empresas que buscam crédito à fontes de financiamento.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/como-conseguir-mais-opcoes-de-credito-corporativo/121644/

A biometria a serviço da segurança nas empresas

Na biometria facial, a ferramenta não precisa ter hardwares específicos para seu funcionamento e pode ser utilizada em qualquer smartphone, tablet ou webcam

A biometria, aos poucos, está se tornando parte do nosso dia a dia, principalmente quando o assunto é segurança. As instituições bancárias já estão implementando soluções do tipo para saque e consulta de dados, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está fazendo o cadastramento biométrico dos eleitores para evitar fraudes nas próximas eleições e empresas têm aderido a essa tecnologia para assegurar a entrada e saída de colaboradores e visitantes, evitando o acesso de pessoas não autorizadas às suas dependências.

Em relação ao acesso às organizações, a segurança ainda costuma ser feita por meio de um cadastro simples com apresentação do RG ou carteira de habilitação. Porém, sabemos que esses documentos podem ser falsificados ou furtados, permitindo a entrada de pessoas desconhecidas. Para garantir que esse tipo de equívoco não ocorra, a biometria pode ser uma solução viável, já que é baseada no que as pessoas são, seja ela facial ou digital, e não no que elas carregam, como os documentos.

No caso da biometria facial, além de ter um alto grau de precisão, a ferramenta não precisa ter hardwares específicos para seu funcionamento e pode ser utilizada em qualquer smartphone, tablet ou webcam, democratizando assim seu uso para mais empresas, independente de seu tamanho ou faturamento.

O único desafio para a implementação da solução é a angulação da face e o excesso de luminosidade, questões que podem prejudicar o reconhecimento facial. O indivíduo que se submete ao cadastro facial precisa estar de frente para a câmera e sem muita de luz ao fundo, para não correr o risco de escurecer o rosto, garantindo assim que os pontos da face sejam lidos de maneira adequada.

A utilização da biometria facial pode ser comparada ao surgimento dos telefones celulares. As pessoas foram se habituando com suas funcionalidades e, hoje em dia, os smartphones são indispensáveis no nosso cotidiano. O mundo todo já está começando a entender os benefícios dessa inovação e seu leque de usabilidade em diferentes setores.

Por fim, sabemos que o brasileiro é ávido por tecnologias inovadoras, e tenho certeza que, em pouco tempo, a biometria facial estará disponível em diversos lugares. Bem-vindos ao futuro!

Danny Kabiljo — CEO e fundador da FullFace, startup brasileira que criou um sistema de reconhecimento facial que facilmente se integra a hardwares e softwares facilitando processos de autenticação biométrica facial web e mobile.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/a-biometria-a-servico-da-seguranca-nas-empresas/121646/

4 coisas para fazer agora mesmo e ser um líder mais produtivo

Pode parecer lugar comum, mas você só vai conseguir atingir o seu objetivo se souber aonde quer chegar

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Em tempos de concorrência acirrada a avaliação de resultados com metas cada vez agressivas, torna-se urgente a necessidade de otimizar tempo. Como já diz a célebre frase – “Tempo é Dinheiro”. E de fato, vivemos momentos onde a tecnologia acelerou a execução de tarefas. Mensagens que demoravam dias para chegar ao destinatário chegam hoje em questão de minutos. Sem dúvida, acabamos trabalhando mais que antigamente.

E para não se perder nesse mar de trabalho, é essencial que você seja produtivo e evite perdas de tempo. Neste texto, sugiro 4 coisas que você pode fazer agora e vão melhorar o seu dia e torná-lo mais produtivo. Confira:

1. Estabeleça metas e como atingir o seu objetivo

Pode parecer lugar comum, mas você só vai conseguir atingir o seu objetivo se souber aonde quer chegar. Faça um paralelo com o seu trajeto diário, de casa para o escritório. Você está em um ponto e quer chegar a outro. Qual a melhor forma para chegar até o outro ponto? De carro, de taxi, a pé, de metrô, de bicicleta, ou utilizando um app de transporte?

Viu como existem diversas opções? Agora é a hora de definir os parâmetros. Algumas modalidades podem ser mais rápidas e caras, outras mais lentas e baratas. Existe um meio termo? Qual será o melhor método? E em dias de chuva? Será que o meio será o de sempre? E se eu fizer uma variação dos meios de acordo com os dias da semana?

De fato, existem muitas variáveis que precisam ser levadas em consideração. Definir esse “meio de transporte” vai ajudar você a cumprir suas metas. Coloque as situações sobre a mesa, escolha a mais adequada, pode ser inclusive a combinação gerada por mais de uma opção, e siga rumo ao seu objetivo final. A escolha do caminho e do meio vai evitar desvios no percurso e manter você focado.

2. Foco é importante. Mas, flexibilidade também

Você é daqueles que chegam ao escritório e já sabe exatamente o que irá fazer naquele dia? Então você já tem meio caminho andado para ser um líder produtivo. Foco e organização caminham de mãos dadas.

Tente resolver pequenas tarefas assim que você chegar e deixe as mais longas para o decorrer do dia. Assim você consegue se concentrar e evitar pausas durante a execução da tarefa maior.

Esse modelo de trabalho é interessante, mas você não precisa ser inflexível a ponto de ignorar outras tarefas menores, como um telefonema ou e-mail que chega.

3. Seja transparente na comunicação

Você lida diariamente com seus colaboradores e precisa que eles executem tarefas ao longo do dia para que a empresa caminhe. É imprescindível que a comunicação com eles seja absolutamente clara e transparente.

Erros na comunicação podem fazer com que os colaboradores não sigam à risca a tarefa e desviem do objetivo. Já pensou no retrabalho, na perda de tempo e no desgaste que você terá com esse funcionário? O acompanhamento e a supervisão deverão ser refeitos. E você, que é o líder, vai precisar de mais tempo para isso.

Para a comunicação com os seus colaboradores funcionar, é importante manter um canal aberto e dialogar o tempo todo. Dessa forma, você pode inclusive detectar falhas no caminho e corrigir o curso das tarefas a tempo.

Estimule o desenvolvimento de competências complementares dentro do time com foco na capacidade analítica e critica, não consuma a atenção e energia com atividades mecânicas passíveis de automação – “substituía músculos por neurônios”.

4. Seja resiliente

A resiliência é uma palavra que eclodiu recentemente no meio corporativo. Trata-se da capacidade de lidar com um problema, ser adaptável as mudanças e superar obstáculos com persistência e criatividade.

Em um mundo onde a velocidade tecnológica desafia os padrões tradicionais a todo instante, a resiliência é importantíssima. Faça reavaliações periódicas do seu modelo, questione novos formatos e alternativas. Converse com seus sócios e outros empresários para ter um termômetro de como andam outras companhias do seu setor.

Pense que você não pode gastar mais energias em um modelo obsoleto que tende a ser descontinuado.

Por isso, é preciso identificar mudanças de rumo e focar no que é realmente importante.

Egton Pajaro – Empresário

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/4-coisas-para-fazer-agora-mesmo-e-ser-um-lider-mais-produtivo/120559/